Nesta santa hipocrisia lusa de se confundir qualquer belisco a uma porcaria de equipa da Federação Portuguesa de Futebol com um crime de lesa pátria merecedor de expatriação, vai havendo uns quantos que não só não têm medo de pôr o dedo na ferida como ainda têm a coragem de pôr os nomes aos bois.
Das vozes anónimas que constituem a opinião pública vamos sentido a desilusão, frustração e revolta de olhar para aquele feudo luso-brasileiro aparentemente dirigido por um títere chamado Madaíl e cujo capataz é um carismático treinador adjunto chamado Queirós.
Das vozes menos anónimas que constituem a opinião publicada vamos vendo uma confrangedora atitude de medo, subserviência e 'patrioteirismo' bacoco.
Há, ainda assim, algumas honrosas excepções que demonstram coragem e independência. Hoje, Manuel José colocou as coisas no seu devido lugar e falou, de forma aberta, sobre a falta de qualidade na liderança técnica e a falta de profissionalismo que grassa por aquele bando de gente arrogante e mimada que se serve da selecção portuguesa.
[podem ouvir aqui as declarações de Manuel José]
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Por falar em coragem, quando é que os jornalistas que acompanham a equipa de Federação Portuguesa de Futebol deixarão de ter medo de contar o que realmente aconteceu com Nani? Quando é que deixarão de, entre frases mais ou menos cifradas, contar aos bloggers o que realmente aconteceu na esperança de que estes tenham a coragem de escrever o que eles sabem e, coniventemente, calam?
Foi a imprudência de andar a fazer tatuagens fora de horas ou foram as desavenças (eufemismo) entre o Nani e um seu colega de equipa (Simão? Ronaldo?) que lhe ditaram o destino?
E quem é que terá a coragem, para além do Manuel José, de dizer que o Queirós não é timoneiro de “Navegadores”, mas sim de “Náufragos”?
Estou perfeitamente indignado com o que se passou hoje. Portugal foi prejudicado pela FIFA. A FIFA está sempre contra Portugal. Permitem o Drogba jogar com uma protecção no braço e grandes mauzões não permitem que os jogadores portugueses joguem com os seus amuletos e fios da sorte. Ah e o relvado onde Portugal jogou era uma vergonha!! Porque não deixou a FIFA jogar Portugal no relvado onde jogou a Costa do Marfim?? Escandaleira
A equipa da Federação Portuguesa de Futebol, vulgo 'Escreção', estreou-se hoje no Campeonato do Mundo da África do Sul. E estreou-se da forma que quase toda a gente esperaria: a jogar de forma aborrecida e sem grande chama. Segundo o mítico Carlos Queirósz ('descobridor' do Fábio Coentrão a lateral esquerdo, inventor do 4-4-2, e o primeiro treinador a pensar que os pontapés de baliza deveriam ser marcados chutando a bola na direcção do meio campo adversário), a culpa da equipa da FPF ter apresentado o mesmo nível de futebol com que nos presenteou noutras jornadas gloriosas do futebol português como os empates frente a caboverdianos, estónios ou dez albaneses, ou a meia dúzia encaixada no Brasil, foi da Costa do Marfim, que estranhamente decidiu apostar no erro do adversário e jogar em contra-ataque, coisa raramente vista num estádio de futebol. Os sacanas dos marfinenses simplesmente recusaram-se a abrir avenidas para que os pupilos do Queirósz pudessem jogar e rematar à vontade, conforme seria da mais elementar justiça.
Naturalmente que o Queirósz esperaria que a Costa do Marfim, a exemplo de outras selecções africanas escolhidas a dedo como Moçambique ou Cabo Verde, jogasse de forma ingénua. Esqueceu-se talvez que a Costa do Marfim é orientada por um treinador que sabe mais de futebol a dormir do que o Queirósz alguma vez sonhará, e que apesar de estar há pouco mais de um mês à frente da equipa (enquanto que o Queirósz leva um bom par de anos a destruir sistematicamente o pouco que de positivo tinha sido feito na equipa da FPF em anos anteriores) prima sempre por uma grande organização táctica nas equipas que orienta. Estranhamente, as estatísticas do jogo parecem contrariar esta teoria do melhor colocador de pinos e distribuidor de coletes que o futebol mundial alguma vez viu, porque mostram a posse de bola em 50% para cada equipa, e quase o mesmo número de (poucos) remates para cada lado. Mas como não podia deixar de ser, para o Queirósz a culpa de tudo o que corre mal é sempre de alguém ou alguma coisa, não dele.
