VAMOS ACABAR COM AS IMBECILIDADES
Sábado, 25 de Julho de 2009

Sunderland

Foi um jogo com um ritmo mais pausado do que aqueles que vi até agora na pré-época. Calculo que algum cansaço seja mais do que aceitável, já que não me lembro de alguma vez ter visto uma pré-época com tantos jogos num espaço tão curto de tempo. Apesar do ritmo mais baixo (que implicou, por exemplo, uma menor pressão exercida sobre o adversário), pareceu-me que controlámos o jogo sem grandes sobressaltos durante a maior parte do tempo.

O onze apresentado de início não andará muito longe daquele que deverá ser o onze base para esta época. Curiosidade para ver sobretudo o Javi García (estreia absoluta) e o Ramires, no primeiro teste mais a sério. O primeiro acabou por fazer os noventa minutos, enquanto que o segundo jogou apenas a primeira parte. Ambos estiveram discretos, e não vi grandes motivos de realce, quer pela positiva, quer pela negativa. Quanto ao jogo em si, foi o Benfica quem assumiu a despesas de início, com o Sunderland a tentar o contra-ataque sem conseguir criar muito perigo, excepção feita a um lance em que houve uma falha de marcação da nossa defesa, e o Jones apareceu à vontade para cabecear ao lado. Chegámos à vantagem à passagem da meia hora, através de um penálti do Cardozo a castigar uma falta assinalada sobre o Saviola (após mais uma jogada de entendimento entre ele e o Aimar). Pareceu-me forçado o penálti, mas como lá fora em caso de dúvida os árbitros não decidem sempre contra nós, foi assinalado.

Depois do penálti o Sunderland tentou reagir e tomar conta do jogo, mas conforme disse, o Benfica nunca pareceu ter grandes dificuldades para controlar a partida. O melhor período dos ingleses até foi no reinício da segunda parte, mas este ímpeto morreu após dez minutos, com o golo do Maxi Pereira, após recuperar uma bola perto da área adversária e rematar entre as pernas de um defesa adversário. Depois disto, só mesmo mais sobre o final da partida, e mais uma vez após a entrada do Coentrão, é que as coisas voltaram a animar, com o Benfica a chegar perto do terceiro golo, mas faltou acertar no alvo.

Quanto aos jogadores, já quase nem é preciso repetir os elogios do costume ao Maxi. O Shaffer parece estar claramente a subir, e dos centrais gostei mais do David Luiz (é natural que o Luisão ainda esteja com falta de ritmo). O quarteto da frente (Cardozo, Saviola, Aimar e Di María) continua a prometer muito para esta época - gosto mesmo muito de ver aquelas combinações que às vezes o Saviola e o Aimar tiram do bolso - e o Coentrão, para não variar, veio dar um safanão ao jogo.

Daqui a dois dias, novo jogo. Com esta barrigada de jogos do Benfica após o jejum do defeso, acho que vou ficar mal habituado e estranhar quando passarmos a jogar só uma vez por semana.

publicado por D`Arcy às 02:10
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Sexta-feira, 24 de Julho de 2009

Rui Cartaxana

Quem se foi habituando à leitura do que por aqui escrevo, sabe da falta de confiança que tenho em grande parte dos jornalistas desportivos. Mas há excepções.

Há aqueles a quem reconheço verticalidade e independência. Rui Cartaxana, além desses atributos, era também competente e uma referência do jornalismo desportivo.

Nos últimos tempos foi um dos poucos, senão mesmo o único, que vi escrever sem medos, sem amarras e de cabeça levantada sobre a podridão corrupta das últimas décadas do futebol português.

Faleceu hoje. Se o seu exemplo não for seguido, o jornalismo desportivo perderá muito mais do que imagina.

publicado por Pedro F. Ferreira às 16:26
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Quinta-feira, 23 de Julho de 2009

Breves apontamentos.

Reyes.

 

Continuo a considerar que Reyes foi o futebolista mais exclamativo do Benfica na época passada. Como tal, gostaria que continuasse no Benfica. No entanto, a sua manutenção não deverá ser equacionada apenas em função das suas capacidades ou custos. Continuo a considerar que ainda não é o momento para ter uma palavra definitiva sobre este assunto…

 

Simão e declarações de benfiquismo.

 

Simão foi o futebolista que mais gostei de ver jogar no Benfica nas últimas épocas. É um futebolista de enorme categoria, foi capitão de equipa e dedicou-se ao Benfica com um assinalável profissionalismo. Sempre achei que as demonstrações de benfiquismo que se observavam nas suas práticas profissionais deveriam ter eco também nas entrevistas que dava.

