Confesso que no final do jogo não sabia se, enquanto saía do estádio, estava mais satisfeito com a vitória ou mais irritado com a nossa exibição. Caramba, ainda estou à espera de ver os nossos jogadores fazerem uma exibição convincente contra uma das chamadas equipas pequenas. Só se motivam contra os adversários com mais nome, ou quê? Acho que hoje merecemos a vitória, isso não se coloca em dúvida, mas na minha opinião os nossos jogadores têm a obrigação de fazer e mostrar mais do que aquilo que vimos durante largos períodos do jogo de hoje. Nós somos o Benfica. Os mais de 45.000 espectadores que se deslocaram esta noite à Luz merecem mais.
A equipa voltou a mudar em relação ao último jogo. No meio campo, regressos de Carlos Martins, Ruben Amorim e Yebda, enquanto que o ataque ficou entregue à dupla Suazo/Nuno Gomes. Acho que já disse várias vezes que não gosto nada quando a zona central do nosso meio campo fica entregue à dupla Yebda/Carlos Martins, e para mim este jogo voltou a demonstrar porquê. Adiante. A entrada do Benfica neste jogo foi frouxa, isto para não utilizar um palavrão para a descrever. Os nossos jogadores pareciam andar por ali a passear, enquanto que os rapazes equipados com as lonas das barracas da sua praia, surpresa das surpresas, até pareciam estar ali para correr um bocadinho. Isto perante os olhares de espanto dos outros, equipados de vermelho. Pelo menos durante quase quinze minutos, pouco ou nada vi da parte da nossa equipa. Depois lá arrebitaram um bocadinho (em especial depois de um grande susto, com a Naval a falhar uma oportunidade de golo clara), e aproximaram-se mais da baliza adversária. O Reyes foi fazendo uns remates, depois conseguimos finalmente fazer uma boa jogada, que terminou numa boa defesa do guarda-redes a remate do Suazo, e as coisas lá animaram. Numa das jogadas em que lá fizeram o obséquio de tentar marcar um golo, e para isso tiveram de entrar na área adversária, o Ruben Amorim foi claramente derrubado, num lance para penálti. Seria até um prémio imerecido para tanta inércia dos nossos jogadores, mas a verdade é que era mesmo penálti. Digo 'era' porque, claro, mesmo sendo o lance nas barbas do auxiliar, nada foi assinalado. Depois do que vimos ontem no estádio do animal imaginário, volta a verificar-se que tudo continua na mais perfeita normalidade. Rui Costa foi eficiente, e se calhar para a semana vem o irmão dele continuar o trabalhinho, a julgar pelos critérios de nomeação para os nossos jogos a que tenho assistido. Enfim, normalidades à parte, o jogo lá se foi arrastando até ao intervalo, polvilhado de algumas tentativas do Reyes que se ficaram pelas boas intenções, e uns falhanços do Suazo.
Para a segunda parte, o Benfica pareceu entrar mais decidido. Um pouco mais de velocidade e agressividade sobre a bola mostraram a diferença que podiam fazer. O Nuno Gomes falhou uma boa oportunidade logo a abrir, e pouco depois marcámos mesmo, mas o Suazo estava claramente em posição irregular. Só que o ímpeto acabou por não durar muito, e após um quarto de hora voltámos à sonolência. O Quique foi fazendo substituições, mas estas pouco mudavam o figurino no jogo, já que os jogadores que entravam iam fazer as mesmas funções daqueles que substituíam. A mim pareceu-me que faltava maior presença e agressividade na zona central do meio campo, onde perdíamos sistematicamente todas as bolas divididas e onde quase todos os ressaltos acabavam nos pés de um jogador da Naval, e portanto esperava a entrada do Katsouranis para o lugar do Carlos Martins (que para mim fez um jogo muito fraco). Só que ele entrou para o lugar do Yebda, e ficou tudo na mesma. As coisas estavam tão paradas que, por mais de uma vez, e perante a apatia dos colegas, que não se desmarcavam para receber a bola, foi o Sídnei a arrancar com ela nos pés e a ir quase de uma área à outra. A coisa só desatou na sequência de uma bola parada. A um livre do Reyes sobre a esquerda correspondeu o Luisão de cabeça, finalmente desfazendo o nulo.
