VAMOS ACABAR COM AS IMBECILIDADES
Sábado, 11 de Fevereiro de 2017

Classe

Se na última jornada escrevi que estávamos de regresso à normalidade, então hoje não foi mais do que a confirmação dessa mesma normalidade. Aquela em que vencemos confortavelmente os nossos jogos, exibindo uma superioridade tal que nos coloca até a salvo de eventuais decisões adversas por parte das equipas de arbitragem. Uma exibição segura e cheia de classe para silenciar algumas vozes mais histéricas. Para plagiar parcialmente o Mark Twain, diria que as notícias da crise no Benfica me parecem ser manifestamente exageradas.

 

 

Já era ponto assente que o Salvio ficaria de fora por precaução e seria poupado para o duelo da Champions, mas ainda ssim foi um pouco surpreendente ver o Carrillo nas escolhas iniciais para este jogo. O Zivkovic era mais ou menos uma certeza, mas provavelmente a maior parte das pessoas esperariam que fosse o Cervi ou o Rafa a ocupar o outro flanco. Mas a escolha do peruano acabou por ser acertada, já que ele realizou a sua melhor exibição desde que chegou ao Benfica e ficou directamente ligado aos golos e a esta vitória. Vitória que começou logo na atitude com que a nossa equipa entrou em jogo. A forma mais eficaz de gerir o esforço antes de um confronto europeu é resolver o jogo o mais cedo possível, para depois podermos fazer os jogadores descansar com posse de bola e substituirmos antecipadamente aqueles que apresentem maior cansaço. E foi precisamente isso que o Benfica tentou fazer. Com uma atitude dinâmica e muita velocidade, com o Zivkovic e o Nélson Semedo muito activos na direita, o Carrillo bem mais interventivo do outro lado e o Jonas a alargar o seu raio de acção para terrenos mais recuados, o Benfica desde o apito inicial que tomou conta do jogo, remetendo o Arouca quase exclusivamente para tarefas defensivas. E se o Benfica entrou bem no jogo, a pressão e velocidade imprimidas foram sempre aumentando à medida que o tempo decorria, tornando-se quase avassaladora a partir dos vinte minutos. A partir dessa altura os ataques sucediam-se uns aos outros, sem que o Arouca conseguisse sequer sair do seu meio campo. E as ocasiões obviamente começaram também a acumular-se. A primeira nem foi da nossa exclusiva responsabilidade, já que foi o Nuno Coelho quem, ao tentar interceptar um cruzamento do Zivkovic, enviou a bola à barra da sua própria baliza (por um lado ainda bem, porque tendo em conta que ele já passou pelo Benfica numa pré-época, se a bola entrasse de certeza que haveria por aí muitos maluquinhos de chapéu de folha de alumínio a desenvolver teorias da conspiração). Depois o Mitroglou marcou mesmo, mas o golo foi anulado por fora-de-jogo ao Jonas, que tentou jogar a bola mas não lhe conseguiu tocar. Na minha opinião, bem anulado. Mas confesso que será divertido observar a forma como aqueles que insistem que o terceiro golo que o Boavista nos marcou foi legal (e já agora, aquele que o Setúbal nos marcou na primeira volta) agora seguramente conseguirão, sem hesitação, dizer que este golo foi bem anulado. Indiferente a isto o Benfica continuou a carregar, e após um passe longo do Zivkovic foi o Luisão quem parou no peito e rematou, ficando muito perto de marcar, valendo ao Arouca a saída rápida da baliza do seu guarda-redes. Mas aos vinte e cinco minutos já nada pôde fazer para contrariar a cabeçada fulgurante e colocadíssima do Mitroglou, que correspondendo a um centro da direita do Jonas fez a bola entrar bem junto da base do poste.