Depois de ter saído, começou, então, a dar testemunho de benfiquismo nas entrevistas à comunicação social. Registo como positivo este sinal claro de que se prepara, a médio prazo, o seu regresso ao Benfica.

 

Javi e o preço.

 

Com os dados que possuo, tenho a sensação de que foi uma contratação cara. Repito: com os dados que possuo… dados que pecam por defeito. No entanto, só a relação entre o valor pago e o rendimento desportivo do futebolista fará justiça ou não à sensação que agora tenho. Espero estar enganado.

 

Novo guarda-redes.

 

Não sei quem será, nem sei se será contratado um novo guarda-redes. Para mim, não é prioritário. Se vier, que venha algum que efectivamente faça a diferença relativamente à qualidade dos que lá temos. Não me parece que se deva contratar alguém para substituir o 3º guarda-redes.

 

Dispensas: Balboa e J.Ribeiro.

 

Balboa e Jorge Ribeiro vão ser dispensados. Lamento a dispensa de Balboa, pois quero acreditar que, ultrapassados alguns bloqueios, poderia ser um futebolista bastante válido. Gostaria que lhe dessem mais uma época.

 

O dia da apresentação.

 

O dia da apresentação foi um bom dia. Numa terça-feira, ao fim da tarde, o Estádio praticamente encheu. Viveu-se um ambiente de festa que demonstrou a confiança depositada nesta equipa. A equipa retribuiu com uma atitude e um futebol que nos permitem ter todas as esperanças, apesar de vivermos num sistema em que até o árbitro Hugo Miguel pode pertencer à 1ª categoria.

Além de tudo isso, a grande surpresa acabou por acontecer: a Tertúlia Benfiquista esteve bem representada no relvado do Estádio da Luz, antes do início do jogo, com o Pedro Ribeiro a fingir que sabe cantar.

publicado por Pedro F. Ferreira às 16:15
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Juniores

O Conselho de Disciplina da FPF tomou ontem uma decisão previsível face aos acontecimentos na academia de Alcochete, aquando do jogo para a fase final do Campeonato Nacional de juniores entre o sportém e o Benfica, e puniu ambos os clubes com uma derrota por 3-0, para além da obrigatoriedade da realização dos próximos seis jogos entre os dois clubes à porta fechada. A consequência mais mediática desta decisão acaba por ser a conquista do título de campeão nacional do escalão pelo Benfica. Quanto à consequência mais óbvia, essa já se começa a observar, que é a chinfrineira da parte da lagartagem sobre esta decisão, já que como é óbvio esperariam conseguir conquistar na secretaria aquilo que não conseguem dentro do campo. Na sua lógica distorcida, o Benfica é que foi o único responsável pelo que se passou em Alcochete, enquanto que os cândidos lagartos saltitavam de nenúfar em nenúfar, ébrios na sua imaculada inocência. Este comportamento velhaco da lagartagem não é nada que surpreenda.

Resolveram meter na cabeça que os adeptos do Benfica foram até lá com a intenção expressa de acabar com o jogo. Não percebo a lógica deste raciocínio. Se havia alguma equipa em situação mais desesperada antes deste jogo, era o sportém. Ao Benfica bastava o empate; o sportém tinha que vencer, ainda para mais uma equipa que já os tinha batido sem apelo nem agravo no Estádio da Luz. Aliás, as crónicas referem que no momento em que a lagartagem invadiu o terreno de jogo (sim, foi a lagartagem quem interrompeu o jogo e que depois, muito depois da claque do Benfica estar reunida e controlada pela polícia, continuou sem arredar pé do relvado) era mesmo a equipa do Benfica quem já mostrava ascendente na partida - temos inclusivamente exemplos anteriores da forma como a lagartagem gosta de reagir quando começa a ver um jogo mal parado, pois basta lembrarmo-nos como os cândidos membros de uma das suas claques reagiram a um golo do Geovanni no Alvalixo (certamente, conhecido o seu fair play, teriam apenas a inocente intenção de congratular o Geovanni pelo golão).

