VAMOS ACABAR COM AS IMBECILIDADES
Sábado, 4 de Maio de 2013

(Foi) Limpinho, limpinho

 

Suininho, suininho (e fotogénico).

 

 

Vendidinho, vendidinho.

 

 

Hipocritazinho, hipocritazinho.

publicado por Carlos Miguel Silva (Gwaihir) às 22:55
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Finalmente!

 

 

Depois de várias épocas consecutivas a dominar do primeiro ao penúltimo dia para depois morrer sempre na praia, o nosso voleibol sagrou-se finalmente campeão nacional, apesar do imenso sofrimento que foi necessário. Viva o Benfica!

publicado por D'Arcy às 20:34
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Sexta-feira, 3 de Maio de 2013

Garra, querer e ambição

Ontem todos fomos Benfica: com raça, querer e ambição. Sem o assobio idiota e o umbigo de alguns a querer sobrepor-se à vontade de uma esmagadora maioria. Fomos unidos com a equipa e entre nós. Só mantendo a mesma atitude, poderemos ajudar os nossos a conquistar para o Clube os títulos que ambicionamos. Isso e apenas isso importa, isso e penas isso é prioritário, tudo o resto é resto.

 

Na “final” da próxima segunda-feira, contra o Estoril, é essencial que estejamos exactamente com a mesma atitude com que estivemos ontem, na Luz. Com a garra, o querer, a ambição e também a humildade de quem sabe que ainda falta vencer as três competições que pretendemos conquistar.

 

(fotografia tirada ontem, no 3º Anel do nosso Estádio)

publicado por Pedro F. Ferreira às 19:58
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"Lógicas"

Há coisas que, sinceramente, gostava muito de perceber. Ora bem, no espaço comercial do Estádio do Sport Lisboa e Benfica, há algo chamado "Loja do Sócio" que tem vários departamentos lá dentro, todos com a identificação "Benfica". Um deles é a "Benfica Viagens", que está a organizar viagens para Amesterdão para ir e vir no dia do jogo (como costuma fazer quando há jogos importantes das competições europeias, que justifiquem encher charters no próprio dia). Até aqui, tudo bem e tudo normal. O que é extraordinário é que, ao contrário do que é habitual, desta vez o bilhete do jogo não está garantido! Isto dito pela senhora da "Benfica Viagens". Nunca esteve incluído no preço de pacotes deste género, mas estava sempre garantido, como é óbvio. Mas não, desta vez, resolveu-se inovar ("foi o Benfica que assim decidiu", disse-me ela, acrecentando, "eu não sou do Benfica, sou da Benfica Viagens"). Concluindo: por absurdo que seja, pode haver pessoas que gastam mais de 500€ para ir a Amesterdão e não têm bilhete para ir ao jogo!

 

Dizem-me que a "Benfica Viagens" é a "Top Atlântico", mas chama-se "Benfica Viagens" por causa dos descontos que dá aos sócios do Benfica. Excuse me? Come again? Então é "Benfica Viagens", está na "Loja do Sócio" do Estádio do Sport Lisboa e Benfica, mas no fundo não tem nada a ver com o Benfica, é isso? Que mal pergunte... então porquê o nome "Benfica Viagens"?! Alguma alma caridosa e inteligente me pode explicar isto?

publicado por S.L.B. às 17:35
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A matilha

A matilha ataca sem tréguas. Atiram os cães de fila para a linha da frente e, entre latidos e rosnados, deixam para trás os que vão uivando com a cauda a abanar na esperança de que o dono atire um ossito à rafeirada.

 

A matilha não perdoa, ladra incessantemente, desde há duas semanas, porque, ao contrário do que tem sido habitual nas últimas décadas, não têm encontrado diligentes moços de fretes prontos a entregar a encomenda dourada em tom de apito. Uivam com saudades dos que se vendiam em prostíbulos em troca de fruta para dormir ou conselhos matrimoniais.

 

A matilha não descansa e dá voz, na comunicação social, a rafeiros, rafeirotes e bicheza afim para enviar avisos velados e ameaças deslavadas aos próximos nomeados para arbitrar os jogos do Glorioso. Alguma rafeirada, mais refinada, esconde-se por baixo de uma aparente, e constantemente desmascarada, ideia de “independência” e “imparcialidade”, para lançar a suspeita cobarde e nojenta com a mesma desfaçatez com que cobardemente ajudaram, e ajudam, a encobrir três décadas de crimes de dourados apitos e bem menos douradas agressões chantagens e ameaças. Normalmente, esta frente da matilha tem direito a tempo de antena semanal sem direito a outro contraditório que não seja a sua própria contradição. Só espero sinceramente que os dirigentes do nosso clube não voltem a cometer o erro de dar direito a entrevistas exclusivas dos profissionais do nosso clube a alguns destes cães de fila.

 

Quanto aos hipócritas que falam em nome de uma verdade desportiva que conspurcam há três décadas só há um tratamento a dar: deixá-los ladrar enquanto a caravana passa em busca do 33º título de campeão.

