
Meu caro Rui, acredita que para mim, tal como para milhões de benfiquistas, é um motivo de grande orgulho ver-te defender aquele símbolo sagrado na camisola vermelha.
Estive lá, no Estádio, quando foste apresentado, quando regressaste à tua (nossa) casa (link). Estava no Camp Nou quando recebi um SMS a dizer que tinhas marcado o primeiro golo do teu regresso… festejei como se estivesse em nossa casa. Nos momentos mais difíceis (e foram tantos) desta época, quando nos faltava ânimo e motivação para ir ver o nosso Benfica, a grande motivação era ver-te representar o Glorioso. Foram muitas as vezes que eu, o D’Arcy e o S.L.B. dissemos que, quanto mais não fosse pela presença do Rui Costa, já valia a pena ter o cativo e mantê-lo para a próxima época.
Para nós, adeptos, tu representas a concretização do sonho, da aspiração mor de cada um de nós, enquanto benfiquistas. Há uns tempos, aquando do falecimento do teu amigo Bento, alguém me dizia que o Bento costumava dizer, depois de ter acabado a carreira, que o Benfica somos nós. Por este “nós” o Bento queria dizer os adeptos. Quando te vemos em campo, é um pouco de nós que está lá. Mais do que o camarote VIP, é o terceiro anel que está em campo, é um de nós que nos está a representar.
Esse é o teu papel, o teu dom, a tua missão: representares os adeptos do teu Benfica, seres O representante do Benfica.
Isto, meu caro Rui Costa, é, em suma, seres o mais recente representante de uma mística ancestral e que perdura em todos nós. Isto, meu caro, é teres a responsabilidade de ser herdeiro de nomes como os de José Águas, Coluna, Eusébio, Bento, Humberto…
O resto são assomos de novo riquismo de quem nunca entendeu que a mística não se encontra nem no bolso nem na bolsa. A esses responde como tu bem sabes: honrando o nosso manto sagrado e rubro.
Bem-hajas.
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O dono dos andrades diz que o processo “Apito Dourado” é uma afronta ao Norte (link)! A criatura é previsível e já nem original consegue ser. Um destes dias, voltará à rábula da retrete.
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“Depois há uma coisa terrível que são os blogs, alguns perfeitamente escabrosos, em que qualquer badameco nos pode insultar sem se identificar. É fácil pôr em causa a competência de José Peyroteo Couceiro."
Ao ver hoje a pasquinagem d’O Jogo, foi possível perceber como se sente esse “birbante de vilíssima relé” (como escreveu Camilo Castelo Branco) que dá pelo nome de Joaquim Oliveira.

