Compreendo que quem viva na Sicília não possa dizer mal do padrinho, pelo menos em termos públicos. Ainda por cima, quem emprega directamente familiares muito próximos dele. Se fosse eu, ou emigraria ou abstinha-me de escrever certas coisas. Mas as atitudes ficam com quem as toma e passar por cima de guardas Abeis, intimidações e agressões a jornalistas e juízes, viagens ao Brasil pagas “por engano” a árbitros e suas famílias, telefonemas de dirigentes a falar “quinhentinhos”, “frutas, cafés com leite” e outras “iguarias gastronómicas” é de uma profunda desonestidade intelectual. Ou então, é ter uma hidden agenda. E não se pode esperar que os outros sejam todos parvos e não percebam isso. A não ser que a parvoíce esteja noutro lado.
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