 

_____

Artigo de opinião escrito e enviado para a redacção do jornal "O Benfica" no dia 30 de Abril e publicado na edição de 03/05/2013 do jornal "O Benfica".

 

[Se alguém quiser manifestar-me a sua opinião, pode fazê-lo para este endereço: tertuliabenfiquista@gmail.com]


publicado por Pedro F. Ferreira às 15:15
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Lindo

Não havia outro desfecho possível. Vinte e três anos depois, o Benfica está de regresso a uma final de uma competição europeia. Trinta anos depois, a oportunidade para tentarmos vencer uma competição que, para os benfiquistas da minha geração, representou a primeira grande desilusão no futebol europeu (o golo do Shéu ao Anderlecht é daquelas imagens que nunca mais se apagou da minha memória - do do Lozano nem me lembro). E não havia outro desfecho possível porque o Benfica é simplesmente muito superior ao Fenerbahçe, e esta noite, mesmo contra uma arbitragem desastrada, contra um destino injusto que o obrigou a ter que correr ainda mais do que seria naturalmente necessário, impôs a sua superioridade num Estádio da Luz que não encheu (55.000 espectadores) mas esteve lindo, lindo e foi praticamente um exemplar décimo segundo jogador.

 

 

Talvez uma única meia-surpresa na equipa titular, onde o André Almeida surgiu na posição de lateral esquerdo. De resto, o onze esperado, com a dupla Cardozo/Lima na frente de ataque e o Gaitán teoricamente na esquerda, mas com liberdade para surgir frequentemente na zona central. Havia uma desvantagem de um golo para recuperar, e mal o apito inicial soou o Benfica meteu mãos à obra. Pareceu desde logo evidente que a estratégia do Fenerbahçe passava simplesmente por defender a magra vantagem obtida na primeira mão, mas face à forte pressão que o Benfica imediatamente exerceu e o ataque constante, tal estratégia parecia inevitavelmente condenada ao insucesso. E isso verificou-se rapidamente: foram oito os minutos durante os quais os turcos conseguiram segurar o nulo. Foi esse o tempo que passou até que o Lima se escapasse pela direita, e da linha de fundo fizesse um passe atrasado para a entrada do Gaitán, que de trivela e toda a elegância do mundo fez a bola ir embater no poste mais distante antes de entrar na baliza. Até esse momento, creio que os turcos nem sequer tinham ainda passado do meio campo, enquanto que o Benfica, por aquilo que tinha feito até então, já conseguia justificar o golo. Com a eliminatória empatada, era tempo de partir para o segundo golo, coisa que o Benfica fez imediatamente, pois não abrandou o ritmo com que tinha iniciado o jogo. Mas aos vinte e dois minutos veio o golpe injusto que poderia ter deitado tudo a perder. Na primeira vez que o Fenerbahçe desceu à nossa área, e num lance em que deveria ter sido assinalado um fora-de-jogo, o Garay acabou por jogar a bola com a mão e do respectivo penálti o Kuyt empatou o jogo, deixando ao Benfica a obrigação de ter que marcar mais dois golos se queria seguir para a final.

 

 

A injustiça deste resultado era grande. Percebeu-o o Estádio da Luz, que respondeu ao golo turco com gritos de 'Benfica! Benfica!' a incentivar a equipa, e de certeza que o perceberam também os nossos jogadores, cientes da sua superioridade. Nestes últimos tempos parece que anda muita gente interessada em fazer passar a mensagem de que a nossa equipa está de rastos e já pouco mais aguenta, mas se aquilo que eu vi hoje é uma equipa de rastos então não imagino como será quando está em plena forma física. Poucos minutos após o golo do empate já o Benfica estava novamente em cima do adversário, que foi remetido para junto da sua área e parecia feliz por se poder dedicar ao seu plano inicial de defender a vantagem e pouco mais fazer. O Benfica voltou a ameaçar pelo Cardozo, pelo Lima, pelo Gaitán e passada uma dúzia de minutos já estava de novo em vantagem no marcador. Na marcação de um livre a meio do meio campo o Enzo descobriu o Cardozo solto à entrada da área e colocou rapidamente a bola em jogo, para depois o Tacuara, em mais uma demonstração de qualidade técnica (tem sido um fartote nesta Liga Europa), simular com o direito, passar para o esquerdo, e rematar rasteiro para o fundo da baliza. E agora já só faltava mais um golo, que até poderia ter surgido ainda antes do intervalo, pois o Benfica manteve-se ao ataque e muito perto do final da primeira parte, após uma grande jogada do nosso ataque, viu o remate final do Matic passar pouco ao lado do poste da baliza turca, com o Freddy Mercury turco que defendia as redes do Fenerbahçe pregado ao chão.

