VAMOS ACABAR COM AS IMBECILIDADES
Sexta-feira, 30 de Abril de 2010

Imagens chapadas

 

 

Nunca um nome adoptado por um futebolista foi tão adequado: o Hulk da BD é uma personagem com ar retardado e o QI de uma pedra da calçada, que se refere a ele próprio na terceira pessoa do singular e que não consegue articular frases completas, balbuciando apenas palavras desconexas. Quando se enerva, parte para a ignorância e parte tudo o que encontra à frente (portas de balneário e stewards incluídos, presume-se). Qual é a diferença entre o Hulk da Marvel e o Hulk do FC Porco? O Hulk da Marvel, quando se acalma, transforma-se no Bruce Banner. O Hulk do FC Porco vai-se transformar num melão.

 

 

 

O Dick Dastardly, por outro lado, é um velhaco com um queixo desmesurado e um cão que vive segundo o lema de que os fins justificam os meios e que recorre a todo o tipo de esquemas reles e desonestos para tentar ganhar. Qual é a diferença entre o Rui Moreira e o Dick Dastardly? O Rui Moreira já não tem cão.

publicado por Carlos Miguel Silva (Gwaihir) às 15:30
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Quinta-feira, 29 de Abril de 2010

Nada temam!

Sobre a questão que durante o dia de hoje animou aqui o blogue "Tertúlia Benfiquista", concordo totalmente com o que este gajo disse ontem na Benfica TV: :)

 

publicado por Pedro F. Ferreira às 20:01
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A ida ao ninho do Dragão! (Adenda)

Este Domingo vamos ao ninho do Dragão. Eu estou com medo.

 

O meu medo não se prende com o jogo em si ou com o risco do campeonato. O campeonato independentemente do resultado de Domingo está no papo.

 

O meu medo está relacionado com aquilo que poderá acontecer com os nossos adeptos. Espero bem que não haja nenhuma tragédia a lamentar mas perante as declarações do conhecido lider da claque do FCP fico preocupado. 'por muito que eu tenha boa vontade, que a polícia tenha boa vontade e que toda a gente tenha boa vontade, depois de tudo o que se passou neste campeonato, é normal que todos os adeptos se sintam revoltados e com os nervos à flor da pele. Vamos tentar que as coisas corram pelo melhor, mas vai ser muito difícil'.

 

O meu medo está ainda relacionado com o ambiente hóstil que a nossa equipa irá encontrar dentro dos balneários e dentro dos túneis. Faço um apelo aos nossos atletas para não reagir, nem sequer a agressões. Façam como Jesus ensinou e ofereçam a outra face.

 

Nessa medida e para não arriscar e vir a hipotecar o futuro a curto e a médio prazo acho que o 11 do Benfica devia ser algo como: Moreira, L. Filipe, Rodrick, M.Vitor, J.Ribeiro, Airton, F. Menezes, E. Luís, Kardec, N.Gomes, Mantorras. Além disso, este 11, permitia que todo o plantel fosse campeão a jogar.

 

 

 

 

 

 

publicado por LMB às 14:13
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Morituri te salutant

Águia Guerreira

 

Estamos em tempo de guerra. Está na altura de cerrar fileiras, de armar as tropas e partir para a batalha.


A provar o que muitos de nós já por aqui temos escrito, para sermos os melhores tivemos que ser, durante todo o ano, muito melhores. Incrivelmente superiores. Como já não éramos há muito tempo.

 

Em conversa com a família da Tertúlia, à mesa, ouvi e anuí: no Domingo, quero ver gladiadores dentro de campo. A suar sangue, a dar tudo, com a raça e o querer que faz de Nós Benfica. Porque a ambição da nossa grandeza não está só no mérito técnico, na nota artística, por mais que este ano tenhamos conseguido aliar o útil ao (muito) agradável, sem reminiscências dos cinismos práticos de quem teve que esticar a muito pouca ferramenta disponível para cinzelar pedra bruta.

