VAMOS ACABAR COM AS IMBECILIDADES
Segunda-feira, 8 de Maio de 2017

Atitude

Mais um dificílimo obstáculo ultrapassado e um enorme passo dado no caminho que nos separa de um possível e histórico tetracampeonato. O jogo antevia-se complicado, mas o Benfica encarou-o com atitude de campeão e vontade de dar uma enorme alegria ao mar vermelho que inundou as bancadas em Vila do Conde. No final acabámos felizes, sobretudo porque trabalhámos e quisemos muito sê-lo.

 

 

Duas alterações no onze titular, que consoante o ponto de vista podem ou não ser consideradas surpresas. Rafa e Jiménez no onze, por troca com o Salvio e o Mitroglou. Se considerarmos o que tem sido o rendimento mais recente dos dois jogadores que saíram, as alterações nada têm de surpreendente. O Salvio há várias semanas que tem sido consistentemente um dos jogadores em pior forma na nossa equipa, e o Mitroglou também tem estado apagado nos últimos jogos, provavelmente por estar a jogar com dores e eventualmente o facto de ter sido pai recentemente também poderá ter alguma influência. Por outro lado, a aparente relutância que o nosso treinador tem revelado em fazer mexidas na equipa titular nos últimos jogos poderá ter feito com que estas alterações tenham surpreendido algumas pessoas - confesso que a mim surpreenderam mesmo, mas pela positiva e fiquei bastante agradado assim que ouvi a constituição da equipa. Nada contra o Salvio ou o Mitroglou, apenas gosto de ficar com a sensação de que joga quem está em melhor forma. O Rio Ave tem sido elogiado pelo futebol que pratica, e verdade seja dita que não abdicou da sua forma habitual de jogar só por estar a defrontar o líder. Mostrou boa organização defensiva, e acima de tudo vontade de jogar futebol, privilegiando a posse de bola e tentando quase sempre sair a jogar, evitando o chutão para a frente. Mas do outro lado estava o Benfica, e uma coisa é jogar assim contra a grande maioria das equipas da nossa liga, e outra contra as equipas mais fortes. Quer isto dizer que a posse de bola do Rio Ave foi bastante estéril, já que o Benfica conseguia tapar quase todos os caminhos para a frente e pressionava logo a saída de bola ao adversário. Por isso mesmo, apesar da posse de bola ser muito repartida entre as duas equipas - e isto é um elogio que se pode fazer ao Rio Ave, porque não são muitas as equipas que conseguem repartir a posse de bola num jogo connosco - o jogo disputava-se quase sempre dentro do meio campo do Rio Ave. O Benfica mostrou também uma boa dinâmica no ataque, onde o Rafa derivava frequentemente para o centro e deixava a ala aberta para o Nélson Semedo, e do outro lado o Cervi mostrava uma energia inesgotável. O Jiménez é um avançado muito mais móvel do que o Mitroglou, e as suas movimentações faziam com que diversas vezes olhássemos para a área e lá estivesse não o ponta-de-lança, mas sim o Jonas e o Rafa. Todos os jogadores do ataque se iam mostrando, e o Benfica foi naturalmente muito mais rematador - contra uma das equipas do campeonato que menos remates permite ao adversário. Mas num jogo em que as duas equipas se empenharam ao máximo, o nulo acabou mesmo por persistir até ao intervalo, embora fosse o Benfica quem dava sinais claros de poder chegar primeiro ao golo.

