VAMOS ACABAR COM AS IMBECILIDADES
Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008

Ridículo


Quer dizer, neste campeonato já assistimos a agressões e cotoveladas, entradas assassinas, e muitas delas ficaram por punir. E agora a Liga decide instaurar o primeiro sumaríssimo da época ao Katsouranis, por causa de um pirete? Mas que patetice é esta?

É pena que não estivessem com tanta atenção, por exemplo, ao jogo do Setúbal com o Porto, antes da visita deles à Luz.
publicado por D`Arcy às 00:04
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Terça-feira, 8 de Janeiro de 2008

Luisão e Katsouranis

Aprendi com quem sabe ensinar que quando uma corda se parte a atitude sensata é a de tentar que ela se una dando-lhe nós mais fortes.
Esta é a pedra angular de uma boa liderança: transformar algo que fragmenta um grupo em algo que lhe confere uma solidez até então não conhecida. Para que isto seja possível são necessários dois elementos: ter a capacidade de não deitar a corda fora e ter as duas pontas da corda em condições para que se lhes possa fazer uns nós mais fortes.
O caso de indisciplina verificado na última jornada tem culpados: os futebolistas, um deles em particular. Mas este mesmo caso também está a ter, por parte de quem lidera, o tratamento adequado.
Resta saber se uma das partes vai continuar a insistir em ser uma ponta solta.
publicado por Pedro F. Ferreira às 00:10
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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008

O incidente

Dois jogadores do Benfica envolveram-se numa discussão pública durante um jogo.  Inadmissível?  Sim.  Uma vergonha?  Também.

 

O que aconteceu não devia ter acontecido, mas não podemos apagar o passado.  O que importa agora é como lidar com a situação.

 

 

Hipótese 1 - O incidente foi apenas a ponta do iceberg e há de facto um mal-estar instalado no balneário do Benfica.

 

Se assim for, há que actuar já e radicalmente.  Se há jogadores insatisfeitos e que com isso prejudicam a equipa, ou se há "lobbies" no balneário que não actuam a favor dos objectivos comuns, então há que cortar o mal pela raiz.

 

Elementos nocivos não podem ter lugar no Benfica e devem ser já afastados, mesmo que isso signifique perder jogadores de qualidade ou até perder algum dinheiro com vendas apressadas. 

 

 

Hipótese 2 - Tudo não passou de um momento gerado pela "cabeça quente" e pela pressão do próprio jogo

 

Nesse caso, os dois intervenientes devem ser punidos de forma a que seja claro para os próprios e para toda a equipa que este tipo de comportamentos não é admissível e não será tolerado.

 

Mas também deve ser feita uma acção pedagógica, se lhe quiserem chamar assim, que permita que nem os dois jogadores nem a equipa sejam mais prejudicados do que o estritamente necessário, e que leve à reconciliação de todos e à reunião do grupo para a prossecussão dos objectivos comuns.

 

Um bom profissional não pode passar a ser um "animal a abater" por causa de um momento irreflectido.

 

Deixemos o "desejo de sangue" para os vampiros da imprensa e televisão.  O nosso interesse único é o Benfica.

 

 

 

 

 

publicado por Artur Hermenegildo às 12:22
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No fim da 1ª volta

No fim da 1ª volta, os números mostram que estamos um pouco pior que na época passada.

 

- Temos menos 3 pontos (29 contra 32);

- Estamos a 9 pontos do 1º lugar, contra 8 o ano passado;

- Marcámos 26 golos (vs. 32);

- Perdemos com o líder, como o ano passado, mas esta época em casa.

 

Mas há também alguns indicadores positivos:

 

- Estamos em 2º lugar com 3 pontos de avanço sobre o 3º, quando na época passada éramos 3ºs a 1 ponto do 2º;

- A defesa melhorou; 9 golos sofridos, 2ª melhor defesa do campeonato, contra 13 golos sofridos e 4ª melhor defesa do campeonato passado;

- Nunca sofremos mais de um golo num jogo (continuo a falar só do campeonato)

- Temos o melhor ataque do campeonato

 

Conclusões?

