VAMOS ACABAR COM AS IMBECILIDADES
Terça-feira, 29 de Julho de 2008

Déjà vu?

Segundo "A Bola", Petit sai do Benfica a custo zero...

publicado por tma às 10:32
link do post | comentar | ver comentários (35)

Se calhar já chega

 

Percebo o sentimento do Pedro, mas neste momento estou honestamente mais preocupado com o facto de estarmos a míseras semanas do início do campeonato e o moço espanhol, em vez de dar tempo de jogo e solidificar os automatismos de eventuais equipas titulares, continuar a fazer experiência científicas e a testar as leis do Universo ao colocar gente como o Luís Filipe, Edcarlos, Makukula e companhia em campo.
Será mesmo preciso andar ainda a testar os monos da equipa em torneios onde jogamos com equipas que já rodam os prováveis onze titulares?
 
O futebol moderno e o actual momento do Benfica não se compadecem com jovens demasiado analíticos e que precisam de utilizar várias vezes o método científico para perceber porque é que não se deve saltar de um prédio de 15 andares ou acender um fósforo quando cheira a gás. Há coisas que não precisam de ser testadas até à exaustão. Se calhar, se nas primeiras 5 vezes que formos a correr contra uma parede de tijolo, a parede ganhar e ficarmos com a cara como a do Sá Pinto, não é preciso continuar a experimentar. No fundo, continuar a dar espaço de manobra a malta como o Edcarlos e o Luís Filipe é como um técnico de reinserção social regado de molho de mostarda tentar reabilitar o Hannibal Lecter.
publicado por Carlos Miguel Silva (Gwaihir) às 08:58
link do post | comentar | ver comentários (27)
Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

Petit desabafo de quem só serve para pagar cotas.

Pelos vistos, passa pela cabeça de quem dirige o futebol do Benfica dispensar o Petit. Faz todo o sentido. Quem tem Yebda, Binya, Katsouranis (até ver), R. Amorim (este também pode jogar como trinco, não?) pode dispensar o Petit. O que é que um veteraníssimo de 31 anos ainda pode dar ao Benfica que um Binya e um Katsouranis (este fica?) ou um Yebda não possam dar?

 

Além de tudo mais, futebolistas que sintam a camisola do Benfica como o Petit é o que mais por lá existe. Ainda ontem, depois de termos perdido com a agremiação de queques do alvalixo, Luisão, o nosso capitão de equipa, num emocionante momento de puro benfiquismo, garantia que, pela sua vontade, já nem começava esta época no nosso Benfica. Perante exemplos de garra, abnegação e ser Benfica como o do Luisão (capitão de equipa, não sei se já tinha dito isso?)… o que é que interessa um português de 31 anos (imaginem a veterania!) chamado Armando, com meia dúzia de anos de Clube e de total entrega ao Benfica? Nada! Jogadores com a cepa do Petit é o que mais por lá temos. Isto para não falar na alegria que me dá ver um traste como o Petit sair do Clube e estar lá um exemplo de benfiquismo como o do tal gajo que veio do Varzim ou do Boavista e que é irmão do outro gajo. Com a mais do que provável saída do Petit ficamos com quantos portugueses no plantel? Não sei, mas isso também não interessa absolutamente nada nos tempos actuais.

 

O lugar cativo há muito que foi renovado, a minha maneira de viver o Benfica impede-me o assobio aos nossos e, além de todas estas minudências, a minha opinião é a de quem vive o Benfica apenas pela emoção… portanto, de nada interessa para quem tem interesses no meu Benfica. Deste modo, na perspectiva de quem toma as decisões, já cumpri a minha missão e, de agora em diante, pouco préstimo já tenho. Neste particular do préstimo, eu e o veteraníssimo Petit estamos em pé de igualdade.

 

Caso se confirme a anunciada (e desejada por alguns dirigentes) saída do Petit, cá fico à espera da explicação para este excelente acto de gestão desportiva… e até já sei qual vai ser. A cosmética já está a ser elevada à categoria de arte.