 

Acima de tudo, porque o nosso campeonato não se reduz a uma vitória, espero que Domingo seja uma machadada final e simbólica. O triunfo de uma potência que está agora a renascer inquebrantável para uma hegemonia contra a mesquinhez, a falsidade, a manipulação e a prostituição reles dos valores como meios para atingir fins.

 

É preciso que haja consciência de tudo o que os trapaceiros nos vão colocar à frente mas enfrentar a refrega com a habilidade dos guerreiros-vermelhos-poetas, de forma digna e honrada. Mesmo com a certeza que há lições que nem com os exemplos podem ser apreendidas, por quem não tem estrutura e nunca saberá fazê-lo da mesma forma.

 

Por isso, para os fatalistas que inacreditavelmente esperam o pior: esperem-no dos outros, esperem tudo e mais do que conseguem conceber. Dos Nossos, não esperem menos do que aquilo que já nos deram e têm dado até agora: os nosso gladiadores não o merecem.

publicado por Onyros às 11:26
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Terça-feira, 27 de Abril de 2010

É p'ra ganhar!

Como não podia deixar de ser, o meu pensamento tem o relógio adiantado para próximo Domingo, às 20h15min.

Bem sabemos que todo o ambiente à volta do jogo que terá início a essa hora, na cidade do Porto, será extremamente adverso ao Benfica (tal como foi em Abril de 1991...), o que obviamente não pode ser ignorado e requer que a direcção do Benfica e nós, adeptos, estejamos atentos.

No entanto, eu prefiro pensar no que irá passar-se dentro das 4 linhas, durante as 2 horas seguintes. E estou certo que é apenas nisso em que os jogadores estão a pensar e que, portanto, não serão afectados por eventuais "manobras de diversão" que possam acontecer ao longo da semana.

 

Escusado será dizer que, mais do que nunca (e cingindo-me apenas ao jogo em si, se é que tal é possível...), aguardam-se grandes dificuldades que o adversário, por si só, e certamente motivado, irá criar. O Benfica terá de saber ser paciente.

No entanto, "paciência" não é sinónimo de "passividade". Mesmo sabendo que ao Benfica basta um empate para alcançar o tão almejado objectivo de ser Campeão, espero que o Benfica entre em campo com a atitude própria de quem quer vencer o jogo.

A meu ver, a melhor forma de impedir o adversário de "tomar conta" do jogo é ser o Benfica fazê-lo. Sem correr riscos desnecessários, é claro - acima de tudo, a equipa tem de estar muito concentrada e preparada para um jogo muito intenso. Mas tendo em conta o modelo de jogo do Benfica, não consigo imaginar o Benfica a jogar meramente na expectativa (mesmo sabendo que o adversário irá tudo fazer para ter a iniciativa do jogo). E isto sem prejuízo, como se tem provado ao longo da época, do rigor defensivo que tem sido a norma.

Bem sei que é uma ilusão pensar que as quatro linhas que delimitam o terreno de jogo torna-lo-ão impermeável a todo o ambiente que um jogo como este (e mais ainda com o que está em jogo) sempre desencadeia. Mas acredito plenamente que, mesmo tratando-se de um jogo de elevado grau de dificuldade, a nossa equipa tem a qualidade necessária para vencê-lo. E estou certo que a própria equipa também pensa assim.



PS: A decisão de agendar os jogos da última jornada para Domingo às 20h15min demonstra, a meu ver, o quão refem a Liga está da SportTV.Por sua vez, esta empresa volta a prestar um mau serviço a todos os que gostam de futebol (e não me refiro apenas aos Benfiquistas).

Numa jornada em que, mais do que nunca, se espera que os adeptos acorram aos estádios, e havendo a possibilidade de jogar, por exemplo, às 18h00 (ou até mais cedo) não compreendo a opção por marcar os jogos para o final da véspera de um dia de trabalho...

publicado por tma às 15:12
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O tolo da aldeia.

MST, ao escrever sobre as dores que o seu clube lhe provoca, consegue superar-se, consegue ser mais do que ele. Aquilo redunda numa garotice pegada e birrenta, numa pública exibição de um ridicularia que não diverte, mas entretém. Ainda que a exposição sistemática das suas contradições, das suas incoerências, das suas sinuosas e voláteis opiniões acabe por se tornar tão enfadonha como patética, acabamos por conviver com esta triste personagem. Aceitamo-lo como se aceita o tolo da aldeia.

