VAMOS ACABAR COM AS IMBECILIDADES
Domingo, 29 de Julho de 2007

Dedo

Bem sei que a época ainda mal começou e que há um longo caminho a percorrer, mas está-me a começar a parecer que já há dedo do Nandinho neste grupo de jogadores. O jogo desta noite mostrou-me algumas idiossincrasias que a época passada se foram tornando familiares: a falta de garra de uma equipa que praticamente começa o jogo a perder, o exagero de passes inúteis e quase sem sentido (com 90% deles a serem feitos para o lado e para trás - parece que qualquer jogada de ataque da nossa equipa, mesmo que a bola seja recuperada no meio-campo adversário, tem sempre que fazer a bola passar pelos nossos defesas centrais), a insistência autista em tentar furar pelo meio da defesa adversária quando lá se concentra a maioria dos jogadores da outra equipa, e os erros individuais por partes dos jogadores (o primeiro golo resulta de um penalti idiota do Luisão, e o segundo de um passe - para trás, e para os centrais, claro - ainda mais idiota do Nélson). Sim, parece-me que nos arriscamos a ter uma repetição daquilo que de pior nos foi brindado a época passada.

Nem vale muito a pena estar a discutir o que se passou no jogo desta noite. O Benfica entrou a perder, e deixou-se estar muito satisfeito a perder até à fase final da primeira parte, quando um ou outro lampejo dos seus jogadores finalmente levou perigo à baliza adversária (remates do Bergessio e do Cardozo). Entrámos bem na segunda parte, já com o Rui Costa em campo, e chegámos ao empate através do Nuno Assis. Quando as coisas pareciam bem encaminhadas, o Nélson ofereceu o golo ao adversário e pouco mais conseguimos fazer. O Manuel Fernandes continua a ser o jogador que me impressiona mais, o Cardozo não esteve tão bem como no último jogo mas voltou a deixar uma imagem positiva, o Bergessio voltou a estar demasiado discreto, e confesso estar absolutamente apavorado com o Zoro, que para mim continua a ser a ceifeira-debulhadora industrial que eu conhecia do Messina (embora a ceifeira industrial leve ligeira vantagem sobre o Zoro no que concerne à técnica de controlo da bola).

Mas isto deve ter corrido mal por causa da saída do Simão. Só pode.
publicado por D`Arcy às 22:06
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Freddy Adu?


Detesto jogos de computador....
publicado por Special One às 21:45
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Sexta-feira, 27 de Julho de 2007

When the going gets tough, the 'tough' get going


Com a demissão de José Veiga, qual é a margem de manobra de Fernando Santos, sabendo nós que a permanência de Santos esteve muito ligada ao “regresso” de Veiga?

Isto promete.

publicado por Pedro F. Ferreira às 17:21
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Adeus, pá. Cuidado com o degrau.

O Simão, ao longo das épocas que cá esteve, foi de forma sistemática o melhor jogador da equipa, fez inequivocamente a diferença na esmagadora maioria dos jogos e tornou-se o capitão de equipa. Como toda a gente que vai ao estádio sabe, era o jogador mais aplaudido na divulgação do onze titular. Não é fácil chegar a este patamar e há que respeitar quem o atinge. Por tudo o que fez enquanto cá esteve, muito obrigado.
Consigo mais ou menos perceber, na fase específica da carreira em que se encontra, o aliciante de fazer o contrato de uma vida e rumar a um dos melhores campeonatos do mundo. É legítimo e respeito-o.
O que não percebo, de todo, é que essa saída seja para um clube de segunda linha como o Atlético de Madrid. Uma espécie de Sportem de Espanha, mas com menos queques, betinhos, matrafonas de casacos de peles e azulejos de casas de banho públicas. Um clube na penúria (passou os últimos anos sob gestão judicial, depois de ter entrado em processo de falência; os passes dos jogadores estão penhorados à Hacienda Pública para garantir dívidas ao Estado levantadas pela Inspecção Tributária; nos últimos anos houve vários episódios de pagamentos em atraso ao plantel), com um passado modesto, um presente modesto e um futuro incerto. É claramente um passo atrás do ponto de vista desportivo, ir para uma equipa que luta pelos lugares de acesso à UEFA e que joga este ano a Intertoto. Um clube sem carisma, com objectivos forçosamente modestos e com uma aura perdedora. A gestão desportiva de uma carreira é muito importante e não deve ser desprezada em função da gestão financeira, especialmente numa fase em que já se está num patamar de vencimento do calibre do Simão. O dinheiro não é tudo. Especialmente quando já se tem muito.
A saída parece-me claramente o maior erro da carreira do Simão.

