VAMOS ACABAR COM AS IMBECILIDADES
Sexta-feira, 8 de Agosto de 2008

Viva el Rey.

Não sei o que aconteceu no Atlético de Madrid (bem, aconteceu Simão, para começar), mas eu vi este Reyes jogar muitas vezes, e mesmo que, na Luz,  não vá encontrar a companhia que tinha no Real Madrid e no Arsenal, uma coisa parece-me indiscutível: o Benfica acaba de ir buscar um jogador de grande classe. Se ele se aplicar...pode mesmo fazer a diferença.

  

 

E agora um defesa central a sério, não? Peço desculpa, realmente onde é que eu estava com a cabeça? David Luiz, Sidnei, Luisão e Miguel Vitor, mais Katsouranis se for preciso, dão garantias.

 

Ah...e amanhã lá estarei.

publicado por PR às 10:11
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Quinta-feira, 7 de Agosto de 2008

Reyes

Pronto, está confirmado. O José Antonio Reyes vai ser mesmo jogador do Benfica esta época, e até adquirimos 25% do passe dele (o que poderá ser importante no futuro, caso queiramos mantê-lo por cá mais tempo). É mais uma grande contratação do Rui Costa, sendo um jogador que eu nunca pensei poder ver no Benfica. Além disso, é um jogador que pode jogar a extremo ou como avançado móvel, pelo que encaixa bem no plantel. Agora só espero que, sob orientação do Quique Flores, ele consiga ganhar algum juízo (já que, pelo que dizem os espanhóis, parece que o maior problema dele não é falta de talento, mas sim de cabeça), e que possamos ver o melhor deste jogador na Luz.

Eu sei que é um comportamento típico de adepto, mas não consigo evitar sentir-me confiante em relação à época que se aproxima. Com Reyes, Aimar, Cardozo e Di María na frente, só consigo mesmo pensar que somos capazes de fazer 'coisas bonitas'.

publicado por D'Arcy às 23:08
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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2008

Vitória

E ao quinto jogo a primeira vitória, que acabou por valer também a vitória no Torneio de Guimarães. Não foi uma exibição de encher o olho, mas ficaram bastantes pormenores interessantes num jogo que já teve muito pouco de futebol de pré-época, e que por vezes mais parecia um jogo típico da nossa Liga.

Foi um jogo com dois períodos muito distintos. O Benfica teve uma entrada agradável em jogo. Sem nunca assumirmos o controlo, gostei no entanto de ver muitas das nossas saídas para o ataque, com a bola a circular rapidamente em passes sucessivos entre os nossos jogadores, muitas vezes de primeira. O nosso segundo golo foi um exemplo disto, e foi pena que o defesa do Vitória se tenha antecipado ao Aimar para marcar um autogolo, porque teria sido bonito se a jogada tivesse sido finalizada pelo nosso jogador. Depois de obtida a vantagem de dois golos, pareceu-me que nos encolhemos muito, e em particular na segunda parte quase que nos limitámos a defender e a gerir o resultado, esperando por um rasgo do Aimar ou um passe do Carlos Martins.

Aplausos para a nossa defesa. Revelou-se segura, e só foi batida de penálti, sendo de realçar que, apesar do matraquear incessante dos comentadores de serviço em contrário, conseguiram resolver quase sempre bem os problemas causados pelas bolas paradas, muito por culpa dos noventa e sete livres que foram assinalados contra nós na segunda parte. O Miguel Vítor, adaptado a lateral direito, revelou-se quase sempre seguro a defender (embora com um par de erros devido a um mau tempo de entrada ao desarme), mas naturalmente pouco contribuiu no ataque. O Luisão esteve num nível bastante bom enquanto esteve em campo, o Sidnei, na minha opinião, voltou a revelar bons pormenores (quase sempre bem colocado nos lances aéreos, e bem a jogar em antecipação), e o Léo na segunda parte já esteve mais próximo daquilo que lhe conhecemos (na primeira ainda teve ali algumas perdas de bola pouco habituais nele). O Katsouranis, quer a meio campo durante a primeira parte, quer na defesa durante a segunda, apenas confirmou que é um jogador demasiado importante para que possamos dar-nos ao luxo de o perder (e posso estar a ser faccioso, mas lamento; o grego é um dos meus jogadores preferidos).

No meio campo o Ruben Amorim, em especial na primeira parte, fez o melhor jogo desde que chegou ao Benfica - esteve em ambos os golos. O Carlos Martins voltou a estar em bom plano, e é aquele que normalmente revela maior lucidez na distribuição do jogo. Quanto ao Urreta, tendo em conta a escassez de opções que temos para as alas, parece-me que tem dado provas mais do que suficientes de que é um jogador a manter. É rápido e desmarca-se bem, embora ainda revele alguma falta de experiência na forma como dá seguimento a alguns lances - aquela jogada em que ele parte os rins por duas vezes ao defesa direito do Vitória e depois acaba por fazer um centro (ou era um remate?) para as mãos do guarda-redes é um exemplo disso, já que bastar-lhe-ia ter levantado a cabeça para ver o Cardozo completamente sozinho no centro da área. Impressionante também a forma como não parou de correr durante os noventa minutos. O Aimar começa a aparecer mais, mas parece-me que ainda precisa de se habituar melhor aos colegas (e vice-versa), já que ele opta muitas vezes pelo toque de primeira e os próprios colegas parecem não estar à espera disso. O Cardozo esteve muito bem nos primeiros minutos (até bastante mais mexido do que lhe é habitual) mas depois desapareceu muito do jogo à medida que fomos recuando.

