VAMOS ACABAR COM AS IMBECILIDADES
Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009

Tinha de ser o Olegário. Tinha de ser.

Depois de ter cumprido a missão nos dois jogos que tivemos contra o Leixões; depois de Luís Filipe Vieira ter dado, há três dias, uma entrevista em que afirmou «Toda a gente se lembra da actuação de Carlos Xistra em Guimarães, dos dois jogos de Olegário Benquerença contra o Leixões. São dois nomes que impõem ponderação séria em futuras nomeações para jogos do Benfica […]»; depois das provocações sucessivas a que os benfiquistas têm sido sujeitos… enviam o moço de recados Olegário para entregar a encomenda em Guimarães.

 

Pode ser que tenhamos uma surpresa… o sistema é suficientemente perverso e Olegário é um moço diligente.

imagem do filme "Ladri di Biciclette"

publicado por Pedro F. Ferreira às 22:42
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Taça da Liga

Depois de uma deprimente participação na Taça UEFA, permatura eliminação da Taça de Portugal e da perda do 1º lugar no Campeonato (na sequência da derrota com o último classificado e uma exibição deplorável), o Benfica inicia, na próxima 4ª feira, a sua participação na Taça da Liga, numa sempre difícil deslocação a Guimarães.

No ano passado abordámos esta competição com um certo desprezo, pela forma algo caricata como a mesma estava organizada e como foi "impingida" no calendário. No entanto, e apesar de não considerar a Taça da Liga como uma eventual "tábua de salvação" (até porque, apesar de tudo, mantemos intactas as possibilidades de sermos campeões, sem depender de terceiros, e considerando o investimento que foi feito no plantel, o mínimo que se exige é que o Benfica lute com todas as suas forças para ser campeão), o Benfica tem a obrigação de encarar esta competição com toda a seriedade e sem outro objectivo que não o de vencer. O tempo para experiências e “rodar” jogadores menos utilizados acabou. A partir de agora, todos os esforços devem ser canalizados no sentido de rentabilizar ao máximo o potencial que a equipa tem e que, embora a espaços (que em alguns casos não duraram mais que 15 minutos), já foi evidenciado em campo. Todos os jogos devem ser encarados como jogos para vencer e como jogos em que o Benfica tem de procurar dar o melhor de si.

Os jogadores têm que se mentalizar que a única ambição que devem ter é ganhar, e para isso, têm de trabalhar, têm de se esforçar, têm de estar concentrados, têm de ser inteligentes e de perceber o que têm de fazer em campo a cada momento do jogo (pois muito esforço não basta, é preciso saber doseá-lo e utilizá-lo em prol da equipa).

Quique Flores tem a responsabilidade de perceber qual a melhor forma de tornar a equipa mais coesa e dinâmica, para que o esforço individual de cada jogador seja feito em função do colectivo e que o colectivo saiba tirar máximo partido desses esforços individuais (ou numa perspectiva mais matemática, não basta somar os esforços individuais, é necessário multiplicá-los e, se possível, exponenciá-los!). E já agora, que aposte primordialmente nos jogadores que tenham essa capacidade, independentemente do nome que têm ou do salário que auferem.

E por fim, Rui Costa tem a responsabilidade de chamar todos à responsabilidade e de fazer ver, de forma veemente, que isto não é nenhuma "brincadeira de crianças".

 

Quarta feira será, assim, uma grande oportunidade para a equipa do Benfica demonstrar que tem, realmente, estofo e ambição para ganhar uma competição.

Pouco importa que essa competição seja de menor importância, quando comparada com o Campeonato. Aliás, neste momento ocorre-me este excelente post do D’Arcy sobre esse lendário treinador que foi Brian Clough, que apontava a conquista da Anglo-Scottish Cup como o primeiro grande passo da caminhada que levou o Nottigham Forest a bi-campeão europeu: esse trofeu, embora de pouca importância, permitiu ao jogadores conhecerem a sensação de conquistar algo. Julgo que, em parte, é disso que muitos jogadores do Benfica neste momento precisam. Pelo menos, precisam de sentir que está perfeitamente ao seu alcance conquistar algo de palpável, “bastando” para isso que se empenhem, tenham capacidade de discernimento e que saibam assumir as suas responsabilidades.