 

 

Desta vez também não cometemos o erro de outras ocasiões, que foi baixar imediatamente o ritmo após obtermos o primeiro golo. E foi por isso com toda a naturalidade que, dez minutos após o primeiro golo, o Benfica aumentou a vantagem. A jogada desenvolveu-se pela esquerda, com um bom passe do Carrillo a solicitar a desmarcação do Eliseu. Já dentro da área, conseguiu chegar à bola antes do guarda-redes e fazer o passe para trás, onde surgiu o Mitroglou para rematar de primeira e com estrondo para o fundo da baliza. O segundo golo não era mais do que a expressão do domínio completo do Benfica no jogo. Da forma como estávamos a jogar, adivinhava-se uma goleada e um jogo muito confortável até final como o cenário mais provável. O Arouca quase não conseguia oferecer réplica, e só a cinco minutos do intervalo deu o primeiro sinal de perigo, num remate de fora da área ao qual o Ederson se opôs muito bem. Mas pouco depois desse lance deu-se outro que poderia ter mudado completamente o rumo do jogo. Depois de uma bola comprida colocada nas costas da nossa defesa, o Mateus perseguiu-a rodeado pelo Lindelöf e o Eliseu. O Ederson saiu da baliza, cortou a bola (que bateu no Eliseu e seguiu na direcção da baliza) e a seguir atingiu o Mateus. Numa primeira fase o árbitro mandou seguir, mas após ser alertado pelo auxiliar, assinalou falta e expulsou o Ederson. Na minha opinião a expulsão parece-me um claro exagero, já que o jogador do Arouca está rodeado por dois defesas nossos, o Ederson joga a bola e a sua única intenção é mesmo jogar a bola, sendo depois o contacto inevitável. Mas infelizmente para nós foi essa a decisão da equipa da arbitragem, o que nos deixou com uma tarefa teoricamente mais complicada para o resto do encontro, e pior ainda, sem o Ederson para a visita a Braga. Vimo-nos então obrigados a retirar o Mitroglou do encontro para a entrada do Júlio César, o que me pareceu uma opção natural, já que em inferioridade numérica não faria muito sentido jogarmos com um avançado mais fixo.

 

 

Mas face à visível diferença de qualidade entre as duas equipa a que se tinha assistido na primeira parte e à forma como o Benfica estava a jogar, nem sequer fiquei particularmente apreensivo para o que restava deste jogo. Comentei aliás ao intervalo que muito provavelmente o Benfica até iria aproveitar que o Arouca tinha finalmente desmontado a sua estrutura defensiva (o Vidigal efectuou uma substituição imediatamente a seguir à expulsão) e iria tentar adiantar-se no terreno para em contra-ataque marcar um terceiro golo e arrumar de vez com a questão. E a verdade é que isso acabou por acontecer quase de imediato assim que começou a segunda parte. Foi uma jogada de ataque muito bonita, talvez mesmo a mais bonita de todo o jogo. Depois da bola rodar pelos pés de vários jogadores, chegou até ao Nélson Semedo, ainda a meio do nosso meio campo. Ele combinou com o Zivkovic, arrancou como uma locomotiva junto à linha, flectiu para o centro, tabelou com o Jonas à entrada da área, deixou a bola no Pizzi, e este fez o passe para a entrada do Carrillo pela esquerda, que à saída do guarda-redes lhe picou a bola por cima. Grande golo, e a sensação de que quaisquer possíveis complicações na segunda parte estariam quase por completo eliminadas. O que foi exactamente o que veio a verificar-se. O Arouca teve naturalmente bastante mais bola do que tinha tido durante a primeira parte, mas mesmo em superioridade numérica durante tanto tempo apenas conseguiu criar uma ocasião de perigo: um cabeceamento do Kuca que desviou no Nélson Semedo e acabou por ser defendido com alguma dificuldade pelo Júlio César. De resto, o Benfica baixou notoriamente o ritmo do jogo e foi gerindo o esforço e deixando o tempo escoar. A melhor ocasião de golo de toda a segunda parte, aliás, pertenceu ao Benfica. No seguimento de um livre apontado pelo Pizzi, o Luisão surgiu completamente à vontade no interior da área e rematou muito por cima da baliza quando o mais fácil parecia ser marcar golo. Acabou por ser uma segunda parte bastante tranquila, que nos permitiu gerir eficazmente o esforço em antecipação do jogo da próxima terça-feira.