 

 

E esses sinais foram reforçados na reentrada para o segundo tempo. Nessa altura o Benfica submeteu o Rio Ave a uma forte pressão e procurou chegar cedo ao golo que nos colocaria numa posição bastante confortável no jogo. O Rio Ave foi lentamente sendo obrigado a recuar a linha de pressão cada vez mais, mas o golo do Benfica não chegava e estávamos sempre expostos a algum contra-ataque que pudesse explorar o nosso cada vez maior adiantamento no terreno - apesar do Benfica estar cada vez mais por cima no jogo, o Rio Ave conseguia agora ser mais perigoso quando saía para o contra-ataque. Ainda apanhámos um susto dessa forma, mas o Héldon foi algo egoísta, não passou a bola no momento certo, e depois acabou por fazer um remate cruzado que saiu ao lado da baliza. A vinte minutos do final, uma substituição que acabou por se revelar decisiva, que foi a troca do Rafa pelo Salvio. Porque cinco minutos depois da sua entrada, e pouco depois de mais uma jogada de algum perigo do Rio Ave (remate do Tarantini que saiu muito perto do poste, depois de um passe atrasado para a entrada da área) o Benfica desenhou um contra-ataque exemplar após um canto a beneficiar o Rio Ave. Assim que a bola foi recuperada, saímos a jogar desde a nossa área e a bola só parou no fundo da baliza adversária. Corte de cabeça do Lindelöf, bola no Cervi à saída da área, Cervi para o Jonas, toque do Jonas para a corrida do Salvio pela esquerda e desde a linha do meio campo até à entrada da área adversária, passe com conta, peso e medida para o Jiménez (corre tudo tão melhor quando nos lembramos que jogamos numa equipa e passamos a bola na altura certa, não é Salvio?) que entretanto se tinha desmarcado pelo centro, e o mexicano com tempo e calma suficiente deu um toque para controlar a bola, e outro para rematar rasteiro e colocado junto ao poste para o fundo da baliza, quando o guarda-redes saiu ao seu encontro. Nada mau para uma equipa que não tem processos. Num jogo destes, tal como o aconteceu o ano passado neste campo, um golo é quase sempre decisivo. Por isso nos minutos finais o Benfica optou por fechar os caminhos para a sua baliza, trocando o Jonas pelo Samaris, e fê-lo com eficácia, já que o Rio Ave não conseguiu pressionar-nos de forma consistente. Mas não nos livrámos no entanto de um enorme susto, quando um ressalto de bola nas costas do Lindelöf após um corte do Luisão deixou a bola solta no interior da área, e na sequência disso levámos com uma bola no poste e no ressalto, em muito boa posição, o Héldon rematou por cima. Faltavam três minutos para os noventa, e nesse lance tivemos estrelinha. Mas no cômputo geral, creio que a vitória do Benfica é inteiramente justa e inquestionável.

 

 

Grande atitude de toda a equipa em geral, a atitude que se exigia para conseguir ganhar um jogo desta dificuldade. O Jiménez foi o herói do jogo, mas não houve um jogador que se possa dizer que esteve mal. Já começo a ter saudades antecipadas do Nélson Semedo, porque tenho dúvidas que tenhamos a felicidade de o ver por cá mais uma época. O Fejsa foi o colosso do costume à frente da defesa, os centrias fizeram um jogo muito sólido, e o Cervi mostrou aquela garra tão pouco habitual nos jogadores tecnicistas que actuam na sua posição. Já o reclamava antes e continuo a afirmar que para mim seria sempre o mais indiscutível dos extremos do Benfica.

 

À entrada para esta jornada sabíamos que precisávamos de conquistar sete pontos nos três jogos que faltavam para garantir o título. No final da mesma esse número reduziu-se para dois pontos nos dois jogos que faltam. Falta muito pouco, é certo, mas ainda falta alguma coisa. Não é tempo de festejos ou triunfalismos descabidos, porque nada está ganho ainda. Nenhuma equipa gosta de fazer de figurante na festa do adversário, e para a semana vamos defrontar a equipa em melhor forma do campeonato, que certamente não estará nada para aí virada. O Vitória é uma excelente equipa, que não virá disposta a participar em festa alguma, até porque quererá marcar posição para a final da taça que se avizinha. Mostrámos uma atitude e empenho exemplares durante trinta e duas jornadas. Falta mantê-la por mais duas para que seja possível celebrar no final.

