VAMOS ACABAR COM AS IMBECILIDADES
Sábado, 24 de Janeiro de 2009

PlayStation

Terminou há momentos o jogo entre os andrades e a sua equipa C, com a vitória do clube visitante por dois a zero. O primeiro golo foi precedido de fora-de-jogo, tendo ainda os bracarenses reclamado pelo menos duas grandes penalidades durante os noventa minutos (uma por falta sobre Alan, outra por mão do Guarín). Declarações de Jorge Jesus:

"Já vi o lance e o jogador estava fora de jogo. Este primeiro golo teve muita influência no desenrolar da partida, pois o Porto, com a sua experiência e a qualidade dos seus jogadores, soube controlar o resultado e o tempo de jogo. Com o Braga à procura do 2-1, o encontro foi mais dividido na segunda parte. Houve neste período uma mão de um jogador [Guarín] do Porto na grande área. Estas decisões foram fundamentais porque provocaram alterações táticas nas duas equipas"

Não percebo. E a PlayStation? E o maior escândalo dos últimos vinte anos, o Calabote, o espumar pela boca, e o raio que o parta? Gosto sobretudo da forma cordata e evoluída como o Jesus considera que 'as decisões foram fundamentais porque provocaram alterações tácticas nas duas equipas'. Lindo. É mesmo o melhor e mais belo eufemismo que já ouvi para 'fomos prejudicados'. Enternecedora também a bajulação à 'experiência e qualidade' dos jogadores da andradagem. Do chihuahua, até agora nem um ganido. E o autarca paladino da verdade desportiva, parece estar ausente em parte incerta (presume-se que a festejar a vitória do seu clube, na companhia do chihuahua). Aguarda-se também para breve o desfilar da indignação da horda do sapato de vela e pólo Quebra-Mar pelas costas.

 

Link (obrigado ao nosso leitor mário)

 

P.S.- Afinal, o chihuahuafalou. Louve-se-lhe a coerência.

publicado por D`Arcy às 23:42
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¿Por que no te callas?

publicado por D`Arcy às 16:44
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Desinspiração

Esta é mais uma daquelas ocasiões em que, muito sinceramente, é muito pouca a vontade que tenho de estar agora aqui, em frente ao computador, a escrever sobre um jogo que mais me apetecia esquecer. Isto porque a irritação que o resultado final me causou é bastante. E se queremos procurar os maiores responsáveis pelo nulo, só podemos olhar para nós próprios, já que nos faltou inteligência e discernimento no ataque para conseguirmos chegar ao golo. A desinspiração ofensiva dos nossos jogadores é preocupante.

O Benfica apresentou o onze previsível, sem qualquer surpresa. Apesar do mau tempo e da chuva que teimou em cair durante quase toda a partida (acho que ainda não sequei completamente), o jogo iniciou-se a um ritmo agradável, bastante rápido e com as duas equipas interessadas em atacar. Melhor o Benfica nestes primeiros minutos, a criar duas grandes oportunidades pelo Aimar, mas o argentino parece estar embruxado e não há maneira de acertar com a baliza. No entanto, com o passar do tempo, o Belenenses foi-se encolhendo, mostrando claramente que o empate era um resultado do seu agrado. Por outro lado, o relvado foi ficando cada vez mais pesado, e estes dois factores conjugados acabaram por fazer a qualidade do jogo (não a intensidade) cair. Uma coisa que logo na primeira parte fui notando, e que me desagradou de sobremaneira durante o resto do jogo, foi o mau acerto no passe por parte dos nossos jogadores. Em mais do que uma ocasião, houve a oportunidade de sair no contra-ataque e criar perigo, sendo no entanto as jogadas estragadas devido a um mau passe, invariavelmente feito para os pés de um adversário. Mais dois lances de realce para o Benfica: um cabeceamento do Aimar por cima, e um livre do Suazo na sequência do qual o Rúben Amorim chegou ligeiramente atrasado para a recarga. Nos minutos finais do primeiro tempo, o Belenenses cresceu um pouco, mas sem ameaçar seriamente a nossa baliza, chegando o intervalo com um nulo no marcador que, na altura, já me começava a parecer que seria difícil alterar.

