VAMOS ACABAR COM AS IMBECILIDADES
Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011

Manuel Galrinho Bento, o Bento do Benfica.

 

Amanhã, pelas 23h, a Benfica TV transmite o episódio da série “Vitórias e Património” dedicado ao Bento, ao Bento do Benfica. [link]

 

O Bento, já o escrevi, foi o maior dos meus ídolos do Benfica. Ainda hoje, quando o recordo, lembro-me de como naquele homem estavam presentes muitos dos valores, dos pilares, que nos construíram como um clube glorioso, um clube mítico.

 

Recordo em Bento a garra, a superação, a capacidade de sofrimento, a forma como, numa posição ingrata, galvanizava toda uma equipa a transcender-se, a encontrar-se com a história.

 

Há uns anos, no dia da sua morte, escrevi em texto o que nunca tivera coragem de lhe dizer. Hoje, recordo aqui uma parte desse texto:

 

«[…] Era o Bento, o Bento do Benfica. Era o Bento daquela noite terrível contra Liverpool, o Bento do esplendor do Euro 84, o Bento que nos relatos radiofónicos evitava o golo que se avizinhava, o Bento que não tinha medo de pôr a cabeça onde muitos não tinham a coragem de pôr o pé. Era o Bento do Benfica. Na baliza, não era elegante, era empolgante como nenhum outro, era carismático como muito poucos. Era o capitão de equipa que punha toda uma defesa em sentido, era o futebolista que, da ingrata baliza, obrigava toda a equipa a reagir às adversidades. Era o primeiro a obrigar a equipa a procurar o golo, o golo que ele tantas e tantas e tantas vezes evitou. Era o número 1, era o Bento do Benfica.» [link]

 

Amanhã, na Benfica TV, poderemos recordar um exemplo de benfiquismo, um homem que, tendo estado durante tantos anos com a nossa camisola número 1, sabia bem que o Benfica são os que estão nas bancadas. Ele era um dos nossos dentro do campo e era um de nós nas bancadas do estádio.

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[Se alguém quiser manifestar-me a sua opinião, pode fazê-lo para este endereço: tertuliabenfiquista@gmail.com]

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publicado por Pedro F. Ferreira às 16:18
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publicado por Carlos Miguel Silva (Gwaihir) às 14:16
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Domingo, 30 de Janeiro de 2011

Fácil

Vitória muito fácil e obrigação cumprida num jogo em que o desequilíbrio de forças foi evidente, e no qual a nossa segunda linha conseguiu golear, mesmo jogando quase a passo.

A equipa com que o Benfica iniciou hoje o jogo contra o Aves deve ter sido a mais 'secundária' que apresentámos num jogo oficial esta época. Apenas dois dos habituais titulares no onze: Javi e Aimar. Curiosidade nas estreias do Jardel e do Fernandez. Julgo que também terá sido a estreia do Luís Filipe em jogos oficiais esta época - e tendo em conta a lesão do Rúben, creio que será importante que ele vá ganhando ritmo, visto ser a única alternativa ao Maxi que temos no plantel. O jogo em si não tem grande história. A primeira parte foi geralmente mal jogada, e a um ritmo lento, como convinha ao Benfica, a quem o empate bastaria para garantir o apuramento. Apenas o Jara parecia destoar dos colegas, insistindo em jogar a um ritmo mais elevado. O único facto digno de realce acaba mesmo por ser o golo marcado de cabeça pelo Javi García, quando faltavam dez minutos para o intervalo, aproveitando da melhor forma uma má saída do guarda-redes a um cruzamento largo do Fernandez.