 

Vê-lo, do alto da presunção dos seus valores e princípios imutáveis e inquestionáveis, defender, em nome dos mesmos, uma horda de corruptos, recorda-me aqueles cata-ventos, em forma de galo, feitos de lata (e que lata!), altaneiros e ufanos, que, sempre fixos no suporte das suas convicções inabaláveis, rodam e giram com o vento na presunção de que as suas voltas e reviravoltas não se tornam notadas.

 

MST, hoje, na sua semanal crónica no jornal “A Bola” choraminga-se e faz birra por causa do cartão amarelo do Falcao e da suposta injustiça do mesmo. A argumentação é tão patética como é coerente com as reviravoltas argumentativas que o dito galaró costuma fazer. Reviravoltas, pinos e acrobacias que o Ricardo Araújo Pereira tem demonstrado existirem nos textos do MST, citando (e mostrando que é uma citação, pois isso da apropriação das palavras alheias sem se chamar plágio é um exclusivo de outro que não o Ricardo) as palavras do próprio Sousa Tavares.

 

Deste modo, lá vai, por entre o enxovalho de se confrontar com a contradição das suas palavras, apelidando o Ricardo Araújo Pereira como “arquivista”. Acaba por ser justo, pois um bom “copista” precisa de um “arquivista” que lhe recorde quais as palavras que são suas e as que são dos outros… É que, de quando em vez, há quem publique palavras dos outros como sendo suas.

publicado por Pedro F. Ferreira às 10:43
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Segunda-feira, 26 de Abril de 2010

Faltam dois jogos.

- contra o Olhanense vimos mais uma vitória, mais uma vitória limpa, mais uma vitória do Benfica, mais três pontos, mais uma demonstração de que podemos confiar nesta equipa para conquistar o campeonato. Os pessimistas antecipam o apocalipse sob a forma de um conjunto de lesões, castigos, agressões e terrorismo afim no estádio do ladrão frente a uma equipa de andrades que tudo fará para nos parar. Mais do que optimismo ou pessimismo, sinto-me confiante. Sinto confiança nesta equipa e na sua capacidade de, no final do campeonato, se sagrar campeã. Tal como temos demonstrado em campo que somos melhores do que os outros, os outros, para nos vencerem, terão de provar no campo que são melhores do que nós. E se não será fácil para a nossa equipa também não será fácil para os nossos adversários. Além disso, se olharmos racionalmente para a classificação, nós estamos no lugar onde os outros gostariam de estar. Basta-nos um empate em dois jogos e ,mesmo assim, acredito, confio que faremos mais do que os mínimos, sabendo que esses mínimos serão o suficiente para festejar. Neste momento, resta confiar nos nossos. Sei que falta pouco, muito pouco, para podermos soltar o grito que anda aprisionado nas nossas gargantas. Sem certezas, mas com a confiança que já demonstrou merecer, confiemos na nossa equipa, confiemos nos nossos, na nossa vitória, mas com a certeza de que as contas só se fazem no final.

 

- faltam 2 jogos. Faltam 2 jogos... parecem tão poucos jogos e ainda são tantos. Faltam apenas 2 jogos. Ainda faltam 2 jogos.

publicado por Pedro F. Ferreira às 17:45
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Domingo, 25 de Abril de 2010

Futsal

OK, ainda não foi hoje que celebrámos a conquista do campeonato. Mas como disse ontem o Saviola, vamos ao Porto tratar disso.


