VAMOS ACABAR COM AS IMBECILIDADES
Terça-feira, 15 de Maio de 2007

Asnices do jornalismo desportivo português.

A ‘coisa’ funcionou assim: o Daily Mirror (jornal conhecido por ser um exemplo fidedigno de bom jornalismo, daquele que cá se faz algures entre o “Crime” e o “Record”, mas ligeiramente mais sério, ainda que mantendo bons espécimes de borregada parola) noticiou o interesse do West Ham em Nuno Gomes. Fui ler e li o seguinte:
«Benfica striker Gomes, 30, has been watched by West Ham scouts and has spoken to his Portugal team-mate Luis Boa Morte about a possible £3m move to Upton Park. Gomes said: "It is an attractive opportunity to play in England because I have always enjoyed watching it on television. "I have watched my Portuguese team-mates Ricardo Carvalho and Paulo Ferreira and it makes me believe I can make a move to England. "I'm happy at Benfica but a proposal from England would be my last big deal. I am ready for an English adventure."»
(link)

Ou seja, o pasquim diz que Nuno Gomes teria dito a Luís-Boa Morte aquilo que acabei de citar e que qualquer borra botas com um conhecimento da língua inglesa suficiente para fazer a cadeira de Inglês Técnico na Universidade Independente saberá traduzir.
Assim, esta ‘fidedigna’ notícia baseia-se não em declarações de Nuno Gomes a um jornalista, mas em declarações que Nuno Gomes teria prestado a Luís Boa-Morte. Não havendo também a indicação de que Boa-Morte teria prestado estas declarações a nenhum jornalista, apesar de lá trazerem as aspas…
Basicamente isto é… nada, e qualquer jornalista que o fosse por inteiro sabê-lo-ia.
No entanto, o jornalista Paulo Jorge Sousa, que escreve para o Sportugal, transformou o “nada” nisto:

“Esta é uma atractiva oportunidade de jogar em Inglaterra, porque sempre gostei de ver este campeonato pela televisão”, referiu [Nuno Gomes] à imprensa inglesa.
[…]
“Eu costumo ver os jogos onde actuam os portugueses, como o Ricardo Carvalho e o Paulo Ferreira, e isso faz-me acreditar que posso mudar para Inglaterra”, acrescentou [Nuno Gomes]
[…]
“Estou feliz no Benfica, mas a mudança para outro clube europeu pode ser o meu último bom negócio. Estou pronto para uma aventura inglesa”, concluiu Nuno Gomes. (link)


Isto é um jornalismo de sarjeta. Isto é grave. Isto é fazer pior jornalismo do que aquele pedaço de excremento que os ingleses haviam feito. Isto é dizer que as palavras, supostamente, ditas por Nuno Gomes a Boa-Morte foram palavras ditas por Nuno Gomes a um jornalista. Isto é inventar um facto e fundamentá-lo mentindo. Isto, no mínimo, é incompetência e, no máximo (em que não quero acreditar), é agir de má fé. Isto é o lodaçal em que se encontra o jornalismo desportivo português.
Obviamente, o resto da matilha fará disto manchete.
publicado por Anátema Device às 20:48
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Segunda-feira, 14 de Maio de 2007

Chiu! [post completamente 'off topic']



Vamos fazer como os comentadeiros televisivos e escribas de jornais desportivos. Vamos falar baixinho e rápido para que ninguém se aperceba.

Ontem, com o resultado em 0-1, o Lucílio não marcou um penalty descarado contra o Sporting e a favor da Académica; o segundo golo do Sporting resulta de um fora-de-jogo, não é claro, mas é fora-de-jogo.

Desculpem ter falado no assunto. Desculpem mesmo. Será que vamos voltar a vê-los fazer um apelo ao luto?

[Se não for pedir muito, quando vierem aqui insultar, insultem baixinho. Obrigado]

publicado por Anátema Device às 09:40
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Sábado, 12 de Maio de 2007

Os exemplos de Nuno Gomes e Luisão.

