Seja feita a minha vontade, assim no campo como na televisão.
Não vou lá estar hoje. Mas gostaria muito de (também) brindar a uma vitória imaculada. Espero que - ao contrário do mais que provável – o Glorioso não seja beneficiadinho para que as vozes envergonhadas desta semana não afiem a ponta daquele rombo indicador revirado com que se preparam para nos apontar para a semana. Uma vitória limpa para poder assistir com um sorriso à troca de um lugar europeu pela eliminação da taça em Setúbal, à mais que certa compensação moral no Lumiar e ao confortável colinho de Guimarães.
Uma vitória cristalina e inequívoca para que a noite possa ser ainda melhor.
O contexto está aqui, mas as imagens falam por si. São demonstrativas de como as arbitragens têm sido coerente ao longo dos últimos 25 anos. Para lances semelhantes, as decisões são as mesmas: sempre a favor do clube regional. Corrupção? Não, não... claro que não... Isto é só mérito.
Encontrei esta notícia no site da Federação Portuguesa de Basquetebol, a que creio não podemos ficar indiferentes
Conta de solidariedade para Rafael Plowden
Na sequência da trágica morte de Mike Plowden, foi criada uma conta de solidariedade, com o objectivo de ajudar o seu filho, Rafael Plowden, a terminar os seus estudos. Deixamos aqui (nos detalhes desta notícia) os dados dessa conta e o apelo para que TODOS contribuam, pois só assim valerá a pena esta iniciativa.
O nº. de conta do Banif é o seguinte: 38 5800534 77 10 NIB: 0038 0238 05800534771 69
Exmo. Provedor, venho, por este meio, fazer uma crítica e um pedido de esclarecimentos.
Critico a falta de respeito que o Sr. Jorge Coroado, comentador de arbitragem, demonstrou, utilizando os microfones da Antena 1, para com o Sr. Fernando Chalana, treinador do S. L. Benfica, no pretérito domingo, depois da partida de futebol entre o Boavista e o S. L. Benfica. Pensei que o Sr. Jorge Coroado fora contratado para comentar o desempenho das arbitragens e não para tecer comentários paralelos, de questionável bom gosto, bom senso e oportunidade. Ao longo dos últimos anos tenho observado que, frequentemente, esse comentador extravasa, de forma abusiva, os comentários à arbitragem. Comentários estes que julgo pretenderem-se claros, objectivos e sem o recurso à pilhéria fácil e à ironia despropositada e ofensiva. Além de tudo, lamento que a Antena 1 dê voz a alguém que repetidamente demonstra as suas grandes limitações na correcta utilização da Língua Portuguesa.
Apresentada a crítica, peço alguns esclarecimentos. Assim, agradecia, atendendo a que a Antena 1 constitui um Serviço Público de Rádio, que me esclarecessem de quais os critérios que levaram à contratação do Sr. Jorge Coroado para comentador de arbitragem? Por que motivo foi este ex-árbitro e não outro a ter sido contratado para comentador de arbitragem? Houve concurso público? Apresentaram-se currículos? Foi por convite pessoal? Que critérios objectivos levaram à sua contratação em desfavor de outros ex-árbitros?
Gostaria também que me dissessem se a sua permanência está ou não sujeita à avaliação do seu desempenho nas funções pelas quais é remunerado?
Grato pela atenção
Esta foi a mensagem que deixei na caixa de correio electrónico do Provedor do Ouvinte . Este é um meio de mostrarmos a nossa indignação pelas faltas de respeito que Jorge Coroado tem tido para com o nosso Benfica.
A inqualificável impunidade e a falta de vergonha que se apoderou daqueles que, nas últimas décadas, têm subvertido o futebol português a um mero exercício de criminosos têm provocado uma onda de indignação por todos nós, benfiquistas.
Um dos benfiquistas que melhor tem feito a defesa do nosso Clube na comunicação social é o Ricardo Araújo Pereira. Deixo-vos aqui a crónica que ele escreveu para a edição de "A Bola" do passado Domingo. Depois de a lerem, reparem que esta crónica apenas aparentemente é humorística. Já não estamos em tempo de nos rirmos da impunidade dos criminosos.