_____

[actualização do post]

Pelo que leio neste link, a cosmética é, efectivamente, uma arte  que, quando interpretada por verdadeiros artistas, até parece música.

[post actualizado às 19 horas de 29 de Julho]

tags:
publicado por Pedro F. Ferreira às 19:25
link do post | comentar | ver comentários (41)

Fraco

Muito fraco mesmo. Para mim, foi bem pior o jogo desta noite do que o de sexta-feira. Jogámos pior, voltámos a asnear na defesa, e perdemos bem. Sim, eu sei que é preciso dar tempo ao novo treinador, e a conversa do costume. Não estou a fazer nenhuma futurologia em relação à nova época. Estou apenas a falar sobre o jogo que perdemos esta noite.

Irritou-me bastante o nosso meio campo. Foi demasiado complicativo, incapaz de jogar simples, e houve uma quantidade assustadora de passes errados, mesmo quando o colega estava a menos de cinco metros. Não sei que raio de táctica foi aquela com que começámos, sem avançados, mas quero acreditar que foi apenas para fazer experiências e que não terá nada a ver com aquilo que faremos nos jogos a sério. Até porque, se tivéssemos ido buscar o Aimar para o pôr a jogar assim, então ele não serviria para nada, e ao fim de um mês já estaria a ser assobiado pelo Terceiro Anel. A defesa em linha continua a deixar-me nervoso, e fiquei com a sensação de que se o árbitro assistente não fosse tão mau, teríamos assistido às suas consequências nefastas mais do que uma vez. E claro, seria fácil agora desatar também a bater no meu ódiozinho de estimação, e cascar forte e feio no Edcarlos. Toda a gente sabe o que penso dele, e que acho que não tem valor para ser titular do Benfica. É verdade que ele esteve directamente envolvido nos lances dos dois golos, e é o principal culpado (no primeiro então, se é verdade que o Quique já o estava a avisar antes do passe ser feito - e eu acredito que sim, porque até eu quando estou nas bancadas a ver jogos ao vivo consigo ver que ele se posiciona e movimenta mal, e por vezes dou comigo feito tonto aos gritos - então ele poderá começar já a fazer as malas) mas a falha é também, e muito, colectiva. Onde é que andava o Léo no primeiro golo, por exemplo? E no segundo, porque é que os outros jogadores (em particular do nosso meio campo) demoraram tanto tempo a tirar a bola dali, e preferiram complicar? Aquele passe à queima do Binya para o Edcarlos já era meio caminho andado para lhe complicar a vida. Depois houve mérito dos avançados adversários, que pressionaram bem e provocaram o erro.

De positivo pouco ou nada sobrou. Talvez a boa vontade do Urretavizcaya, que correu quilómetros a tentar pressionar os defesas adversários, e um ou outro pormenor do Fellipe Bastos. Julgo que no próximo fim-de-semana, no torneio de Guimarães, já poderemos ter uma ideia mais concreta de qual será o nosso plantel e esquema táctico para esta época. Este torneio serviu apenas para fazer experiências, que de positivo terão tido apenas o facto de dar ao treinador algumas certezas sobre quem não deverá ficar no plantel.

publicado por D`Arcy às 01:57
link do post | comentar | ver comentários (26)
Domingo, 27 de Julho de 2008

Estou preocupado.

Estou preocupado. Estou mesmo muito preocupado. Não é por andarmos a perder jogos com equipas da treta… é porque o Rui Santos pediu (agora mesmo na SIC) tempo e paciência para o Quique Flores. Além disso, ainda defendeu o Rui Costa!!! Isso, vindo de quem vem,  preocupa-me quase tanto como ver o Edcarlos ou aquele gajo que é irmão do outro gajo com a camisola do nosso Benfica.

publicado por Pedro F. Ferreira às 23:55
link do post | comentar | ver comentários (15)
Sábado, 26 de Julho de 2008

Ontem

Gostei sobretudo do Yebda, do Fellipe Bastos, do Nuno Assis e do Balboa - parece ser um extremo clássico, parte com a bola para cima dos adversários, e procura a linha para centrar (bem).

