VAMOS ACABAR COM AS IMBECILIDADES
Segunda-feira, 5 de Abril de 2010

Burrinácio

Tenho cá a sensação de que agora será preciso fazer uma colonoscopia para achar o sorrisinho cínico que o Inácio tinha estampado na tromba nos primeiros 15 minutos.

publicado por Carlos Miguel Silva (Gwaihir) às 22:52
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Canalhas, palhaços e sarnentos (CPS)

O avençado sarnento do Carlos Pereira Santos, cuja canalhice já aqui denunciei, dá-se ao luxo, hoje em dia, de não disfarçar ao que anda (e ao que o mandam), confortado pelo manto de impunidade que cobre a maioria da gente que vende o rabo na imprensa deste país. O que vomita hoje n’A Bola é de uma falta de vergonha que pede, deixemo-nos de eufemismos, um valente pontapé na boca. Escreve, indignado, por causa do fervor com que os comentadores televisivos vibraram com a vitória do Benfica sobre o Liverpool: ficou incomodado com o que qualifica de ‘exageros’ e sustenta que não lhe parece bem que ‘os jornalistas vibrem tanto quanto os adeptos’.

Olhe: a mim também não, seu cavalo, e aliás, ainda me parece pior que os jornalistas vibrem muito, mas muito mais do que os adeptos, como o fazem os ‘jornalistas‘ que seguem o clube do Guarda Abel (e o dos viscondes falidos) na TV e na rádio.

Mas nunca o vi denunciar os ‘exageros’ com que comentadores avençados nos brindam há anos e anos e anos na televisão nos jogos do seu clube do coração (adequadamente, um clube que está habituado a lidar com prostitutas). Nunca o vi ficar incomodado com as prestações orgasmáticas do Rui Orlando e acólitos na Sport TV, nunca o vi indignar-se com os ‘exageros’ de gente como o Hélder Conduto, que canta o hino do clube do Carlos Calheiros, em êxtase hipnótico, na TSF. Nunca o vi revoltar-se – qual arauto do jornalismo imparcial – com o teor seguidista, branqueador e asquerosamente parcial das páginas dedicadas ao FC Porco n’A Bola.

O que tenho visto, isso sim, é este cacófago hipócrita que critica os ‘exageros’ dos colegas jornalistas, lançar às urtigas o código deontológico e a pouca vergonha que tem na cara, e assinar artigo após artigo de ódio puro ao Benfica e de bajulação desavergonhada ao clube da fruta. O que tenho visto, isso sim, é este vendido que também tem funções editoriais n’A Bola e que é muitas vezes responsável por crónicas flagrantemente parciais dos jogos do clube condenado por corrupção, assinar páginas em que ofende, sem pudor, o Benfica e os seus responsáveis. É preciso ser um rebo sem vergonha nem dignidade para depois vir escrever sobre os supostos ‘exageros’ de outros. Mas um rebo com as costas quentes, supõe-se, dada a guarida que lhe dão.

 

Como este tipo de imitações de gente não têm, normalmente, qualidade suficiente para fazer passar as mensagens que lhes são encomendadas com alguma espécie de subtileza, rapidamente se descobre para onde correm e quem os faz correr.

De há uns tempos para cá, passou a assinar, cirurgicamente, crónicas dos jogos – pasme-se – do Porto B, dando-lhes o mesmo tratamento de bajulação básica e bacoca que dá ao seu clube do coração. É um canalha útil para quem lhe mete a mão nos entrefolhos, um pateta para todo o tipo de trabalho sujo. Tão útil que consegue, no restante do esterco nauseabundo que escreve hoje - preparem-se para isto –, num jogo em que o Porto B ganhou com 3 penalties inventados e encomendados, e em que os de Guimarães foram roubados como cães, criticar…o treinador do Vitória de Guimarães. Sim, leram bem. E porquê, perguntarão vocês? Por ‘manifestar constantemente o seu desagrado de forma exuberante’, explica, com um halo enfiado nos cornos, este jumento sem vergonha.

 

E anda este desperdício de matéria a passear o rabo vendido por jornais que se pretendem respeitáveis e que gostam de se apregoar como garantes da isenção e imparcialidade.

O que vale é este tipo de acéfalos vendidos acabam por ter o que merecem, mais tarde ou mais cedo, e a impunidade não dura para sempre. Pode ser que seja mais cedo do que ele pensa.

publicado por Carlos Miguel Silva (Gwaihir) às 09:07
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Sexta-feira, 2 de Abril de 2010

Cobardias

Mossoró tem tanto de jogador talentoso como de cobarde. No jogo da 1ª volta, Mossoró demonstrou toda a sua cobardia ao agredir futebolistas do Benfica pelas costas e, impunemente, fugir com um sorriso. Está lesionado, partiu uma pata, lamento o acidente, mas isso não apaga o seu acto indigno e cobarde. É um desperdício ver um jogador talentoso ser tão cobarde que até teme ter uma carreira digna e de acordo com o seu potencial. Compreendo o motivo que o leva a não jogar num grande clube.