Quanto à auto-proclamada inocência da lagartagem, convém explicar qual é o conceito de 'inocência' que esta gente tem. Ainda os nossos adeptos não tinham entrado no curral de cabras, e cá fora já estavam a ser bombardeados com pedras atiradas por membros das claques do clube mais inocente do mundo. Curiosamente, e apesar do Benfica ter pedido as imagens das câmaras de segurança do exterior da academia, o sportém não quis ou não foi capaz de as fornecer. Vá-se lá saber porquê. Talvez mostrassem que enquanto os lagartos saltitavam de nenúfar em nenúfar iam atirando uns calhaus pelo caminho, o que não se coaduna de forma alguma com a suposta inocência no processo que não se cansam de anunciar. A entrada na academia foi feita debaixo de uma chuva de pedras (como, aliás, foi noticiado na altura pela repórter da Benfica TV presente, sendo depois por isto a Benfica TV acusada de 'falta de isenção jornalística' por algumas bestas 'isentas' na imprensa desportiva, nomeadamente um idiota de lagarto empedernido que dá pelo nome de José Manuel Freitas). Ao chegarem ao agora famoso 'caminho de cabras', os adeptos do Benfica, face ao anteriormente passado, ripostaram. E eu não quero com isto desculpar de forma alguma esta atitude: para mim isto é igualmente condenável, e por isso mesmo o Benfica foi castigado com uma derrota. Foram estas as imagens que vimos nas televisões generalistas, e que foram aproveitadas para vender a ideia de que os pacatos lagartos estavam ali descansados a ver o jogo, sem incomodar uma mosca, quando de repente uma horda de selvagens benfiquistas entrou por ali dentro a apedrejar tudo o que se mexia. Se por acaso olharem com atenção para as imagens, até verão que enquanto os benfiquistas atiram pedras, a polícia, que os acompanhava, nada faz. Isto porque a própria polícia testemunhou aquilo que se tinha passado antes, e terá sido com base nos relatórios da polícia, que apontam culpas aos adeptos dos dois clubes intervenientes, que a decisão do Conselho de Disciplina foi tomada.

Depois foi o que se viu. Invasão do campo por parte da lagartagem, abraços homoeróticos entre o Cabeça de Cotonete e gente rude de tronco nu e suado, o director de comunicação do sportém a roer as unhas de inveja e, numa atitude a todos os níveis louvável, desatarem a marrar contra tudo o que era vermelho. Quer isto dizer que os familiares dos jogadores benfiquistas, que se encontravam já nas bancadas, se tornaram alvos da fúria da lagartagem, sendo arremessados todo o tipo de objectos na sua direcção, o que obrigou a que essas pessoas tivessem que encontrar refúgio. Mas isto foi apenas mais um acto perfeitamente inocente, de adeptos que se comportaram de forma absolutamente exemplar o tempo todo, que foram apenas vítimas, e não têm quaisquer culpas no cartório. A culpa foi apenas e só dos benfiquistas, que até planearam a coisa toda, tal era o medo que tínhamos de perder um título de juniores para uma equipa que foi banalizada no Estádio da Luz (onde, curiosamente, os selvagens adeptos benfiquistas não andaram a apedrejar tudo o que mexia).

Agora que venha a peixeirada do costume da parte dos viscondes de chinelos. Por mais que eles clamem inocência, que falem de 'verdade desportiva', que utilizem seja que argumentos forem, a gente sabe que apenas uma coisa os move. Aquilo que os tem movido desde os primórdios da sua ridícula existência, passada invariavelmente na sombra. A enorme e incomparável azia de verem o Benfica ganhar algo.

publicado por D`Arcy às 12:17
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Quarta-feira, 22 de Julho de 2009

Atletico

Ao quinto jogo, a primeira derrota na pré-temporada. Fico triste pelo resultado, particularmente por ser o jogo de apresentação aos adeptos, mas não posso evitar sentir alguma satisfação pelo futebol apresentado, em particular na primeira parte. Satisfeito também pelos mais de 57.000 benfiquistas que quiseram assistir ao vivo à apresentação da sua equipa.

O Atletico não veio simplesmente participar na festa, e soube complicar-nos a vida. Chegaram cedo à vantagem, num remate colocado de fora da área, mas em pouco tempo o Benfica empatou, com um golo fácil do Cardozo a passe do Saviola. Os pormenores mais interessantes continuam a ser a forma como a equipa pressiona - por diversas vezes foi possível ver a bola na posse do adversário e os nossos dez jogadores de campo todos dentro do meio campo adversário - e o futebol apoiado que conseguimos jogar, com trocas de bola rápidas em passes curtos, tendo o portador da bola quase sempre mais do que uma opção de passe. Infelizmente, o árbitro do encontro (não sei onde é que conseguimos desencantar estes gajos; como se já não bastasse ser isto que temos que enfrentar durante a época regular, ainda conseguimos encontrar árbitros dispostos a fazer horas extraordinárias durante a pré-época) resolveu que também queria ser protagonista, e conseguiu-o. O Atletico, com o golo do Forlán de penálti, chegou ao intervalo em vantagem.

