VAMOS ACABAR COM AS IMBECILIDADES
Quarta-feira, 6 de Abril de 2011

Para ti, Bruno César.

Bruno César, ainda não te conheço e já começo a sentir por ti o mesmo que tu sentes pelo Benfica.  [link] Ainda não tiveste a honra de vestir o manto sagrado e já faço minhas as tuas palavras. Por mim, podes aproveitar a ponte aérea e ir directamente para onde o Sol não brilha! Dizem-me que é um bom lugar para todos os que se apresentam como tu te apresentas.

 

Eu sou adepto do Benfica. Estamos apresentados.

 

publicado por Pedro F. Ferreira às 10:23
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Terça-feira, 5 de Abril de 2011

Indigno

Pelos vistos anda por aí, à solta na comunicação social, muita virgem ofendida que se arrepela e arranca os cabelos de tão indignada que ficou com aquilo que o Benfica fez no final do jogo de Domingo. Tal como escrevi na altura, também eu critiquei o que foi feito. Mas a minha crítica diz respeito a uma situação concreta. Achei que aquilo que foi feito foi indigno, de facto, mas:

 

- Não foi, de forma alguma, indigno do Porto. Tendo em conta aquilo que aquela gente tem vindo a fazer ao longo de décadas, quando muito deveriam era ter sido regados com algo mais abrasivo do que simples água, para ver se ajudava a limpar alguma da porcaria que os cobre. No mínimo, atirarem também algum sabão macaco para o relvado. Não percebo porque é que isto é 'mau perder', mas hostilizar e agredir os nossos jogadores e treinadores quando se podiam sagrar campeões (os do Porto passearam-se à vontade em Lisboa), e impedir que benfiquistas festejassem o título em locais públicos já não é. 'Mau perder' é apagar a luz e ligar os aspersores;

 

- Não foi indigno da comunicação social abjecta que temos neste país, sobretudo a desportiva, sempre solícita a esconder e limpar a imagem dos suspeitos do costume, vendendo discursos bacocos de ódio provinciano por 'finas ironias', actos violentos por 'excessos de entusiasmo', e batota e jogo sujo por 'espírito competitivo';

 

- Não foi indigno do futebol português, podre e infectado pela porcaria, fomentando e compactuando alegremente com todas as situações a que temos assistido nas últimas décadas, e onde até uma pessoa condenada e castigada por tentativa de corrupção fala impunemente pelos cotovelos e é recebida de braços abertos em eventos oficiais, como por exemplo jogos da equipa da FPF;

 

- Não foi sequer indigno do próprio Estado Português. Onde uma das faces da podridão, enquanto suspenso e desportivamente condenado por tentativa de corrupção, é recebido no órgão representativo do povo português. Onde 'ordem' e 'tolerância zero' têm definições completamente díspares consoante a zona do país. E onde o responsável máximo pelo desporto passa o tempo a fechar os olhos e a assobiar para o lado, só levantando o rabo da cadeira uma vez a cada três anos, sem nada fazer para limpar o futebol.

 

E posto tudo isto, o escândalo é uma molha às escuras? É isto que se quer comparar a quase trinta anos de podridão, violência e corrupção? Se critiquei foi apenas por achá-lo indigno do próprio Benfica, porque não gosto de vê-lo baixar de nível. E por saber que a atitude é uma forma de expor o flanco, sendo obviamente explorada pelos 'moralistas' do costume para mais um ataque ao Benfica, e mais uma lavagem à imagem dos criminosos, tentando fazê-los passar por coitadinhos. Porque se fosse apenas por toda essa corja mencionada acima, qualquer tipo de deferência seria imerecida. Merece-nos respeito quem nos respeita. Não quem nos desrespeita, mente, vigariza e enxovalha sempre que pode.

publicado por D`Arcy às 22:52
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«Não consigo estar muito tempo longe do Benfica»

A três jogos de cumprir 400 com a Gloriosa camisola, aconteceu o indesejável imprevisto. Peço a quem pode tomar esta decisão que faça o que DEVE ser feito: não permita que se morra na praia e ajude a escrever mais um capítulo na História do Glorioso. Pelo passado, pelo presente, pelo futuro, pelo rendimento apresentado esta época (sim, bastaria esta época!), pela mística no balneário, por todos nós, sócios e adeptos, e porque, nesta altura muito difícil para ele, seria uma atitude nobre que nos honraria enquanto clube: POR FAVOR, renovem com o capitão! Os Grandes devem ser tratados da mesma maneira e seria da mais elementar justiça que o Nuno Gomes tivesse uma despedida de jogador do Benfica semelhante à do Rui Costa. E não de canadianas...