 

Artur Soares Dias é, igualmente, um cobarde. Um cobarde que hipotecou todas as suas potencialidades como árbitro em nome de um conjunto de concessões das quais é impossível sair limpo. Artur Soares Dias é um cobarde que duvido que tenha coragem de olhar nos olhos todos aqueles que não cresceram no submundo do futebol onde ele cresceu como árbitro e, pelos vistos, como pessoa. Artur Soares Dias é tão cobarde que nem teve coragem de utilizar as suas boas potencialidades como árbitro para limpar a imagem que o futebol português tem dos árbitros paridos na associação de futebol que o pariu. Artur Soares Dias é tão cobarde que, de concessão em concessão, conseguiu sujar ainda mais o nome que carrega.

 

A vitória que Artur Soares Dias deu hoje ao Braga foi aproveitada para ser dedicada ao tal Mossoró.

Afinal foi feita justiça: Mossoró merecia uma vitória suja e cobarde como esta. Este actual sporting de Braga merecia uma vitória suja e cobarde como esta. Artur Soares Dias foi o palhaço certo para entregar esta encomenda de sujidade e cobardia.

publicado por Pedro F. Ferreira às 21:53
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NÃO ME VENHAM COM MERDAS

O que se passou hoje no Estádio dos vendidos do Braga é grave demais. Grave demais. Venham agora todas as virgens de merda ofendidas falar sobre 'colos'. Isto é vergonhoso. VERGONHOSO.

 

O futebol corrupto do Braga mete nojo, é nauseabundo. Tudo isto é podre, tudo isto enoja, tudo isto revolta.

 

É por tudo isto que para sermos campeões, como vamos ser, temos que ser muito, mas mesmo muito, melhores (como somos) que todos estes corruptos, prostitutas e hipócritas.

 

 

 

---------------

ADENDA

 

A Sport TV é um antro de avençados nojentos e putas (é isso mesmo, leram bem: putas). Tudo aquilo mete nojo e é ofensivo.

publicado por Carlos Miguel Silva (Gwaihir) às 19:46
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Prostitutas ao colo

Para mal da minha saúde, resolvi passar pelo canal que está a passar o Porto B - Guimarães justamente quando foi inventado um penalty asqueroso resultante de um livre vergonhoso que nem sequer falta foi.

 

Para quem já não se lembrava, penso que por esta altura já ninguém tem muitas dúvidas sobre como é que as prostitutas do Braga chegaram aqui só a 6 pontos do Glorioso. 

publicado por Carlos Miguel Silva (Gwaihir) às 18:48
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A Imprensa Portuguesa

A imprensa portuguesa, de uma maneira geral, conspurca sistematicamente a glória do Benfica com comentários ignorantes, mal-intencionados, viperinos e parciais, e, sistemicamente, é um odre podre prenhe de avençados, de pequenos talentos e grandes ódios, de largos interesses e estreitos horizontes. A imprensa portuguesa constrói jogadores para servir interesses, a imprensa portuguesa consegue ver «euforia» na mais mentecapta violência ou «uma jogada viril» na mera agressão na mesma medida em que consegue ver «cansaço de jogadores» numa gestão sensata do plantel ou «favorecimentos» na justa marcação de grandes penalidades. A imprensa portuguesa mente explicitamente, omite imagens e comentários, ignora notícias, deturpa factos e assim manipula as massas. É importante que não esqueçamos que os jornalistas e os comentadores dificilmente são imparciais, e por isso é determinante para o nosso Benfica que nós denunciemos, que critiquemos, que boicotemos ou que, já que estamos na Páscoa, crucifiquemos, porque neste campo, no campo das audiências e das leituras, somos nós que jogamos e somos nós que temos de ganhar. O Álvaro de Campos, há quase um século, já denunciava esta corja num poema. Num país de cobardes, como podem ler no poema, as coisas não mudam.

 

 

Ora porra!

Então a imprensa portuguesa é

que é a imprensa portuguesa?

Então é esta merda que temos

que beber com os olhos?

Filhos da puta! Não, que nem

há puta que os parisse.