Não gostei das asneiras defensivas, em que curiosamente os marretas do costume, tal como o ano passado, apareceram de alguma forma envolvidos nos lances (excepção feita ao livre, que aquilo foi ingenuidade do pessoal todo da barreira e depois foi muito bem marcado). A avaliar pelo jogo de ontem, se tem que sair algum central com a chegada do Sidnei, não é o Miguel Vítor. Também fiquei desagradado com a exibição do Sepsi, muito nervoso e a fazer demasiados passes errados e erros de marcação. E eu até gostaria que fosse ele a ficar como reserva do Léo.

Os melhores períodos do Benfica foram os primeiros vinte minutos - altura em que ainda se viu o Carlos Martins, que depois se eclipsou e só voltou a aparecer, sem surpresa, quando a coisa ameaçou descambar para a pancadaria (nem era ele quem estava directamente envolvido no caso, era o Fellipe Bastos, mas mal ele viu uma oportunidade para a confusão foi-se lá meter); e os minutos finais, que se seguiram ao golo do Makukula. Por mim, o Binya voltou a mostrar que tem lugar no plantel, e a exemplo do pouco que vi do jogo contra o Estoril, o Amorim continua demasiado discreto.

Já se viram alguns pormenores interessantes de jogo colectivo, com boas trocas de bola (sobretudo na primeira parte). No entanto, algo que me desagrada é a aparente intenção de jogarmos com a defesa em linha. Pode ser embirração minha, já que não sou adepto desta táctica, mas acho que não temos defesas suficientemente rápidos (e inteligentes) para defendermos assim. É que basta um deles errar para deixarmos um adversário isolado.

publicado por D`Arcy às 13:59
link do post | comentar | ver comentários (19)

Adenda ao post anterior

Deixo aqui algumas pérolas sobre o modo como funcionou um dos tentáculos da máfia que governa o futebol português há 25 anos. O inefável António Gonçalves Pereira definido pelo Freitas do Amaral:

 

(...) uma séria violação dos mais elementares princípios democráticos – é qualificada expressamente pela lei como "falta grave para efeitos disciplinares".

 
Sendo assim, o despacho do presidente do CJ estava ferido de nulidade, por usurpação de poder.
 
(...) a primeira coisa que se deve fazer – em defesa da honra -, é promover o esclarecimento imediato e total das questões, das dúvidas e das acusações.
 
- Não actuou na prossecução do interesse público;
- Actuou na prossecução de, pelo menos, dois interesses privados.
 
(...) concepção autoritária do Poder: quem manda, manda bem; o chefe tem sempre razão; um presidente nunca perde.
 
(...) temível precedente que constituiria legitimar a conduta do presidente de um órgão colegial que, só para defesa do seu prestígio e para manter o seu cargo, bem como para não perder votações quando está em minoria, encerra antecipadamente as reuniões sem marcar as seguintes, impedindo assim o debate e a votação de propostas de que discorda. Se a moda pega, que se passará a seguir nas autarquias locais, nos institutos públicos, nas entidades autónomas e, por contágio, porventura também nas associações, fundações e sociedades de direito privado? O problema deveria merecer a atenção do Ministério da Justiça.
 
(...) ilícito previsto nos artigos 385º e 386º do Código Penal - abandono de funções públicas ou negligência no seu desempenho, com a “intenção de impedir ou de interromper serviço público”, confiado por lei a um “organismo de utilidade pública”.
 
(...) comportamento que ofende o princípio do Estado de Direito Democrático  (Constituição, art. 2º) e o princípio constitucional da imparcialidade no exercício de funções públicas (art. 266º, nº2); viola os deveres legais de isenção e imparcialidade.
 