Num momento da temporada particularmente delicado, as notícias que surgiam sobre o nosso Benfica vinham sendo não só preocupantes como, essencialmente, desmotivantes: as trapalhadas sucederam-se e tudo aquilo parecia atacado de falta de liderança (vide versões contraditórias do Departamento Médico; o treinador a dizer que estava a preparar a próxima época com José Veiga e o Presidente a desmentir que Veiga volte, no imediato, ao Benfica…).

No entanto, duas notícias surgiram nesta última semana que, de alguma forma, me servem de paliativo: a vontade expressa por Nuno Gomes e Luisão de ficarem no clube. Foi, para mim, muito agradável ver a forma célere como Nuno Gomes apagou mais um foco de instabilidade ao afirmar ao mesmo site que o indicava fora do Benfica na próxima época que o Benfica é a sua casa (link). Igualmente importantes foram as declarações de Luisão quando afirmou que vai “fazer tudo para permanecer e, na próxima época, pagar com o título.” (link)
Efectivamente, é deste tipo de discurso e de práticas (assim espero) que o nosso Benfica necessita.

Não deixa, por outro lado, de ser motivo de reflexão o facto de que as únicas mensagens reconfortantes sobre o futuro tenham surgido de dois dos jogadores que mais peso têm na liderança do balneário. De outros lideres como o Presidente e o treinador o que tem surgido são mensagens que em pouco ou nada apaziguam ânimos.

Do Presidente o que se tem ouvido são discursos parcos de conteúdo e inflamados. Discursos que têm surgido nas inaugurações e aniversários das diferentes casas do Benfica. No caso de Santos, surge a já estafada e inconsequente mensagem de que, a duas jornadas do final do campeonato e com quatro pontos de atraso, ainda acredita na conquista de um título que ele próprio desbaratou (link).
Sempre que o oiço dizer isto não consigo evitar um ligeiro sorriso. Efectivamente, o adágio popular tem a sua razão de existir: “a esperança é a última a morrer”. É este mesmo adágio que, apesar das recentes notícias, me leva a acreditar… na saída de Fernando Santos do Benfica.
publicado por Pedro F. Ferreira às 12:04
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Terça-feira, 8 de Maio de 2007

A possível negociata.

A mesma fonte que, faz agora um ano, me garantia que o próximo treinador do Benfica seria Fernando Santos (quando toda a imprensa disparava nomes, mas nenhum o referia), garantiu-me que um conhecido empresário de futebolistas está a tentar que alguém faça este percurso:

para que outro alguém faça este:


a negociata ainda não está feita, mas para lá caminha.

A mim, não me agrada.

publicado por Pedro F. Ferreira às 21:31
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Segunda-feira, 7 de Maio de 2007