Força Queirósz. Eu acredito em ti e na Escreção. Acredito pelo menos que não perdes contra a Coreia do Norte. Isso já deverá ser suficiente para irmos para o último jogo do grupo de calculadora na mão, coisa a que toda a gente já está habituada. Mas não deixa de ser prometedor e profundamente queirósziano que já andes dizer que esperas que os coreanos joguem abertos e ao ataque. Claro que sim, eles vão fazer exactamente isso. Porque tu queres que assim seja. Olha, eu também gostava que as equipas da Liga Portuguesa viessem sempre jogar à Luz abertas e ao ataque. Pode ser?
Este post foge ao tema Futebol, foge ao tema do Blogue, mas como membro da Tertúlia, e amigo da pessoa em causa, sinto que tenho a obrigação de pedir, em nome dele, AJUDA.
O Sérgio L. Bordalo, que tem esta felicidade de ter, nas iniciais do seu nome, as iniciais do nosso clube, está a viver a dor e a aflição de quem descobre que a sua mãe precisa de um transplante de medula óssea.
Como dador que sou, há muito, digo-vos que não custa nada chegar à frente. É só dar sangue e seguir os seguintes requisitos:
- Ter entre 18 e 45 anos;
- Ser saudável;
- Ter peso mínimo de 50kg;
- Não ter feito nenhuma transfusão de sangue desde 1980.
Se posteriormente forem contactados para ser dadores, o próprio processo de recolha da medula não implica sequer um internamento.
Rotas fundamentais para chegar à frente:
Centro de Histocompatibilidade do Sul
Hospital Pulido Valente
Alameda das Linhas de Torres, nº 117
1769-001 Lisboa
www.chsul.pt - chsul@chsul.pt
Tel 21 750 41 00 Fax 21 750 41 01
Horário: 2ª a 5ª Feira – 8h00 às 16h00
6ª Feira – 8h00 às 15h00
Não encerra à hora de almoço
Centro de Histocompatibilidade do Centro
Edif. S. Jerónimo - 4º Piso
Praceta Prof. Mota Pinto
3001-301 Coimbra
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Hospital S. João (ao lado das consultas externas)
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Rua Roberto Frias
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Horário: 2ª a 6ª Feira – 9h00 às 17h30
Não encerra à hora de almoço
Amigos, cheguem-se à frente e passem palavra.
Este jogo é para ganhar, que ninguém se esconda, um dos nossos precisa de nós.
A chamada Silly Season caracteriza-se tipicamente pela frivolidade das notícias que aparecem nos média, mas quando falamos de jornalismo desportivo estas notícias - geralmente acerca de transferências de jogadores - assumem uma importância que não deve ser descurada, sobretudo pela influência que elas exercem na gestão dos plantéis. Aliás, creio que o facto de Jorge Jesus, um treinador que tem uma visão global da gestão de uma equipa, ter, alegadamente, ligado a Cardozo nestes últimos dias mostra justamente essa importância das notícias fúteis. É que dessa "visão global" faz parte a gestão da motivação dos jogadores, que passa também pela identificação com um projecto e sobretudo com o clube, e é neste aspecto que as notícias da Silly Season perdem a inocência da futilidade para, em certos casos, poderem ser geridas ao serviço de interesses (Pedro Adalve que o diga). Objectivamente, um jogador elogiado por um treinador de uma grande equipa, cobiçado pelos adeptos dessa equipa, aconselhado à equipa por jogadores do seu país e, na sequência de tudo isso, vendo o seu nome associado a muitos cifrões nos média não continuará ligado emocionalmente, se alguma vez esteve, ao clube que representa. Depois, como é evidente, ninguém quer jogadores desmotivados na equipa (Jorge Jesus já deixou claro que quem não quer ficar sai...), e os jornais, que dão voz àqueles elogios, àquela cobiça, àqueles conselhos e àquela publicidade para poderem ter leitores na época baixa, contribuem desse modo, às vezes decisivamente, para baixar a cláusula de rescisão dos jogadores (poderá, eventualmente, ser preferível vender mais barato a ficar com um jogador desmotivado). Apesar de tudo isto, os jogadores têm um papel decisivo no desenvolvimento destes processos, por exemplo na forma como abordam as entrevistas, bastando por vezes dizer lugares-comuns (como "só penso no Benfica") para evitar que as "silly news" interfiram com a gestão da equipa. Neste aspecto, os jogadores do Benfica têm tido desempenhos distintos.