A segunda parte praticamente iniciou-se com a melhor oportunidade do Benfica no jogo. Nela o Suazo, isolado na cara do guarda-redes, optou por não rematar e tentar em vez disso ultrapassá-lo. Alargou demasiado a finta e depois acabou por estatelar-se de uma forma tão patética que ao árbitro não restou outra opção senão amarelá-lo. Até acredito que ele possa ter sido tocado pelo guarda-redes, mas se o foi, então deveria ter caído na altura, e não três ou quatro passos depois, porque assim deixou mesmo a ideia de ter sido uma simulação. Logo a seguir, mais uma boa oportunidade para o Benfica, desta vez numa incursão do Maxi Pereira, que terminou com um remate que foi correspondido com a defesa mais difícil do guarda-redes do Belenenses no jogo. O Benfica, durante esta segunda parte, foi claramente a equipa que mandou no jogo. No entanto, conforme disse no início, faltou muita inteligência e alguma calma no ataque para chegarmos ao golo (com o Suazo em particular destaque no capítulo da falta de inteligência). Fomos, durante este período, a única equipa em campo que mostrava vontade de vencer o jogo, enquanto que o Belenenses se ia mostrando cada vez mais interessado no empate. Neste particular aspecto, até houve uma situação bastante ridícula, exemplificativa desta atitude. Com apenas dez minutos decorridos desta segunda parte, o Belenenses faz a primeira substituição. Assim que foi levantada a placa com o número do jogador que iria ser substituído, o jogador em questão, que ia caminhando normalmente, foi como que fulminado por uma trombose múltipla, estatelando-se no relvado, e só dali saindo em maca (assim que chegou cá fora comportou-se como um verdadeiro Lázaro).

As substituições trouxeram-nos o Reyes, Nuno Gomes e Carlos Martins, por troca com o Rúben Amorim, Aimar e Di María (este, a deitar os bofes pela boca, pediu mesmo a substituição, porque eu vi-o fazer sinal ao banco). Pouco alteraram no cariz do jogo, mas eu confesso que fiquei irritado por, mais uma vez, não termos recorrido ao Cardozo. A mim, que pouco percebo disto, parecia-me que, com o terreno nas condições em que estava, e com a bola escorregadia, o Cardozo e a sua capacidade de remate poder-nos-iam ser muito úteis - e ainda foram alguns os livres de que beneficiámos a uma distância da baliza com a qual o pé esquerdo do Cardozo não se assustaria. Infelizmente o Quique não parece morrer de amores pelo paraguaio, e assim se manteve ele sentado no banco. A pouco menos de dez minutos do final, o Miguel Vítor cometeu um (raro) erro, que lhe valeu o segundo amarelo e consequente expulsão. Isto acabou por provocar a maior explosão de alegria e manifestação de orgulho belenense em toda a partida. Mas, mesmo em superioridade numérica, será que o Belenenses resolveu arriscar um pouco mais no ataque? Nem pensar. Dedicaram-se apenas, durante alguns minutos, a atirarem-se para o chão dentro da nossa área, depressa regressando ao afã de segurar o empate, ao ponto de verem um jogador admoestado por demorar demasiado tempo a executar um lançamento lateral. O Benfica, honra seja feita aos jogadores, continuou sempre a insistir mas, utilizando um jargão da bola, sempre mais com o coração do que com a cabeça, por isso foi natural que o nulo se arrastasse até ao final.

Não quero falar muito da arbitragem. Considero o Elmano Santos um árbitro não muito exímio na arte de apitar. Tem, em particular, um critério disciplinar deveras bizarro e aleatório, que torna quase impossível prever se um determinado lance vai ou não ser merecedor de punição (por exemplo, fiquei com a nítida sensação de que os jogadores do Belenenses bateram muito mais nos nossos do que o contrário; no entanto nós acabámos o jogo com tantos cartões como eles, e ainda reduzidos a dez). Mas não me custa admitir que hoje ele não deve ter tido uma tarefa nada fácil. Com o relvado no estado em que estava, os jogadores pouco fizeram para o ajudar. Abusaram das entradas no limite e, para piorar as coisas, não foram raras as vezes em que optaram por simulações. Não vi ainda qualquer resumo do jogo, e por isso não faço ideia se ele errou muito ou não. Mas, seguramente, ele tinha obrigação de ter visto a falta descarada que o Suazo, ainda na primeira parte, sofreu praticamente sobre a linha da grande área. Se não viu, devia ter visto. Se viu, então faltou-lhe coragem para apitar.

Os dois centrais do Benfica portaram-se bem neste jogo. Estava até a gostar muito, mais uma vez, do jogo do Miguel Vítor, mas acabou por borrar um pouco a pintura com a expulsão. Gostei também do Maxi Pereira e do Katsouranis. Yebda bem na luta do meio campo, mas desinspirado no passe. Quanto aos que estiveram menos bem, só podem ser elementos do ataque. O Di María fez um jogo quase inconsequente. E o Suazo, após uma primeira parte de bom nível, pareceu ter ficado marcado pela oportunidade escandalosa  falhada logo no início da segunda parte, que deu o mote para uma exibição pejada de imbecilidade. Desmarcações para o lado errado, agarrões inúteis aos defesas, que resultaram em faltas atacantes, e uma tendência irritante para esbarrar contra os adversários fizeram-me perder a paciência.