A segunda parte foi jogada num ritmo mais pausado, e foi bem menos interessante de seguir, até porque as diversas substituições foram retirando qualidade ao jogo. Só mesmo as entradas do Mantorras e do Coentrão vieram dar alguma animação, mas o resultado não se alterou até final. Gostei de ver o Amorim a trinco, e também dos argentinos Aimar, Di María e Saviola. Para não variar, o Coentrão voltou a ter uma boa entrada no jogo, animando algo que parecia ter caído na monotonia. O Sepsi teve mais um jogo muito sofrível, e o Shaffer, que o substituiu, mostrou mais uma vez atributos sobretudo no aspecto atacante. O Cardozo picou o ponto, mas foi algo perdulário na segunda parte. Novidade foi apenas a estreia do Ramires, mas não teve grandes oportunidades para mostrar muito - embora tenha aparecido mais no jogo quando saiu da direita para ocupar uma posição mais central. O Maxi teve a entrega do costume, mas na primeira parte deu alguns espaços a defender, só que felizmente não houve um Reyes particularmente inspirado que os soubesse aproveitar. Quanto aos centrais, desfeita que foi a dupla Roderick/Miguel Vítor para que o David Luiz se estreasse nesta pré-época, pareceu-me que se deixaram ultrapassar com demasiada facilidade pelo Agüero no lance do penálti. O Miguel Vítor esteve perto de marcar por duas vezes, mas precisa de afinar a pontaria.

Mau resultado à parte, saí da Luz com alguma satisfação por aquilo que vi a equipa produzir, sobretudo na primeira parte. Mostrámos momentos de muito bom futebol, e não me parece que o resultado espelhe aquilo que se viu em campo. Espero grandes alegrias deste plantel.

publicado por D`Arcy às 00:40
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Terça-feira, 21 de Julho de 2009

Pena

Por princípio (e porque quero acreditar que não sou idiota), não digo mal de um jogador que não conheço. Dou-lhe sempre o benefício da dúvida até o ver jogar. Não conheço suficientemente bem o Javi García para dizer se 7M€ é ou não um bom negócio. Também no ano passado muita gente (eu incluído) teve dúvidas sobre os 5M€ por 50% do Sidnei e hoje não há ninguém com dois olhos na cara que diga que enfiámos um grande barrete.
 
Por outro lado, também não vou na cantiga dos adeptos do Real Madrid (nunca os comentários da Marca foram tão citados na comunicação social portuguesa...) a agradecerem-nos o facto de o termos comprado. Quem é de um clube que gasta mais de 200M€ em quatro jogadores, acha naturalmente que Saviolas e Javi Garcías não têm lugar no seu plantel. Aliás, como também se querem ver livres de jogadorzinhos como o Huntelaar, Sneijder, Robben, Van der Vaart e Drenthe (como diz o D’Arcy quase 50% dessa selecçãozinha que é a holandesa) que, todos eles, seriam titulares de caras em qualquer equipa portuguesa.
 
Para mim, é igualmente óbvio que o Javi García vem preencher um lugar importante no plantel. Saiu o Katsouranis e não tínhamos ninguém para o substituir na sua posição de origem. Como disse o Jorge Jesus, o Yebda tem potencialidades para ocupar aquele lugar, mas precisa de ser trabalhado.
 
O título deste post tem a ver com a pena que eu tenho que não pudéssemos dar 6,5M€ pelo Reyes. Só isto. Porque nos arriscamos a ter um Miccoli parte II. Não o queremos por determinado valor, mas passado pouco tempo suspiramos por ele, só que aí pedem-nos duas vezes esse valor. No entanto, como ainda tenho esperanças (afinal, ele pode jogar a avançado...), espero que o Javi García não fique com a camisola nº 6...
 
P.S. – Gostaria igualmente de ver esclarecido, de uma vez por todas, a questão dos dois jogadores do Atlético Madrid que ficaram combinados aquando da transferência do Simão. É que, pelas minhas contas, supostamente só teríamos de dar 1,5M€ pelo Reyes...
 