 

P.S. - Aliás, bastaria o título do post para justificar a renovação...

publicado por S.L.B. às 16:49
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Segunda-feira, 4 de Abril de 2011

Erros (II)

Já que, como habitualmente, temos treinadores de bancada até dizer chega, aproveito para brincar ao Football Manager e explicar aquilo que, na minha modesta opinião, tem sido o erro táctico do Benfica nos jogos com o Porto este ano (ontem no jogo devo ter chateado toda a gente à minha volta de tantas terão sido as vezes que resmunguei sobre isto - o Gwaihir que o diga).

 

 

Não sou nenhum especialista em bola, e percebo tanto disto quanto o gajo que estiver sentado ao meu lado na bancada. Mas tendo visto os jogos que o Benfica perdeu esta época com o Porto (e o que ganhou), isto salta-me sempre à vista. De uma forma muito simplificada, os rectângulos verdes mostram os 'emparelhamentos' que se formam durante o jogo. E é ali, naquela zona assinalada com o círculo vermelho, que o Benfica perde os jogos. Foi ali que o perdeu ontem, na primeira parte. O Javi García é insuficiente para, sozinho, fazer frente aos adversários que surgem naquela zona, e a coisa fica ainda pior quando o Falcao recua da sua posição - até porque nenhum dos nossos centrais tem características para o acompanhar, e mantém-se normalmente fixo na sua posição mesmo quando não tem adversário directo para marcar (quando por acaso sai da posição para ir atrás do avançado, a falta de velocidade acaba por causar ainda mais perigo assim que é ultrapassado, até porque, ao contrário do habitual, o Javi está demasiado ocupado com os dois médios adversários, e não pode fazer a compensação). A solução mais óbvia é colocar alguém ao lado do Javi (o ideal seria um jogador como o Rúben Amorim, mas infelizmente ficámos sem ele para o resto da época), abdicando do '10' (como ontem na segunda parte) ou de um dos avançados (pessoalmente, prefiro esta opção).

 

Isto não é uma crítica cega ao Jorge Jesus, é apenas uma opinião discordante, e recuso-me aliás a entrar em qualquer discussão com pessoas que, de cada vez que perdemos um jogo, exigem o despedimento do treinador. Na minha opinião, mesmo com os seus defeitos - que todos os têm - e enganos esporádicos, não vejo nenhum treinador acessível mais indicado para ocupar o lugar no banco do Benfica. Mesmo puxando muito pela cabeça, não consigo lembrar-me de alguma vez, durante os últimos dezasseis anos, ter visto o Benfica jogar tão bem como o tenho visto jogar regularmente sob as ordens do Jorge Jesus.

publicado por D`Arcy às 16:08
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Erros

Acabou tudo da pior forma, e permitimos que eles festejassem o culminar da golpada no nosso estádio. Foram demasiados os erros individuais e tácticos, e depois de praticamente oferecermos a primeira parte de vantagem, não tivemos cabeça nem sorte para recuperar. Para além disso, não serão muitas as equipas capazes de limpar a cabeça e recuperar da forma como o Benfica praticamente entrou no jogo a perder, com o adversário a marcar sem sequer ter rematado à baliza.

 

 Um dos grandes problemas para o Benfica neste jogo seria sempre a ausência do Maxi. Compreende-se que não se tenha arriscado, já que o jogo com o PSV é mais importante, mas o Airton não foi uma boa solução. O Benfica foi uma equipa coxa, atacando muito mais pelo lado esquerdo, e mesmo em termos defensivos foi sempre pelo lado do Airton que tremeu mais. Depois, custou-me compreender a repetição do erro táctico que já nos tinha custado duas derrotas frente a este adversário: contra uma equipa que mete tantos jogadores no meio campo (até o avançado-centro recua) o Benfica não se pode dar ao luxo de jogar em 4-1-3-2 e deixar aquela zona praticamente entregue ao Javi sozinho. Sempre que este é ultrapassado, fica uma enorme clareira à frente da defesa, por onde aparecem múltiplos adversários. Jogar com dois médios no centro deve ser o mínimo. Claro que com mais ou menos médios, nada pode prever que o Roberto tenha um erro brutal daqueles e, com um autogolo, deixe o adversário em vantagem ainda antes dos dez minutos de jogo. É que nem foi um remate à baliza: foi um cruzamento tirado junto à linha de fundo, e de alguma forma que eu nem percebi a bola bate no Roberto e entra na nossa baliza (também não vou ignorar a forma como, no início do lance, o Javi parece ter tudo sob controlo à entrada da área e acaba por perder a bola). Indicação mais clara de que a noite iria correr mal era difícil.

