As entrevistas que monopolizaram a noite televisiva de ontem podem resumir-se da seguinte forma:
- Na SIC, LFV toureou uma coisa estranha que estava do outro lado da mesa;
- Na RTP 1, houve um festival de vassalagem - que induziu o vómito - ao senhor da fruta, num arrazoado de perguntas combinadas e subservientes;
- Na SIC Notícias, Ricardo Costa, com a segurança e firmeza de quem tem toda a razão do seu lado, deu uma total e absoluta lição de direito desportivo e seriedade e desmascarou a imbecilidade do CJ da FPF.
Pois muito bem: hoje o pateta do doutor dos fígados que escreve n’A Bola passa por cima de tudo isto - porque normalmente passa por cima da verdade como um boi por cima de uma horta - perde toda e qualquer réstia de dignidade que ainda pudesse passear naquele vazio imenso que tem entre as orelhas, e escreve (‘escrever’ é, talvez, um termo exagerado para o que este básico faz) uma das maiores, mais nojentas e ridículas golfadas de dor de cotovelo e ódio anti-benfiquista que me lembro de ver (e já vi muitas) e uma das mais asquerosas assunções de falta de pudor e de honestidade que já vi (e também já vi muitas) ao manifestar um apoio cego e sem qualquer tipo de sustentação em explicações racionais a um clube que prosperou à custa de violência, fruta e consultas de aconselhamento familiar a árbitros.
Este cretino não quer saber do patético clube dele, nem da sua gestão desastrada, nem do hilariante dia-a-dia de palhaçada do mesmo. Esta alimária não quer saber dos factos, das imagens do que aconteceu nos túneis, das explicações de quem de direito. O que quer é diminuir as vitórias do Benfica – porque lhe causam tamanha azia que o põem doente. O verdadeiramente ofensivo nisto – que não é novo, vindo de quem vem – é a forma básica e estúpida como o faz. Este burro acha, verdadeiramente, que todos os lagartos que o lêem são tão burros quanto ele. Não é verdade: no meio de tanto lagarto, ainda há alguns sportinguistas.
Vamos lá ver uma coisa, e isto é um facto: o Eduardo Barroso é um cretino de proporções cósmicas. Na Enciclopédia, ao lado da definição de jumento, vem a foto deste erro da natureza. Provas? Compilem os artigos de opinião e as intervenções que faz na televisão. O hipócrita dos fígados é um dos maiores monumentos à estupidez que a espécie humana produziu. ‘E então?’, perguntar-se-á. Tem esse direito - tem, sim senhor. O que não se percebe é o espaço privilegiado e público que lhe dão para exercer essa estupidez. Alguém acharia normal fazer-se um programa de televisão com um suíno a rebolar no seu próprio produto intestinal e a emitir ruídos e guinchos incomodativos? Não se questionaria o critério editorial de um jornal se este desse um lápis a um macaco e publicasse o produto final? Mas então porque é que se acha normal a exposição pública deste pateta?
Sim, eu sei: vozes de burro não chegam ao céu, e a deste suíno nem ao tecto da pocilga onde chafurda chega, mas ainda assim é incompreensível para mim como é que alguém com responsabilidades num jornal supostamente sério disponibiliza um espaço para este cretino vomitar todas as semanas ódio ao Benfica. Porque, convenhamos, há quem mais o faça, mas esta besta fá-lo de forma boçal, primária, sem qualquer ponta de valor acrescentado e de forma ridícula, que diminui e desprestigia o jornal. Goste-se ou não se goste, as restantes figuras que por lá pululam têm a mínima capacidade de escrita, de articulação de pensamentos racionais – têm, à sua maneira retorcida, algum valor acrescentado, nem que seja para os seus defensores. No caso deste ruminante, é como disponibilizar todas as semanas um espaço para um bully (já que está na moda) escrever asneiras. Não percebo o critério editorial que subjaz à disponibilização de espaço para um repositório de ódio que mal consegue articular duas ideias de forma coerente.
As prostitutas vendem-se, muitas vezes, por necessidade. Merecem-me mais respeito do que quem vende o rabo por despeito.
Adiante.
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