 

 

VIVA O BENFICA!

 

publicado por tma às 13:05
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Texto desiludido e desinspirado

É fácil imaginar como me sinto.  Sinto-me como todos os Benfiquistas, e em tudo subscrevo o que já aqui foi dito pelos meus companheiros de blog sobre a vergonha de ontem.

 

Ainda bem que não sou director desportivo do Benfica, porque se o fosse depois de um jogo (?) como o de ontem acho que despedia todos os jogadores que estiveram em campo, ou quase todos.

 

Obviamente que uma equipa pode perder, e que pode ter maus jogos.  Mas uma equipa do Benfica não pode ter a indamissível atitude de passividade que se viu ontem, e que já tinha aflorado várias vezes esta época (Metalist, Penafiel, Setúbal, Nacional...). 

 

Não percebo por mais que tente a evolução da equipa esta época.  Até entendo o início algo titubeante, é uma equipa nova, mas depois houve uma clara melhoria e quando parecia que o pior já tinha passado vem esta regressão dramática do útimo mês.

 

O balanço neste momento não é brilhante: tivemos a pior prestação europeia dos últimos anos, estamos fora da taça e no campeonato à 13ª jornada temos mais um ponto que na época passada.  Um ponto!  É essa a diferença de rendimento entre esta equipa que devia ser a melhor dos últimos anos e a do ano passado, que seria seguramente uma das piores.

 

Não gosto de me armar em treinador de bancada, mas deixo aqui algumas notas de diagnóstico:

 

- Yebda está longe do que rendeu no iníco da época, e o meio-campo ressente-se com isso.  Espero que recupere a boa forma.

 

- Carlos Martins confirma infelizmente o que se esperava dele - muita irregularidade e muitas exibições medíocres para meia-dúzia de bons jogos. 

 

- Suazo é bom jogador mas está longe do rendimento que se esperava de um avançado que já foi um dos melhores marcadores do campeonato italiano. 

 

- Cardozo voltou aos tempos do início da época passada, na qual eu escrevi sobre ele "pode ser um equívoco - lento e fácil de marcar".  Parece lidar mal psicologicamente com o facto de não ser a primeira opção.

 

- Jorge Ribeiro - não tem categoria para ser o defesa esquerdo do Benfica

 

- Rubem Amorim - devia ser testado no centro, no lugar de Carlos Martins

 

- Balboa - merece uma oportunidade de forma a se deslocar Rubem para o centro

 

- Aimar - é preciso algum tempo para adquirir os níveis físicos desejados.

 

 

Face a isto, não há seguramente soluções mágicas, mas confio em Quique e creio que saberá procurar as que forem melhores.

 

E repito algo que já aqui escfrevi - nestes momentos é preciso que se sinta que há uma liderança forte no grupo de trabalho.

 

Ainda nada está perdido.  Estamos a um ponto do primeiro lugar quando ainda falta mais de meio campeonato.  Mas aproxiamam-se os jogos fora com os nossos principais rivais e aí teremos de estar muito melhor do que estamos agora.

 

Perecebo que este texto não está grande coisa.  Estou demasiado desiludido para conseguir melhor.  Mas atenção: desiludido não é desesperançado.  Continuo a acreditar que é possível ver este ano o Benfica Campeão!