«Futebol para intelectuais
Um clube cujo presidente é acusado de corrupção activa sagrou-se campeão frente a uma equipa cujos jogadores têm os salários em atraso. Viva o futebol português! Há países em que o futebol se resume aos pontapés que se dão na bola. Uma tristeza. Aquela frase com que as mulheres costumam definir o nosso passatempo preferido, para amesquinhar o jogo e quem gosta de o ver, não se aplica ao futebol português: «Isso são 11 homens a correr atrás de uma bola.» Nada mais falso. Além dos jogadores a correr atrás da bola, parece que há juízes a correr atrás de um bilhete grátis, advogados a correr atrás de uma brecha na lei, juristas em geral a correr atrás de uma prescrição. É preciso saber muito de leis para compreender o futebol português. A mim, que sou um pobre ignorante, faltam-me muitos conhecimentos para o entender. Primeiro, faltam-me noções de direito. No código penal português, como é lógico, a tentativa de corrupção tem uma pena maior do que a coacção. Na justiça desportiva, coacção dá descida de divisão e tentativa de corrupção implica perda de seis pontos. Só um jurista muito sofisticado pode compreender o espírito destas leis. No futebol português, uma equipa acusada de ter um jogador inscrito irregularmente, como o Belenenses, arrisca perder seis pontos. Uma equipa acusada de corromper dois árbitros, como o Porto, arrisca perder os mesmos seis pontos. Um erro burocrático tem a mesma pena que um crime. É possível que um homicídio, no âmbito de um jogo de futebol, em Portugal, valha ao assassino uma admoestação verbal. No máximo, um cartão amarelo. Depois, faltam-me conhecimentos de português. O presidente da Liga de clubes, Hermínio Loureiro, cuja eleição foi apoiada por Pinto da Costa há mais de um ano, prometeu celeridade a lidar com este caso baseado nas escutas que se conhecem, também, há mais de um ano. Celeridade, notem bem. Eu pensava que celeridade queria dizer rapidez. Afinal, significa 14 meses. Finalmente, faltam-me conhecimentos de xadrez. O futebol português ficou de tal modo sofisticado que parece o jogo dos reis. Reparem: o Benfica joga hoje com os axadrezados sem saber se um ou mais dos antigos dirigentes do Boavista vão, ou não, passar algum tempo no xadrez. Há notícia de árbitros que vão a casa de dirigentes buscar um cheque que, não sendo cheque-mate, pode ser suficiente para matar um jogo. Não sei se hei-de recomendar ao Chalana a táctica do 4-4-2 ou a do gambito do rei. P.S.: No Paços de Ferreira-Guimarães, o Paços teve um golo mal anulado e um penalty não assinalado. Na minha opinião, o jogo mais interessante da época vai ser o Guimarães-Porto. Será curioso descobrir qual das duas equipas será mais beneficiada.»
Deixo aqui um desafio aos meus colegas escribas da "Tertúlia", nomeadamente aqueles que mais de perto acompanham e conhecem os factos e figuras do nosso futebol.
Porque não juntarmo-nos com o LF da "Vedeta da Bola" e e eventualmente outros, e com a ajuda de alguma pesquisa e trabalho escrevermos e publicarmos um "FCP campeão - Livro Negro 87-07"?
Não sei se tenho palavras para exprimir o que me vai na alma. Há duas que, provavelmente, o resumem: revolta e nojo.
Ponto prévio: o Benfica jogou mal durante grande parte do campeonato, sem fio de jogo ou o mínimo de inteligência. Grande parte dos pontos perdidos resultam de absoluta inépcia e incompetência. Claro que (como não?) jogos houve onde fomos prejudicados pelas arbitragens. Coisas que a acontecer em clubes de gente ‘culta’ e ‘elevada’, de elevado pedigree, como o Sportem, teriam levantado o habitual coro ‘culto’ e ‘elevado’ de protestos que levam sempre, mas sempre, a pressões sobre as arbitragens. Os mesmos que se calam quando anulam inexplicavelmente golos aos adversários. Verdadeiros gentlemen.