P.P.S. – Acho essencial, a bem da mística e de uma voz de comando na equipa titular, que a camisola nº 4 tenha o mesmo dono das épocas anteriores...
publicado por S.L.B. às 13:51
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Bom dia.

Mais do que um desejo sincero que reflecte boa educação, este “bom dia” é a expressão da convicção de que hoje será um bom dia.

 

Apesar de o Simão estar a jogar na outra equipa. E por falar em Simão, chegam a ser comoventes as juras e promessas públicas de amor eterno ao Benfica. São idênticas aos comoventes e insistentes pedidos privados que há uns anos ele fez para sair do Benfica.

 

Apesar de o Reyes estar a jogar na outra equipa. E por falar em Reyes… ok, por aqui e por agora me fico.

 

Apesar de considerar que não há Javier que valha o dinheirão que pagámos. Apesar de alguns pesares, acredito que será um bom dia. Um bom dia e com agradáveis surpresas.

publicado por Pedro F. Ferreira às 11:07
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Segunda-feira, 20 de Julho de 2009

Porque é que nos preocupamos...?

Estádio do CRAC, jogo de apresentação aos sócios, minuto 13, resultado 0-0.

 

 

O que é que foi assinalado? Obviamente, o costume quando é contra o CRAC: falta atacante e respectivo cartão amarelo!

 

Desafio: alguém que não tenha visto o jogo leu alguma coisa acerca deste lance? Ou algo sem ser a "brilhante" vitória do CRAC? Claro que não se contesta um resultado de 3-0, pois não...? Mais facilmente haveria vida em Marte do que o CRAC ficar a perder em casa no jogo de apresentação...

 

De que nos servem Saviolas e afins quando do outro lado está um Sr. João Lamares? Quem quer apostar que este árbitro fará parte da 1ª categoria no próximo ano?

publicado por S.L.B. às 12:05
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Sportem S&M

Após o surgimento das equipas SAD, surgem agora as equipas S&M. Diz-se por aí que uma agremiação de queques pagou a uns holandeses para que estes humilhassem a dita agremiação diante dos seus sócios. Ao que parece, os sócios mais conservadores não gostaram.

publicado por Anátema Device às 11:59
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Domingo, 19 de Julho de 2009

Olhanense

Já será um lugar comum dizer isto, tantas foram as vezes que o ouvi nos comentários durante a transmissão televisiva, mas este foi um jogo já muito próximo daquilo que nos esperará na Liga, incluindo a má qualidade da arbitragem.

Houve um relativo equilíbrio durante grande parte do tempo, e para mim a maior satisfação foi mesmo a forma como a equipa reagiu à adversidade daquele penálti, quando já só faltava meia hora para o final. Não é algo a que eu esteja muito habituado em tempos recentes, já que o mais habitual seria a equipa desconcentrar-se e perder o jogo. O Cardozo redimiu-se do primeiro penálti que eu o vi falhar, e marcou um golaço, e depois, mesmo sendo um jogo quase a feijões, a equipa continuou a lutar até ao último minuto pela vitória, vindo a consegui-la precisamente nesse último minuto, com uma cabeçada do Miguel Vítor, a dar mais um exemplo (se mais fossem precisos) de que é um jogador à Benfica.

O Patric voltou a deixar-me uma má impressão, Rúben Amorim discreto como interior direito, Shaffer com altos e baixos (normalmente os melhores pormenores são a apoiar o ataque, e os piores são distracções defensivas). O Yebda voltou a ter algumas perdas de bola incompreensíveis. Dos dois 'putos' centrais, o habitual, mas o Roderick nesta pré-época deve ter estranhado a facilidade com que se assinalam penáltis contra nós, porque ele esteve envolvido em dois. O Di María foi caindo com o tempo, enquanto que o Aimar entrou mal mas foi melhorando. Quem entrou bem no jogo foi o Carlos Martins e, mais uma vez, o Coentrão, que com estes jogos deve estar a garantir um lugar no plantel. O Saviola fez aquele que terá sido o jogo mais discreto até agora, e o Cardozo apareceu na altura certa (ainda não percebo a forma como marcou aquele penálti, porque ele costuma marcá-los quase sempre em força). Quanto aos guarda-redes, nada de particular a apontar, mas parece-me que o Moreira está neste momento em vantagem.

Agora é esperar por terça-feira, para poder ver o Benfica 2009/10 ao vivo. E guardar ainda uns aplausos para o Simão, e até para o Reyes, se ele aparecer.

publicado por D`Arcy às 02:34
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