 

 

 

 

publicado por Artur Hermenegildo às 11:58
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Jornada lamentável

O post do Pedro F. Ferreira diz tudo, mas mesmo assim gostaria de fazer duas adendas. Não vale de nada estarmos a protestar contra as arbitragens, se depois os jogadores em campo demostram a vontade(?) que exibiram neste jogo. Faz-me lembrar a época de 2001/2002 em que fomos prejudicados em três jogos consecutivos (Paços de Ferreira com o Martins dos Santos, lagartos na Luz – o célebre mergulho do Jardel – com o Duarte Gomes e no Bessa com o Pedro Proença), que se tivéssemos ganho ficaríamos em 1º lugar, e a nossa resposta foi despedir o Toni. Temos SEMPRE que ser muito melhores que o adversário, mas exibições como esta dão cabo da moral de qualquer adepto. Algumas primas-donas têm que se convencer que não estão no Benfica só para receber o salário ao fim do mês. O MÍNIMO que devem fazer é correr e demonstrar vontade dentro do campo! Caso contrário, podem ir-se embora. Dito isto, queria apenas dizer duas coisas sobre esta jornada:

 
- Lamento muito, mas o Binya não tem lugar no nosso plantel. Não nos podemos dar ao luxo de ter um jogador que, tendo um amarelo num jogo em que estamos a perder, mete a mão à bola num lance inofensivo a meio-campo! Não me venham com histórias, a culpa não é do Quique, mas sim dele! A burrice não é compatível com ser jogador do Glorioso Sport Lisboa e Benfica.
 
- Fui só eu, ou o penalty que dá origem ao 3º golo do CRAC (que lhes deu a vitória) aos 90’ na Madeira frente ao Nacional foi muito estranho? Não pela sua inexistência, mas precisamente pelo contrário. Porque é que um jogador (Felipe Lopes) mete voluntariamente a mão à bola dentro da área para parar um remate de mais de 30 metros desse grande marcador de golos chamado Guarín?! É daqueles fenómenos estranhos como o Wesley do Leixões e o Nuno André Coelho do E. Amadora terem tido uma lesão que durou uma semana precisamente na altura de jogar contra o CRAC. Estranhos ou talvez não...
publicado por S.L.B. às 02:47
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Domingo, 4 de Janeiro de 2009

Desastrosa

'Desastrosa' é mesmo a palavra que me ocorre para descrever a péssima exibição do Benfica esta noite, no campo do último classificado, e que resultou numa derrota e consequente perda do primeiro lugar. Fez-me impressão ver a equipa a jogar de uma forma tão desgarrada, aparentando não ter uma ideia clara daquilo que é suposto uma equipa fazer dentro do campo. Estou farto de ver o Benfica não ter ideias ou arte para inverter o cenário típico que se repete vezes sem conta: uma equipa enfiada lá atrás, não com um autocarro mas com um transatlântico à frente da baliza, a jogar para o empatezinho e a ver se num momento mais feliz até consegue um golito. E nós a não sabermos como marcar o golo que faria desmoronar toda esta estrategiazinha medíocre. A verdade é que parece que, sem o Reyes em campo, não somos capazes de marcar golos porque mais ninguém consegue causar desequilíbrios e arriscar com sucesso jogadas individuais. A somar a isto, há incompreensíveis falhanços individuais que, por exemplo, parecem não acontecer nos jogadores das equipas teoricamente mais fracas que jogam contra nós.