No entanto, e fazendo um auto-exame profundo à minha forma de pensar, reconheço que está viciada à partida. É que eu, ganhando o que o Simão ganha e sendo o capitão do Glorioso, estava na minha ideia de Paraíso. Não saía por todo o dinheiro do mundo.
Objectivamente, é isto: para mim, ir para qualquer outro clube neste mundo, que não o Benfica, é um downgrade.
Custa-me a perceber, portanto, como é que, em função de mais dinheiro e do relativo aliciante de um campeonato maior, e ganhando já rios de dinheiro, se sai do Maior Clube do Mundo para um clube absolutamente vulgar de Madrid. É orgânico, não o consigo entender.
Será, no fundo, a diferença entre ter jogadores Benfiquistas profissionais e jogadores profissionais que jogam no Benfica.

É uma perspectiva redutora, algo infantil, até ligeiramente utópica? É uma visão romântica do Mundo? Serei apaixonadamente ingénuo? Será. Será. Serei. Mas não é isso parte intrínseca do que é ter na alma esta chama imensa? Parece-me que sim. Ser benfiquista é ver o mundo através de olhos vermelhos. Perguntem ao Rui Costa.

p.s. 1. Boa sorte para o Simão. Bem vai precisar;

p.s. 2. Vender o capitão do Glorioso por 20 milhões mais o direito de opção sobre dois jogadores do Atlético é manifestamente pouco, quando comparado com o valor das restantes transferências do mercado. Trata-se de um avançado, do melhor jogador e capitão de equipa. Mas respeito o facto de terem cumprido a palavra para com o Simão;

p.s. 3. Não há nenhum jogador do Atlético que queira ver no Benfica (à excepção do Forlán). E, para qualquer um deles, isso sim, seria uma subida na carreira. Portanto, o valor do direito de opção sobre dois jogadores para mim é igual ao valor das notas do Monopólio;

p.s. 4. Também resta esclarecer o que é isto de ‘direito de opção sobre a contratação de dois atletas ao clube espanhol'. Trata-se apenas de exercer o direito e os escolhidos vêm? Ou trata-se de exercer o direito e ainda ter de os pagar? É que assim os 20 milhões rapidamente passam a 0 milhões;

p.s. 5. Estou disposto a pagar quotas suplementares nos próximos 10 anos para evitar que o Costinha venha para o Glorioso;

p.s. 6. A sério;

p.s. 7. 'Pesadelo horrível', para mim, caro Engenheiro, é continuar a tê-lo como treinador. E o triste é que todos os dias acordo e percebo que o pesadelo é real;

p.s. 8. Isto dos p.s. é giro, mas acho que já chega.
publicado por Carlos Miguel Silva (Gwaihir) às 09:26
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Quinta-feira, 26 de Julho de 2007

Ver a montra.

Do actual plantel do Atlético de Madrid não vejo muita gente que possa interessar ao Benfica. A não ser, claro, todos aqueles a que não podemos aceder: Maxi Rodriguez, Diego Forlán, Luis Garcia. Petrov é bom, mas Erickson também percebeu isso e parece que vai levá-lo para o Manchester City.
Dos outros: talvez Seitaridis para competir com o Nélson, e o central Zé Castro.
Jurado é um jovem médio, formado no Real Madrid, tem potencial mas é ainda muito "verde".
Maniche não tem condições para jogar no Benfica, depois de tudo o que se passou; e Costinha parece-me, nesta altura da sua carreira, de utilidade muito limitada, quando temos Petit, Katsouranis e Manuel Fernandes. O melhor será pegar no dinheiro e gasta-lo em jogadores de outra proveniência...
publicado por PR às 16:45
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Breve crónica de uma transferência anunciada.