O problema foi que os nossos jogadores pareceram claramente quererem descansar à sobra desta magra vantagem. Faltavam ainda vinte minutos para o final, e a Naval mostrava vontade e capacidade para marcar. Perante tanta parcimónia dos nossos jogadores (total ausência de pressão, e para além disso não consigo perceber como é que um jogador quando é ultrapassado se deixa ficar para trás, parando ou recuando a passo, em vez de perseguir o adversário), a Naval primeiro ameaçou, e depois marcou mesmo, num lance em que o marcador do golo apareceu ao segundo poste, na pequena área, completamente sozinho. Faltavam oito minutos para o final, e talvez aí os nossos jogadores se tenham apercebido que era necessário fazer algo mais do que ficarem a ver a banda passar para ganhar o jogo. Felizmente só foi necessário esperar quatro minutos para resolver um problema que ameaçava tornar-se sério. O Cardozo recuou até perto do círculo central para abrir a bola na esquerda, no Jorge Ribeiro, e depois deslocou-se para a área, para corresponder com um grande cabeceamento ao bonito centro do defesa esquerdo do Benfica (num lance em que houve também uma falha de marcação gritante da defesa da Naval, embora haja também muito mérito na forma como conseguimos criar uma situação de superioridade na área), fixando o resultado final em 2-1. Depois, nos minutos finais, foi giro ver que a Naval afinal até se preocupava um bocado com a possibilidade do adversário andar a queimar tempo.
Por mais que tente não consigo pensar nos melhores jogadores do Benfica. Alguns estiveram bem a espaços, mas na generalidade o nível exibicional deixou muito a desejar. Posso sempre mencionar os centrais, que não tiveram falhas gritantes, sendo que o Luisão ainda marcou um golo, mas não se pode dizer que tenham estado brilhantes. De igual forma, também é difícil dizer quem esteve pior. Já disse que achei que o Carlos Martins esteve desinspirado, mas não foi o único, já que acabou por acompanhar a mediania geral.
O mais importante acabou por ser o resultado. Vencemos, conquistámos merecidamente os três pontos, e agora estamos à frente dos dois que pensam que são grandes. Estamos a um ponto da liderança e, se pensarmos bem, não nos podemos queixar muito. É que noutras ocasiões, a jogarmos mal perdíamos, e não demorava muito até andarmos a olhar para o primeiro lugar a uma distância considerável.
Sim, não jogámos bem. Sim, ganhámos os 3 pontos! Sim, merecemos estes 3 pontos! Neste momento é para este último “sim” que me interessa olhar.
Este post não é para falar de tácticas, nem de méritos ou de deméritos. É para falar de uma realidade que não é de hoje, mas é sintomática do país em diminutivo em que vivemos. Hoje vi uma Naval 1º de Maio (tal como venho repetidamente observando várias equipelhas que vem fingir que jogam ao nosso Estádio) demonstrar um vergonhoso anti-jogo. Hoje, vi um árbitro que subiu com palmadinhas nas costas e rasuras de nomes até à primeira categoria (termo paradoxal quando se fala de árbitros portugueses), acompanhado por uma junta de… bandeirinhas muito solícita e atenta às orientações emanadas por quem manda (o tal que pode), a ser cúmplice nesse anti-jogo. A comunicação social zurze em quem, nem sempre bem, tudo faz para ganhar o jogo, e louva quem mediocremente pratica anti-jogo, ofendendo o público e a essência do futebol.
Hoje, foi mais do mesmo: perder tempo, simular lesões, rebolar no chão, ganir agarrado aos artelhos, pedir a maca... e árbitro a assobiar para o ar com aquele sorrisinho de quem está a agradar ao dono.