O Di María é um jogador que, na minha opinião, ao longo destes três anos nunca deixou de ver o Benfica como um clube de passagem para outras paragens. Foi com esse discurso sincero, mas, convenhamos, pouco simpático, que chegou à Luz em 2007/2008: «Sei que o Benfica é um clube enorme e que luta por grandes títulos. Por isso, espero fazer uma grande temporada em Portugal e ir depois para o Chelsea». O discurso do Di María nesta Silly Season é assim consentâneo com os objectivos que definiu e que nunca escondeu a ninguém, e portanto, nunca tendo estado verdadeiramente ligado do ponto de vista emocional ao clube, as "silly news" a propósito do Di María são inofensivas: é titular da selecção argentina, vale 40 milhões e o Benfica não se importa de ficar com ele, mesmo que fique contrariado. Podemos não gostar de que ele não se identifique com o Clube, mas a atitude dele é, neste aspecto, irrepreensível.
O David Luiz é um caso diferente, a começar pelo facto de estar identificado com o clube, uma empatia que ele nunca escondeu e que me parece ser sincera. Este tipo de jogador torna a Silly Season perfeitamente inócua, já que, ao não esconder a ligação emocional ao clube, deixa também claro que jamais ficaria contrariado, e portanto caem por terra as possibilidades de se ver a cláusula de rescisão baixar. Elucidativa desta atitude é a resposta que ele deu recentemente aos jornalistas, acerca do interesse do Real Madrid: «Se fosse um bom negócio para o Benfica e para todos, e o presidente assim o entendesse, por que não?». Até poderia não ser verdade, mas dar prioridade publicamente aos interesses do Benfica ajuda a blindar o plantel, e o Jorge Jesus agradece, certamente.
O Cardozo é, pelo contrário, uma autêntica brecha no plantel, e uma dor de cabeça em termos de gestão. Com uma cláusula de rescisão irreal, é um alvo fácil das "silly news", sobretudo porque o seu representante apenas tem posto mais lenha na fogueira. Numa entrevista dada a 20 de Maio, Cardozo afirmava «Estou para continuar no Benfica». O que se passou desde então até agora coloca-o praticamente fora da Luz, também porque o próprio Jorge Jesus não ficou contente com a atitude do jogador. Eu gostava de que o Cardozo ficasse - apesar de algumas fragilidades, convém não esquecer que foi o melhor marcador da equipa e da Liga, o que não acontecia com um jogador do Benfica desde 1990/1991. Mas jogadores contrariados, em particular o Cardozo, são altamente prejudiciais, e, convenhamos, o mal está feito. O Cardozo é assim o melhor exemplo de como as "silly news" poderão servir interesses, no caso dele, sobretudo, os interesses do seu representante, o que é pior ainda.
Um inócuo, um escudo e uma brecha. É assim que eu vejo estes jogadores nesta nossa Silly Season.
Somos bicampeões nacionais de basquetebol. Hoje, tendo acabado de vencer o 22º campeonato nacional de basquetebol, é tempo de festejar e parabenizar todos aqueles que com benfiquismo, profissionalismo e uma grande dedicação tornaram este feito possível. No exemplo de benfiquismo do treinador Henrique Vieira deixo o meu agradecimento pessoal e nele estão representados todos os que com ele têm feito este excelente caminho de devolver o Benfica ao seu lugar no basquetebol nacional. Além disso, neste dia de festa gostaria de deixar um reconhecimento especial a quem, com responsabilidades dentro do Clube ao nível da Direcção, fez com que a caravana andasse, enquanto uns quantos “especialistas” despeitados insistiram em latir.
Não confio no novo presidente da Liga. Não confio neste Fernando Gomes e não é pelo facto do dito ser portista. Não. Não confio no dito, porque não confio em ninguém que durante anos e anos conluiou com Pinto da Costa na gestão de um clube baseado na corrupção, na criminalidade e na impunidade vergonhosa.