Hoje celebramos, sim, o facto da nossa equipa de futsal se ter sagrado campeã europeia, depois de nos 'vingarmos' do Interviú e vencermos a final por 3-2, após prolongamento. Contra uma grande equipa, contra uma má arbitragem, e contra uma falta de sorte inacreditável (perdi a conta ao número de bolas enviadas aos ferros da baliza espanhola). É um feito incrível, e mais um título a juntar aos muitos que esta equipa nos tem dado. Depois da brilhante época passada, em que conquistámos todas as competições internas, esta época podemos fazer ainda melhor: conquistámos a Supertaça e a UEFA Futsal Cup, estamos na final da Taça de Portugal, e partimos para os playoffs do campeonato com todas as condições para defendermos o nosso estatuto de tricampeões. Carrega Benfica!

publicado por D`Arcy às 20:45
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Quase

Creio que se, antes do jogo, perguntassem aos benfiquistas como gostariam que este jogo corresse, dificilmente algum conseguiria lembrar-se de uma história tão perfeita quanto aquela a que assistimos esta noite. Tudo correu de feição: começar a ganhar cedo, logo a seguir adversário reduzido a dez unidades e a jogar de forma pouco complicada, goleada no final e com três golos do Cardozo. E sem ser sequer necessário forçar muito. Tudo se conjugou para uma noite tranquilíssima, e uma vitória muito, muito fácil. Isto perante uma Luz praticamente cheia, com um ambiente absolutamente fantástico, e ansiosa por poder soltar o grito de 'Campeões!'.

Nenhuma surpresa no onze inicial do Benfica, com o Weldon, justificadamente, a manter a titularidade no ataque, e também com o Rúben Amorim a manter-se no onze, desta vez recuando para a direita da defesa, já que em Coimbra tinha jogado no meio campo. O Cardozo acabou por jogar também, apesar de ser notório que não estaria nas melhores condições físicas e que terá estado em dúvida até ao último momento, o que se comprova pela presença do Kardec no aquecimento. Conforme escrevi, as coisas começaram a resolver-se muito cedo: no primeiro ataque do Benfica, aos dois minutos de jogo, penálti por mão na bola após cruzamento do Weldon na esquerda, e golo do Cardozo. E aos nove minutos, a coisa ficou ainda mais fácil, já que o mesmo jogador que tinha cometido o penálti teve uma entrada desmioladamente desnecessária sobre o Di María, e foi naturalmente expulso. As facilidades do Benfica neste jogo nem terão sido tanto uma consequência directa da expulsão, mas mais, na minha opinião, da atitude do Olhanense, que mesmo reduzido a dez não abdicou de continuar a jogar no seu estilo habitual, mantendo quase sempre três jogadores bem abertos na frente e deixando apenas dois médios. Isto resultou em muito espaço livre para que os nossos jogadores pudessem explorar em ataques rápidos, e por onde o Aimar podia deambular e movimentar todo o nosso futebol.

Não foi surpresa portanto que o segundo golo do Benfica tenha surgido precisamente através da exploração desses espaços que o Olhanense concedia atrás. Foi aos dezassete minutos, num contra-ataque rápido, no qual o Aimar solicitou o Di María na esquerda, que depois fez o resto, flectindo para o centro e puxando a bola do pé esquerdo para o direito para evitar os defesas, marcando depois com este pé (se calhar há um ano não acreditaria que o Di María fosse capaz de marcar um golo com o pé direito). Com as vantagens numérica em campo e confortável no marcador obtidas tão cedo, o Benfica pôde então jogar tranquilamente e, mesmo assim, ir sempre ameaçando aumentar a vantagem no marcador. Aliás, para qualquer um que assistisse ao jogo o ampliar da vantagem do Benfica era praticamente uma certeza, sendo apenas irritante que revelássemos alguma inépcia e demorássemos tanto tempo a fazê-lo. O Aimar e o Javi estiveram perto de marcar, em remates de fora da área, depois foi o Weldon e novamente o Aimar que quase marcaram, numa confusão a seguir a um lançamento lateral do David Luiz, e finalmente foi o Cardozo que, talvez por estar diminuído fisicamente, não teve atrevimento suficiente para se lançar a uma bola. Por isso mesmo, apesar da tranquilidade no marcador, fui para o intervalo irritado por não termos sabido explorar melhor todo o espaço que nos era concedido.