 

 

O Carrillo, conforme disse, fez seguramente o seu melhor jogo no Benfica. Não vou ao ponto de o considerar o melhor em campo, mas esteve num nível bastante bom e que justifica novas oportunidades. Acima de tudo interessa salientar a melhoria da atitude competitiva, parecendo muito menos alheado do jogo do que noutras ocasiões. O Mitroglou muito provavelmente hoje, não fosse a expulsão do Ederson, teria marcado mais do que dois golos. Parecia estar em dia sim, já que nas três ocasiões de que dispôs, marcou. O Nélson Semedo fez também um grande jogo, e neste momento parece estar fisicamente melhor do que já aparentou num passado não muito distante. Ajudou também ter à sua frente o Zivkovic, um jogador que não me canso de elogiar. Consegue quase sempre sair a jogar, ou entregar a bola bem redondinha nos pés de um colega. Grande capacidade técnica, enorme atitude competitiva, e cabeça fria para ser um autêntico saco de pancada para os jogadores do Arouca e continuar sempre a levantar-se e a voltar ao jogo. Bom jogo dos nossos centrais, e se o Luisão tem marcado aquele golo, a juntar ao pormenor técnico que exibiu com o jogo a acabar, acho que tinha saído em ombros. O Fejsa foi aquilo do costume, e até quando comete um ou outro erro no passe acabamos por desculpá-lo porque ele parte imediatamente para cima do adversário e insiste até recuperar a bola que acabou de perder. Jonas sempre importante, até sair exausto. E repito o que já disse: em boa hora regressou o Eliseu.

 

Foi uma vitória muito importante para estabilizar e dar confiança à nossa equipa, ainda por cima obtida em condições pouco favoráveis, já que não tínhamos o nosso treinador no banco e jogámos mais de meia parte em inferioridade numérica. Esperemos que motive a nossa equipa para uma grande prestação no difícil jogo europeu que se segue. Tenho uma enorme admiração pelo Dortmund (posso considerá-los a minha 'segunda equipa') mas acredito que se estivermos ao nosso melhor nível temos valor e qualidade suficiente para os contrariar.

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publicado por D`Arcy às 03:28
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16 comentários:
De Águia Real e Eterna a 11 de Fevereiro de 2017 às 05:22
Mais uma vez, e para não variar, jogámos contra 14 (CATORZE).
Mas desta vez, e para ainda dificultarem mais a CAMINHADA do Benfica no sentido de conseguir o TETRA-CAMPEONATO,obrigaram o nosso Glorioso Clube a jogar mais de metade do jogo com DEZ CONTRA CATORZE.

Os jogadores do arouca batiam forte em tudo o que era craque do Benfica. O nosso Zivkovic quase que era partido em bocados e os adversários nem cartãozinho amarelo levaram. O nosso guarda-redes numa jogada normal em que joga a bola e a seguir no movimento natural dos seus membros toca no adversário e leva logo o cartão vermelho!!!! Cartão amarelo era aceitável e recomendado, agora cartão vermelho?????!!! Pois é, eles, os apitadores corruptos estão mesmo muito bem FORMATADOS para prejudicarem o Benfica. Na semana passada contra o nacional da Madeira, o nosso Sálvio foi TRAÇADO por trás, falta duríssima sem bola e própria de um meio-jogador e um COVARDE INTEIRO, e o apitador apenas lhe mostrou o cartão amarelo!!!
Filhos da puta de apitadores corruptos que eu ODEIO PROFUNDAMENTE.