 

                            Álvaro de Campos

publicado por p às 12:40
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Double-Decker

Confesso que no final do jogo, enquanto saía da Luz, estava com dúvidas se teríamos acabado de defrontar o Liverpool, cinco vezes campeão europeu, ou a Naval 1º de Maio. Porque sinceramente, aquilo que o Liverpool fez esta noite na Luz não foi muito mais do que aquilo que vi a Naval fazer quando jogou no mesmo estádio. Preocuparam-se acima de tudo em jogar o empate, tendo passado a grande maioria do tempo encafuados no seu próprio meio campo. A diferença foi que o Liverpool teve duas oportunidades durante todo o jogo, e marcou uma delas, conseguindo assim sair da Luz com um resultado lisonjeiro e que lhes abre boas perspectivas para a segunda mão.

Talvez este post não seja muito simpático com o Liverpool, mas eu não consigo esconder o quanto eu detesto este clube. Eu sei que muitos benfiquistas que simpatizam com eles, mas talvez porque as imagens do Liverpool que me ficaram marcadas na infância foram duas eliminações da Taça dos Campeões às mãos deles (ainda por cima uma delas marcada por uma noite infelicíssima de um dos meus heróis, o Bento) e a tragédia de Heysel Park, nunca consegui gostar deles (sempre preferi o Everton). Por isso, se normalmente desejo uma vitória do Benfica acima de tudo, esse sentimento era ainda mais forte esta noite, por estarmos a defrontar uma equipa que é um dos meus ódios de estimação (a outra é a Juventus). O Benfica sofreu um rude golpe para este jogo, que foi a lesão do Saviola. o disse diversas vezes que creio que mesmo sem estar inspirado na finalização, a sua simples presença em campo é fundamental, pois as suas movimentações atrapalham qualquer defesa e permitem a abertura de espaços para os colegas. Perante a sua ausência, a opção tomada foi a esperada, ou seja, avançou o Aimar para a sua posição, ficando o Carlos Martins nas funções de organizador de jogo. Do outro lado, o Liverpool apresentou-se num 4-2-3-1, com o Gerrard a apoiar aquela serigaita espanhola (Fernando Torres) que jogava com bastante liberdade para vaguear por toda a frente de ataque. Uma estratégia cautelosa, e que apostava sobretudo em lançamentos longos para os homens da frente.


O jogo iniciou-se com o Benfica na procura do ataque, mas cedo ficou marcado pelo golo do Liverpool. Aos nove minutos de jogo, um duplo erro da nossa equipa (primeiro na perda de bola, que levou à falta sobre o Gerrard, depois na falha de marcação que permitiu que três jogadores do Liverpool surgissem soltos para rematar) acabou por dar ao Liverpool a oportunidade de se colocar na frente do marcador, pois na sequência da marcação de um livre quase sobre a linha do lado direito da nossa área, o defesa central Agger apareceu solto a finalizar de calcanhar um centro rasteiro e atrasado. O Benfica não acusou o golo, e lançou-se de imediato na procura do empate. Apenas um minuto depois do golo, poderia -lo conseguido, mas o Cardozo deu o primeiro sinal de não estar numa noite particularmente acertada, e conseguiu falhar um golo quase certo, quando apareceu solto após centro do Di María na esquerda. O Benfica continuou a ter a iniciativa atacante no jogo, enquanto que o Liverpool, se estaria satisfeito com um empate, apanhando-se a vencer remetia-se cada vez mais ao seu meio campo, gastava tempo (com o Reina a destacar-se neste particular durante o jogo todo), e limitava-se a tentar lançamentos longos para a rapariga na frente, que regra geral desfalecia ao primeiro bafo que sentia na nuca.

À meia hora de jogo, teve mesmo razão para cair, que a entrada que sofreu do Luisão foi dura, o que valeu o amarelo ao nosso capitão. Na confusão que se seguiu, o Babel foi expulso e a partir daí o pouco que tinha havido do Liverpool até então tornou-se zero. Claro que, para desvalorizar a vitória do Benfica, a expulsão será sempre utilizada como argumento. Mas na primeira meia hora de jogo o Liverpool fez apenas um remate, que foi o que lhes deu o golo. De resto, pouco ou nada tinha feito, e a expulsão apenas acentuou a vontade do Liverpool em não deixar jogar e segurar um resultado que lhe interessava. Não foi pela expulsão que o Benfica passou a dominar o jogo, porque nessa altura o dominava praticamente desde o apito inicial. Infelizmente, o acerto na zona perto da baliza nunca foi muito (com o Cardozo em particular destaque). A ausência do Saviola no ataque notou-se (e isto será um problema a resolver para as próximas semanas), em particular por não haver ninguém que caísse sobre o lado direito do ataque para explorar o espaço entre os centrais e o lateral, no que é um movimento característico do Saviola (curiosamente, quando joga naquela posição o Aimar tem mais tendência para se fixar no centro). Do outro lado, o Di María não estava muito inspirado, e apesar de tentar dinamizar o ataque por ali, perdeu-se muitas vezes em exageros individuais ou tentativas de toques artísticos.