Foi, para mim, um mau resultado. Dois pontos perdidos frente a uma equipa que, pelo que me foi dado a ver nos dois últimos jogos, nos é manifestamente inferior. O que me preocupa no Benfica não é que o futebol seja pouco atractivo. É mais a incapacidade que temos vindo a demonstrar para marcar golos. Tem faltado muita inspiração e, sobretudo, confiança no ataque. Hoje não consigo zangar-me com a atitude dos jogadores. Tentaram conforme podiam, e jogaram sempre para ganhar. Foi talvez das poucas coisas positivas que vi neste jogo. Mas, apesar de muito importante, é preciso algo mais do que atitude se queremos acabar a época em primeiro lugar.

P.S.- Apesar do tempo horrível, apesar da hora do jogo, mais uma vez os adeptos do Benfica compareceram e foram inexcedíveis no apoio à equipa. Não foi por falta do nosso apoio que deixámos hoje dois pontos no Restelo.

publicado por D`Arcy às 02:35
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Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009

Nem as das agências de viagens?

[link]

É sempre interessante observar a evolução das espécies. Há uns anos, os andrades pagavam as facturas dos árbitros (lembremo-nos da famosa factura do senhor José Amorim, mais conhecido como Carlos Calheiros). Agora, já não as querem pagar. Ou seja, querem o serviço, mas já não o pagam.

Começo a perceber agora o motivo que leva alguns árbitros a clamar pela profissionalização...

publicado por Anátema Device às 10:59
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Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009

Soltas e breves sobre a semana que passa.

Foi uma semana em que o Benfica garantiu o pleno na fase de grupos de apuramento para as meias-finais da Taça da Liga e vimos futebol em plena luz do dia, ainda que televisivamente comentado com os efeitos colaterais do nevoeiro de um jogo ocorrido na Madeira uns dias antes.

Foi uma semana em que o silêncio em Alvalade foi directamente proporcional aos metros em que dois futebolistas do Sporting estavam quando marcaram um golo em fora-de-jogo que lhes deu uma vitória aos 87 minutos.

Foi uma semana em que Katsouranis foi alvo do habitual rigor jornalístico português e em que a Liga deu mais um exemplo de competência na elaboração de regulamentos.

Foi uma semana em que vencemos a Taça da Liga em andebol e em que Filipe Soares Franco assumiu que não era notícia.

Foi uma semana em que derrotámos o FC Porto em hóquei… apesar do esforço da equipa de arbitragem ter sido similar ao dos atletas do dito clube regional.

Espero que esta semana tenha uma interessante sexta-feira, uma vez que vamos a Belém e desejo sinceramente provocar azedume no estômago a um dirigente(?) do Belenenses que é comentador de arbitragem e que, mais uma vez, vai fingir imparcialidade enquanto destila azia ao Benfica.

publicado por Pedro F. Ferreira às 12:01
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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009

Hóquei e Basquetebol

A nossa equipa de hóquei em patins tem tido um comportamento bastante irregular esta época, com vários resultados negativos.

 

No entanto, nada está perdido, uma vez que o campeonato se decide no play-off e a qualificação para o mesmo não está em causa.

 

É no entanto importante obter a melhor classifciação possível na fase regular - e para isso é importante vencermos hoje o fcp.  Para além de que uma vitória neste jogo é sempre uma injecção de moral e de confiança.

 

 

No extremo oposto está a equipa de basquetebol, com vitórias em todos os jogos até agora disputados.  Também aqui há play-off, pelo que espero que esta senda vitoriosa seja levada até ao fim e à conquista de um título que nos foge há anos.

 

Mas antes temos o primeiro desafio a sério - a "final 8" da Taça de Portugal, que decorre de 5ª a Domingo.  O primeiro jogo é com o fcp, se ganharmos jogaremos provavelmente com a Ovarense, e depois é a final.

 

Força Benfica, rumo ao segundo título da época - depois da Taça da Liga de Andebol.

publicado por Artur Hermenegildo às 11:53
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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

O Melhor Guarda Redes do Futebol Português 87-08

 

Segundo a classificação publicada ontem pela IFFHS, Michel Preud'homme é o 9º classificado numa lista de melhores guarda-redes do mundo em actividade entre 1987 e 2008.

 

Esta classificação faz dele o melhor guarda-redes do futebol português dos últimos 20 anos

 

(Schmeichel foi segundo classificado nesta lista, mas só fez duas épocas em Portugal; Preud'homme fez cinco épocas).