O Benfica através dos seus Dirigentes tem de tomar POSIÇÃO PÚBLICA sobre as APITADORAGENS anti-Benfica.
Ou os apitadores passam de facto a ser ÁRBITROS A SÉRIO - e um Árbitro a sério é um elemento que intervém directamente no jogo, e por isso mesmo tem de ser em primeiro lugar SÉRIO ISENTO E IMPARCIAL, e depois tem de ter o mâximo de competência possível, a fim de cumprir de forma positiva a sua função -, ou então o nosso Glorioso SLBenfica tem de "METER A UEFA AO BARULHO" e pedir/EXIGIR ÁRBITROS ESTRANGEIROS. Podem ser ingleses, alemães, franceses, espanhóis, etc,etc,etc,.... É que esses não são apitadores. esses são mesmo ÁRBITROS e quando erram, são ERROS DE VERDADE que podem acontecer contra e a favor de qualquer um dos contendores.
Aqui, neste quintalzinho à beira-mar plantado dominado por CORRUPTOS, e que aspira há cerca de nove séculos a ser um País a sério, chamar-se erros às decisões maléficas desses apitadores, não passa de um EUFEMISMO.
Aquilo que eles fazem não são erros nem nada que se pareça. Aquilo é tudo fruto de um DIRECTÓRIO que vem de cima e que é ABSOLUTAMENTE ANTI-BENFICA.

É uma TRISTEZA ABSOLUTA e um PARADOXO, o Maior e Melhor Clube de um País, aquele que é o "ABONO DE FAMÍLIA" para todos os clubecos cá da quinta, sejam eles pequenos e pequeninos, ou pequenos-médios como o tal riporting de alvaLADRA, é um PARADOXO, dizia eu, esse Clube, que é o nosso Benfica, ser tão MALTRATADO E TÃO ROUBADO por aqueles que comem à custa Dele.

Como diz - e MUITÍSSIMO BEM - o carísssimo Dr. José Nuno Martins, Director do Jornal " O BENFICA" - que é o ÚNICO que eu compro, pois não alimento jornaleiros de pasquins a bosta e rascord e muito menos a folha de couve chamada "o nojo" -, temos de deixar de ser " OS BONS SAMARITANOS".

hÁ QUE ESTAR BEM DESPERTO, ARREGAÇAR AS MANGAS e DEFENDER O NOSSO QUERIDO E AMADO SLBenfica, como Ele tanto precisa e sobretudo tanto e tanto MERECE.
A força do nosso querer, o nosso inigualável crer, a nossa insuperável VAIDADE e ORGULHO em ser do BENFICA, o nosso VERDADEIRO AMOR ao nosso Glorioso Clube têm de ser - E SÃO - maiores, muito maiores e mais fortes do que todos os ódios e invejas que os asquerosos palermas seguidores do "riporting clubeco do oporco" têm pelo nosso SLBenfica, apenas porque mesmo juntos não conseguem chegar à nossa GRANDEZA E PRESTÍGIO Europeu e Mundial.

Quanto ao jogo, o caro D'Arcy já disse tudo.
CLASSE?! Sim, muita classe. Classe à BENFICA.

Pelo BENFICA Glorioso e Inigualável............ TUDOOOOOOOOOOOOOOOOO

BENFICA BENFICA BENFICAAAAAAAAAAAAAAAAAA Sempreeeeeeeeeeeeeee
De ze a 11 de Fevereiro de 2017 às 10:43
Amigos e companheiros
estamos de volta aos gloriosos tempos
do aPINTOdourado, aos tempos dos campeonatos
COMPRADOS NOS HIPER-MERCADOS
como um dia denunciou o velho e sabido
treinador do Manchester United
TÍTULOS DE SUPERMERCADO
Otreinador do Manchester United, Alex Ferguson, falou ontem sobre o confronto de quarta-feira com o FC Porto, para a Liga dos Campeões, comparando os títulos nacionais do FC Porto a meras compras de supermercado.
“Temos uma eliminatória difícil pela frente, mas acho que eles compraram o campeonato no Tesco [cadeia de supermercados em Inglaterra], pois ganham o título português todos os anos”, disse Ferguson.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/desporto/detalhe/titulos-de-supermercado””

Declarações de Sir Alec Ferguson
Alex Ferguson é um sir (senhor), mas não tem «papas na língua».No site da BBC, o técnico do Manchester United teceu uns comentários «provocatórios» ao FC Porto, na Liga dos Campeões. Apesar de considerar que os dragões são uma equipa a temer, Ferguson não se deixa impressionar pelo domínio «doméstico» do FC Porto. «Tivemos o sorteio mais difícil, mas penso que eles compram o campeonato no Tesco (supermercado). Eles ganham todos os anos. Sempre que compram um pacote de leite somam mais três pontos», ironizou o técnico do Manchester. Ferguson diz mesmo que apenas se lembra de o FC Porto ter «perdido uma vez o campeonato para o Sporting» desde que o seu anterior clube, Aberdeen, visitou as Antas, em 1984.