As novidades no nosso onze esta noite, em relação à equipa que jogou com o Nacional, foram os regressos do Aimar e do Carlos Martins, saindo o Cardozo e o Katsouranis. A uns curtos minutos fortes do Benfica, logo na entrada do jogo, seguiu-se a mediania que nos caracterizaria para o resto dos noventa minutos. É preocupante não conseguir ver simples jogadas de futebol na nossa equipa. Tudo pareceu feito aos repelões, não havendo quem pegasse na bola e metesse alguma ordem na casa. Construímos uma grande oportunidade de golo, que colocou o Aimar na cara do guarda-redes, e ele conseguiu acertar-lhe no pé (o pé estava lá parado, o Paulo Lopes não o mexeu, por isso foi mesmo o Aimar quem conseguiu acertar ali com a bola). Lá está a história das individualidades a falhar quando não se esperaria que isso acontecesse. A falta de imaginação ia grassando no nosso futebol, e o jogo estava mesmo a ser difícil de assistir. Do outro lado continuava o transatlântico (sempre muito elogiado pelos comentadores) encalhado à frente da baliza, e a única animação surgia através dos mergulhos artísticos e acrobáticos de um tal de Barbosa, em sincronia perfeita com os silvados do apito do Sr.Jorge, provocando inevitavelmente um coro de elogios da narração por cada falta 'arrancada'. Estava o jogo nisto quando um contra-ataque isolou um jogador do Trofense na direita. Chegado ao bico da área, e uma vez que estava completamente sozinho (que os transatlânticos costumam mover-se muito devagarinho), fechou os olhos, enfiou uma biqueirada na bola, e cá vai disto. O Moreira resolveu entrar na festa da mediocridade, fechou os olhos também, e deu um frango descomunal. E volto à história dos falhanços individuais: o Aimar tem uma oportunidade flagrante e falha; o Trofense tem um lance que nem sequer se pode considerar como uma oportunidade flagrante, e o Moreira falha também e dá-lhes a vantagem com que eles nem sequer sonhavam. Só posso atribuir justiça ao resultado ao intervalo se considerar que é um castigo para o mau jogo que fizemos, porque tenho sempre muita dificuldade em considerar que uma equipa que joga simplesmente para não perder tenha grande mérito quando se apanha em vantagem, ainda para mais com golos caídos do céu como foi este.

Na segunda parte mudámos tacticamente para um losango, entrando o Cardozo para o lugar do Di María, mas a qualidade do nosso jogo pouco melhorou. Claro que, agora em vantagem, o Trofense recuou ainda mais, por isso o Benfica tinha o domínio territorial quase completo, jogando-se quase sempre com vinte e um jogadores acantonados no meio campo do Trofense. Mas o problema mantinha-se: é que parece que, apesar da posse de bola, apesar do domínio territorial, não sabemos o que fazer com isso. Os dedos de uma mão decepada chegam para contar as oportunidades que criámos (sinceramente, acho que só me lembro de um cabeceamento do Aimar, mas por esta altura já estava tão irritado que me era difícil prestar muita atenção ao jogo). Como se a irritação não fosse já suficiente, o Binya teve um acesso de burrice profunda e meteu a mão à bola (uma atitude perfeitamente desnecessária, já que foi numa jogada a meio campo) quando já tinha um amarelo, por isso foi tomar banho mais cedo. A partir daqui, então, foi um descalabro. Nós bem tentávamos atacar, e continuámos instalados no meio campo do Trofense. Mas agora abriam-se autênticas vias verdes cá atrás para os contra-ataques adversários, sendo que poucos eram os nossos jogadores que recuavam, ficando basicamente os nossos dois centrais entregues à sua sorte (às vezes com a ajuda do Maxi) e tentando arranjar-se contra adversários que surgiam em igualdade ou mesmo superioridade numérica. O segundo golo surgiu sem surpresa, quando perante a apatia do Jorge Ribeiro um jogador do Trofense, após um lançamento lateral, entrou pela quinquagésima terceira vez à vontade pelo lado esquerdo, fazendo a assistência para um golo fácil. E só não sofremos mais um golo até final porque o adversário era mesmo o Trofense.

Não sei como é que posso destacar um jogador do Benfica como o melhor depois de um jogo destes. É que nem me apetece destacar aqueles que mostraram inconformismo, porque com essa atitude ou não, a verdade é que as coisas continuaram a sair mal. Quanto aos piores, podia ficar aqui o resto da noite a bater nos jogadores um a um. Menciono por isso apenas alguns. Carlos Martins: deram por ele em campo? Não vi nada. Zero. Andou por ali escondido o tempo todo, e quase nem participou no jogo. Jorge Ribeiro: andou muito lá pela frente - com muito poucos resultados práticos - mas foi um buraco completo a defender. Às vezes parecia que o Trofense só atacava mesmo pelo lado dele, e aliás foi por aí que surgiram os dois golos. Moreira: um guarda-redes não pode sofrer um golo daqueles. O remate foi-lhe à figura, e foi feito ainda a uma distância considerável. A única explicação que encontro para que a bola tenha entrado é a de que deve ter tido medo da bola e fechou os olhos. Binya: idiota. Neste momento não estou com calma ou paciência para descrever a exibição dele de outra forma.