A segunda parte trouxe mais do mesmo, estando o jogo a ser mesmo aborrecido de ver. O Benfica não precisava de acelerar, e o Aves não tinha capacidade para fazê-lo mesmo que quisesse. Pouco antes de decorridos quinze minutos entrou o Salvio, e velocidade extra que ele veio trazer ao jogo pareceu ser suficiente para acabar de vez com o Aves, que durante este período já mal conseguia passar do meio campo. Mesmo as nossas segundas escolhas pareceram ter um ritmo muito superior ao do Aves. Três golos acabaram por construir a goleada. Aos sessenta e nove minutos, um merecido golo do Jara, que aproveitou um corte deficiente de um defesa após um boa jogada entre o Sídnei e o Salvio na direita. Sete minutos depois, o terceiro golo, da autoria do Nuno Gomes, que teve uma finalização simples à entrada da pequena área depois de um remate do Salvio que desviou num defesa. E mesmo sobre o final, um bom golo do Felipe Meneses, que encheu o pé esquerdo de fora da área depois de uma combinação com o Nuno Gomes.

O maior interesse neste jogo seria ver as prestações do Jardel e do Fernandez. Sem ter tido muito trabalho, o primeiro pareceu-me ter estado bem. Fez o que lhe competia sem complicações, e isso bastou. Quando ao Fernandez, não deu para ver grande coisa. Pareceu ser trabalhador, e vi-o várias vezes a ajudar nas tarefas defensivas e a lutar pela bola. Acabou por fazer a assistência para o primeiro golo. Quanto aos outros, pareceu-me que o Jara foi o que esteve melhor, e gostei também do Sidnei.

Com uma goleada fechámos um mês de Janeiro 100% vitorioso, e podemos agora começar a pensar no jogo da próxima quarta-feira. Felizmente, após um jogo que dificilmente poderia ter sido mais apropriado para o anteceder. Fácil, sem exigir grandes esforços, e sem lesões. Convém que os nossos jogadores estejam descansados para conseguirem desviar-se eficazmente das pedras e bolas de golfe que os esperam.

publicado por D`Arcy às 21:28
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Factos

O Nuno Gomes tem 56 minutos de utilização esta época. Marcou dois golos (Naval e Aves) e fez duas assistências (Arouca - golo Gaitán, Aves - golo Felipe Menezes). Precisa de 14' para estar envolvido em golos do Benfica e de 28' para marcar ele próprio.

 

Numa coisa estou de acordo com aqueles que dizem que ele já só serve para entrar em campo com os jogos resolvidos e perante adversários mais fracos: o Nuno Gomes demonstra uma incapacidade preocupante em, perante adversários de maior nomeada, fazer golos e/ou assistências sentado na bancada...

 

P.S. - Este não é só um post escrito com o coração. O Nuno Gomes não é o mesmo de outrora, como é óbvio, mas os números indicam que ele ainda pode dar-nos mais do que "apenas" (e com muitas aspas) mística no balneário. Ainda por cima, porque o Kardec está muito longe da boa forma (praticamente não existiu frente ao Olhanense e Aves). Não discuto o Cardozo, Saviola e Jara, mas para mim é claro quem deveria vir a seguir na hierarquia dos avançados... E sem ser por favor ou por estatuto. Sim, os outros podem ser avançados de futuro, mas a mim também me interessa muito o presente...

publicado por S.L.B. às 20:45
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Nuno Gomes: mais um golo.

 

Desde há muito que festejo três vezes cada golo do Nuno Gomes: uma pelo Benfica, outra por ele e uma terceira contra quem insiste em insultá-lo. Hoje, o nosso Nuno marcou mais um. [link]

 

Sabendo o contexto, sabendo que temos o nosso capitão em final de carreira no nosso Benfica, sabendo que cada golo que marca pode ser o seu último com o manto sagrado, resta-me saborear cada um destes momentos com a alegria inerente ao golo e já com a nostalgia de ver em campo os últimos testemunhos de uma fantástica geração futebolística.

 

Mais um golo, mais três festejos.

publicado por Pedro F. Ferreira às 20:31
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Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011

A indignação dos hipócritas

No passado fim-de-semana houve atitudes reprováveis no final do jogo com o Nacional da Madeira. Um dos intervenientes foi Jorge Jesus, treinador do nosso Benfica.