Dilemas

1. Embora a época ainda não tenha terminado, e mesmo que venhamos a alcançar o 2º lugar (e consequente apuramento directo para a Liga dos Campeões), é unânime entre os benfiquistas que esta época foi uma desilusão. A desilusão é tanto maior porque, apesar de não termos um plantel extraordinário (mas olhando para os plantéis dos rivais e para o percurso dos mesmo durante a época), penso que tínhamos qualidade q.b. para sermos campeões. Reconhecendo que é mais fácil falar depois de as coisas acontecerem, tornou-se óbvio, a certa altura, que, da forma como o plantel estava a ser gerido, o Benfica dificilmente conseguiria ser bem sucedido em duas competições em simultâneo. Quanto a mim, isto nem é bem um dilema, pois a prioridade deveria ter sido o campeonato. A Taça UEFA teria sido um "nice to have", mas nunca em detrimento do campeonato. Independentemente da qualidade 2ª linha do plantel do Benfica, adivinhava-se (como se veio a confirmar) que a estratégia de submeter a 1ª linha a um grande desgaste seria um erro. Mais valia ter "sacrificado" apenas Taça UEFA. Assim, "sacrificámos" a UEFA e o campeonato. Quanto à imputação das responsabilidades do erro, naturalmente elas têm de ser partilhadas entre treinador e direcção. É à direcção que cabe traçar os objectivos realistas para a época e apetrechar a equipa com os meios para os alcançar. Ao treinador cabe gerir os recursos disponibilizados pela direcção no sentido de alcançar os objectivos propostos. Se o treinador sente que os recursos não são suficientes para os objectivos propostos, tem de negociar com a direcção uma revisão dos objectivos ou o aumento dos recursos (ou as duas). Trappatoni, há dois anos, foi bastante pragmático: ao invés de alimentar ilusões, e sabendo que o grande objectivo era o campeonato, optou por poupar alguns dos jogadores fundamentais na eliminatória contra o CSKA. Perdemos essa eliminatória, é certo, mas a nossa continuidade na taça UEFA poderia ter inviabilizado a conquista do campeonato. Em suma, Trappatoni teve a coragem que faltou a Santos para enfrentar a realidade...

2. O que se passou esta época não foi, infelizmente, mais do que a repetição do que tem vindo a suceder há mais de uma década (desde que Damásio "desbaratou" por completo o nosso clube, embora já fossem anteriores à sua direcção os sinais de que o Benfica não estava a ser bem gerido: a passagem algo meteórica do Futre foi disso exemplo...). Durante estes anos, o Benfica tem sido confrontado com um dilema: por um lado a exigência, imposta pelos adeptos, de lutar sempre pelo título e por outro lado, a necessidade de uma reestruturação profunda na área do futebol, podendo significar que, durante um par de anos (ou mais...), as possibilidades de competir pelo título sejam mais reduzidas. A prática, ao longo destes mais de 10 anos, é a tentativa de satisfação da exigência de títulos, o que implica, todos os anos a contratação de um punhado de jogadores, volta e meia troca-se de treinador, e raramente tem havido a preocupação de alinhar estas duas questões (escolha do treinador e do plantel). Nos últimos anos, com a actual direcção, o Benfica tem conseguido manter alguns dos seus jogadores nucleares, mas não tem conseguido "produzir" jogadores que possam suprir a sua falta (não apenas pelas qualidades futebolísticas, mas também de liderança). Quando tal acontecer (a saída dos jogadores nucleares), e mantendo a "estratégia" que até agora tem sido seguida, será necessário investir em novos jogadores, sem garantias de virem a corresponder às expectativas, e será, de alguma forma, um recomeçar tudo de novo, numa espiral que parece não ter fim.
O certo é que os resultados destes últimos anos estão a anos-luz de serem satisfatórios.
Urge, portanto, sair desta espiral. É, quanto a mim, necessário romper com o modelo de gestão do futebol que tem sido praticado nos últimos anos (não esquecendo, claro está, que do ponto de vista financeiro tem sido feito um óptimo trabalho e que nas modalidades tem sido também possível assistir a um espectacular ressurgimento do Benfica como clube de topo).
Apesar de os tempos terem mudado, de muita coisa ser diferente no mundo do futebol, do que era nos anos em que o Benfica era a força dominante do futebol português (cada vez mais é um negócio e menos um desporto), talvez não fosse má ideia olhar para o passado, não numa perspectiva nostálgica, mas sim de perceber quais foram os factores que permitiram ao Benfica tornar-se o melhor clube português, sem descurar, como é óbvio, as exigências cada vez maiores que a gestão de um clube de futebol implica.
Um desses factores foi, quanto a mim, a aposta em jogadores jovens com potencial. E o outro, não menos importante, foi, sem dúvida, um enorme espírito de grupo, em que os mais velhos desempenhavam um papel crucial na integração dos jogadores mais jovens, tanto dentro como fora do campo. E há ainda os adeptos, tão exigentes quanto fervorosos seguidores do clube, sem os quais o Benfica nunca seria o maior clube de Portugal.
Estes três factores (espírito de grupo, captação de jovens de qualidade e adeptos) foram, a meu ver, essenciais para que o Benfica detivesse, durante décadas, a hegemonia do futebol português, porque conseguiu ter, durante todo esse tempo, uma equipa de qualidade, graças à capacidade de renovar, de forma tranquila, o seu plantel (e os seus líderes). Isto permitiu fazer crescer (e manter) a Mística Benfiquista.
Olhando para a actualidade: adeptos temos, a Mística, mesmo apesar de uma década de insucessos, continua viva. Por isso, quanto a mim, e se queremos que o Benfica volte a ser a potência dominante do futebol português, é essencial que aposte fortemente nos dois primeiros factores que acima referi. E para isso, para além de paciência (sobretudo dos adeptos...), pois os resultados nunca seriam imediatos, é necessário as pessoas certas à frente do clube, e em particular, do departamento de futebol e da equipa técnica. You know what I mean...
publicado por tma às 17:42
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Sexta-feira, 4 de Maio de 2007