Ainda assim, pouco depois do primeiro quarto de hora, o Benfica conseguiu empatar, através de um penálti convertido pelo Saviola, depois de um eventual puxão ao Jara dentro da área (escrevo 'eventual' porque confesso que no estádio não me apercebi da falta, e obviamente que não tenciono ver quaisquer imagens deste jogo). Mas não soube aproveitar alguma motivação que pudesse sair deste lance; o Porto reagiu bem, e menos de dez minutos passados voltou à vantagem. Depois de uma perda de bola do Benfica, aproveitou o enorme espaço dado no meio campo (fiquei com a sensação de que o Guarín teve todo o tempo e espaço do mundo para progredir com a bola, e escolher o momento de passá-la ao Falcao), e o lance acabou com o penálti clássico (e evidente) do guarda-redes sobre o avançado, que foi convertido pelo Úlque. Pareceu-me sempre que os nossos jogadores lidaram mal com a pressão feita quase no campo inteiro pelos jogadores do Porto, e acumularam erros e más decisões por causa disso. No último quarto de hora o Benfica mostrou algum inconformismo, mas o Porto nunca se desorganizou. Depois, ao contrário da eficácia do adversário, o Saviola conseguiu permitir a defesa ao Hélton num lance em que parecia ser mais fácil fazer o empate.

Sem surpresas, o Benfica voltou para a segunda parte com duas alterações (saídas do Jara e Aimar, entradas do Peixoto e do Cardozo), e organizado em 4-4-2. Mas o mal já estava feito. Foi mesmo o Porto quem começou com uma boa oportunidade, após (mais) um erro do Javi, que escorregou e perdeu a bola numa zona proibida, valendo o pé do Roberto a defender o remate do Falcao. A resposta do Benfica foi dada pelo Saviola, que viu o seu remate ser defendido em dificuldade pelo Hélton. Para não variar, a seguinte grande oportunidade do Porto voltou a surgir graças a um erro tremendo: desta vez foi o Sídnei que chutou a bola contra o Falcao e este, isolado, não acertou na baliza. Salvo algum lance de inspiração individual não me parecia, nesta altura, que o Benfica conseguisse inverter a situação. Mas a vinte minutos do final o Otamendi foi expulso, e o Benfica ganhou novo fôlego (mesmo que nesta altura já jogasse com o Sídnei a lateral direito). O Porto encostou-se mais trás, deixando o Úlque sozinho na frente, e o Benfica aproveitou para pressionar mais, mas fazendo tudo muito mais com o coração do que com a cabeça. O Cardozo teve uma oportunidade flagrante, mas na pequena área acabou por cabecear à figura do guarda-redes. E a cinco minutos do final, fez-se expulsar de forma estúpida, por agressão. Já nos descontos, oportunidades para os dois lados. Primeiro o Sídnei, solto na direita, permitiu a defesa do Hélton, e depois o Gaitán na recarga acertou no poste. Depois foi a meretriz uruguaia que conseguiu isolar-se, mas desta vez o Roberto fez uma defesa enorme.

Melhores no Benfica, talvez o Coentrão e o Saviola. Piores, podiam ser quase todos os outros. Em particular, Airton (tem a atenuante de não ser de forma alguma defesa lateral), Javi, Sídnei ou Roberto (por razões óbvias - mesmo contando com as duas grandes defesas que fez depois, não é admissível marcar um autogolo daqueles).

E pronto, este capítulo está fechado. Agora é pensar em ganhar o importante jogo de quinta-feira contra o PSV, e depois tentar também cumpri a segunda metade da tarefa de fazer da Taça de Portugal uma competição mais limpa.