A entrada na segunda parte foi aquilo a que o Benfica nos habituou esta época: fortíssima, e a dissipar quaisquer dúvidas (se é que ainda as havia) sobre o vencedor da partida. Sendo óbvio que já nada conseguiria tirar deste jogo, o treinador do Olhanense abandonou a atitude ofensiva e reorganizou a equipa em 4-4-1, preferindo fechar os caminhos para a baliza de forma a evitar uma possível goleada histórica. Evitou a parte histórica, mas não a goleada. E muito por culpa do génio do Di María, que já tinha feito uma boa primeira parte, e nesta segunda andou a espalhar classe pelo campo. Com oito minutos decorridos, fez um passe de letra genial que isolou o Cardozo, e este finalizou sem dificuldade. E três minutos depois já o paraguaio festejava outra vez, e mais uma vez após uma assistência do Di María, que com um passe rasteiro da esquerda deixou ao Cardozo apenas o simples trabalho de empurrar para as redes. Abrandando depois um pouco, ainda assim não foi por isso que o Benfica deixou de criar oportunidades. O Coentrão teve uma ocasião excelente, isolado frente ao guarda-redes, mas permitiu-lhe a defesa. Isto quando lhe bastaria dar um pequeno toque para o lado para que o Cardozo somasse mais um golo. O próprio Cardozo só se pode queixar de si próprio por não ter marcado mais, já que falhou de forma incrível um cabeceamento após um cruzamento perfeito do Ramires. Só o Aimar conseguiu voltar a fazer funcionar o marcador, aproveitando um mau alívio de um jogador do Olhanense, que chutou a bola contra si, para marcar. De realçar ainda, e mais uma vez, o Di María, que repetiu a gracinha do passe de letra para isolar novamente o Cardozo, sem que este conseguisse depois tocar a bola para a baliza, e que esteve ainda perto de marcar um golo monumental, quando teve uma recepção fabulosa e, sem deixar a bola cair, rematou para um grande defesa do guarda-redes do Olhanense. O jogo terminou com uma goleada por cinco golos, e ficámos todos com a sensação que poderiam ter sido muitos mais, mesmo sem ter sido necessário acelerar a fundo..

Escolher o autor de três golos como o homem do jogo seria natural, mas eu prefiro destacar o Di María. Absolutamente genial e decisivo. Esteve na expulsão do jogador do Olhanense, marcou um golo, fez duas assistências e espalhou classe pelo campo, estando perto de marcar mais. Pareceu também ser o jogador mais empenhado em oferecer golos ao Cardozo. Cardozo que, mesmo jogando em dificuldades físicas, conseguiu marcar por três vezes. E não duvido que, se estivesse em perfeitas condições, teria marcado mais outros tantos, já que houve vários lances em que ele claramente se resguardou ou evitou o choque. Merece também óbvio destaque o Aimar. El Mago foi o motor da equipa, aproveitando da melhor forma os espaços que lhe foram sendo concedidos e fazendo funcionar o carrossel. Conseguiu ainda o golo que premeia a sua exibição. Uma menção ainda para o Fábio Coentrão, que continua a mostrar a quem quiser ver que é, actualmente, o melhor lateral esquerdo português. Só foi pena o egoísmo naquele lance em que poderia ter oferecido mais um golo ao Cardozo.

Está quase. Falta apenas um ponto. Que até pode nem ser necessário. A Nação Benfiquista deseja muito celebrar este merecido título, e o ambiente hoje vivido na Luz poderá dar uma pequena ideia daquilo que estará para vir quando pudermos, finalmente, gritar 'Benfica Campeão!'.

publicado por D`Arcy às 03:32
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Isto não se faz

Vai um gajo ver o jogo, preparado para sofrer do princípio ao fim. Mas em vez de 90 minutos de sofrimento, vejo um autêntico passeio, acompanhado de um banho de bola daquela que é, de longe, a melhor equipa portuguesa da actualidade. Mesmo sem jogar a um rítmo frenético, ganhámos por 5-0 com a maior das naturalidades. Se não formos campeões, o futebol não existe.

 

Como que parafraseando o Pedro Ferreira:

Falta 1 ponto... parecem tão poucos pontos e ainda são tantos. Falta apenas 1 ponto. Ainda falta 1 ponto...

publicado por tma às 01:03
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