Tertuliando...

Tenho assistido com um misto de preocupação e condescendência ao surgimento de opiniões de benfiquistas, nomeadamente na caixa de comentários deste humilde blog, a defenderem a continuidade do Fernando Santos como treinador do clube na época que vem. A preocupação advém basicamente do facto de, quanto a mim, tal tomada de posição se dever a uma lógica que gostava de manter afastada do clube por traduzir um grau de exigência menor em relação ao que eu acho que devam ser os parâmetros que nos regem, ou deviam reger, enquanto adeptos do Benfica.

A saída do Fernando Santos resolverá todos os problemas de que o futebol do Benfica padece? Não. Não resolve.

No entanto, pergunto se a continuidade do Fernando Santos não poderá levar a um caso em tudo semelhante ao de muitos outros em que após uma época menos conseguida e apesar da desconfiança crescente com que eram olhados, pela critica em geral e pelos adeptos em particular, os treinadores mereceram um voto de confiança da Direcção, não resistindo depois ao primeiro desaire da nova época? Não nos iludamos, meus caros, a continuar para 2007/'08 (ainda coloco a hipótese de tal não suceder, pois a esperança é a última coisa a morrer) o Engº já terá gasto boa parte do crédito que mesmo assim lhe foi concedido este ano, pese a desconfiança que o seu nome sempre gerou praticamente desde o dia da apresentação (eu disse "praticamente"?), e a paz podre que hoje se sente, quando tento analisar a relação da massa associativa para com ele, pode-se transformar rapidamente num caso de guerra declarada.

E aí não teremos apenas perdido a época 2006/07, pois juntar-lhe-emos desgraçadamente a época seguinte.

É óbvio que haverá outras alterações que terão de ser feitas, uma das quais parece já estar apalavrada: o regresso do José Veiga aos comandos do futebol encarnado. Não sou fã dele, mas penso que a ausência de um Director Desportivo foi das piores coisas que nos sucedeu na segunda metade desta época e, quanto a mim, foi um dos mais graves erros do Luís Filipe Vieira enquanto Presidente do Clube. A substituição do José Veiga nunca por nunca deveria ter sido colocada em banho-maria a aguardar que o ex-empresário resolvesse os problemas pendentes com a Justiça portuguesa. Se me perguntarem, eu preferia que se virasse a página e se apostasse noutro nome (de preferência benfiquista, embora a minha opinião já tenha sido mais fundamentalista nesta questão), mas, bem ou mal, é preciso um homem que faça a ponte entre a Direcção e o plantel (equipa técnica e departamento médico incluídos). Um treinador com outras qualidades que não as que o Fernando Santos possui poderia ter ajudado a minimizar os efeitos negativos que esta ausência provocou. Mas aqui a culpa não lhe pode ser atribuída, pois ninguém em seu perfeito juízo poderia julgar por um momento que fosse que o Fernando Santos tivesse unhas para tocar ainda mais esta guitarra.