Mais do mesmo para a segunda parte, com o Liverpool inexistente no ataque e o Benfica, a exemplo do que tem sido habitual esta época, a ter uma reentrada forte no jogo e a carregar ainda mais no ataque, mas a revelar dificuldades para furar a muralha defensiva inglesa. Com cinco minutos decorridos, e após um canto do Di María, o Cardozo conseguiu falhar estrondosamente a baliza quando saltou à vontade e tinha tudo para marcar. A insistência do Benfica acabou por ser recompensada após treze minutos. Primeiro, um livre descaído para a direita, por falta sobre o Cardozo. Depois, o mesmo Cardozo marcou o livre, levando a bola a embater com estrondo no poste. Quando se preparava para a recarga, o Aimar foi derrubado em falta (infelizmente o árbitro 'esqueceu-se' de mostrar o segundo amarelo ao Insúa no lance) e na marcação do respectivo penálti, o Cardozo não deu hipóteses. O empate motivou ainda mais o Benfica, que empurrou o Liverpool para o último terço do campo, e praticamente não os deixava passar do meio campo, pois com uma pressão muito alta conseguíamos recuperar a bola ainda dentro do meio campo adversário. A única excepção a isto poderia ter deitado tudo a perder. Faltavam quinze minutos para o final e, após mais uma das inúmeras tentativas de lançamentos longos do Gerrard para a espanholita, esta ultrapassou o Luisão facilmente e ficou isolada, com tudo para fazer o golo. Incrivelmente, não acertou na baliza. Dois minutos depois, novo penálti para o Benfica. Em mais uma incursão do Di María pela esquerda, o seu centro foi cortado pelo Carragher com o braço, e pela primeira vez na vida vi o árbitro de baliza tomar uma decisão num jogo, informando o árbitro principal da falta. Mais uma vez o Cardozo marcou, desta vez enviando o guarda-redes para um lado e a bola para o outro. Infelizmente, depois do segundo golo a dinâmica do Benfica pareceu ser interrompida com o mau comportamento do público, que depois de vários petardos terem sido ouvidos ao longo do jogo, alguém na zona da claque enviou um para perto do árbitro de baliza. O jogo esteve interrompido durante pelo menos um par de minutos, e daí até final pouco mais de relevante se passou no jogo.

Não foi exactamente uma exibição brilhante, mas julgo que o Benfica foi esta noite claramente superior ao Liverpool, que desde o início mostrou vir jogar para o empate. No Benfica gostei daqueles que ultimamente têm mostrado atravessar um bom período de forma, ou seja, David Luiz (ganhou claramente os duelos individuais com a muchacha), Fábio Coentrão e Javi García. O Di María irritou-me por ter abusado das iniciativas individuais. Mas depois começo a pensar nas melhores ocasiões do Benfica, e reparo que quase invariavelmente ele esteve envolvido. Talvez tenha uma bitola demasiado alta para ele, e acabe por reparar mais naquilo que ele faz de mal. O Cardozo, ironicamente, depois de um jogo em que ele se revelou perdulário, acaba com dois golos e fica para a história como o responsável pela reviravolta. São dois 'mitos' que ficam abalados esta noite: o de que o Cardozo não sabe marcar penáltis decisivos, e o de que este Benfica não consegue dar a volta a resultados (depois do Marselha, voltamos a fazê-lo com o Liverpool).

Potencialmente, será uma segunda mão complicada. Mas acredito completamente na capacidade do Benfica para marcar golos em Anfield. Se o Liverpool é considerado o grande candidato à conquista da Euroliga, esta noite mostrámos que está ao nosso alcance. Mas isso é de certa forma secundário. O que eu quero mesmo é ganhar à Naval na segunda-feira. E o autocarro (de dois andares) vindo de Liverpool deve ter sido um óptimo treino para esse jogo.

publicado por D'Arcy às 02:59
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Quinta-feira, 1 de Abril de 2010

Orgulhoso, como não podia deixar de ser

Nota-se que ainda falta algum "calo" a este Benfica europeu: alguma ingenuidade no golo sofrido, muita ansiedade na finalização e dificuldade em lidar com uma prostituta de luxo disfarçada de ponta de lança e com um árbitro que claramente anda enrolado com a dita, pois apitava falta sempre que tocavam nela.

Mas a qualidade dos nossos jogadores e a incomensurável vontade de vencer voltaram a ser superiores a isso tudo. É certo que a vantagem é mínima (mas fizemos por merecer mais) e que a eliminatória está em aberto. Mas mais uma vez, não posso ter outro sentimento que não orgulho no meu Benfica, que pelo que fez hoje, leva-me acreditar que iremos seguir em frente!

publicado por tma às 22:45
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