Nota prévia: o processo de catarse do momento desportivamente mais doloroso da nossa história (ouvi hoje o Toni dizer que, em 34 anos de Benfica, nunca passou por nada assim) requeria que eu escrevesse qualquer coisa aqui na Tertúlia. Por norma, não gosto de repetir posts, mas desta vez teve mesmo de ser, porque infelizmente esgotei as poucas forças mentais que tinha noutro lado. A discrepância horária entre os dois textos deve-se ao facto de eu não gostar de canibalizar escritos dos meus companheiros e, portanto, o magnífico post abaixo do Carlos Miguel Silva merecia respirar o tempo devido.
Contexto: Este testamento foi escrito com o coração, depois de 2,5h de sono e com os olhos marejados a 10.000 m de altitude.
Perdemos com o Chelsea (1-2) na final da Liga Europa. Segundo alguém me disse, temos o indesejável recorde de sermos a equipa com mais finais europeias perdidas (sete). MAS (e as maiúsculas não são gralha) é uma terrível crueldade que seja apenas o resultado que fique para a História. Porque a história do que se passou no campo é completamente diferente: fomos melhores durante toda a partida, mostrámos mais vontade de ganhar e MERECÍAMOS ter ganho. Toda a gente reconhece isso. Desde o próprio Ramires, como amigos meus estrangeiros que me enviaram inesperadamente mensagens no final do jogo. Quem for honesto intelectualmente não pode deixar de o pensar (o que exclui imediatamente 95% de adeptos de um certo clube…). MERECÍAMOS ter ganho, estava eu a dizer, tanto os jogadores como os adeptos que, nas ruas de Amesterdão e nas bancadas do Amsterdam ArenA, deram uma demonstração inesquecível de benfiquismo e do que é AMAR um clube.
Se nós partimos para esta final na ressaca de uma derrota no antro com requintes de malvadez, o que dizer de, apenas quatro dias depois, perdermos novamente aos 92’?! Depois de uma 1ª parte completamente dominada por nós (somente com o aspecto negativo de revelarmos muita parcimónia na altura de rematar à baliza), o Chelsea adianta-se no marcador pelo Torres aos 60’, mas nós conseguimos igualar através de um penalty do grande Cardozo aos 68’. Aos 92’, quando eu vejo a bola em balão em câmara lenta na minha cabeça cabeceada pelo Ivanovic fazer um arco para dentro da nossa baliza, tive a mesma reacção que se tem ao ver um acontecimento inacreditável: fiquei estático, anestesiado, letárgico e sem querer acreditar no que estava a ver! A sério, não é possível!!! Ainda agora, 12 horas depois, custa-me a acreditar no que se passou: em somente quatro dias, nós perdemos uma final europeia e (muitíssimo provavelmente) o campeonato, de um modo mais do que injusto, através de golos no período de desconto! Nem nos nossos piores pesadelos, pensámos que isto fosse possível, muito menos em apenas quatro dias! Não me cansarei de repetir: QUATRO DIAS!!! (Por contraponto, haverá certamente muita gente vil, rasteira, baixa, reles, cuja inútil existência se alimenta somente do ódio a terceiros e que, no fundo, é um desperdício de matéria orgânica que nunca na vida terá tido um orgasmo tão bom.) Ninguém merece! NINGUÉM MERECE!!! Muito menos os bravos que estiveram em campo e os enormes bravos na bancada. A reacção dos adeptos do Benfica no final do jogo foi dos momentos em que mais orgulho tive de pertencer a esta família. Revelou GRANDEZA! Que é muito diferente de ser grande. Há quem diga que o é (grande, embora seja apenas regional), mas NUNCA na vida revelou Grandeza. E a sorte tem bafejado esses, numa demonstração clara para mim da inexistência de Deus (ou então, se Tu existes mesmo, podes ir para o raio que te parta, minha refinada besta!). E mesmo os (para aí) cinco adeptos desses clubes que se aproveitam, e não são ou escumalha ou acriticamente acéfalos, não mereceriam uma coisa destas. Quanto mais nós…!