(...) tornam suspeita a actuação do presidente do CJ, dr. António Gonçalves Pereira, que em Abril considerava não haver nenhuma incompatibilidade do dr. João Abreu com base na acumulação de cargos e em Julho do mesmo ano (apenas 3 meses depois) declarou o mesmo dr. João Abreu impedido pelo mesmo motivo.

 

Mesmo perante isto, ainda há quem lamente que o parecer "não tenha contribuído minimamente para aclarar os factos, nem para serenar o ambiente turvado no futebol nacional" (link omitido por óbvias questões higiénicas). Não, meus acéfalos corruptos, o parecer aclarou (e bem demais) os factos ocorridos e só não serve para "serenar o ambiente turvado" porque vocês, num país normal, estariam na II Divisão como a Juventus e o Marselha. As definições de desfaçatez, hipocrisia e nenhuma vergonha na cara vão sendo reescritas cada vez que eles abrem a boca.

publicado por S.L.B. às 03:24
link do post | comentar | ver comentários (11)
Sexta-feira, 25 de Julho de 2008

E agora, polvo?

O parecer do Freitas do Amaral foi tornado público hoje e as decisões tomadas pelos membros do Conselho de Justiça foram consideradas válidas. Ou seja, o Boavista desce à II Liga e o presidente do clube regional corrupto fica suspenso durante dois anos. Estou muito curioso para saber como é que o poder mafioso que tem dominado o futebol português vai dar a volta a esta situação. Há uma decisão do Conselho de Disciplina da Liga, confirmada pelo Conselho de Justiça da Federação e validada pela maior sumidade portuguesa em Direito Administrativo, mas mesmo assim eles não estão convencidos. Claro está que já começaram a pôr em causa a idoneidade do Freitas do Amaral (o presidente do Boavista, o tal que usurpou 80 mil contos ao Benfica com a anuência do Vale e Azevedo, veio dizer que gosta de “pessoas que caminham em linha recta”; fartei-me de rir, a hipocrisia não tem de facto limites!), a criticar a mistura de “futebol com política” (engraçado que o Pôncio Monteiro não tenha referido isso acerca do Valentim) e outras questões que tais.

 

Sugiro vivamente a leitura do parecer, principalmente a partir da pág. 113, ponto 3. É um relato jurídico da actuação mafiosa no futebol português. Aqui vai um excerto que vale a pena ler:

 

 

O presidente do CJ só decidiu encerrar abruptamente a reunião às 17h55, depois de tomar conhecimento de uma proposta do dr. Álvaro Batista que visava instaurar-lhe um processo disciplinar e decidir a sua imediata suspensão preventiva. Os motivos principalmente determinantes da decisão de encerramento foram:

- Evitar a votação dessas propostas do dr. Álvaro Batista;

- Evitar a votação dos requerimentos do impedimento do presidente do CJ apresentados pelo Paços de Ferreira;

 

- Considero que a decisão de encerramento tomada pelo presidente do CJ foi um “acto nulo e de nenhum efeito”, em virtude das seguintes ilegalidade que o viciam;

a) Violação do princípio do Estado de Direito Democrático (Const., Art.2º);

b) Violação do princípio constitucional da proporcionalidade (Const., art. 266º, nº2);

c) E falta, na decisão, de um elemento essencial do acto administrativo – o fim legal de interesse público. Houve, ali, uma ilegalidade evidente e muito grave: o vício de desvio de poder, que consiste no uso de um poder público para fins de interesse privado);

d) A sanção legal estabelecida para os actos administrativos a que falte um elemento essencial, neste caso um fim público, é a da nulidade (CPA, art. 133º, nº1);

- Para além de a decisão ter sido nula – e, como tal, ineficaz e não obrigatória para ninguém – é de admitir que ela possa configurar o ilícito tipificado como “abuso de poder” no artigo 382º do Código Penal. Tratando-se de matéria que não é da minha especialidade, sugiro à Direcção da FPF que solicite a atenção da Procuradoria-Geral da República para o assunto;

 

 

 

Tal como a queda deste mafioso se deveu a motivos fiscais, espero eu que este parecer seja o princípio do enterro das maiores figuras do poder siciliano do futebol português. Só não vê quem não quer, ou quem é acéfalo como os adeptos do clube regional corrupto. São CORRUPTOS, foram julgados e condenados nas instâncias desportivas. Produzam-se os devidos efeitos.