P.S.- Sei que porventura muitos discordarão comigo nisto, mas não posso deixar de criticar o que foi feito após o fim do jogo. Claro que não é agradável ver aquela gente a festejar no nosso estádio, mas eu prefiro simplesmente ignorá-los. A indiferença é a resposta mais digna. Quando o jogo acabou, aplaudi a minha equipa e os meus jogadores, gritei pelo Benfica, e depois voltei as costas e fui-me embora. Já disse várias vezes que nem sequer os considero rivais; são um adversário de ocasião, e quando o merceeiro que comanda a pandilha de vigaristas de bairro for inevitavelmente derrubado pelo tempo (que não há fruta que o compre), ao bairro voltarão. O que me disseram que se passou no nosso estádio depois do apito final (não o vi pessoalmente, porque já lá não estava) em nada dignifica o Benfica.
Para mim, aqui aplica-se exactamente o mesmo princípio daquele ditado sobre não discutir com um idiota. Se descemos ao nível deles, eles ganham-nos em experiência.

publicado por D`Arcy às 01:06
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Domingo, 3 de Abril de 2011

Mensagem para o Cardozo

Sou um dos teus maiores fãs, mas o que fizeste hoje foi imperdoável! Estávamos em cima deles e certamente teríamos criado mais oportunidades com 11 em campo. Mandasse eu no Benfica e ficarias sem um mês de ordenado! Quinze dias por teres cometido uma agressão e quinze dias por não teres aprendido nada com o Acosta e o João Vieira Pinto!

 

Se quiseres que eu esqueça e te perdoe isto, tens três taças para nos ajudares a conquistar com golos. Podes começar já na Quinta-feira.

publicado por S.L.B. às 23:15
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História

Os jogadores do Benfica têm hoje uma oportunidade única de honrar a história do nosso clube. Exagero? Não creio, senão vejamos: quando se olha para o historial do campeonato, a única equipa campeã sem derrotas foi o Glorioso Sport Lisboa e Benfica. Ora, cabe aos seus jogadores, hoje à noite, não permitir que uma agremiação dirigida por um criminoso e apoiada por adeptos criminosos (e não, não estou só a falar dos elementos da organização mafiosa com capa de claque. São todos! Generalização abusiva? Será? Corrupção e tráfico de influências são crime, certo? Alguém ouviu por uma vez que fosse algum adepto desta agremiação criticar ou defender o afastamento de quem praticou estes crimes de corrupção e tráfico de influências? Se não o fizeram, são cúmplices e coniventes com isso, certo? E ser cúmplice de um crime é igualmente, embora em menor grau, um crime, certo? I rest my case.) inscreva também o seu nome como campeã imaculada sem derrotas.

 

Portanto, srs. jogadores, honrem a nossa história e a história da Humanidade ao fazer com que o Bem derrote mais uma vez o Mal!

 

VIVA O BENFICA!

publicado por S.L.B. às 16:19
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Sexta-feira, 1 de Abril de 2011

Defender o Benfica

Esquecera-me de que jogava a selecção portuguesa. Liguei o rádio, ouvi a informação de que o lateral se lesionara e que dificilmente jogaria até ao final da época. Seguiram-se momentos de incerteza e ansiedade. Qual dos laterais, o esquerdo ou o direito? Fábio Coentrão ou João Pereira? O nosso ou o dos outros? Durante aqueles segundos, apenas me lembrava da lesão do Simão, há uns anos, num triste jogo pela selecção que já foi a de todos nós.

 

A informação chegou: o lesionado não era o Coentrão. Alívio para os nossos e solidariedade para com o atleta adversário. Nestes jogos amigáveis e inúteis da selecção da Federação Portuguesa de Futebol, encaixados de forma canhestra num calendário de competições igualmente mal-amanhado, vai toda uma sensação de indiferença que só não é total porque está presente a preocupação de que ninguém se lesione. Considero o jogo ganho, quando não vejo nenhum dos nossos no relatório clínico.

 

Estes jogos amigáveis surgem encavalitados antes de um Benfica-Porto. Partida que, com tudo o que traz de rivalidade, é sempre um clássico que faz extremar paixões e que nenhum adepto admite que seja encarada com ligeireza. Paulo Bento, o seleccionador, numa atitude míope e autista, já garantiu que nunca terá em consideração o contexto competitivo dos clubes e exigirá entrega total a todos os atletas. Nunca é agradável ver um seleccionador encher-se de brios e confundir convicções com cegueira. Impor-se assim, de forma absoluta e ignorando o contexto, é apenas negar-se e nunca afirmar-se.

 

Enquanto adepto não posso ignorar o contexto dos jogos e, preocupando-se Paulo Bento apenas com a sua equipa, sinto-me legitimado a preocupar-me apenas como meu Clube. Neste caso, a minha Selecção Nacional é o Benfica. E este é o interesse supino que me cabe defender.

 

_____

Artigo de opinião publicado também na edição de 01/04/2011 do jornal "O Benfica".

 

[Se alguém quiser manifestar-me a sua opinião, pode fazê-lo para este endereço: tertuliabenfiquista@gmail.com]

 

publicado por Pedro F. Ferreira às 11:11
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