No final do ano é tempo de balanço. E neste caso o balanço é balanceado, no que ao futebol diz respeito, entre seis meses iniciais de qualidade, competência, união e vitórias que contrastam com os seis meses finais em que se perdeu muita da dinâmica de vitória por responsabilidades próprias e, convém não esquecer, por obra de algumas manobras alheias e pouco claras…
O ano termina com a sensação de que o Benfica, apesar de alguns tropeções evitáveis, deve, pode e conseguirá reerguer-se a tempo de chegar a Maio com as vitórias indispensáveis para viabilizar a continuação do caminho que se começou a criar há alguns anos.
Entre o melhor do ano (a vitória no campeonato nacional 09-10) e o pior (o começo do campeonato nacional 10-11) fica um período que nos recorda a necessidade de se vestir smoking apenas um dia por ano, no momento da vitória, e, em todos os outros, trabalhar de mangas arregaçadas, sem quartel, sem descanso, sem tréguas e tratando como adversários todos os que tentam evitar o nosso sucesso, independentemente da pele de cordeiro com que conveniente e pontualmente se vestem. Saibamos que sob essa pele tanto pode estar um candidato a presidente da Liga como um presidente de um clube rival.
Deste modo, muito me agrada ver a resposta que o nosso treinador deu a quem recentemente lhe teceu loas interesseiras, nada inocentes e pouco recomendáveis. Leio nessa resposta um sinal claro de que o balanço do ano foi convenientemente feito por quem tem a responsabilidade de o fazer.
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Artigo de opinião publicado também na edição de 31/12/2010 do jornal "O Benfica".
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