Não tenho vergonha nenhuma de dizer que chorei no final do jogo. Não foram umas lagrimazitas, chorei mesmo. Não chorava com uma derrota do Benfica desde que os lagartos vieram ganhar à Luz na penúltima jornada da época 1985/86 oferecendo o campeonato ao CRAC. Tinha 10 anos. Mas ontem foi impossível conter-me por variadíssimas razões:
- Chorei de raiva por causa de duas injustiças seguidas do tamanho do mundo.
- Chorei, porque até poderíamos ter jogado mal e merecido perder. Porque poderíamos ter jogado assim-assim e o Chelsea ter sido mais eficaz. Mas não! Fomos melhores e fomos derrotados novamente no período de compensação!
- Chorei, porque depois de tudo o que fizemos esta época é inacreditável pensar que a poderemos terminar sem nenhum troféu ganho. (Quero acreditar que não, que a equipa vai dar a volta em termos psicológicos e derrotar o Guimarães na final da Taça).
- Chorei, por ter visto in loco o maravilhoso povo benfiquista a chegar a Amesterdão aos magotes, de todas as formas e feitios, para apoiar a equipa durante os 90’ como nunca me lembro de ter acontecido (é que não só não deve ter havido um único momento de pausa, como eu não me lembro de ter visto um jogo tantas vez de pé) e, não só a não ser recompensado com a vitória, como voltar a perder da mesma maneira de Sábado… (Já disse que ninguém merece isto?!)
- Chorei, por ver que a reacção dos jogadores no relvado assim que o árbitro apitou era igual à nossa.
- Chorei, porque nem na porra do último lance do jogo, já depois do 1-2, tivemos sorte no ressalto quando o Cardozo estava quase na cara do Cech.
- Chorei, porque se aquela final Man. Utd – Bayern da Liga dos Campeões jamais irá ser esquecida pelos adeptos do futebol, nós tivemos duas edições disso em apenas 96 horas!
- Chorei, porque sei que isto vai custar IMENSO a passar (nunca irá passar para mim…) e porque, 12 horas depois, a escrever esta crónica no avião de regresso a Lisboa, ainda tenho que fazer algumas pausas, porque o ecrã fica momentaneamente embaciado…
No entanto, podem perguntar-me se, mesmo que soubesse previamente o resultado e a forma como ele aconteceu, deixaria de fazer esta viagem? NUNCA na vida! Foi um orgulho ter estado presente num evento que fez transbordar a minha alma de benfiquismo. Para mim, o Benfica é isto! Onze jogadores em campo a dar esta vida e a outra para tentar ganhar um jogo. Nas bancadas haver um apoio incansável e os adeptos, apesar da derrota, tributarem a equipa do modo como o fizeram no final da partida. Eu não sou do Benfica, porque temos ganho muito ao longo da nossa história. Eu não quero ganhar sem olhar a meios (como outros…). A Grandeza de um clube não se mede só por vitórias. Mede-se também, e muito, no modo como se ganha e, sobretudo, como se perde. Ser magnânime é muito importante, porque isso revela a nossa condição humana e ultrapassa a fronteira estritamente desportiva (por exemplo, o facto de termos convidado para assistirem à final os dirigentes das equipas que eliminámos nesta inesquecível caminhada foi algo que me deixou tremendamente orgulhoso). O Benfica e os valores que o norteiam tornam-me uma melhor pessoa. Não tenho dúvidas nenhumas acerca disso.
Neste longo testamento, uma última palavra para os jogadores. Não vou destacar ninguém em particular. Houve uns que jogaram melhor do que outros, o que é normal. Mas estiveram TODOS à altura do acontecimento e todos honraram (e de que maneira!) o manto sagrado. E eu nunca vos peço mais do que isso. MUITO OBRIGADO a todos eles, na pessoa do grande capitão Luisão! É uma frase feita, da qual eu nem gosto muito, mas que aqui se exige: vocês são uns campeões e nunca esquecerei o quanto nos deram este ano! Pode não ser em títulos, mas em algo que, apesar de não poder ser contabilizado, é muito mais importante para mim: o facto de terem contribuído para o crescimento do (já ENORME) orgulho que eu tenho em ser benfiquista!