Entrámos num ciclo extremamente negativo, e parece que não há maneira de sairmos dele. Se não estou enganado, ganhámos um jogo dos últimos sete que fizemos. Espero que pelo menos os jogadores tenham a mínima noção daquilo que fizeram esta noite. Para mim foi uma exibição paupérrima e indigna do Benfica, na linha do que tem acontecido recentemente. Não é a jogar assim, ainda para mais contra o último classificado, que se ganha o que quer que seja. Por último: Reyes, volta depressa, por favor.

publicado por D`Arcy às 23:58
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2 ou 3 oportunidades de golo contra o último.

O Pedro disse quase tudo, mas queria deixar aqui também algumas notas. Perdemos bem, não jogámos nada, o Quique Flores também esteve mal. Moreira é mal batido de facto, mas acho que o que se passou hoje vai muito mais longe do que essa apreciação fácil.
A atitude da equipa foi deplorável. Parece-me que há ali muito ego e pouca fibra. Muita mania, muita mania.
Carlos Martins, Di Maria (é pá vendam o homem já!) e Bynia abaixo de tudo o que é admíssivel, mas toda a equipa esteve mal. E, meus amigos, hoje dei comigo a ver o jogo, enquanto ouvia das bancadas o apoio incessante dos adeptos e pensei: esta equipa não merece os adeptos que tem. E não quero cá pedidos de desculpa. Só um bocadinho de vergonha na cara, da parte daqueles que têm a honra de vestir a camisola do Benfica. Vergonha na cara que se traduza em trabalho, humildade, empenho.
Só mais uma coisa: Bynia é um idiota. Quique Flores hoje meteu os pés pelas mãos.

Katsouranis é o melhor médio da equipa, a larga distância, e, provavelmente, o jogador verdadeiramente mais valioso do plantel, em vez das vedetas de papel.

E, de uma vez por todas, enquanto nos preocuparmos mais com outras coisas que não sejam entrar em campo e jogar o suficiente para ganhar os jogos, não temos hipótese nenhuma de inverter este rumo. Espero bem que a equipa ainda vá a tempo, mas depois dos últimos jogos...só não digo que deixei de acreditar porque um benfiquista (pelo menos do lado da bancada) numa baixa os braços. Algo que aqueles que estão no relvado, envergando o manto sagrado, deviam aprender.

 

PS-Uma adenda: Quique Flores é uma desilusão. Chegar a Janeiro sem perceber que Katsouranis e Ruben Amorim devem jogar no meio, porque são muito melhores tacticamente do que os inconsequentes Bynia, Yebda e Carlos Martins é demasiado. E a forma como o caso Quim tem sido gerido é muito fraquinha. Mas atenção: a solução não é despedir o homem. Já fizemos disparates desses demasiadas vezes. Ainda acho que ele é dos poucos que pode ter lucidez para aprender com estes sucessivos tiros no pé. Ou não...Vamos ver.

publicado por PR às 22:44
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Insultado na Trofa.

Enquanto adepto, esta época já me senti insultado por arbitragens nojentas, por adversários subservientes para com quem lhes empresta jogadores, por dirigentes da arbitragem e outros parasitas afins.

 

Hoje, enquanto adepto do Benfica, fui insultado pelos profissionais que têm a honra de vestir a camisola do Benfica. Ter a porcaria de atitude que tiveram e fazer a porcaria de jogo que fizeram é um insulto aos adeptos. De todos os insultos, este é o que mais me ofende, este é o que mais me dói.