="justify">«Pinto da Costa, presidente da SAD portista, o número dois Reinaldo Teles e o ex-árbitro Jacinto Paixão foram acusados pela equipa do Ministério Público, liderada por Maria José Morgado, dos crimes de corrupção desportiva, no âmbito do processo que envolve o jogo FC Porto-Estrela da Amadora. Foram também acusados o empresário António Araújo e os árbitros auxiliares José Chilrito e Manuel Quadrado.» (link)
O contra-ataque destes biltres será terrível. Vão utilizar, mais uma vez, a estafada conversa da guerra do sul ao norte. Vão manipular a chusma que ainda saliva a cada vez que o andrade alcouceiro flatula. Tentarão, tal como no passado, condicionar juízes ameaçando-os com os criminosos da guarda pretoriana que parasita a sociedade vivendo dos “serviços” que presta ao andrade-mor. Vão envenenar a comunicação social com as já habituais ameaças a quem não vier comer à mão do dono. Enviarão os capachos do costume preparar as operações de cosmética e limpeza de imagem a que já nos acostumaram.
Assim, meus caros benfiquistas (e apenas a estes me dirijo), agora é que, efectivamente, começou a pugna.
Contratações confirmadas: Coentrão e Zoro.
Contratações confirmadas pelos jornalistas: Kazmierczak, Ratinho, Willian e Edgar.
Cortinas de fumo: Tim Janssen, Lucarelli e Roque Santa Cruz.
(Mais um) erro histórico: Diego Souza
Reforços: nenhum.
É esta a dúvida que me tem afligido há largas semanas. Não percebem? É confuso? Eu explico.
Depois da desilusão de que se revestiu a época 2006/07, que se seguiu, recordemos, à desilusão 2005/2006, eu estava (estava? Estou! Ou por outra, vou estando…) convencido de que os erros cometidos ao nível da gestão desportiva do clube não iam voltar a ser cometidos e que, mais do que nunca, a aposta no futebol iria ao encontro dos meus, nossos, desejos.
Isto, porque tenho o presidente do Benfica em boa conta. Mais do que inteligente, considero-o um homem esperto e, portanto, tendo em conta que ao nível financeiro os sintomas continuam a ser positivos, pelo menos aos olhos de um leigo na matéria como eu, tudo indiciava que iríamos ter um Verão gordo, no sentido em que se iriam contratar poucos mas bons jogadores, e o nível qualitativo do plantel iria ser consideravelmente melhorado. Porque, a não ser que o meu julgamento se revele desgraçadamente errado ou que haja problemas financeiros que nos estejam a ser sonegados, Luís Filipe Vieira tem obrigação de saber que este poderá muito bem ser o ano que decidirá a maneira como a sua Direcção irá ser recordada no futuro.
Claro que, na minha opinião, as coisas começaram logo a correr menos bem quando se decidiu manter o mesmo treinador da época passada, mas não será nesse sentido que irei desenvolver o meu pensamento. Será Fernando Santos o treinador designado para voltar a fazer o Benfica campeão? Assim seja. Pelo menos já teve o seu tempo de tirocínio e agora é chegado o tempo de mostrar que tem unhas para tocar esta guitarra. E é na qualidade da guitarra que neste momento residem os meus pensamentos e se centram as minhas preocupações.
Aqui chegados, é altura de informar os motivos pelos quais estou convencido de que estas semanas que distam entre o dia de hoje e o começo da nova época irão ser recheadas de notícias favoráveis às nossas pretensões de ter um plantel condizente com a grandeza do nosso clube na época 2007/08. Não tenho qualquer fonte dentro do Benfica, nem sequer conheço nenhum parente ou empregada doméstica de um qualquer dirigente da SAD que me tenha passado informações confidenciais acerca das movimentações de mercado que estão inevitavelmente a ser efectuados nesta altura, mas quando, depois de diversas notícias que davam conta da iminência do regresso de José Veiga ao Benfica, Luís Filipe Vieira veio a público assumir a condução de toda a politica desportiva do clube, entendi-o como o prenúncio de que, e passo a citar o Artur Jorge: “Iam acontecer coisas boas”. Isto porque estou convencido de que LFV não iria colocar a cabeça no cepo se não soubesse que estava em condições de dotar a equipa de meios que nunca antes tinha sido possível garantir, desde que assumiu a Presidência do clube.
E quando isso se confirmar poderei, finalmente, passar a dormir sem a ajuda de calmantes, porque a chalaça que alguns amigos (da onça) fizeram quando lhes falei no tal “Verão gordo”, transformando a afirmação numa interrogação e colocando maldosamente uma virgula depois da primeira daquelas palavras, não passou de um acto ignóbil e que lhes deveria valer a todos a proibição de festejar os títulos que, inevitavelmente, alcançaremos na época que aí vem. Duvidais, gente de pouca fé?

É verdade que ele foi o nosso menino bonito durante esta temporada, mas a partir do momento em que deixa de ser jogador do Benfica, pode fazer o que bem entender com a sua carreira.
P.S- Ferir a Águia? Algum de vocês, jornalistas de "meia-tigela", sabe o que é o Benfica?

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