 

Mais coisa menos coisa estamos mais ou menos na mesma relativamente às últimas épocas, o que não é bom, porque bom é ser primeiro, mas também não é um desastre.

 

Os números permitem concluir que nem o problema nem a solução estão exclusivamente nos treinadores, passados e actual.  Deixemos portanto Camacho trabalhar em paz.

 

Numa óptica mais optimista, a equipa apesar de tudo ficou menos abalada pela saída do seu melhor jogador e marcador, Simão, e ainda de Miccoli e Karagounis, do que alguns "profetas da desgraça" anteviam.

 

Também é preciso perceber que neste momento o campeonato ainda não está perdido, e que a equipa ainda está envolvida em duas frentes importantes, a Taça de Portugal e a Taça Uefa - para além da defesa do 2º lugar, que também é importante por causa da Champions do ano que vem.

 

Siginifica isto que eu estou contente e conformado com esta mediania?  Não, claro que não.  Significa apenas que ainda há vitórias possíveis a conquistar e que não é com histerias, sobretudo a meio da época, que chegamos onde quer que seja.

 

Serenidade, apoio à equipa, crítica objectiva e esperança, devem a meu ver pautar sempre o nosso comportamento de Benfiquistas.

 

Um bom ano a todos!

 

 

publicado por Artur Hermenegildo às 11:50
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Domingo, 6 de Janeiro de 2008

Desperdício

Mais um jogo sobre o qual pouco apetece escrever, sobretudo devido à forma inglória como desperdiçámos dois pontos, contra uma equipa treinada por um dos treinadores portugueses que mais asco me dá. Se quiserem acusar-me de faccioso, estão à vontade, até porque eu escrevo como benfiquista, e como tal acho natural que a minha visão sobre os jogos do Benfica seja mesmo facciosa. Mas francamente, virem-me dizer que o golo do Setúbal colocou justiça no resultado é uma patetice. Justiça? O que eu vi ontem foi um jogo em que uma equipa jogou sempre para ganhar, enquanto que a outra se acantonou toda no seu meio-campo, deu a iniciativa total do jogo ao adversário enquanto rezava por algum lance de sorte num contra-ataque fortuito, e jogou apenas e só para o empate. Quando se viu em desvantagem lá se resolveu a arriscar um bocadinho, sendo contemplada com a sorte grande perto do final.

Durante a primeira parte, a jogar em 4-2-3-1, o Benfica mostrou sobretudo um enorme desacerto na finalização, já que os diversos remates que teve a oportunidade de fazer saíram quase sempre sem direcção. Com o relvado sem estar nas melhores condições (bastante escorregadio) o Benfica optou diversas vezes pelos passes longos, o que facilitou a tarefa a uma equipa que defendia praticamente com dez jogadores acantonados no último terço do terreno. Tivemos também azar com a lesão do Rodríguez à passagem da meia-hora de jogo, já que ontem não parecia ser o jogo ideal para o futebol do Di María, e pelo menos para mim notou-se a troca de jogadores.

A segunda parte pouco de diferente trouxe, já que a tendência do jogo mantinha-se: bola quase sempre nos pés dos nossos jogadores, e o Setúbal na expectativa. Após vinte minutos deu-se o lance caricato, e que garante pelo menos uma semana em cheio aos jornaleiros, da discussão entre o Luisão e o Katsouranis. Nem percebi muito bem qual foi o motivo da discussão entre ambos, agora ainda bem que eu vi o lance na televisão, porque a julgar pelas descrições posteriores que li dos mesmos jornaleiros, era capaz de ficar a pensar que eles tinham andado ao sopapo um ao outro. O Camacho fez o que tinha que ser feito e substituiu ambos os jogadores. O Benfica desorientou-se um pouco, o Setúbal conseguiu sair do seu meio campo durante cerca de cinco minutos, conquistando um livre e um canto, os comentadores, histéricos e com a voz embargada pela emoção guinchavam sobre a 'total desorientação' do Benfica, e o Benfica marcou. Um lance caricato, em que o Cardozo falha o controlo da bola, esta escapa-se para o Mantorras que, por sua vez, falha o remate, mas a bola acabou mesmo por entrar devagarinho junto ao poste. Coincidência ou não, o certo é que bastaram ao Benfica dois minutos com dois avançados para conseguir fazer aquilo que só com um não conseguiu em 70 minutos.