Não confio neste homem da mesma forma que, aquando da eleição, desconfiava da bondade de Hermínio Loureiro. Terminado o seu consulado, acabo por fazer um balanço positivo do mesmo, apesar da falta de coragem que em momentos decisivos demonstrou. Nem o facto de o Benfica ter votado em Fernando Gomes me ajuda a deixar de desconfiar desta personagem.
Além disso, importa realçar que o Benfica não está representado directa ou indirectamente na Direcção da Liga. E ainda bem, pois é a prova cabal de que não temos o nosso Clube envolvido num processo destes com uma agenda oculta.
Deste modo, acredito que, mais uma vez, o Benfica conseguirá vencer no relvado, sem qualquer margem para dúvidas espúrias vindas de quem recebe árbitros em vésperas dos jogos. O Benfica conseguirá vencer independentemente de quem gere a Liga. O Benfica vencerá sem precisar de qualquer ajuda de quem corre por fora e coloca na Liga observadores reciclados da Torre das Antas (como nunca deixou de ocorrer, mesmo durante o tempo de Hermínio Loureiro). O Benfica vencerá tal como venceu este ano: de forma limpa e dentro do campo. O Benfica, ao votar nesta personagem, deu um sinal de que nada temos a temer, nem mesmo um dirigente parido na Torre da Antas. Mas lá que não confio no homem, não confio.
Enfim, aguardo, com desconfiança, para ver se este Fernando Gomes privilegiará a verdade e a vertente comercial do futebol tal como prometeu. Aguardo para ver, por exemplo, qual é a posição deste Fernando Gomes relativamente à renegociação dos direitos de transmissão televisiva.
Cabe-nos, também a nós, adeptos, tal como aos dirigentes do nosso Benfica, estar alerta e, caso se justifique, saber agir.
Dario José dos Santos, o grande avançado brasileiro que tinha como nome de guerra Dadá Maravilha, disse (e com razão) que "Num time de futebol existem nove posições e duas profissões: o goleiro e o centroavante". Actualmente, no nosso Benfica, especula-se e prevê-se a saída de Quim e de Cardozo, o guarda-redes e o avançado centro, no dizer de Dadá Maravilha, as duas posições que, pela sua especificidade, se transformam em profissões.
Recentemente, num almoço de benfiquismo, discutia-se à mesa a mais-valia ou não destes dois futebolistas. As opiniões serviam todos os gostos, tendências e teorias. Desde os pormenores técnicos, tácticos, estéticos e estratégicos, passando pelos mais prosaicos “não gosto do gajo, pronto” até ao “gosto do gajo e acabou-se a conversa”.
Por mim, sigo a exigência que o Dadá maravilha colocava nestas duas funções e socorro-me dos dados mesuráveis (que, sabemos nós, de tão aparentemente objectivos, são facilmente manipuláveis) entre os golos que um marca e que o outro evita.
Um guarda-redes de topo garante, em média, 9 pontos por época. Quim garante-os? Algum dos nomes que tem vindo a público os garante?
Um bom avançado, daqueles cuja profissão é marcar golos, garante durante épocas sucessivas mais de uma quinzena de golos no campeonato e mais de duas dezenas em todas as provas. Cardozo garante-os?
Nas respostas a estas perguntas pode estar a justificação para o facto de numa equipa de futebol haver nove posições e duas profissões. O Dadá Maravilha é que a sabia toda.