Mas agora que se atinge a altura das decisões e numa altura em que o 2º lugar se tornou subitamente alcançável pela agremiação do Lumiar, as arbitragens encomendadas estão a atingir níveis absolutamente revoltantes. E sem pudor ou vergonha, porque já se percebeu que neste país de brandos costumes não há coragem para aplicar justiça. Porque, pasme-se, nesta patética amostra de país, é preciso coragem para aplicar a justiça e porque a podridão está demasiado infiltrada no tecido social do país. Os tripeiros querem ganhar a todo o custo e adoram cegamente o criminoso e os lagartos fecham os olhos porque lhes compram o silêncio com migalhas e porque o verdadeiro prejudicado é o Benfica. E que lagarto no seu perfeito juízo se irá queixar por prejudicarem o seu ódio de estimação?
O que é óbvio é que querem tirar o Benfica do 2ª lugar e querem-no dar ao Sportem, como prémio de bom comportamento. E todos sabemos quem.
A herança dos antepassados que outrora fizeram deste um país de gente tenaz e heróica foi vilipendiada de modo sistemático no séc. XX por gente baixa e amoral. O pouco que resta dessa herança continua a ser estraçalhada pela mesquinhez, corrupção e canalhice dos biltres que governam esta pobre desculpa de país. Os que o governam na verdade, atente-se. Os que controlam as sombras, os que garantem a todo o custo o status quo e a manutenção do laxismo que é a principal característica deste país.
O que distinguiu Portugal no passado foi a improvável capacidade de um povo e nação tão pequena para discutir o controlo do Mundo. A extraordinária circunstância de um minúsculo conjunto de gente comandar os destinos da civilização ocidental. Após o apogeu, em que Portugal descobriu o Mundo e o partilhou com Espanha, a história encarregou-se de ir lentamente diluindo o papel de Portugal e desbaratando a riqueza gerada. O país definhou lentamente até chegar ao séc. XX, uma patética amostra de um outrora nobre povo. Por entre ditaduras autistas e castradoras e libertações desregradas (em que se criaram muitos dos vícios que hoje amordaçam o país), surge subitamente no séc. XX uma espécie de testemunho do que fomos, um assomo de heroísmo, resistência e de desafio perante o Mundo. O acordar do que de melhor Portugal tem. Do que fez de Portugal a nação que resistiu a séculos de tentativas de invasão, a nação que descobriu o Mundo. Uma réstia de esperança.
E onde? No futebol.
O Benfica surge como um raio de luz, um reflexo das melhores qualidades que jaziam adormecidas na alma colectiva de um país reduzido a uma insignificância amordaçante.
O Benfica reúne o que de melhor havia em nós e, fruto de muita luta, suor, sacrifício e honra, volta a dar Portugal ao Mundo. O Benfica ombreia com os maiores da Europa, o Benfica vence-os, o Benfica atinge 5 finais da Taça dos Campeões Europeus quase seguidas, o nome do Benfica atinge um relevo lendário e espalha o nome de Portugal pelo Mundo (e daí o aproveitamento dessa condição do Benfica pelo Estado Novo, e apenas nessa medida, porque o verdadeiro clube do regime, todos o sabemos – por mais que os mentirosos e hipócritas vomitem ideias feitas - foi e sempre será o Sporting). O Benfica torna-se o Glorioso. O Benfica torna-se maior que Portugal.
E Portugal, envergonhado, planeia-lhe a queda, arquitecta-lhe a ruína. A inveja e a mesquinhez grassam, crescem, alimentam-se, estruturam-se. E finalmente, nos anos 80, põem em acção o plano e deixam o país à mercê de um conjunto de criminosos amorais que o amordaçam, que o sujam, que o matam.
Ancorados numa fictícia Guerra Norte-Sul, o Porco da Costa e os seus acólitos têm violado o futebol português e construído uma mentira nauseabunda, com a conivência dos animaizinhos de estimação do Sportem, que rebolam e se fingem de mortos com a promessa de migalhinhas e a ruína do Benfica.
Isto para dizer o quê? Que o futebol está moribundo. Que este outrora paraíso à beira-mar plantado é um esgoto a céu aberto. Que os canalhas que amordaçam o país estão a tentar destruir o que ainda nos eleva, o que ainda nos torna maiores que este rectângulo encostado ao mar.
Não acredito em nada do que se passou nos últimos 20 anos no futebol português. NADA. Não há verdade em nada. E tenho dificuldade em perceber como é que gente com o mínimo de dignidade (que os haverá) ainda tem a capacidade de abstracção para festejar campeonatos neste contexto.