Declarações de Graham Souness, treinador inglês de futebol.
“Ter sucesso em Portugal, onde eu trabalhei, com o FC Porto não é grande coisa. Pela forma como as coisas estão “estruturadas”, do presidente para baixo, eles têm o sucesso garantido quase todos os anos”, disse o técnico escocês, em declarações ao site Talksports.
Declarações de Santiago Segurola, director-adjunto do jornal A Marca.

Há clubes que fazem tudo para vencer, para se autoproclamarem vencedores, e que transgridem as regras de forma obscena. Uma das coisas mais surpreendentes de tudo isto é a repetição nos nomes das equipas. São quase sempre as mesmas: Juventus, FC Porto...».

"Es terrible lo que está pasando en el fútbol, un poco ante la mirada condesciente del periodismo. En los últimos años se han comprobado casos de dopaje masivos en Italia, caso Juventus, y de compraventa de partidos tanto en Italia como en Portugal, con equipos como la Juve y el Oporto en medio del embrollo. Las autoridades del fútbol, el periodismo y los propios profesionales del fútbol (entrenadores, directivos, árbitros y jugadores) deberían estar más vigilantes ante algo que no es ficticio es real. Hay gente que pone tanto empeño en ganar, en proclamarse ganadores, que traspasan las reglas de una manera obscena. Una de las cosas que más sorprenden de todo esto es la reiteración en los nombres de los equipos. Son casi siempre los mismos: Juventus, Oporto... " - Santiago Segurola
De Anónimo a 11 de Fevereiro de 2017 às 11:33
O auxiliar que recomendou a expulsão ao chefe de equipa, chama-se José Gomes e é o mesmo que acompanhou o ataque do Boavista, na 1.ª parte do recente Benfica - Boavista. Este ou qualquer outro auxiliar, que fizesse em Alvalade ou no Dragão, aquilo que este escroque fez nesse jogo, jamais entraria nesses estádios. Espero que os responsáveis do Benfica, não estejam à espera de ser ultrapassados na classificação pelos corruptos de Contumil, para só então porem a boca no trombone e/ou darem um murro na mesa, pois nessa altura já será demasiado tarde.
De antonio fonseca a 11 de Fevereiro de 2017 às 13:44
Bom dia,

Comentário que relata com rigor o que se passou (o que é habitual no moderador D`Arcy ).

Direi que foi uma exibição categórica com um resultado mais que certo. Só foi pena a expulsão do nosso brilhante guarda redes, porque decerto o resultado teria sido mais volumoso.

Como vai sendo regra, as arbitragens têm sistematicamente errado contra nós, porém e como foi feito ontem, temos que superar esses erros e ganhar sempre.

Relativamente ás exibições pessoais também estou de acordo com o moderador.

Agora preparar o jogo com os alemães e fundamentalmente é irmos a Braga ganhar, para não dar hipóteses aos dragartos.

Saudações benfiquistas.
De D`Arcy a 11 de Fevereiro de 2017 às 13:45
Não é o mesmo auxiliar do jogo do Boavista. Ele (José Gomes) também esteve nesse jogo, mas quem acompanhou o nosso ataque não foi ele mas sim o outro auxiliar, Luís Cabral.
De tiago a 11 de Fevereiro de 2017 às 14:23
O anónimo refere-se ao ataque do Boavista e o darcy refere se ao ataque do Benfica! interessa saber qual foi o auxiliar do ataque do Boavista e não o do ataque...
De D`Arcy a 11 de Fevereiro de 2017 às 15:01
Peço desculpa se não fui claro: o José Gomes não foi o auxiliar que acompanhou o ataque do Boavista durante a primeira parte, e que validou os golos irregulares deles. Durante essa primeira parte ele estava a acompanhar o ataque do Benfica.
De Manuel Afonso a 11 de Fevereiro de 2017 às 16:01
Estão a ouvir este barulho? Assim parecido com o de um lagarto a fugir com o rabo entre as pernas pelo meio de mato seco?
É o rebanho taliban a voltar para baixo das pedras de onde espero não saiam senão para a próxima pré-época.