P.S. – Este obrigado aos jogadores é naturalmente extensível à equipa técnica e a todos os dirigentes do Benfica que contribuíram para esta caminhada. E volto a repetir o que já disse aqui: se, por algum motivo (e quer ganhemos ou não a Taça de Portugal), o Jesus não continuar no Benfica (apesar das palavras do presidente, as declarações do próprio foram enigmáticas), será uma terrível perda para nós.
P.P.S. – Eu sou um gajo democrático e, por norma, aprovo todos os comentários. Entre seis milhões de adeptos, há espaço para muita gente. Mesmo para quem é idiota ou cega. Depois daquela demonstração de querer, categoria e crença de ontem, quem vier aqui dizer que estivemos mal, porque deveríamos ter feito isto ou aquilo, ou que o Jesus errou seja porque colocou aquele e não outro, como por dever ter optado pela táctica ‘x’ em vez da ‘y’, ou se insere na primeira categoria ou na segunda. As simple as that. É preferir olhar para um arbusto em vez de ser para a floresta inteira. Têm direito a tempo de antena, mas não esperem resposta da minha parte. Tenho mais que fazer e não quero ser batido em experiência…
De Pedro Pinto Santos a 16 de Maio de 2013
Obrigado
Vocês escrevem de uma maneira que me deixa orgulhoso de pertencer a esta família tão grande
Abraço
Viva o Benfica
Domingo há jogo que ninguém se esqueça
De Pedro Alves a 16 de Maio de 2013
Pois eu deitei as mãos à cabeça, e tive exactamente o mesmo pensamento.
Deus não existe. Disse à velhota da minha mãe "só os filhos da p***, os violadores os que roubam, é que se safam neste mundo, e querem que acredite em Deus?"
Hoje? Hoje levei a camisola do Benfica para o ginásio. De cabeça levantada.
Orgulho. No domingo, vai ser muito importante o apoio dos adeptos, nem se atrevam a assobiar, se, como provavelmente acontecerá, o Benfica não ganhar o campeonato.
Força Benfica!
De Luís Manuel a 17 de Maio de 2013
Não sei... eu já assisti a quatro finais europeias perdidas, e a do Anderlecht e esta foram as que me custaram mais. As que mais me doeram no fundo da alma. Acreditei tanto, tanto que poderíamos ganhar esta. Não sei porquê, talvez pelas mensagens que ao longo do dia fui recebendo de um amigo que estava em Amesterdão, talvez porque senti que a injustiça de sábado teria de ser reparada ontem, talvez porque de repente comecei a pensar : "Porquê? Mas por que razão não poderemos ganhar isto? Nós também corremos, nós também sabemos lutar, eles podem ser milionários, podem ter grandes jogadores, podem ser campeões da Europa, mas nós também sabemos jogar!" - e, enquanto o jogo decorria, tive uma esperança tão grande. Tão grande. Quando eles marcaram, pensei logo nesse instante: "Vamos marcar também! Isto não acaba aqui, não pode acabar aqui!"
Eu sei. Fizemos tudo. Demos tudo. Corremos, lutámos, caímos de pé. Mas uma tristeza enorme não há maneira de sair de mim. Também vi, há pouco, a entrevista ao Toni. E senti-me feliz por o Benfica ter pessoas como o Toni, mas a tristeza não me abandonou porque, atrás daquele discurso verdadeiro, frontal e optimista do Toni, eu senti uma mágoa enorme que ele tentou ocultar como pôde. E ver este homem, que tanto deu ao Benfica, que tanto sofre pelo Benfica, e que foi e é um exemplo tão grande de Benfiquismo e Desportivismo, a tentar ocultar a mágoa que lhe vai na alma, deixou-me inconsolável. Não merecíamos isto. Não merecíamos isto. Temos que nos levantar e enfrentar o que falta, mas foi muito duro perder assim.