Hoje, foi mais do mesmo: uma grande penalidade clara por assinalar a favor do Benfica e mais uma entrada no osso e à má-fila (“viril” para a submissa comunicação social lusa) sobre um dos futebolistas que sabe jogar futebol – hoje foi o Di Maria. Hoje, o Benfica ganhou apesar do árbitro. Ontem, o FC Porto perdeu apesar do árbitro.
Comprova-se a tese de que, quando se ataca o polvo, ou se mata o bicho ou este fica mais forte.
Senta cão. Rebola. Deita. Apita. Assinala o penálti. Levanta a bandeira. Anula o golo. Sit, Ubu, sit. Good dog.
P.S.- Tendo em conta aquilo que conheço do José Mota, que não consegue fazer um jogo contra o Benfica sem que no final faça a choraminguice sobre a arbitragem, nem que seja por causa de um lançamento que ele julga ter sido assinalado ao contrário, fiquei curiosamente à espera da sua flash interview esta noite (ainda na última jornada, depois de um jogador seu ter metido a bola na nossa baliza já após o apito do árbitro, conseguiu queixar-se de um golo anulado). Afinal, pensei eu, depois de um penálti à moda do fóculporto e de um golo limpíssimo anulado, ele hoje iria partir a loiça toda. Desilusão completa: parecia um cordeirinho. Elogios aos seus jogadores, loas ao adversário, e nem uma palavrinha que fosse sobre o autêntico roubo que tínhamos acabado de presenciar. Há coisas que nunca mudam.
Não está no código genético dos membros desta casa a exibição pública dos nossos brios. No entanto, há momentos em que o excesso de humildade é tão pernicioso como a falta da mesma.
Vem este intróito a propósito do editorial do mais recente número do Jornal “O Benfica”, em que José Nuno Martins, partindo do último jantar de Bloggers Benfiquistas, destaca o papel dos blogues na defesa do Benfica e do benfiquismo. Neste particular, José Nuno Martins dirige à “Tertúlia Benfiquista” um conjunto de elogios que, além de muito nos terem sensibilizado e orgulhado, nos dão uma motivação extra para continuar e uma responsabilidade acrescida para que possamos estar à altura do que os nossos leitores esperam da "Tertúlia": a defesa incondicional do Benfica e o testemunho de benfiquismo.
Em nome de todos os membros desta tertúlia, agradeço as palavras e a atenção de José Nuno Martins.
Viva o Benfica!
Para ler o editorial basta clicar aqui.
Começo por utilizar uma frase muito gasta para falar do jogo: foi melhor o resultado do que a exibição. E tendo em conta que é muito difícil eu considerar um empate como um bom resultado para o Benfica, por aqui se vê que não fiquei propriamente entusiasmado com a nossa exibição esta noite. Claro que podemos olhar para o jogo sob duas perspectivas distintas: sob o ponto de vista puramente competitivo, e nesse caso o empate serve perfeitamente as nossas ambições de seguir para a próxima fase da Taça UEFA; ou sob o ponto de vista exibicional, e nesse caso não fiquei com muitos motivos de satisfação.