 

Imediatamente se levantaram vozes indignadas, sedentas de sangue, a dar voz à medíocre moralidadezinha hipócrita dos opinadores de bolso. Rui Santos foi o primeiro a exigir uma punição exemplar para Jorge Jesus [que Jorge Jesus não se esqueça de lhe dar mais uma entrevista exclusiva no final desta época…]. E depois vieram todos os outros, com ar mais ou menos indignado, mais ou menos compungido, mais ou menos convincente, mas todos, todos sem excepção, com o ferrete da hipocrisia estampado na máscara de justiceiro de bairro com que se apresentaram.

 

Os que calaram perante as escutas em que um presidente de um clube recebe um árbitro na antevéspera de um jogo, os que calaram perante as escutas em que se ouvem árbitros a pedir prostitutas a dirigentes de um determinado clube em troca de serviços prestados, os que mascaram o crime de corrupção em malabarismos de linguagem e que à prática da corrupção chamam “estilo de liderança” são os mesmos que exigem punições exemplares para um ‘crime de lesa futebol’ constituído por uns empurrões e duas bofetadas que nem ao destino chegaram.

 

O que aconteceu no final do dito jogo foi lamentável, mas foi menos lamentável do que as exibições públicas de moralismo bacoco, parolo e pequeno que se lhe seguiram. Quem calou e ajudou a branquear a corrupção não tem qualquer autoridade para levantar a voz, exigindo punições sumárias e exemplares para… um par de empurrões.

 

Além destas reacções, uma outra houve, por parte do treinador do Porto, que merece uma resposta clara e inequívoca por parte de Jorge Jesus. Que a resposta lhe seja dada dentro do campo, num jogo de futebol que não esteja condicionado pela oferta de “fruta para dormir”.

 

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Artigo de opinião publicado também na edição de 28/01/2011 do jornal "O Benfica".

 

[Se alguém quiser manifestar-me a sua opinião, pode fazê-lo para este endereço: tertuliabenfiquista@gmail.com]

publicado por Pedro F. Ferreira às 11:11
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Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011

Inquestionável

Vitória inquestionável do Benfica num jogo emocionante e agradável de seguir, e passagem carimbada para as meias finais, onde defrontaremos a quarta equipa da primeira liga neste percurso.

A única alteração inesperada no onze foi a presença do Airton em vez do Javi García, sendo já esperada a alteração na baliza, onde jogou o habitual titular da Taça, Júlio César. O Rio Ave é uma equipa que tem normalmente optado por jogar um estilo de futebol bastante aberto e balanceado para o ataque, e entrou na partida empenhado em demonstrar isso mesmo. Nos primeiros minutos respondeu sempre bem ao Benfica e acercou-se da nossa baliza, acabando por ser recompensado com um penálti ainda antes dos dez minutos de jogo. O Júlio César resolveu a questão defendendo o remate do João Tomás. Este lance pareceu espicaçar a nossa equipa, que a partir desse momento tomou conta do jogo e passou a exibir uma superioridade clara, apesar da constante vontade mostrada pelo Rio Ave em contrariar isto. Logo a seguir ao lance do penálti, o guarda-redes do Rio Ave deu início a uma noite inspirada, evitando o golo ao Maxi Pereira, que lhe apareceu isolado. A dez minutos do intervalo o Benfica teve uma oportunidade soberana para se adiantar no marcador, ao beneficiar de um penálti por mão na bola do Ricardo Chaves dentro da área, mas o Cardozo, insistindo em tentar colocar a bola em vez de fazer aquilo que sabe fazer melhor (marcar em força), permitiu a defesa ao guarda-redes Felgueiras. A inspiração do guarda-redes adversário continuou logo a seguir, negando o golo ao Salvio após mais uma boa jogada no nosso ataque. E quando parecia que sairíamos para intervalo com um nulo frustrante no marcador, houve novo penálti a nosso favor, por empurrão ao Saviola dentro da área. Desta vez o Cardozo marcou em força, e o guarda-redes nem teve tempo para reagir, porque a bola já estava no fundo das redes.