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publicado por D`Arcy às 04:12
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13 comentários:
De Alberto a 8 de Maio de 2017 às 05:00
Parabéns, D'Arcy, por mais uma excelente crónica.
Temos que encarar o jogo contra o Guimarães com a seriedade e empenho de um jogo contra um dos grandes. Se o fizermos seremos campeões. Caso contrário, pomo-nos a jeito para uma enorme decepção.
Mas eu acredito nesta equipa, neste treinador, e nestes dirigentes!
Vamos encher o nosso estádio no próximo sábado para apoiar a equipa do primeiro ao último minuto. Com paciência e sem vacilar. Eles merecem, e nós também. Rumo ao 36!
De antonio fonseca a 8 de Maio de 2017 às 08:26
Bom dia,

Comentário no qual eu me revejo.

Dizer que foram 3 pontos conquistados, que nos abrem as portas ao tetra.

Foi um jogo sofrido mas uma vitória categórica e conquistada com muita determinação.

Contra tudo e todos especialmente os antis que sempre manifestaram o seu azedume com a direcção e equipa técnica, aqui está a melhor resposta que merecem.

Quem é benfiquista deve sempre apoiar o nosso clube, nas horas boas e menos boas. Criticar sim ma com civismo e sem ofensas é o meu lema.

Agora no sábado são mais 3 pontos para podemos celebrar e dar a resposta aos dragartos que devem estar com uma azia dos diabos (vermelhos).

Saudações benfiquistas.
De Manuel Afonso a 8 de Maio de 2017 às 08:50
Caro D'Arcy, tenho-me esquecido de discordar de ti de forma total e absoluta em relação à análise que fazes do Sálvio. O Sálvio é o atleta com maior capacidade de verticalizar jogo da equipa, e é imprescindível como tal. Claro que vai falhar mais que os outros, mas também é aquele que vai criar o desiquilíbrio que resolve um jogo atado.

Sobre o resto, espero poder dizer o que me vai na alma daqui a uma semana. Aturar as carpideiras esta época não tem sido fácil. Mas para quem teve que as aturar um ano inteiro, mais uma semana não há-de fazer a diferença.