Fiquei um pouco surpreendido com a constituição inicial do Benfica. Com dois extremos de início, foi o regresso à fórmula experimentada sem grande sucesso na fase inicial da época, ficando o meio campo entregue a apenas dois jogadores, dependentes da vontade desses dois extremos em ajudarem nas tarefas de recuperação ou não. Infelizmente houve também um azar com o Yebda no aquecimento, e assim ficámos privados daquele que tem sido um dos jogadores em melhor forma e mais influentes neste início de época. O meio campo ficou assim entregue ao Binya e ao Katsouranis, com as dificuldades daí inerentes no que diz respeito à organização das jogadas ofensivas. Na frente, Cardozo e Nuno Gomes, ficando o Suazo no banco. Ao fim de um par de minutos de jogo pensei que pudesse vir a ser uma noite inspirada da nossa equipa, já que cedo construímos uma boa oportunidade de golo, numa jogada de passes rápidos sempre em progressão, mas foi puro engano, porque daí até final dos primeiros quarenta e cinco minutos foi sempre a descer. Se calhar era eu que estava de mau humor, mas para mim a nossa exibição na primeira parte foi horrível, quase sem ponta por onde pegar. Um infinidade de passes errados e completamente disparatados, incapacidade para alinhavar mais do que três passes seguidos, e os jogadores a parecerem estar na maioria das vezes a chutar a bola sem nexo para a frente, porque aquilo nem um passe se poderia chamar. De uma forma inversa Hertha, embora sem criar muitas oportunidades, foi obviamente aproveitando a nossa incapacidade para manter a bola em nosso poder para ir crescendo, e ocupando cada vez mais frequentemente os terrenos mais próximos da nossa área.
Para a segunda parte, com o Suazo no lugar do Cardozo, a equipa apareceu melhor. Os primeiros minutos mostraram um Benfica mais agressivo e solto, pressionando o adversário no seu próprio meio campo e trocando bem a bola. Uma dessas situações resultou numa recuperação de bola, em que o Nuno Gomes desmarcou bem o Di María. O argentino parecia estar decidido a correr com a bola para além da linha de fundo, mas felizmente um defesa alemão resolveu intrometer-se no lance e de alguma forma lá ajudou o rapaz a marcar golo. Pensei que pudesse estar perante mais um daqueles jogos em que a nossa equipa se transfigura da primeira para a segunda parte, mas a verdade é que voltámos a encolher-nos muito depois do golo, e mais uma vez entrámos na rotina de oferecer bolas atrás de bolas aos adversários para que eles lançassem ataque após ataque. Mesmo assim, eles não pareciam capazes de incomodar seriamente o Quim, apesar de ser notório que a pressão estava a aumentar. Por isso não percebi a decisão do Quique de retirar o Katsouranis do campo. Não sei se o grego estaria tocado, mas a minha primeira reacção ao ver aquilo foi pensar que era um erro. O Katsouranis, sem fazer uma boa exibição, estava pelo menos a ser tacticamente útil (ao contrário do Binya, que para mim andou metade do tempo perdido em campo), e retirá-lo de campo numa altura em que se adivinha o intensificar da pressão alemã para mim não fez sentido nenhum. O que eu vi foi que, após a saída do Katsouranis, os médios alemães subiram bastante mais no terreno, colocando-se quase sempre entre a nossa linha de defesa e os dois médios, sendo que quando a bola chegava à nossa área por vezes estavam cinco ou seis alemães por ali, a conseguirem criar pelo menos situações de um para um com os nossos defesas. Depois saiu também o Reyes (que esta noite se estava a esforçar bastante para ajudar na luta do meio campo) e entrou o Urreta, que veio fazer pouco ou nada para dentro do campo - o nosso lado esquerdp depois da saída do Reyes ficou uma autêntica avenida, por onde os alemães subiam à vontade. Por isso, previsivelmente, apareceu o golo do empate (em mais uma situação em que o Pantelic ficou numa situação de um para um com o Maxi, e por isso foi só tirá-lo da frente e rematar). E não levámos com o segundo golo porque o Voronin foi nabo (após uma 'excelente' intervenção do Urreta nesse lance). Ficou o empate, ainda bem para nós, mas ficou também uma exibição pouco conseguida da nossa equipa.
Os melhores do Benfica foram, para mim, os nossos centrais, em especial o Luisão, que julgo não ter tido uma única falha durante todo o jogo. Jogo muito positivo também do Nuno Gomes, sendo que o Quim esteve igualmente em bom nível. Pelo contrário, não gostei dos nossos laterais, que falharam uma infinidade de passes, pouco ou nada conseguiram intervir no ataque, e pareceram-me ainda algo permissivos a defender (embora, em diversas ocasiões, não tenham tido grande apoio da parte dos colegas do respectivo flanco).