O Rio Ave tentou reagir no início da segunda parte, mas o Benfica não lhe permitiu grandes veleidades, dominando este período de forma ainda mais clara. Foi muito agradável ver o Benfica colocar em prática de forma regular as transições rápidas para o ataque que nos costumam render vários golos, tendo criado várias situações em que os nossos jogadores apareceram em superioridade numérica perante a defesa do Rio Ave. Mas a regularidade com que este tipo de jogadas foram feitas só tem comparação com a regularidade com que as mesmas foram mal finalizadas. Muitos remates tortos, ou um passe a mais, ou demasiado tempo para finalizar a permitir a intervenção de um defesa, ou até mesmo alguma infelicidade (bola do Saviola ao poste) foram arrastando a vantagem mínima no marcador durante muito mais tempo do que seria necessário, e provocando um certo e desnecessário nervosismo nos adeptos. O desperdício foi tal que incluiu mesmo mais um penálti desperdiçado, por mais uma mão na bola dentro da área. Desta vez foi o David Luiz quem, encarregue da marcação, atirou por cima da baliza. Quanto ao Rio Ave, que ia resistindo conforme podia, apenas por uma vez ameaçou seriamente a nossa baliza, quando aos oitenta minutos o Bruno Gama, com um remate cruzado, obrigou o Júlio César a mais uma excelente intervenção. A questão só ficou definitivamente decidida a três minutos do final, com um remate frouxo do Cardozo que desviou num defesa do Rio Ave e acabou no fundo da baliza.

O Cardozo, com os dois golos, acaba por ser o homem do jogo. Mas ele não se limitou a marcar os golos, e neste jogo esteve bem mais activo e participativo no ataque do que tinha estado nos últimos jogos. Muito bem o Júlio César, sempre seguro e com duas enormes defesas. Bem também a dupla de centrais, incluindo o David Luiz, que fez um jogo 'à David Luiz' e só manchando a exibição com o penálti muito mal marcado. Gostei do Saviola, mas esteve pouco inspirado na finalização. Referência também para o Airton: desta vez, e ao contrário do jogo em Coimbra, não notei a falta do Javi.

Estamos nas meias finais, e agora entre nós e o Jamor está o habitual jogo de golfe em ambiente de intifada naquele território sem lei para os lados de Contumil. Teremos que saber ignorar este clima, e continuar a jogar aquilo que temos jogado nos últimos jogos.

publicado por D`Arcy às 10:05
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Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

Eusébio

Num país de mendigos profissionais, dos que deitam sal nas chagas com o intuito de as avivar, o Sport Lisboa e Benfica ultrapassou a mendicidade reinante, cresceu à dimensão universal e construiu-se símbolo de grandeza com as mais humildes raízes. De entre os grandes que o fizeram enorme, destaca-se um nome, um homem, um símbolo: Eusébio.

 

Obrigado por tudo.

 

publicado por Pedro F. Ferreira às 18:18
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Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011

Unamo-nos

Onde estão os meus jogadores… estou lá também.

 

Esta frase é de Jorge Jesus e surge como forma de explicar a sua presença na confusão que aconteceu no final do jogo contra o Nacional.

 

Num momento em que, hipocritamente, os anões de salto alto se põem em bicos de pés para darem lições de uma moral vazia e parola, sinto que é hora de os benfiquistas dizerem: “Onde está o treinador do Benfica (campeão nacional – recorde-se)… estou lá também.”

publicado por Pedro F. Ferreira às 21:26
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Domingo, 23 de Janeiro de 2011

Reflexão em dia de eleições

No Benfica vota-se electronicamente desde 2006. No país, em 2011, altera-se o número de eleitor das pessoas sem as avisar, impedindo muitas de votar. Ainda há quem diga que o Benfica não é maior do que Portugal...

publicado por S.L.B. às 20:50
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