A onda que nasceu com o início do Apito Dourado (e que permitiu um momento de hesitação no sistema, de tal modo que o Benfica foi campeão) morreu contra a escarpa inclemente do laxismo e da corrupção instituída. Sim, faça-se o teatrinho para as aparências. Deixe-se correr o processo e quando se achar que o FC Porco tem vantagem suficiente para não lhe fazer mossa uma amostra de castigo, tente-se saciar a opinião pública e anunciar um castigo de 6 pontos (os mesmos que os subtraídos ao Belenenses por utilização indevida de um jogador).
A aliança FC Porco – Sportem (confirmada pelo próprio João Rocha nos seus moldes mais velhacos), como já denunciei várias vezes, está a conseguir os seus objectivos. Afastar o Benfica do topo.
O FC Porco controla o futebol português e o lacaio Sportem mantém a bola baixa e recolhe os biscoitinhos que lhe são atirados debaixo da mesa. Uma Taça de Portugal ali, a promessa de um 2ª lugar aqui, uma final da Taça da Liga acolá. A Avestruz de Alvalade comporta-se como uma prostituta barata, senta-se ao lado do Porco da Costa nos camarotes, elogia-lhe a capacidade de gestão, dá-lhe pancadinhas nas costas e, quando questionado sobre o Apito Dourado, engasga-se envergonhado e atira banalidades como ‘só falo no fim do processo’ ou ‘ainda não houve condenações’. Hipócrita.
O moço quem tem um ninho na cabeça e que treina o Sportem baba-se descontroladamente a elogiar o FC Porco e o Senhor Professor Jesualdo e no jogo a seguir o árbitro decide que as bolas que o Braga mete na baliza do Sportem não contam. E o moço Bento menciona por acaso o inacreditável lance nas suas declarações depois do jogo? Claro que não, o que é importante é insistir em que foi prejudicado quando o Sportem perde. A verdade não tem nada a ver com isto. Hipócrita.
O Sportem rebola, ladra a mando do dono. O dono manda um osso. E manda os palhaços Lucílio e Paixão dançar. E estes dançam, emulando as danças que presenciaram vezes sem fim nas casas de alterne do grupo FC Porco.
Para gáudio da nação anti-benfiquista.
Como seria de esperar, às críticas do Presidente do Glorioso, que constata o óbvio, os fantoches hipócritas do FC Porco na direcção da arbitragem e na Secretaria de Estado da Juventude e Desporto (o tipo mais inútil que existe neste país) reagem com estudada indignação, conforme as instruções e pagamentos recebidos. E velhos dejectos como o Coroado (um dos maiores cancros do futebol português dos últimos anos e uma pobre desculpa para um ser humano), a mando do polvo, levantam a voz cirurgicamente.
Continuem todos estes imbecis corruptos e sujos da arbitragem e do governo a prostituir-se e a sujar o país.
Continuem os do FC Porco a festejar títulos sujos e os do Sportem a babar-se com as migalhas e a fazer voodoo com bonecos do Benfica.
Eu? Prefiro andar na rua de cabeça erguida. Sou do Benfica, não tenho nada a ver com a merda que conspurca este país. Sou do Benfica, e isso me envaidece muito além do que alguém dessas duas agremiações possa algum dia entender.
País de merda, esgoto nauseabundo.
publicado por Carlos Miguel Silva (Gwaihir) às 18:53
O presidente do fcp não inventou nada.Infelizmente, a promiscuidade entre o poder (político, económico, outro) e actividades menos claras não é de hoje nem só do nosso país nem só do futebol.
São conhecidas as ligações de sectores do poder ao crime organizado nos EUA e em Itália, por exemplo – os Kennedy cimentaram o seu poder assim; a Sicília há anos que é na prática governada pela Máfia, só para dar dois exemplos.
Em Portugal temos alguns exemplos no poder político de comportamentos que em tudo fazem lembrar o do p da c – que não cito aqui para não criar divisões políticas entre nós, Benfiquistas.
Esta é uma situação com a qual vamos ter de viver.Não podemos esperar milagres nem da justiça civil nem da desportiva.De qualquer forma, o passado ninguém o muda e os títulos que perdemos perdidos estão.É preciso é olhar para o futuro.