A todos os que torceram pela vitória de uma equipa estrangeira contra uma equipa portuguesa, e que hoje ainda estão eufóricos, num misto de alarvidade mental e boçalidade moral, quero deixar aqui o meu mais profundo desprezo. Parabéns pelas vossas mentes pequeninas e mesquinhas.
A todos os que ontem vieram de todo o mundo para apoiar o Benfica em Amesterdão, e a todos quantos sofreram em Portugal e noutros países, pela televisão, muito, muito obrigado. As vossas lágrimas foram as minhas. Por favor não fiquem tristes. Nós somos enormes, fomos enormes, seremos sempre grandes. E a melhor maneira de demonstrar isso será encher a Luz no próximo domingo e aplaudir de pé o Benfica.
Benfica Sempre !
De José Germano a 17 de Maio de 2013
Não, não consegui chorar ontem, no entanto choro por vezes, quando leio ou escrevo, ou quando penso no enorme orgulho em pertencer a este Clube.
Na realidade, não somos apenas o Maior Clube do Mundo, Ser Benfica representa muito mais, desde que nascemos em 1904, valores, perseverança, superação, trabalho, muito trabalho, raça, querer, ambição, acreditar, uma vontade que nos impele a tentar ser sempre melhores, os melhores, não para humilhação dos adversários, apenas para conquistar os nossos sonhos e obter a Glória!!
Somos assim, é este o nosso ADN, mas somos assim antes de nós, antes de imaginarmos que o nosso Glorioso Clube, transporta os genes da "Vitória" na sua Alma!
Sou do Benfica antes de mim, graças a Deus (eu acredito), repito, não chorei ontem, quando o jogo terminou, senti, apenas, um enorme orgulho de pertencer a esta Família, ver o apoio que os nossos adeptos, incondicionais, indefectíveis, prestaram ao que com honra, envergaram o nosso Manto Sagrado, proporcionou-me um dos momentos (entre muitos), de maior felicidade na minha vida, sim, felicidade e alegria, respeito e admiração, por todos os que verteram lágrimas, ontem no final do jogo!! Aquelas lágrimas também eram minhas, só que não saiam dos meus olhos, mas de outros, que eu tomei como meus!!
Assim como, se nascesse mil vezes, voltaria a chamar os meus pais, 1º que tudo, antes de nada, também tenho a certeza que Tu, SPORT LISBOA E BENFICA, estarás eternamente comigo, com a chama imensa, que aquece a minha Alma, que guia os meus passos!!
Também Tu Benfica, jamais estarás sozinho, somos milhões a segurar nas mãos o nosso Estandarte, a transportar no peito, junto ao nosso coração, o nosso símbolo Imortal, e das nossas gargantas ouvirás em uníssono, "GLORIOSO S.L.B. " "FORÇA BENFICA" "ETERNAMENTE BENFICA" " E PLURIBUS UNUM"
De Paulo a 17 de Maio de 2013
O futebol e' isto. Nem um exibição a roçar a perfeição, vulgarizando o actual campeão europeu em titulo garante uma vitoria. Em futebol ganha-se colocando a bola na baliza e hoje dominamos amplamente em todos os aspectos do jogo, menos nesse - o mais importante. E' certo que as vitorias morais não dão títulos, mas também não e' menos verdade que cair de cabeça erguida, no ultimo minuto, sendo superior ao adversário e dando uma excelente imagem do clube e do futebol praticado no nosso país, ameniza, de certa forma, o sentimento de profunda desilusão que todos os benfiquistas estão a sentir e mantêm o orgulho na nossa equipa intacto! Aliás, se nos dissessem no inicio da época que iriamos disputar um final Europeia com o multimilionário Chelsea, que na contratação de apenas 2 jogadores - Hazard e Oscar - gastou mais que o nosso orçamento para época toda, sendo superiores ao adversário em todos os aspectos do jogo, poucos acreditariam. Mesmo para morrer na praia e' preciso nadar ate´lá e água mole em pedra dura, tanto dá até que fura. Isto para dizer que o Benfica está no caminho certo, há pelo menos 4 ou 5 anos que chegamos pelo menos aos quartos das competições europeias, já perdemos uma meia final e hoje uma final, temos vindo a "bater" constantemente na "pedra" e um dia, em breve, a nossa sorte certamente mudará. ps: Aos adeptos do Porto e outros clubes que hoje nos apoiaram o meu sincero obrigado, aos restantes que traduzem a, infelizmente, típica mentalidade portuguesa da inveja do vizinho, que com pena minha não se resume ao futebol, os meus parabéns pela vossa alegria de hoje e os meus sentidos pêsames, pois alguém que necessita da infelicidade alheia para se sentir feliz é, de facto, merecedor de pena.