O melhor de tudo acabou mesmo por ser o resultado - e portanto, exclusivamente sob esse ponto de vista, foi um jogo satisfatório. Quanto à exibição, pelo menos, e ao contrário do que se passou com o Penafiel, não considero que tenha havido má atitude ou falta de entrega da parte dos jogadores. Houve sim muita coisa a não sair bem. Regra geral, parece-me que a nossa equipa perde bastante lucidez quando joga apenas com dois médios, condição essa agravada pelo facto do Yebda não ter sido um deles. Espero melhorias já no próximo Domingo.
Já lá vão 5 jogos de campeonato, 3 de Uefa e 1 de Taça, e de Aimar, até agora, só vimos um total de minutos que não deve ultrapassar muito dois jogos completos.
É claro que já teve tempo de ser decisivo (aquela meia hora contra a lagartagem), e isso ainda me deixa mais frustrado. Como seria a nossa Equipa se "aquele" Aimar tivesse jogado os jogos todos, como seria expectável?
O que me inquieta é não saber se estamos perabte um azar, um evento pontual, ou se o jogador poderá ter realmente algum problema que o impeça de alguma vez vir a dar um contributo regular ao Benfica. E, tratando-se ele da nossa mais sonante contratação, o anunciado "Nº 10" que substituirá Rui Costa, esta é uma pergunta que não pode ficar sem resposta.
O (mau) exemplo da lesão de David Luiz não me deixa nada tranquilo.
A única coisa positiva que retiro desta situação é que o Benfica, mesmo sem Aimar, tem feito uma boa carreira e algumas boas exibições. Como será com ele, se ele algum dia voltar?
Na actualidade é imperioso combater o peregrino conceito português de que em Portugal há corrupção sem corruptores, havendo, no entanto, a ligeira desconfiança de que, hipoteticamente e se o vento soprar da latitude certa, possa haver corrompidos.
Deste modo, todas as frentes são poucas para denunciar e terminar com o branqueamento de comportamentos menos recomendáveis associados aos distribuidores de fruta e café (com e sem leite). Neste âmbito, é muito importante que os comentadores benfiquistas nos órgãos de comunicação social sejam incisivos na denúncia, claros na argumentação e implacáveis para com as graçolas e ironias de quem vive pacificamente com a podridão das últimas décadas do futebol português.
Não querendo entrar em comparações injustas para com outros benfiquistas, não posso deixar de louvar o aparecimento do eurodeputado Manuel dos Santos nas últimas duas emissões do programa Trio d’Ataque, na RTPN. Finalmente senti que há alguém naquele programa que não ataca o Benfica (partindo do pressuposto de que uma má defesa propicia um bom ataque aos adversários). Aquela ideia muito em voga em alguns benfiquistas de que há que ser politicamente correcto, não puxar pelos galões e não tratar os bois pelos nomes tem dado do Benfica a ideia de que há uma confrangedora frouxidão na defesa do nosso Clube nos órgãos de comunicação social. Perante ataques torpes, injustos e intelectualmente desonestos (veja-se a recorrente falácia do recurso ao nome Calabote), observo respostas mansas, sorridentes e pouco consentâneas com a cepa benfiquista.
Assim, louvo a chegada de Manuel dos Santos que juntamente com Ricardo Araújo Pereira e Leonor Pinhão são aqueles que mais prazer me dá ler/ouvir ao fazerem a defesa pública do Benfica e ao darem testemunho do seu benfiquismo. A nota negativa no meio de tudo isto é que esta saudação é, também, uma despedida, pois Manuel dos Santos já não estará presente na próxima emissão deste programa.
Pergunta: o que lhe apraz dizer sobre a carreira do clube regional corrupto na Liga dos Campeões deste ano, nomeadamente os resultados frente ao seu clube e ao Dínamo de Kiev?
Resposta:
P.S. - De vez em quando, vêm bons ventos do leste...!
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