O problema principal é que, neste caso do fcp como noutros, passados que estão muitos anos a cimentar o seu poder, os mafiosos sentem que já podem parar com os “golpes escuros” e reclamar um estatuto de respeitabilidade.Creio sinceramente que neste momento p da c já não precisa de comprar explicitamente árbitros com putas e viagens ou o que seja.Estáinstalada uma rede de amiguismo, compadrio e cumplicidade em torno do fcp que dispensa já a corrupção activa e directa.São árbitros a auxiliares, jogadores e treinadores emprestados ou simplesmente “amigos”, dirigentes, autarcas, governantes.Não é, repito, na sua maioria, corrupção – é cumplicidade, partilha de interesses e se calhar também nalguns casos genuína simpatia ou mesmo fervor clubístico.E isto é muito difícil de combater, e não é ilegal.
Quer isto dizer que não podemos fazer nada e que nos temos de resignar?Não, não quer.Quer dizer que temos de fazer muito mas o que fizermos tem de ser sólido e eficaz.Não há lugar para tiros no pé.
Em primeiro lugar, e isto é óbvio, temos de ter uma equipa forte e que consiga resultados.E se calhar temos de mentalizar essa equipa para que nos primeiros tempos tem de ser muito mais forte do que o adversário directo, porque iremos frequentemente jogar contra ele e contra factores externos.Mas quando os resultados começarem a aparecer apesar dos nossos inimigos (não confundir com adversários) então a nossa força para denunciar e combater o sistema instalado crescerá.
Em segundo lugar, temos de ter uma política de comunicação sólida e coerente, a que todos se submetam (e em especial o Presidente).Todas as acusações e denúncias feitas por canais oficiais têm de ser demonstradas e provadas; nada de “bocas para o ar”, insinuações e meias palavras.Essas poderão ficar para uma “comunicação de guerrilha” em canais apropriados, mas nunca associados a posições oficiais do Benfica ou dos seus dirigentes.
É também fundamental reforçar os canais de comunicação do Benfica e a sua ligação aos adeptos.Vem aí o nosso canal de televisão, que é um componente importantíssimo na nossa estratégia de comunicação, mas irá levar o seu tempo até atingir a “velocidade de cruzeiro”.Mas eu penso que é preciso mais, e de forma mais imediata.Acho que o nosso jornal devia ser revitalizado e transformado no “Órgão de Informação Nº 1” de todos os Benfiquistas.Devíamos contratar os melhores jornalistas Benfiquistas e transformar rapidamente este jornal num que todos os Benfiquistas pensassem sempre em comprar antes de qualquer dos outros.Aumentar a periodicidade, melhorar a distribuição, apostar na qualidade e rigor, com informação desportiva genérica mas prioridade total ao Benfica e expressão de uma perspectiva Benfiquista do futebol e desporto português em geral.
Temos de nos bater na Liga por políticas de arbitragem que potenciem a honestidade e competência, nomeadamente:
- regresso ao sorteio (condicionado de forma a que os jogos mais difíceis sejam arbitrados pelos melhores árbitros);
- equipas de arbitragem fechadas (ou seja, cada árbitro trabalha sempre com os mesmos auxiliares) – este ano quis-me parecer que houve demasiadas decisões contra o SLB tomadas por auxiliares, e se os mesmos não tiverem uma relação de confiança e trabalho permanente com o mesmo árbitro, a desresponsabilização torna-se mais fácil;
- contratação se necessário de equipas de arbitragem estrangeiras de qualidade para determinados jogos;
- criação de um sistema de classificação dos árbitros que não dependa exclusivamente de um observador – por exemplo: introdução de um segundo observador; os delegados dos clubes de cada jogo também pontuariam o árbitro, embora com um peso ponderado menor;
- introdução de um sistema de veto – um clube poderia, desde que fundamentadamente, vetar determinados árbitros para dirigir jogos seus – esse dado seria introduzido no sorteio condicionado;
- criação de um sistema rígido de incompatibilidades para os membros de todos os órgãos da Liga – para evitar coisas como esta de um membro do CD de Gondomar ir ser juiz em causas que implicam o clube da terra.
Estas são medidas concretas que penso podem ajudar a combater o “polvo” e transformá-lo aos poucos numa inofensiva “lula de conserva”.