 

P.S. 1 - Não vejo como é que a enguia Madaíl se pode livrar de não seguir o parecer.

 

P.S. 2 - Aguardo com curiosidade a posição da Uefa sobre este assunto. Não me importo de esperar um ano, mas vou-me fartar de rir com a condenação do clube regional corrupto.

publicado por S.L.B. às 19:21
link do post | comentar | ver comentários (12)

João Pinto

 

(só por manifesta falta de tempo é que este post, já escrito há dias, não foi aqui colocado quando devia)
 
É da mais elementar justiça que deixe aqui umas linhas sobre João Pinto. E, sim, o meu sentido agradecimento.
O João Pinto (sem o Vieira: o outro João Pinto, o dos corruptos, nem merece que se confunda com este) foi o principal protagonista de um dos melhores jogos de futebol que me lembro de ter visto. Um jogo que faz hoje parte da memória colectiva do desporto português e que nos deu um título suado, contra tudo e contra todos. Mas isso foi apenas uma pequena parte do que fez. O João foi, na esmagadora maioria das vezes que envergou a camisola cor de sangue, o melhor jogador do Benfica, e numa altura em que o Benfica mergulhou nas trevas e por lá navegou durante anos, muitas vezes o único que a mereceu envergar.
Enquanto foi jogador do Benfica (e só o deixou de ser porque um criminoso sem escrúpulos que se aproveitou do Benfica o empurrou de lá para fora), honrou aquela camisola como poucos e liderou a equipa semana após semana, contra hordas e hordas de corruptos de costas quentes, protegidos por galões, fruta e viagens ao Brasil. Foi capitão (não se esqueçam disso) do Benfica numa altura em que a conjuntura foi a mais difícil de sempre, mas nunca virou a cara à luta e foi durante muito tempo, não só a nossa principal fonte de esperança mas também a principal razão para se ver jogos do Glorioso. Não me esqueço disso. Não me quero esquecer disso.
Foi durante 8 anos o símbolo do Benfica e defendeu garbosamente as nossas cores. O que fez a seguir não me importa.
O Benfica não deve ter memória curta e não deve renegar o seu passado, de que o João Pinto faz parte indissociável.
 
Obrigado João.
 
 
p.s. e já agora, obrigadinho pelas galhetas no Paulinho Santos.
 

 

publicado por Carlos Miguel Silva (Gwaihir) às 08:31
link do post | comentar | ver comentários (22)

Com três dias de atraso...

Já tinha dado aqui a minha opinião, mas como houve alguns comentários a estranhar a ausência de referência a este assunto na Tertúlia, venho colmatar essa falha. E lá diz o povo que mais vale tarde do que nunca. Não é consensual nem entre os escribas da Tertúlia, nem entre os benfiquistas, mas é um jogador incontornável na nossa história. Por (muitos) bons motivos, acho eu. O principal dos quais refere-se a este jogo.

 

 

Obrigado por oito anos de dedicação, JVP.

publicado por S.L.B. às 02:17
link do post | comentar | ver comentários (2)

escribas

pesquisar

links

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

arquivos

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

tags

todas as tags

posts recentes

Cinzenta

Frustrante

Lamentável

Desnecessário

Desilusão

Estrelinha

Paciência

Incontestável

Difícil

Serenata

origem

E-mail da Tertúlia

tertuliabenfiquista@gmail.com
blogs SAPO

subscrever feeds