De pge a 17 de Maio de 2013
É isto simplesmente: "Para mim, o Benfica é isto! Onze jogadores em campo a dar esta vida e a outra para tentar ganhar um jogo. Nas bancadas haver um apoio incansável e os adeptos, apesar da derrota, tributarem a equipa do modo como o fizeram no final da partida"
O futebol deve ser um prazer da vida, não um martirio.
De azar de merda a 17 de Maio de 2013
orgulho? Queremos é titulos ...
De
André a 17 de Maio de 2013
É isto mesmo. Sem tirar nem pôr !
E viva o Benfica ! Que isto ainda não terminou.
De Sérgio a 17 de Maio de 2013
No futebol há muita irracionalidade, mas por vezes também há alguma lógica. Uma equipa como o Chelsea, com um orçamento 20 vezes superior ao Benfica, teria certamente obrigação de vencer. Tem um lote de jogadores que, em média, são melhores do que os do Benfica. Têm por exemplo um Frank Lampard que do zero conseguiu fazer um remate na primeira parte que só não foi golo porque o Artur fez uma grande defesa. Tem um Ivanović que num canto tem a exacta noção onde a bola vai cair e corre na área em grande velocidade até fazer o encontro perfeito com ela e cabeceá-la da melhor forma para dentro da baliza. Foi na diferença entre o instinto matador dos jogadores do Chelsea quando comparado com o dos nossos jogadores que se encontrou o vencedor. Temos um jogador com alto instinto matador: o Cardoso. Os outros ainda estão a crescer em relação a este aspecto.
Os jogadores do Chelsea estão habituados aos grandes palcos e a vencer. Reparem nesta curiosidade: neste jogo da final da Liga Europa dois jogadores do Chelsea já tinham vencido a Liga Portuguesa pelo Benfica (o David Luís e o Ramires); pelas minhas contas, só dois jogadores do Benfica também já o fizeram, o Luisão e o Cardozo. Os jogadores do Benfica ainda não se habituaram a vencer de forma consistente. Muito importante: se os jogadores do Chelsea perdessem esta final não choravam como choraram os jogadores do Benfica.
Portanto, os jogadores do Benfica mostraram querer, ambição, uma vontade férrea em vencer a taça. Foram superiores no jogo jogado, mas, na minha opinião, essa superioridade apenas equilibrou a balança em relação às hipóteses de vitória. O azar de sofrer o golo no último minuto desequilibrou a balança para o lado do Chelsea. Foi uma participação do Benfica de qualidade bem superior a que um observador independente estaria à espera e isso só honra o Clube e os jogadores.
As palavras do LFV estão muito certas: se mantivermos esta qualidade de jogo, a nossa hora também chegará. Os jogadores, o treinador e toda a estrutura dirigente vai ganhando experiência e vai começando a ganhar mais jogos na altura das grandes decisões. E assino já por baixo se me colocarem a hipótese de para o próximo ano o Benfica perder a final da Liga dos Campeões. Estar presente nessa final seria um extraordinário feito. E seria a certeza de um caminhar sustentado para uma nova era de glória.
De cada vez que tivermos um tropeção, temos que nos levantar de novo, olhar em frente e retomar a marcha. Caminhemos determinados e confiando que cada vez os tropeções serão menos frequentes. Estou confiante em que teremos muitas alegrias num futuro próximo.
DESANUVIEMOS:
A nossa sorte é que no V. Guimarães não joga nenhum Fahrenheit, porque se não os 92º F seriam fatídicos, como foram os 92º Kelvin e os 92º Chelsius.
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