Tal como disse o Camacho no final do jogo, pensei que iríamos vencer. Sobretudo porque o nosso adversário pouco ou nada tinha mostrado até aí. Só que o Benfica esteve mal durante os últimos dez minutos, e revelou uma grande incapacidade para segurar a bola, continuando a optar por saídas rápidas para o ataque através de passes longos, sendo a bola rapidamente recuperada pelo Setúbal. Num desses lances, a dois minutos do fim, um contra-ataque do Setúbal acabou por resultar no golo do empate. É ridículo que uma equipa em vantagem no marcador sofra o golo do empate tão perto do fim num lance de contra-ataque. E ainda em relação a este lance, sem querer estar a bater num dos meus ódios de estimação, só tenho a dizer que estou convencido que com o Luisão em campo não sofríamos aquele golo, e que ele foi muito obra e graça de dois estarolas que andam no Benfica a fingir que são defesas (nenhum dos dois faz a menor ideia do que é que estava a fazer na área naquele momento, nem de quem deveria marcar).

Quanto aos melhores jogadores do Benfica ontem, vou apenas mencionar o mal amado Nélson, que certamente já deveria ter sido posto a andar do Benfica, mas que fez uma grande exibição a lateral-esquerdo. Gostei também do David Luíz e do Rui Costa. Não foi certamente por causa deles que não vencemos ontem.

Agora tenho que começar a preparar-me para o circo que vai rodear o Benfica por causa do lance entre o Luisão e o Katsouranis. Para já foram ambos substituídos, e estão ambos suspensos, sendo estas medidas com que só posso concordar e aplaudir.
publicado por D`Arcy às 20:43
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Adenda.

No fundo o que se passou ontem foi apenas mais um episódio da lamentável época que se desenha para o Benfica desde o verão. Política desportiva incompetente, uma equipa tacticamente pobre e com menos talento do que em anos anteriores.
Rui Costa ontem até fez de médio defensivo e recuperador de bolas. Quando tem a bola no pé nota-se logo a sua qualidade, mas volto a dizer que não se lhe pode pedir mais, nesta altura da carreira.
O problema não está aí.
Luisão e Katsouranis são até dos melhores jogadores da equipa, mas na minha opinião, a decisão de Camacho foi a decisão lógica. Arriscada, mas justa.
E o Benfica só não ganha o jogo porque a equipa treme com facilidade e não sabe pensar o jogo. O campeonato acabou?
Sim, há muito tempo. No Bessa, frente ao Leixões...ou antes, na desmiolada pré-época que se fez.
publicado por PR às 13:27
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Sábado, 5 de Janeiro de 2008

Não me venham pedir paciência!

A jogar assim, a ter comportamentos destes e a perder dois pontos nos últimos dois minutos...muita paciência têm tido os sócios!
Uma palavra para Rui Costa : o melhor, em tudo.
publicado por PR às 21:26
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Quinta-feira, 3 de Janeiro de 2008

Haja paciência!

Pontos prévios:

1) Não me parece que a entrevista de Nuno Gomes contenha recados para dentro do Benfica, nem para o balneário nem para a Direcção. Parecem-me desabafos virados para as bancadas.

2) Não questiono as qualidades humanas, desportivas ou de liderança de Nuno Gomes, futebolista que muito admiro.

3) Considero que a política de comunicação do Benfica peca pela não existência. Não é normal em tão pouco tempo ver entrevistas do treinador, do presidente e do capitão de equipa. Pior, nem sempre o discurso entre eles foi coerente. Pior, nenhuma destas entrevistas trouxe mais-valias para o que interessa: o nosso Clube.

 

Posto isto, vamos à entrevista de Nuno Gomes.

A entrevista de Nuno Gomes, dada em tom de descontracção, acabou por ficar marcada pelo famoso apelo à paciência. Até aqui tudo bem. Também eu (como tantos de nós) tenho feito o mesmo apelo, particularmente em relação ao próprio Nuno Gomes (a este propósito, leia-se isto).

