VAMOS ACABAR COM AS IMBECILIDADES
Sábado, 3 de Novembro de 2007

Em jogo.

Quem conhece minimamente os ingredientes do cozinhado sabe que o Paulo Baptista não é mau árbitro. Mas também não é bom. É assim uma espécie de árbitro de bolso. Cabe no bolso de uns quantos e é fácil de ter à mão. Dá jeito e não ocupa muito espaço. É aquilo a que se chama um árbitro de ocasião. E toda a gente sabe que a ocasião faz o ladrão. [link]

publicado por Anátema Device às 00:51
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Sexta-feira, 2 de Novembro de 2007

Andrade Air

No dia 26 de Outubro de 2007, em Valência, foram lançados simultaneamente 2103 aviões de papel.

 

Hoje, no campo dos andrades, vão tentar entrar para o guiness.  Vão tentar bater o recorde mundial do «Maior lançamento de aviões de papel» ao mesmo tempo e no mesmo espaço. Apesar dos físicos suspeitarem que é impossível dois corpos ocuparem simultaneamente o mesmo espaço, a andradagem vai querer mostrar ao mundo que, tal como havia quem não acreditasse que eles conseguiam com uma mera distribuição de fruta viciar durante décadas a arbitragem portuguesa, eles conseguirão fazer história alavancando esse importante objectivo nacional que é o desenvolvimento da industria dos aviões de papel. Bem-haja aos andrades por todas as gargalhadas que nos proporcionam.

 

Na mesma senda do papel e da aeronáutica, deixo-lhes aqui um desafio para o futuro: e que tal se dessem uso, em pleno campo do dragoum, ao recorde mundial do ilustre senhor Niek K. Vermeulen, que tem uma colecção de 5180 sacos de papel para enjoo provenientes de 1003 companhias aéreas diferentes?

publicado por Anátema Device às 14:05
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Um por todos...

Leio e, embora não surpreendido, fico, ainda assim, sem palavras.

Porque não entendo como pode o maior clube português ser gerido assim, e ter tantos telhados de vidro.

 

publicado por PR às 10:58
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Quinta-feira, 1 de Novembro de 2007

Ficção sobre uma triste sarrdinha

Efectivamente, como escreveu Pessoa pela 'pessoa' de Bernardo Soares, “alguns têm na vida um grande sonho e faltam a esse sonho. Outros não têm na vida nenhum sonho, e faltam a esse também.”

 

Lembrei-me destas e de muitas outras palavras (as outras bem mais chãs e justas) ao ler as declarações de um acaso infeliz da vida chamado Luís Lourenço. Dizem-me que o Luís tem como momentos altos da sua pacata existência de espectador da vida ser ex-dirigente de uma imitação de clube de futebol, ser ex-jornalista e gabar-se em alguns balcões de leitaria de bairro da sua amizade com o Zé.

Este entediante Lourenço, habitante dos arrabaldes da verticalidade, decidiu que, mais do que ser ex de qualquer coisa e amigo de alguém conhecido, seria algo por ele mesmo. E foi. Foi mentiroso, foi aldrabão, foi convictamente reles, foi voz visível dum coio de indigentes que pululam num clube que tem servido de tapete a traficantes de fruta e café.

O Lourenço, infeliz com a penumbra da vidinha triste que leva, decidiu, do alto da sua ignorância, gritar que o Benfica devia salários (dois meses!) aos seus futebolistas. O Lourenço mentiu e mentiu deliberadamente.

Mais, o Lourenço nem pode alegar falta de conhecimento da matéria em apreço, pois, aquando da sua participação na incompetente administração do tal clube, os futebolistas chegaram a dizer que os salários em atraso eram de tal ordem que “havia jogadores a passar necessidades”.

 

De aldrabices e de falta de pagamento de salários sabe esse moço de fretes. No entanto, há que ter alguma complacência com a vadiagem que passa e não fica. Deste modo, espero que o Juiz não seja muito severo com este arremedo de inutilidade.

publicado por Anátema Device às 18:10
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Natural

Uma derrota perfeitamente natural, tendo em conta a segunda parte hedionda que fizemos, e estamos fora da Taça da Liga.

Não vale muito a pena estar a aprofundar muito o tema. Apresentámos uma equipa muito diferente do habitual, e mais uma vez foi dada a oportunidade a vários jogadores de mostrarem que podem ser opções válidas no plantel. Infelizmente, mais uma vez muitos deles mostraram não querer ou não saber aproveitar essa oportunidade. Na equipa de hoje, ainda, o toque de excentricidade ao vermos o Edcarlos alinhar no meio campo ao lado do Binya. Não sei qual seria a intenção do Camacho, mas como é óbvio a contribuição dele na construção de jogo foi praticamente nula. Após um início de jogo péssimo, em que o Setúbal foi dono e senhor do jogo, só por volta dos vinte e cinco minutos é que o Benfica se decidiu a jogar futebol. E daí até ao intervalo passou a ter o controlo das operações. Esta supremacia acabou por ser recompensada com um golo já em período de descontos, obtido pelo Freddy Adu na transformação de um penalti.

Na segunda parte, nada. A equipa resolveu descansar sobre a vantagem obtida, e pura e simplesmente desistiu de jogar, esperando que o tempo passasse. O problema é que com a defesa que o Benfica apresentou hoje, é um disparate apostar-se em defender um resultado. Por isso era só mesmo uma questão de esperar para ver quando é que surgiria o golo do empate. A única diversão era mesmo ver o espectáculo 'à Raymond Domenech' que a besta do Carvalhal ia dando na linha lateral, enquanto os seus jogadores iam caindo sucessivamente dentro da área. Por falar em bestas, foi graças ao Zoro que o Setúbal empatou. Primeiro entraram pelo lado esquerdo da nossa defesa sem qualquer dificuldade, depois, apesar de termos sido salvos em primeira instância por uma defesa milagrosa do Butt, o Zoro resolveu amortecer a bola de cabeça para o remate do avançado sadino. Mesmo o golo do empate não serviu para acordar a equipa. Se calhar estavam à espera de resolver as coisas nos penaltis. Por isso não admirou que levássemos o segundo golo, pelo centro da defesa, e num lance em que o Edinho fugiu à marcação (do Zoro) e rematou cruzado. Daí até final já nem valia a pena ver o resto, porque a jogar daquela maneira era impossível que marcássemos.

Hoje foi quase tudo mau, mas a defesa esteve em particular destaque. Os dois laterais mais o Zoro praticamente não deram uma para a caixa (como é possível que um jogador como o Miguelito tenha regredido tanto - acho que 90% dos passes que fez foram directamente para fora, ou para os pés de um adversário). O único que se salvou na defesa foi mesmo o Luisão. E quanto ao resto da equipa, apenas um jogador pareceu levar o jogo a sério, e jogou da forma habitual - Binya. De resto, uma tristeza.

Adeus à Taça da Liga, e digo-o sinceramente: não me deixou quaisquer saudades.
publicado por D'Arcy às 00:53
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