Nem para isto, nem para fazer a festa. O Guimarães não vem cá passear nem fazer de animador ou palhaço. Temos que dar o nosso melhor. E quando falo em dar o melhor falo de dirigentes, treinadores, atletas e também dos adeptos que vão estar no estádio. Se estiverem nervosos cosam a boca ou tomem uns calmantes. O papel de um bom adepto durante os jogos é apoiar. Ponto.
De Henrique Teixeira a 8 de Maio de 2017 às 09:56
Como já há alguns anos deixei de ter sport tv e como não gosto de ver jogos rodeado de inimigos do Benfica, fui como sempre, quando o Benfica joga fora, ver o Glorioso para a Casa do Benfica mais próxima da minha residência.
Aí somos todos irmãos no sofrimento e na alegria, na derrota e na vitória.
Neste jogo houve ali dois momentos que jamais se apagarão da minha memória: O golo do Benfica e o final da partida. Nesses momentos houve gritos, saltos, abraços e até lágrimas de felicidade.
Jamais esquecerei as que deslizaram pela face de alguém que só conheço dali quando trocamos o abraço da mais pura união Benfiquista.
Os jogos que faltam serão dificílimos e o campeonato ainda não está ganho.Mas agora acredito mais que nunca.
No próximo jogo a Luz vai estar cheia. Deus queira que seja para comemorarmos já ali o inédito tetra.
De Red_Skin a 8 de Maio de 2017 às 11:00
O Tetra é nosso. Sim, é verdade que ainda não está garantido, mas caso ganhemos o próximo jogo na Catedral, o Tetra é nosso. Quando tivemos 7 pontos sobre a kamorra e depois deixámos encurtar para apenas 1, pensei que não iríamos lá. Contra tudo e contra todos vamos GANHAR 4 CAMPEONATOS DE ENFIADA, karago, algo inédito. Os azeiteiros lagarteiros e kamorreiros levam a maior sova e humilhação dos últimos 40 anos, é obra.
Mais um campeonato ganho com mérito, dedicação e esforço. Claramente superiores à concorrência, soubemos ultrapassar as falcatruas e roubalheiras dos nossos INIMIGOS.
O NOSSO BENFICA ESTÁ NO TOPO, e os kabrons sanguinários dos nossos inimigos afundam-se de dia pra dia.
NO PRÓXIMO SÁBADO A FESTA É A QUADRIPLICAR 4X
SL BENFICA - SOMOS MILHÕES, SOMOS MELHORES, SOMOS BENFICA
De D`Arcy a 8 de Maio de 2017 às 14:28
Manuel Afonso, o Salvio pode ser o jogador com maior capacidade para fazer uma série de coisas. Mas se não as fizer, merece ir para o banco. É tão simples quanto isso. E qualquer pessoa com olhos na cara consegue ver que o Salvio desta época não tem tido nada a ver com aquilo que ele sabe e pode fazer. Para fazer aquilo que ele fez no lance do golo, óptimo. Só que foi provavelmente a primeira vez que fez aquilo nos últimos quatro meses - por exemplo em Vila da Feira teve um lance igualzinho, onde tinha dois colegas sozinhos no meio, ele estava na mesma posição, descaído para a esquerda, e optou por baixar a cabeça e prosseguir na jogada individual, fazendo um remate tosco com o pé esquerdo para as mãos do guarda-redes. A primeira jogada do Salvio ontem mal entrou foi outro exemplo. Recebeu a bola junto à linha, baixou a cabeça, e desatou a correr até sair com ela pela linha lateral.

Os jogadores não podem jogar com base naquilo que já fizeram, mas sim naquilo que mostram ter capacidade para fazer agora. Senão por esse princípio o Maradona ainda jogava. E eu faço todas estas críticas ao Salvio sendo um admirador do jogador e das qualidades que tem. Mas eu falo daquilo que efectivamente vejo, e não das jogadas que imagino que pode fazer. Se joga mal e não contribui para a equipa, eu digo que joga mal e que não merece o lugar no onze. É simplesmente isto,que eu faço e não existe qualquer outro tipo de motivação ou vendetta contra qualquer jogador.