Não tenho praticamente escrito desde que o campeonato terminou, há cerca de três semanas. E não o tenho feito porque esta altura do ano, juntamente com a abertura do mercado em Janeiro, tem o dom de me irritar profundamente, e fazer querer apenas fechar os olhos e respirar fundo até que a bola volte a rolar, desejando que estes meses do defeso passem o mais depressa possível. Regra geral, por esta altura os jornais enchem-se de notícias sobre camiões de jogadores que estarão a caminho do Benfica. Este ano é o contrário, e apressam-se a tentar vender qualquer pessoa que tenha o nosso emblema ao peito. Pensei que, com o Campeonato do Mundo a começar este mês, se pudessem entreter com o bronco do Queirósz e o grupo excursionista que ele decidiu levar de arrasto para a selva, ou com as vuvuzelas, ou com o raio que o parta que tenha a ver com a equipa da FPF. Mas não, este ano parecem estar ainda piores na sanha de irem ao mercado com o Benfica, e não há quem escape à fúria vendedora. Em três semanas já consegui ver Quim, Moreira, Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão, Javi García, Ramires, Aimar, Di María, Saviola, Cardozo, Éder Luís, Jorge Jesus e até o Rui Costa(!) a caminho de outro clube. As negociações e 'aproximações' estão sempre em pleno desenvolvimento, alguns deles até já foram garantidamente vendidos mais do que uma vez, mas o que é certo é que continuam por cá. E espero que as coisas se mantenham assim. Por mim, se o Benfica ficasse com a mesma equipa do ano passado, já ficaria satisfeitíssimo.
Às vezes parece que se estão todos a esquecer de uma coisa: o Benfica não quer vender o Di María por quarenta milhões, ou o David Luiz por cinquenta milhões, ou qualquer outro jogador pelo preço que muito bem entenderem dizer que o Benfica 'pede' por ele. O Benfica, tal como o Presidente já afirmou, o Director Desportivo já reafirmou, e o Director Executivo da SAD já confirmou, não quer vender, ponto final. Agora se alguém quer os nossos jogadores, só tem é que chegar cá e fazer uma proposta que o Benfica não possa recusar. Ou seja, oferecer o valor da cláusula de rescisão.
Entretanto, o anormal do Pedro Aldave (para quem não esteja a ver quem é, é a arara que faz de empresário do Cardozo) continua a debitar disparates. Eu gosto muito do Cardozo, é um jogador que eu considero fundamental no Benfica, mas já não tenho mesmo paciência nenhuma para este tipo, que há três anos que consegue, com uma regularidade notável, mandar um disparate cá para fora de cada vez que abre a boca. Já percebemos todos que o Cardozo acha que poderá fazer um contrato melhor e ganhar mais dinheiro graças aos muitos golos que tem marcado pelo Benfica. E se aparecer algum clube disposto a pagar-lhe o que ele (e a arara do empresário) acharem que merecem, e disposto também a indemnizar o Benfica num valor que nos satisfaça, apesar de ficar com pena, acho bem que o Benfica deixe o Cardozo sair. Agora o que não estou para aturar é o anormal do Aldave vir acusar o Benfica de ser responsável por o Cardozo eventualmente não jogar no Mundial. Até parece que alguém obrigou o Cardozo a jogar. Até parece que não foi o Cardozo, interessado também em garantir o título pessoal de melhor marcador do campeonato (tendo marcado meia dúzia de golos enquanto estava fisicamente diminuído) que teve interesse em jogar, e que agora, juntamente com o cretino do empresário, usam precisamente esse título como argumento para tentarem garantir uma transferência milionária. Ninguém apontou uma pistola ao Cardozo para o obrigar a assinar o contrato que tem, válido por mais três épocas. Como benfiquista e admirador do Cardozo, custa-me muito aceitar chantagens idiotas como esta do Aldave para tentar uma eventual melhoria de contrato no Benfica. Seguramente, nós saberemos avaliar se ele merece essa melhoria ou não. Dispensamos é palhaçadas destas. O Aldave se calhar deveria era ignorar um pouco a sua ganância pessoal e ter em conta o mal que, com atitudes e afirmações como as que tem tido, faz à imagem do Cardozo entre os benfiquistas.
Villas-Boas, o novo treinador do clube regional assumidamente corrupto, é uma segunda escolha. O dono dos andrades, pelo segundo ano consecutivo, falhou a contratação de Jorge Jesus. Assim, tal como no ano passado, o dito clube regional vai ter como treinador uma segunda escolha. Prova-se, pelo segundo ano seguido, que para o fóculporto não vai quem eles querem, vai quem o Benfica deixa.
Paulo Sérgio, o novo treinador do sportém, é uma segunda escolha. O grande aliado, referência, modelo e paliativo pontual dos fracassos dos sportinguistas ficou-lhes com a primeira escolha. Prova-se, mais uma vez, que para o sportém não vai quem eles querem, vai quem o amigo Pinto da Costa deixa. Mas está tudo bem, eles gostam.
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