 

 

publicado por Artur Hermenegildo às 10:53
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Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009

A Taça da Liga

É evidente que a Taça da Liga é uma competição menor, e corresponde a um "título" sem compração possível com o título de Campeão que queremos ou mesmo com a vitória na Taça de Portugal que já não podemos obter este ano.

 

No entanto, parece-me igualmente evidente o seguinte: face ao lote de equipas que chegou às meia-finais, neste momento, neste caso concreto, a vitória nesta competição tornou-se muito importante.

 

Espero portanto que o Benfica some esta taça às muitas outras que estão nas nossas vitrines.

 

Assim a modos que como aperitivo para a grande Vitória que esperamos lá para Maio.

publicado por Artur Hermenegildo às 17:38
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A nossa vitória na Taça da Liga.

Ontem conquistámos a Taça da Liga de andebol. Numa final emocionante contra o Sporting, o nosso Benfica deu uma demonstração cabal de como se consegue jogar andebol de alto nível. A herança de Donner ainda se faz sentir, os automatismos estão lá e a dinâmica por ele deixada ainda tem alguma influência no desempenho de esta nossa equipa.

 

Ainda assim, seria uma tremenda injustiça não louvar o trabalho do actual treinador, José António Silva, que perante uma tamanha herança ainda conseguiu fazer evoluir mais a equipa. Atentemos, sobre este assunto, nas palavras de Zaikin, quando este refere que "Estamos mais fortes na defesa e no ataque. Estamos diferentes. Evoluímos."

 

O treinador do Sporting, perante mais uma derrota, fez jus à cultura do seu clube e responsabilizou a arbitragem. Uma coisa vos garanto: nenhum dos seus atletas percebeu este seu discurso!!

 

Quanto ao Benfica, importa que os nossos adeptos encham o nosso pavilhão e apoiem andebolistas como Zaikin, João Ferreirinho, Cláudio Pedroso, Carlos Carneiro e todos os outros que têm dignificado o Clube.

_____

Sobre este tema, aconselho a leitura de este post do Tiago Pinto no Football Dependent.

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publicado por Pedro F. Ferreira às 16:41
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Pioneiro da estultícia

Os mais distraídos talvez ainda não tenham reparado que o Ricord adoptou o Acordo Ortográfico, no que foi pioneiro não só em relação aos jornais desportivos como, creio, em relação à restante imprensa portuguesa: por exemplo, o nosso Rui Costa surge como “diretor desportivo” do Benfica, a “semana transacta” é a “semana transata” e o mês de Dezembro é, aparentemente, um nome comum (“dezembro”).

 

Esta preocupação do Ricord além de estulta é profundamente irónica já que é justamente o único jornal português cujo título não é uma palavra da língua portuguesa – e isso nem o Acordo Ortográfico aceita – que assume a dianteira e adopta as novas regras. Ironia à parte, se fosse uma adopção plena por parte de um jornal que fosse referência no que ao uso correcto da língua portuguesa diz respeito, enfim, aceitava-se, mas é uma adopção que, além de manca, é acompanhada por um lamentável desconhecimento de algumas regras sintácticas e ortográficas básicas. Os autores desta última notícia sobre o Pablo Aimar, por exemplo, escrevem diligentemente “novembro", “dezembro" e “transata”, mas esquecem-se do “objectivo”, que, se não fosse o caso de a adopção ser manca, seria “objetivo” (é curioso que algumas linhas depois já se escreve “objetivo”). Nesta notícia encontramos ainda outras pérolas que denunciam a incongruência de ser um jornal como o Ricord a adoptar o Acordo. Vejamos: estivessem menos preocupados com o Acordo, e saberiam os jornalistas que “despoletado” tem um significado exactamente oposto ao que lhe pretenderam atribuir na notícia (qualquer dicionário, mesmo aquelas edições escolares, lhes mostrará que a palavra correcta é “espoletado”); na frase “qual o tipo de medicação lhe foi administrada” a forma verbal “foi” não tem sujeito, os jornalistas esqueceram-se do pronome “que” (dir-me-ão que é uma gralha, tudo bem, mas não deixa de ter a sua ponta de ironia).
Poderia continuar a enumeração dos erros com outras notícias, mas tornar-se-ia fastidioso para os leitores da Tertúlia, que estão mais interessados, compreensivelmente, em saber novidades do Glorioso. Mas, caros leitores, compreendam-nos também: já que a alguma imprensa apraz o exercício de vilipendiar de forma grosseira o nosso clube através de análises frequentemente parciais daquilo que é suposto a equipa fazer – jogar futebol –, a nós apraz-nos analisar de forma neutra e factual a forma grosseira e vilipendiosa como alguns jornais tratam a língua portuguesa, no âmbito daquilo que é o seu dever – escrever notícias correctamente.
publicado por p às 12:03
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