
Estamos em tempo de guerra. Está na altura de cerrar fileiras, de armar as tropas e partir para a batalha.
A provar o que muitos de nós já por aqui temos escrito, para sermos os melhores tivemos que ser, durante todo o ano, muito melhores. Incrivelmente superiores. Como já não éramos há muito tempo.
Em conversa com a família da Tertúlia, à mesa, ouvi e anuí: no Domingo, quero ver gladiadores dentro de campo. A suar sangue, a dar tudo, com a raça e o querer que faz de Nós Benfica. Porque a ambição da nossa grandeza não está só no mérito técnico, na nota artística, por mais que este ano tenhamos conseguido aliar o útil ao (muito) agradável, sem reminiscências dos cinismos práticos de quem teve que esticar a muito pouca ferramenta disponível para cinzelar pedra bruta.
Acima de tudo, porque o nosso campeonato não se reduz a uma vitória, espero que Domingo seja uma machadada final e simbólica. O triunfo de uma potência que está agora a renascer inquebrantável para uma hegemonia contra a mesquinhez, a falsidade, a manipulação e a prostituição reles dos valores como meios para atingir fins.
É preciso que haja consciência de tudo o que os trapaceiros nos vão colocar à frente mas enfrentar a refrega com a habilidade dos guerreiros-vermelhos-poetas, de forma digna e honrada. Mesmo com a certeza que há lições que nem com os exemplos podem ser apreendidas, por quem não tem estrutura e nunca saberá fazê-lo da mesma forma.
Por isso, para os fatalistas que inacreditavelmente esperam o pior: esperem-no dos outros, esperem tudo e mais do que conseguem conceber. Dos Nossos, não esperem menos do que aquilo que já nos deram e têm dado até agora: os nosso gladiadores não o merecem.
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