Uma menção também para o Jorge Sousa, a mostrar porque é merecido o título de 'melhor árbitro da última época' (pausa para risos).
Tendo em conta a grande forma que já mostra neste início de época, julgo que poderemos esperar mais uma grande temporada dele, ao grande nível a que já nos habituou.

P.S.- Eu prefiro ver para crer. Mas a ser verdade a notícia sobre a contratação do Reyes, tenho que confessar que não só fico muitíssimo satisfeito, como mesmo algo incrédulo, já que nunca pensei ser possível ir buscá-lo. Era um desejo que eu tinha, e já tinha mencionado diversas vezes sempre que o assunto das 'dispensas do At.Madrid' a que supostamente temos direito devido ao negócio do Simão vinha à baila: ele seria a única 'dispensa' que realmente valeria a pena.

publicado por D'Arcy às 23:39
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Domingo, 3 de Agosto de 2008

PSG

Mais uma exibição sofrível, na mesma linha das do Torneio do Guadiana, só que desta vez fomos salvos da derrota pelos nossos pontas de lança. As experiências ainda continuam, o que leva a que neste momento ainda não seja capaz de imaginar qual deverá ser o onze base na cabeça do treinador para a próxima época, nem sequer qual o esquema táctico que ele pretende apresentar. Na primeira parte o Aimar voltou a aparecer quase como avançado e, a exemplo do jogo contra a lagartagem, quase não se viu. Em apenas cerca de dez minutos na segunda parte, em que o argentino recuou para o meio campo, deu para ver muito mais dele do que em toda a primeira parte. Formando dupla com o Aimar, apareceu o Nuno Gomes, e o que eu vi foi o mesmo que se tinha visto no Guadiana quando experimentámos jogar com o Aimar e o Urreta na frente, ou seja, a linha avançada praticamente não teve intervenção digna de registo no jogo.

Na defesa estreou-se o Sidnei, e devo dizer que fiquei agradado com as primeiras indicações. Infelizmente o brasileiro acabou por borrar a pintura no lance do segundo golo dos franceses, e estragar aquilo que poderia ter sido uma óptima apresentação aos adeptos do Benfica. Mas de qualquer forma fico com algumas expectativas, porque gostei do estilo dele, e até o David Luíz também começou com uma asneira contra o PSG, mas as boas indicações que deixou acabaram depois por confirmar-se. O Jorge Ribeiro apenas confirmou a opinião que tenho sobre a sua mediania como lateral esquerdo - mesmo sendo notória a falta de ritmo, gostei mais de ver o Léo naquela posição durante a segunda parte. No meio campo, que será o sector onde o Quique é capaz de ter mais dúvidas sobre quem dispensar, dois dos 'dispensáveis' parecem-me continuar a mostrar a sua utilidade: Binya e Nuno Assis, embora o camaronês tenha ficado ligado à jogada do primeiro golo do PSG, ao perder uma bola depois de se ter agarrado demasiado a ela - algo que não é muito habitual nele. O Carlos Martins foi o melhor, e o mais inconformado durante todo o tempo que esteve em campo.

Na frente, os dois avançados entrados na segunda parte fizeram a sua obrigação, marcando um golo cada. O Makukula foi em várias situações o trapalhão do costume, mas depois inventou aquele golão, e quanto ao Cardozo (que ainda parece estar um pouco preso de movimentos - foram apenas os primeiros minutos que jogou na pré-época) aproveitou um erro de um defesa adversário, e com apenas dois simples toques fez o empate. Conforme disse antes, ainda não faço ideia de quais serão as intenções do Quique para a nova época, mas espero que não andem muito longe de jogar com dois avançados, e que um deles seja o Cardozo (o outro pode ser o tal avançado móvel, do estilo do Luís Garcia).

E para terminar, volto a dizer algo que já disse depois dos jogos do Torneio do Guadiana: não me agrada nada a ideia de jogar com a defesa em linha. Tenho visto asneiras atrás de asneiras quando o tentamos fazer, e ainda assim temos tido a sorte dos árbitros auxiliares nos nossos jogos serem relativamente incompetentes na apreciação desses lances.

publicado por D'Arcy às 14:11
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Sexta-feira, 1 de Agosto de 2008

A previsível saída de Luís Filipe.

 

Continuo a considerar que Luís Filipe é um futebolista muito melhor do que demonstrou no Benfica.

Lembro-me das suas excelentes exibições na Académica, em início de carreira, antes de um iluminado o ter inventado como defesa. Estragou-se um bom médio ala e arranjou-se um defesa direito sofrível. Na Académica, na União de Leiria, no Marítimo, no Sporting (recordemos que até entrou para a história do clube do neto do visconde) e no Braga, Luís Filipe conseguiu, com maior ou menor intermitência, destacar-se e ter um rendimento positivo.
No entanto, tudo mudou logo que chegou a um clube grande. Deste modo, quando chegou ao Benfica começou a demonstrar dificuldade em viver pacificamente com o escrutínio permanente a que estão sujeitos os futebolistas nos grandes clubes. Falhas infantis de concentração, mau posicionamento e uma tremenda incapacidade de conviver com a pressão fizeram com que o Luís Filipe se tornasse um alvo fácil de adeptos, jornalistas e até de colegas menos tolerantes.
Assim, a saída de Luís Filipe acabará por ser benéfica para todos. Quanto à propalada saída de Nuno Assis... a conversa é outra.
publicado por Pedro F. Ferreira às 23:10
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