 

 

Não surgiu o merecido terceiro golo na primeira parte, mas havia muita esperança que surgisse na segunda, até porque nada se alterou no pendor do jogo. Ainda e sempre o Benfica em ataque constante, mesmo que não no ritmo frenético que chegou a apresentar durante a primeira parte, e o Fenerbahçe remetido ao seu meio campo, completamente inofensivo no ataque. Mais ameaças do Benfica, mais asneiras da equipa de arbitragem francesa, que olimpicamente ignorava tudo o que se passasse dentro ou nas imediações da área turca (é incompreensível como um puxão ao Cardozo quase sobre a linha limite da área passou em branco). A lesão grave de um jogador turco, atingido na face por um pontapé do Gaitán, serviu para os turcos respirarem e pareceu adormecer um pouco o Benfica por alguns minutos, mas depressa voltou à carga e com efeito decisivo, pois chegou mesmo ao desejado e merecido terceiro golo. Depois de uma sequência de jogadas de insistência do Benfica, com vários cruzamentos e a bola a teimar em não sair de perto da área turca, o Benfica teve um lançamento de linha lateral do lado direito. O Salvio lançou, a bola sobrou para o Luisão, e o remate do nosso capitão foi desviado por um defesa adversário, o que fez a bola sobrar para o Cardozo. Solto na área, o Tacuara fez o que melhor sabe: recebeu com um toque e com um segundo atirou a contar e colocou finalmente o Benfica, com toda a justiça, na frente da eliminatória. Só depois disto é que o Fenerbahçe tentou reagir, mas acabou por mostrar sobretudo que não tinha mesmo um plano alternativo ao de defender a vantagem com unhas e dentes. Apostou cada vez mais no chuveirinho para a nossa área, mas apenas num remate com muito pouco ângulo obrigou o Artur a algum trabalho, não tendo conseguido criar uma verdadeira ocasião de perigo. A sensação era a que seria mesmo o Benfica, se forçasse um pouco mais, a poder voltar a marcar, e até vimos os franceses a negarem-nos um possível penálti por uma mão dentro da área. O sofrimento durante os longos cinco minutos de compensação (justificados) deveu-se apenas ao natural receio de algum lance fortuito que pudesse provocar a injustiça da nossa eliminação, mas o tempo decorreu sem sobressaltos até à explosão final de alegria, com o 'Ser Benfiquista' cantado a plenos pulmões.

 

 

O Cardozo tem que ser o homem do jogo, porque cumpriu o seu papel de matador e por duas vezes colocou a bola no fundo da baliza. Mas ao nível dele estiveram muitos outros. O Matic voltou a encher o campo. Aparece em todo o lado, a recuperar bolas, a empurrar a equipa para a frente e a organizar jogadas de ataque. O Luisão esteve imperial na defesa, e matou quase todas as jogadas de ataque do Fenerbahçe mesmo antes delas começarem. O Enzo, príncipe do nosso meio campo, deu mais uma demonstração de garra e querer, aliadas à qualidade técnica e perfeita disciplina táctica. O Gaitán espalhou classe pelo relvado, e o André Almeida mostrou outra vez que cumpre sempre que é chamado, seja onde for que o mandem jogar. Não atacou muito, mas não permitiu grandes veleidades ao Kuyt.

 

 

O director d'A Bola escreveu no dia seguinte à nossa vitória nos Barreiros este editorial: "Acabou o jogo da Madeira e, apesar da grande festa benfiquista, logo se percebeu: não dá para muito mais. Nem sequer dará para esconder as dificuldades. O Benfica chega a este momento final e crucial da época preso por arames." Espero que tenha visto esta noite o quão presa por arames a nossa equipa está. Espero que tenha visto o quanto não dá para mais. A nossa época joga-se agora numa mão-cheia de jogos. É o que falta para o final; é o que nos separa da glória. Vamos pensar neles um a um, conforme o temos sabido fazer tão bem até agora. Está na altura de pensar no Estoril para, vencendo, darmos mais um passo de gigante rumo ao título, podendo depois aproveitar a rara oportunidade de ter quase uma semana para descansar até ao jogo seguinte.

 

P.S.- Já agora, para os contabilistas encartados: Uma final europeia - Check!

publicado por D'Arcy às 03:57
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Quinta-feira, 2 de Maio de 2013

Sempre

publicado por D'Arcy às 10:33
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Quarta-feira, 1 de Maio de 2013

Campanha

Quando a conferência de imprensa do Benfica de ontem já deu para que o director do Record admita que houve mesmo diferença de tratamento entre o Benfica e outros e nos faça um pedido de desculpas, então é porque pelo menos já serviu para abrir alguns olhos.

 

Quanto ao resto, aquilo que o João Gabriel ontem disse e mostrou não é nada de novo para todos nós, porque a referida campanha tem sido por demais evidente. Acho apenas piada que os nossos inimigos passem o tempo a denegrir, de forma cobarde e mentirosa, a época que o Benfica tem feito, e que quando o Benfica denuncia isso e apresenta factos, se mostrem subitamente invadidos de uma indignação puritana pelo 'baixo nível' utilizado pelo Benfica.

publicado por D'Arcy às 14:40
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