Há informação que nos chega acidentalmente. Há dois anos, numa manhã de sábado, todos os jornais faziam manchete com a saída de Simão, uns diziam Chelsea, outros Manchester, outros falavam de clubes dos quais me não recordo.
Ao desabafar com alguém que, na altura, mal conhecia, no Estádio da Luz, sobre a situação do Simão, foi-me dito que ele não sairia. Disse-lhe que era impossível, que as minhas fontes, tal como as dos jornais, eram boas. Perguntei-lhe como é que ele me podia afirmar tal coisa com tamanha convicção. A resposta foi desconcertante: “foi o Simão que há duas horas me disse que ficava”. O Simão ficou.
Este ano, no final do campeonato, essa mesma fonte deu-nos (a mim ao D’Arcy) a dica de que o Fernando Santos ficava no Benfica, tal como o Simão. Mais tarde, e perante algo que fez inverter a decisão do Simão, disse-nos que o Simão podia estar a pensar em sair. Disso mesmo fizemos eco neste e neste post. Esta era uma boa fonte (também temos das que nos falham e uma em particular já me causou uns amargos de boca).
O tempo passou e dei o assunto como encerrado. Os jornais falavam mas, sinceramente, pensei que fosse mais um conjunto de lérias.

Na passada terça-feira, por um daqueles acasos do destino, acabei por combinar um almoço com o S.L.B, no “Silva do Benfica”. Acabados de sentar, entra um grupo de 4 pessoas que se sentou na mesa contígua à nossa. A saber: Domingos Soares de Oliveira, Luís Filipe Vieira, Jorge Mendes e um, para nós, desconhecido.
No final do repasto, nosso e deles, com a lata que nos caracteriza, abeiramo-nos da mesa deles e o resto foi história. Depois de algum confronto de ideias, acabámos por perceber que a Direcção tudo fez para manter o Simão, mas que a escolha da saída foi do próprio Simão. Por motivos que se prendem com interesses legítimos de um futebolista profissional.
As palavras do Presidente foram claras: há que acreditar que tudo foi feito, e está a ser feito, para salvaguardar os interesses do Benfica. Tal como, perante a ameaça, em tom de brincadeira, de que não renovaria o cativo (que já foi renovado) o Presidente garantiu, dentro da informalidade da ocasião, que, perante a qualidade do escolhido para substituir Simão, eu até compraria uns cinco cativos. A conversa continuou, mas do resto pouco para aqui interessa. No final, ficou o nosso compromisso de que só se divulgaria o acontecimento após a confirmação feita por quem de direito.

À saída do restaurante, e perante tão insólito como inesperado acontecimento, eu e o S.L.B. ainda tentámos voltar atrás para sugestionar a aquisição do… Riquelme :) . Mas eles já se tinham ausentado.
publicado por Pedro F. Ferreira às 16:30
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Bolas...

E a pré-época até estava a correr tão bem... Agora, de um momento para o outro, ficámos sem o nosso capitão e melhor jogador. Não posso dizer que esta notícia me tenha apanhado de surpresa, dado que depois das 'informações privilegiadas' que recebi, já desde terça-feira que estava à espera disto. Mas guardei sempre uma esperança que acontecesse uma situação semelhante à do Valência o ano passado, e que o Simão acabasse por ficar connosco. Assim não foi, e para além da perda desportiva que esta saída é, preocupa-me também que acabámos de dar à pessoa cujo nome não vale a pena mencionar, mas que todos nós sabemos quem é, a desculpa ideal para justificar qualquer um dos fracassos que ele parece ser tão propício a atrair. Estou mesmo a ver: "Preparámos a época toda a contar com o Simão, e depois ele saiu". O que será apenas uma variação da brilhante desculpa para justificar a época passada: "Preparámos a época toda a contar que o Simão saísse, e depois ele ficou".

Pelos vistos o negócio inclui a possível vinda de jogadores. De acordo com a tal 'fonte privilegiada' da passada terça-feira, o potencial substituto do Simão justificaria que comprássemos cinco cativos cada um. Dos jogadores do Atlético que poderiam sair, o único que me interessaria seria o Martin Petrov, mas parece que ele está a caminho do Manchester City. Quanto a outros jogadores, ao menos seria bom que os rumores sobre o Freddy Adu fossem verdadeiros, mas duvido que o Benfica arriscasse pagar tanto por uma promessa. Vamos esperar para ver, mas não será um jogador qualquer que será capaz de preencher o vazio deixado pelo Simão.