E já agora, na minha opinião o Salvio nem é o atleta com maior capacidade para verticalizar o jogo que temos no plantel. Até Janeiro esse jogador era o Gonçalo Guedes. Neste momento, para mim, é o Rafa.
De António Madeira a 8 de Maio de 2017 às 15:31
Mais uma crónica fiel ao que aconteceu ontem em Vila do Conde, num dos campos onde é mais difícil de vencer, contra uma equipa bem montada e com bons argumentos.
Mas o Benfica ontem foi muito forte. Grande atitude, muita concentração e um onze inicial que me agradou muito.
Sou um grande fã do Salvio e estou-lhe grato por todas as alegrias que já me deu, mas às vezes, faz-nos bem ir para o banco, no futebol ou na vida, para refletirmos e termos uma perspectiva diferente das coisas.
E a verdade é que o Rafa fez uma boa primeira parte e combinou bem com o Semedo. Uma primeira parte pressionante, com a bola a ser bem tratada e com o Rio Ave a querer jogar futebol. Tivemos algumas oportunidades, por intermédio do Jonas, do Semedo, do Rafa e do Grimaldo.
Na segunda parte, entrámos com tudo e foram 15 minutos de futebol acutilante, com grande vontade e grande garra. Depois vieram as mexidas e o golo.
Se o golo do Jonas contra o Estoril ficará para sempre na minha retina porque o vi ao vivo, o passe que ele faz para o Salvio e o desenho de todo o contra-ataque que antecedeu o golo serão algo que jamais poderei esquecer.
Naqueles instantes que foram uma eternidade, duvido que houvesse algum benfiquista que não estivesse de pé, a gritar, a levar aquela bola, a passá-la e a empurrá-la para o fundo das redes. Foi a loucura.
Depois, foi fechar trancas à porta e sofrer. Aquele lance em que levámos a bola no poste foi o lance que nos deu o campeonato. Não tenho dúvidas. Um ressalto de bola em que o Paciência domina a bola com a mão e tem tudo para marcar e não o faz, é porque os astros estão connosco e concordam que não haverá campeão mais justo que nós.
Toda a equipa esteve em alto nível, mas julgo que é justo fazer alguns destaques. O Luisão fez uma ponta final de campeonato soberba. A comandar, a dobrar, a antecipar, nas alturas, pelo chão, ele está em todos os lances defensivos e merece este tetra como poucos. Semedo já deixa saudades, como diz o D`Arcy. Não tenho dúvidas de que será o último jogo na Catedral. Um portento destes vai para longe desta estrumeira em que se tornou o nosso futebolzinho, mas leva o Benfica no coração e a gratidão de todos os benfiquistas por ter honrado o nosso símbolo. Impressionante a atacar, imperial a defender, tem tudo para ser um dos melhores do mundo na sua posição. Desejo-lhe toda a sorte que merece.
Já não há adjetivos para Fejsa. Nem se dá por ele, mas ele está em todo o lado, no momento certo, a cobrir linhas de passe, a desarmar, a fazer compensações, a impedir triangulações, à direita e à esquerda. Uma pena que não tenha os pés do Samaris e os ossos de ferro.
Mas para mim, o melhor em campo foi mesmo o Cervi. Via-o jogar no campeonato argentino e na Libertadores e já suspirava por este craque. Ontem, vê-lo correr os 90 minutos a atacar e a defender, parecia um sonho.
Perdi a conta às vezes que fez cortes na nossa defesa, e é dele que sai o passe para o Pistolas fazer magia.
Quanto ao Jonas, tenho um desejo. Só mais um. Vê-lo marcar mais um golaço na Luz para deixar bem vincada na memória a lembrança de ter visto ao vivo um dos melhores jogadores que vi jogar de águia ao peito.

Sábado lá estarei. Primeiro para ver o jogo de vólei e depois para ajudar a empurrar esta equipa para o tão ambicionado 36.
Faço aqui desde já um apelo: quem for a pensar em aplaudir com os lábios, faça um favor ao mundo e parta uma perna ou um braço e veja o jogo pela televisão ou ouça-o na rádio. É uma gentileza que nos faz a todos.

Força, Benfica! Dá-me o 36!
De Manuel Afonso a 8 de Maio de 2017 às 17:44
Como calculas conheço bem a tua posição sobre o rendimento do jogador. Tens feito questão de a transmitir amiúde.
A minha é absolutamente contrária. Acho que foi dos melhores contra o Estoríl, acho que regra geral não tem rendido abaixo da restante equipa, acho que tem sido substituido quando assim acontece, e acho que foi, é, e vai continuar a ser um jogador muito importante para nós.
De arrifana a 9 de Maio de 2017 às 00:12
Foram mais três pontos rumo BI 18 E OS ABUTRE ESTÃO A DEMANDAR

VIVA O BENFICA
De Jorge a 9 de Maio de 2017 às 15:06
Mais 3 pontos que pertencem ao passado. Venha o Guimarães.
Se formos campeões, agradeço mas não estava á espera, sobretudo com a quantidade enorme de lesionados. Será, a confirma-se um grande feito.
Não me importo de catalogações, pois a história, contem exemplos concretos, seremos vencedores da Liga Salazar.
O lance do Rio Ave ao poste, é precedido de mão do Domingos Paciência.
Saudações Gloriosas.

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