 

Assim, devo comunicar aos profissionais do Benfica que não posso, enquanto adepto, aceitar que quem tem a honra de servir profissionalmente o Benfica me insulte como hoje me insultaram. Se for preciso, também saberei passar esta mensagem em espanhol.

 

Há uns anos, depois de uma humilhante e indigna derrota senti, através das palavras do Luisão, que o alerta soara e que o murro na mesa surgira… fico à espera de ouvir o barulho do murro na mesa!

publicado por Pedro F. Ferreira às 22:21
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Vergonha!

Assim não vale a pena.

 

Os jogadores do Benfica acho que ainda não perceberam que para ganhar não basta vestir a camisola do Benfica nem jogar razoavelmetne bem. O Benfica tem de jogar mesmo muito para ganhar um jogo.  Noutros clubes, como o dos andrades, jogar mais ou menos chega, porque acabam sempre por ser beneficiados.  Mas no Benfica não chega, não dá.

 

 

O que se tem passado é uma vergonha.

 

Eu como não sou propriamente rico, e não tenho dinheiro para pagar todos os processos de difamação que os arbitros eventualmente me poderiam por no tribunal, vou deixar de falar mais do campeonato este ano.

 

Teria muitos nomes para chamar aos arbiros e a todo o sistema português de arbitragem, mas vou-me calar.

 

Até  a próxima época. e só não dou os parabéns aos andrades pelo campeonato de 2008/2009 porque batoteiros não merecem parabéns.

 

 

 

 

publicado por LMB às 22:11
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Sábado, 3 de Janeiro de 2009

De uma coisa vil chamada arbitragem portuguesa.

Pedro Henriques errou no último Benfica-Nacional. Na minha opinião errou com dolo. Justificou de forma patética a fraude praticada com a convicção torpe de que estava correcto. Deu entrevistas, não justificou o erro, pois não o reconheceu, e justificou a sua “razão” demonstrando um vergonhoso desconhecimento da lei. Isto, por si só, demonstra a fraude que é a sua actuação como árbitro. E isto é grave, porque se trata de um árbitro da primeira categoria (registo, mais uma vez, o paradoxo que é a atribuição desta denominação à vergonha que é a arbitragem portuguesa).

 

Aquilo foi tão escandaloso que o observador (por natureza conivente com este tipo de incompetências) lhe deu a reles nota de 2,3. Como castigo, Pedro Henriques fica sem apitar durante duas jornadas. Daqui a duas jornadas a incompetência de Pedro Henriques pode voltar a decidir jogos… e tudo fica bem, e tudo fica esquecido e nada se passou.

 

No entanto, o que mais me preocupa é o facto de Pedro Henriques ser apenas mais um dos muitos árbitros que em Portugal demonstram constantemente que o seu desempenho alterna entre a má-fé e a incompetência. Os árbitros que temos actualmente são o resultado de décadas de adulteração de classificações de árbitros para fazer ascender à primeira categoria não os melhores, mas o que demonstravam ter uma coluna vertebral mais flexível.

 

O resultado é isto: uma súcia de Xistras, Olegários, Lucílios e quejandos. Uma súcia herdeira de Guímaro, Fortunato Azevedo, Coroado, Donato Ramos, os Calheiros, Martins dos Santos e tantos outros que têm cuspido na arbitragem.

 

Esta adulteração da arbitragem portuguesa passou pelo processo de promoção de árbitros à primeira categoria ou à categoria de internacional. Passou, e muito, pela nomeação de observadores, pelas classificações por estes atribuídas e pelos “acertos” que se faziam posteriormente e que adulteravam ainda mais o que já fora vergonhosamente "cozinhado".

 

Agora resta-nos isto: um grupelho de árbitros deveras incompetentes, maculados por anos e anos de favores, concessões, piscares de olhos, palmadas nas costas, ameaças, ofertas e compadrios. O grande problema é que esta gente decide jogos que decidem campeonatos.

publicado por Pedro F. Ferreira às 19:47
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