Quanto ao jogador, agradeço-lhe por tudo o que fez por nós durante os seis anos de águia ao peito. Foi suficientemente influente e decisivo para que se possa dizer que houve um Benfica com Simão, e que agora entraremos numa fase de Benfica pós-Simão. E, confesso, neste momento é-me um bocado difícil imaginar esse Benfica, mas também isto acabará, porque os jogadores vão passando e clube fica. Ao Simão, desejo as maiores felicidades. No plano financeiro, de certeza que as terá. Já no plano desportivo, pelo menos aquelas que forem possíveis para alguém que considerou que um salto do Benfica para o Atlético de Madrid seria uma progressão na carreira.
publicado por D`Arcy às 10:22
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É oficial



São 4h da manhã e duvido que vá dormir bem hoje. Foi premonitório o almoço de 3ª feira que tive com o Pedro F.F. Não havia nada a fazer. Que seja muito feliz no Atlético de Madrid (poderia ter escolhido um clube melhor, mas enfim...). Foi-nos dito pelos notáveis que era possível o homem querer ir-se embora. Está confirmado. Mas também nos foi dito que o substituto iria fazer aumentar a venda de cativos. Estamos a aguardar.

P.S. – DADO QUE o jogador queria sair, 20 milhões mais dois jogadores do Atlético de Madrid não me parece mau negócio. Agora, POR FAVOR, que nenhum deles seja o Costinha ou o Maniche!
publicado por S.L.B. às 03:44
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Quarta-feira, 25 de Julho de 2007

Memorando V - "Apito dourado"

Façamos como fazem alguns órgãos de comunicação social e outros tantos opinadeiros de ter à mão: falemos do que realmente é importante neste memorando da PGR.
Falemos de coisas importantes e graves como o jogo entre o Clube Desportivo de Cinfães e Grupo Desportivo Torre de Moncorvo ou o Canidelo contra o Progresso e esqueçamos os outros, pois falar das outras coisitas que por lá estão dá mau nome à bola lusitana e depois não se pode cuspir na gamela em que se come, além de que o macaco é bom rapaz e tem amigos polícias e o camandro.

E quando lerem o memorando em causa, saltem logo para os gráficos… até são a cores.
publicado por Anátema Device às 18:11
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Nélson, Anderson e Moreira

Novelas do Simão à parte, a situação destes 3 jogadores causa-me alguma apreensão (uns mais do que outros).

Nélson - Como é sabido, o Nélson tem um problema de (i)maturidade que o impede de ter o rendimento que dele se espera. Urge encontrar um jogador que seja uma alternativa válida para a mesma posição (visto que o Zoro já confirmou que não é essa alternativa...). Não só não estaríamos tão dependentes do Nélson como a concorrência talvez o "obrigasse" a ter outra atitude.

Anderson - Devo começar por dizer que compreendo a sua apreensão em relação ao estado de saúde do seu filho: no lugar dele, também faria o possível por estar com a família neste momento difícil. Diria também que as preocupações causadas pelo estado de saúde do filho poderão ser a explicação para o seu menor rendimento esta época. O que não se justifica é que tenha vindo "cá para fora", por diversas vezes, queixar-se de que não jogava (e não me lembro de ele referir o estado de saúde do filho antes deste episódio recente - pelo menos, só agora tive conhecimento dessa situação). Como não conheço todos os contornos da história, é-me difícil tomar uma posição... Mas parece-me óbvio que nem o Benfica nem o Anderson ganham com a sua permanência no plantel, pelo menos enquanto o Anderson sentir que tem de estar com a família.

Moreira - Infelizmente, o Moreira vai ser operado ao joelho esquerdo. Isto significa, em primeiro lugar, que não poderemos contar com ele durante um largo período de tempo. Depois, e de acordo com o artigo que referencio, consta que a lesão é semelhante à que já teve no joelho direito, motivo pelo qual também teve de ser operado, tendo a sua recuperação demorado 6 meses. Já me tinha chegado ao ouvido um rumor (de um amigo meu benfiquista bem informado) de que a lesão anterior do Moreira (contraída no final de 2005) era grave e que a sua carreira estaria condicionada, mas mantive as minhas reservas... até agora.
Gostava, portanto, que o departamento médico do Benfica nos esclarecesse qual a real gravidade da(s) lesão(ões) do Moreira.
publicado por tma às 00:18
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