No entanto, discordo completamente com o termo de comparação que ele escolheu: os andrades.

Não posso admitir que o capitão de equipa do Benfica queira fazer do clube dos andrades um exemplo no que a isto respeita. Se Nuno Gomes se referia à paciência do dono dos andrades, deve estar a esquecer-se da quantidade enorme de jogadores que chegam a esse clube e que, passados meia dúzia jogos, são recambiados. Para não ir mais longe, lembro-o da paciência que os andrades tiveram com um tal de Renteria que, depois de ter falhado um golo escandaloso na Luz (parecido com muitos que pacientemente tenho visto falhar ao próprio Nuno Gomes), foi brincar aos futebóis para França.

Se Nuno Gomes se referia à paciência dos adeptos andrades, deve estar a referir-se ao petardo que estes enfiaram debaixo do carro do treinador holandês que por lá passou há três anos. Ou estará a referir-se às lambadas que foram trocadas entre o Quaresma e uns adeptos há bem pouco tempo, depois de umas más exibições? Ou estará a referir-se às ameaças que alguns futebolistas dos andrades recebem da guarda pretoriana do dono do clube regional? Não sei, mas se o nosso capitão considera que isto são exemplos de paciência... então devo rever as minhas práticas.

Tenho paciência para muito, mas não tenho paciência para ouvir o capitão de equipa do Benfica louvar o que quer que seja no clube dos andrades. A uma referência benfiquista como  Nuno Gomes exijo muito mais. E não me refiro a golos.

publicado por Pedro F. Ferreira às 18:03
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Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2008

Mas anda tudo a dormir?!

O  Nuno Gomes deu uma das entrevistas mais importantes e com mais conteúdo que eu me lembro de ler, neste  últimos anos,  sobre o Benfica.

 

O Nuno Gomes numa entrevista sem dizer frases bombásticas e polémicas manda muitos recados para adeptos e direcção .

 

Num dos vários exemplos que se podem retirar da entrevista ele diz o seguinte:

 

«No Benfica se calhar Lisandro seria dispensado»  

 

Pode parecer para os mais distraídos e os que andam a dormir uma frase  vazia de sentido mas tem muito conteúdo, aliás conteúdo esse explicado pelo Nuno Gomes ao longo da entrevista com ideias como "apoio", "tempo" e "paciência"

 

A mim parece-me que a entrevista do Nuno Gomes (dada pouco antes da entrevista do Simão, em que diz banalidades  como: " Foi Luís Filipe Vieira que construiu este grande Benfica") não é uma mera coincidência... se calhar o Delgado estava de férias.

publicado por LMB às 23:31
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Sobre a entrevista de Simão ao jornal 'A Bola'.

Enquanto esperamos pelo regresso do campeonato, vamo-nos entretendo com uma ou outra entrevista e escrevendo umas banalidades tão ou mais superficiais do que as que diariamente são debitadas nos nossos jornais desportivos.

Deste modo, importa olhar para o jornal A Bola de hoje. O referido jornal traz uma entrevista de 6 (seis!) páginas com o nosso ex-capitão, Simão Sabrosa. No meio de muitas banalidades como a sua relação com o treinador que por vezes o deixa no banco (Scolari) ou a sua relação com com um que por vezes o deixa acabar os jogos (Javier Aguirre), ou ainda a confissão do seu péssimo gosto para escolher ídolos, também surgem momentos interessantes como a continuação do seu namoro à distância com o nosso Benfica. Aliás, seria interessante comparar o discurso de Simão sobre o Glorioso enquanto usou o manto sagrado e o seu discurso sobre o Glorioso desde que assinou pela mais foleira das equipas espanholas…

Mas o propósito deste post é bem mais ligeiro. É tão só mostrar o que mais me interessou da dita entrevista – esta fotografia:

 

Reparem como, na sua casa, Simão decorou a parede da sala onde tem a mesa de snooker e, já agora, reparem na cor da mesa.

E pronto, escrito isto prometo que um destes dias este blogue voltará à sua vida normal.

publicado por Pedro F. Ferreira às 22:03
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