Apesar de ter centrado boa parte do texto no nosso treinador devo dizer que ele reparte as culpas pelo mau momento que atravessamos com a dupla Luís Filipe Vieira & José Veiga. Afinal de contas, os únicos responsáveis pela sua vinda e pela constituição do plantel. Em primeiro lugar, não tiveram em conta uma das máximas que não deveria ser esquecida nunca quando chega a hora de escolher um treinador para assumir o cargo de técnico principal do Benfica: não deve ser português. Os níveis de pressão a que a pessoa que assume este lugar está sujeita são incomparavelmente superiores e mais sufocantes do que qualquer outro clube em Portugal. A começar pelos adeptos*, mas passando muito rapidamente pela comunicação social que, ao contrário do que muitas vezes é dito e é aparentemente aceite por muitos, não é favorável aos interesses do Benfica. Não se confunda visibilidade com boa imprensa. São dois conceitos bem diferentes.

Já no que respeita ao plantel não creio que os erros tenham sido assim tantos como isso, ou pelo menos que obrigassem a que a rotatividade (não) empregada no decorrer da época fosse a que foi, isto porque considero, sinceramente, que actualmente o Benfica possui o melhor plantel do futebol português. Há outra situação que penso estar a passar despercebida a quem diz que os interesses do clube serão melhor salvaguardados se o Fernando Santos se mantiver como treinador principal e que é a seguinte: quantos serão os jogadores que terão de ser obrigatoriamente dispensados porque o treinador não conta com eles, e quantos terão de necessariamente fazer o caminho inverso? Ou seja, teremos o mesmo treinador (e não se abanará a estrutura do clube por esse lado) mas, por outro lado, teremos um autocarro de jogadores a sair e outro a chegar.

* Deixei os adeptos para o fim, pois confesso que, pela primeira vez em muitos anos, estou a ser obrigado a ponderar bem se realmente os níveis de pressão se mantêm assim tão altos ou se eles baixaram drasticamente. A ver vamos como correm os restantes jogos que faltam para terminar a Liga. A ausência de adeptos no nosso Estádio dificilmente fará pender a minha opinião para qualquer uma das prerrogativas em equação. E, aliás, não considero esta a atitude ideal para quem gosta do Benfica mas está descontente com o rumo que o futebol do clube está a ter deva tomar. Poderá até parecer bizarro mas os meus últimos dias têm sido polvilhados por pensamentos ocasionais sobre tarjas que gostaria de ver presentes no Estádio da Luz amanhã, antes do jogo com a Naval.

Sugerem alguns dizeres?

publicado por Superman Torras às 21:37
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Terça-feira, 1 de Maio de 2007

Algumas dúvidas e uma certeza.

Como é que um futebolista de quem o treinador diz, no Sábado, que está apto a jogar no Domingo é operado na Segunda-feira? O Departamento Médico não terá nada a esclarecer? (link), (link)

__________

Simão foi operado ao joelho pelo médico António Martins. Não foi este mesmo médico que se demitiu do Benfica por não ter pactuado com “esquemas” que Tinoco Faria estaria a montar contra Bernardo Vasconcelos devido ao tratamento do joelho de Mantorras?

__________

De que clube é associado o actual Director Clínico do Departamento Médico do Benfica?

__________

Por que motivo os sumaríssimos acabaram no Derlei? Não estamos no mesmo campeonato? As regras mudam, impunemente, a meio? Quem beneficia?

Este, que é cá dos meus, já alertou para a situação.

__________

Sobre o vermelho que Pedro Henriques não quis mostrar ao Caneira não falo, pois não tenho dúvidas.

publicado por Anátema Device às 13:44
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