O jogo de ontem frente ao Marítimo (
link) foi o possível: morno, com oportunidades desperdiçadas, com um meio-campo lento a atacar e brando nas marcações. Ainda assim, dava para Miccoli rematar ao poste, Nuno Gomes rematar para fora e Rui Costa rematar à base do poste. Isto é, dava para ganhar com justiça e um pouco menos de azar. Na segunda parte, quase tudo se manteve igual, apenas com a diferença de que a bola começou a entrar na baliza. Destaque especial para Miccoli pelos golos e Rui Costa pela clarividência e qualidade. A vitória foi justíssima.
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A arbitragem. Há sempre dois momentos por época em que, em caso de dúvida, os árbitros não penalizam o Glorioso: nas primeiras duas jornadas, e depois de terem, cirurgicamente, contribuído para o “funeral”. Agora que cumpriram a missão encomendada pelos arguidos do costume, já podem não marcar penálti quando o braço do Petit bate na bola no mesmo movimento em que o tenta desviar da mesma; já podem marcar penálti quando o defesa do Marítimo, no último minuto e com o Benfica a vencer por 2-0, corta a bola e derruba o Manú (por esta ordem).
Agora, seguir-se-á a gritaria hipócrita do costume.
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A atitude de
Hermínio Loureiro relativamente à violência das claques é cobarde e tardia. Se tivesse sido tomada imediatamente a seguir à nojenta demonstração de incivilidade da claque do “Macaco” no nosso Estádio, então seria corajosa e atempada. Mas não, surgiu quinze dias depois. Foi o tempo de alijar responsabilidades para todo o lado menos para os verdadeiros responsáveis.
Mas atenção que Hermínio Loureiro não está solitário. O
Conselho Nacional Contra a Violência no Desporto vai mais longe: Os membros do CNCVD «
criticaram o Benfica e a Polícia de Segurança Pública pela “dificuldade na coordenação” no “clássico” com o FC Porto e condenaram os incidentes protagonizados pelas claques.» Criticam quem não cometeu algum crime e condenam as claques!? Ao não imputarem, objectivamente, a responsabilidade do crime aos criminosos, estes senhores apenas legitimaram o crime. Bem podem limpar as mãos à parede.
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Mais uma excelente razão para comprar o jornal "
O Benfica": as sempre oportunas crónicas de Alberto Miguéns. (
link,
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Eusébio da Silva Ferreira, neste momento difícil todo o Benfica está contigo. Festejámos contigo, sofremos contigo e contamos contigo. Até breve e lá nos encontraremos em casa, no Estádio da Luz. (
link)
De antitripa a 23 de Abril de 2007
Eu ouvi da boca de um policia "Temos ordem para não actuar" quando fui acompanhado de mais 4 ou 5 sócios mostrar a perna do fulano que levou com o primeiro petardo...e mais, disse-o em frente a 1 boa duzia de colegas que viam o jogo a fumar e de mão atrás das costoletas nos monitores que se encontram nos átrios de acesso às bancadas do estádio...
De Anónimo a 23 de Abril de 2007
A única relação entre o senhor António e a menina Alexandra é o apelido. Diz-se que não se falam há anos. E a julgar pela forma como ela reage à simples menção do nome do pai, parece ser verdade.
De VeRMeLHoVZKy a 22 de Abril de 2007
Já viste por exemplo que alguns dos artigos eram do António Tavares-Teles, pai da dona Alexandra Tavares-Teles que gosta de escrever (e mal) sobre o Benfica?
Parece que finalmente o país começa a acordar.
O polvo está em todo o lado!
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