A pré-época é a altura do ano preferida de lagartos e taliban.
Dos lagartos porque o lumiarense já ganhou.
Dos taliban porque o Benfica já perdeu.
São muito amigos, os lagartos e os taliban. Entendem-se na perfeição.

Sobre o jogo, pois quem sabe não esquece. Não se aprende em meia dúzia de jogos, e não se esquece em dois ou três.

Como muito bem diz o nosso treinador, não há segredos. Foco total no próximo jogo, máxima concentração, respeito pelo adversário, união, vontade e confiança total na vitória.
O próximo jogo é Terça.
De Carlos Costa a 11 de Fevereiro de 2017 às 19:43
Concordo plenamente com o que foi escrito. Quero só frisar a importância que tem tido e sempre teve o Eliseu. Sendo o patinho feio, é um jogador esforçado, experiente, bom técnica e taticamente e sendo defesa esquerdo é esquerdino! Por muito esforçado que seja o André Almeida, o seu pé esquerdo é inexistente e logo aí, o jogo perde fluidez e, apesar de às vezes sair bem, a maior parte das vezes sai mal. Dito isto, não vejo motivo nenhum para não renovarmos contrato com ele, visto que ele tem cumprido e bem as suas funções. E defensivamente é melhor do que o Grimaldo.

Depois, todo o resto da equipa esteve bem, não me lembro de ninguém que me desagradasse. E, como o D'Arcy e provavelmente muitos benfiquistas, estou encantado com o Zivkovic.

Com o Borussia será um jogo completamente diferente, com um adversário de outro nível e em que precisamos de estar defensivamente muito disciplinados e inspirados no ataque para conseguir uma vitória.

VAMOS BENFICA!
De Henrique Teixeira a 12 de Fevereiro de 2017 às 09:38
Exibição muito categórica do Benfica, ao nível das melhores da época: Estou-me a lembrar da vitória 3-1 sobre o Braga, da 1.ª parte na Turquia diante do Besiktas, dos 6-0 ao Marítimo e das duas vitórias seguidas em Guimarães ambas por 2-0. Não quero fazer destaques porque todos deram o seu melhor. A classe da maioria dos jogadores do GLORIOSO, se não houver influências perniciosas, dão-nos garantias de muitas alegrias para o que ainda falta jogar.
Disse se não houver influências perniciosas porque é isso que mais se tem visto e que mais uma vez se viu neste jogo. Acho que o Benfica deve falar enquanto é tempo do mal que lhe estão a fazer. Ao contrário do anterior director de comunicação, que era bastante interventivo, ainda não ouvi nenhuma queixa ao actual.
A luta com o Porto vai ser de imenso sofrimento porque esta equipa depois das últimas vitórias, onde esperávamos perdessem pontos, está extremamente moralizada. Aliás, por todos os motivos foi sempre esta a equipa que mais temi, embora estranhamente tanto em muitos comentários aqui postados como nas intervenções de adeptos nos programas da BTV (Benfica 10 horas e Em Linha) a grande maioria só fale do Sporting. Ainda há dias um se regozijava com os golos do Soares no Porto- Sporting(!) os quais só prejudicaram o Benfica.
Estou muito desiludido com o senhor Meirim no Conselho de Disciplina , pois era alguém de quem esperava trabalho de qualidade.
Gostaria que o Benfica jogasse a fase final de juniores com alguns jogadores que têm idade para lá jogarem e que já estão na equipa B, porque sem eles o título mais uma vez nos vai fugir.

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