VAMOS ACABAR COM AS IMBECILIDADES
Segunda-feira, 12 de Dezembro de 2016

Confirmada

Uma vitória importante no caminho para o título, que tem como principal consequência sermos à décima terceira jornada líderes isolados e a única equipa que depende apenas de si própria para ser campeã. Foi uma vitória difícil e sofrida, perante um adversário que mesmo com dois golos de desvantagem nunca desistiu e deu tudo o que tinha, obrigando-nos a suar e a trabalhar bastante para garantir os três pontos. Mas um estádio como o nosso, com um público como o nosso, não podia merecer menos do que uma vitória esta noite. Quem lá tiver estado de certeza que percebe porque motivo temos que ir à Luz sempre que possível. Que ambiente incrível.

 

 

Não esperava que o nosso treinador fizesse qualquer alteração no onze que alinhou nos últimos jogos, mas acabou por haver uma mudança: na esquerda foi o Rafa quem apareceu a titular, relegando o Cervi para o banco. Do outro lado, o Sporting apresentou o onze esperado. Sobre a primeira parte, acho que há pouco a dizer. Em termos tácticos as equipas encaixaram quase perfeitamente uma na outra e mostraram demasiado respeito (ou receio) mútuo, pelo que o jogo, apesar de sempre muito disputado, sobretudo na zona do meio campo, teve raras ocasiões de muito perigo. Desde cedo que foi evidente que a estratégia do Sporting passava muito por anular sistematicamente logo à partida com faltas as tentativas de saída rápida do Benfica para o ataque (acho que só mesmo um critério de arbitragem muito largo é que me permite compreender que o William tenha conseguido acabar o jogo sem um amarelo sequer, e que o Marvin tenha estado perto de conseguir o mesmo feito) mas acabou por ser mesmo numa transição rápida para o ataque que conseguimos inaugurar o marcador. Boa condução da bola do Gonçalo Guedes pelo centro do terreno, aproveitando a oferta do William e soltando-a na altura certa para a corrida do Rafa na esquerda, saindo depois um passe de trivela para o lado oposto, onde o Salvio conseguiu já com alguma dificuldade finalizar de primeira. Num jogo com este figurino era de capital importância marcar primeiro, e esse passo estava dado. O jogo não mudou muito com o golo, no entanto, e continuou com o equilíbrio a ser a nota dominante. Um ou outro lance de parte a parte a levar a bola mais perto das balizas, sobretudo a partir de bolas paradas, mas nada de muito emocionante. Só mesmo a fechar a primeira parte é que houve uma clara ocasião de golo, para nós, e surgida perfeitamente por acaso: o Bryan Ruiz teve uma péssima intervenção ao cortar um mau passe do Pizzi e colocou a bola nos pés do Jiménez, deixando-o sozinho em frente ao Rui Patrício. Mas o guarda-redes do Sporting respondeu com uma grande defesa e evitou aquilo que seria um duro golpe para a sua equipa mesmo antes do descanso.

 

 

Praticamente desde o apito inicial para a segunda parte que se viu que tudo seria diferente. No primeiro lance, o Gonçalo Guedes quase conseguia aproveitar um atraso arriscado do Coates para o Patrício; na resposta o Campbell (tinha entrado ao intervalo para o lugar do Bruno César) fugiu pela esquerda da nossa defesa e passou atrasado para o Bas Dost rematar com estrondo ao poste. E outra vez na resposta, foi o Rafa quem se isolou pela esquerda da área do Sporting, mas falhou o passe para o Gonçalo Guedes, que estava sozinho no meio. A bola seguiu no entanto até à direita, onde o Nélson Semedo ganhou a linha de fundo após passe do Salvio e centrou para o mergulho de cabeça do Jiménez, que se antecipou ao João Pereira e fez a bola entrar bem junto da base do poste. Num jogo tão equilibrado até então, uma margem de dois golos fazia supor que seria muito difícil ao Sporting reentrar na discussão do resultado. Só que com praticamente metade de um jogo por disputar, houve tempo para muitas alterações tácticas que acabaram por mudar completamente o jogo. Na minha opinião, o ponto de partida foi a substituição forçada do Salvio (que já não estava muito bem desde a primeira parte, em que depois de um choque ficou magoado no ombro). A opção tomada pelo nosso treinador surpreendeu-me, decidindo lançar o Danilo para o jogo e deslocando o Pizzi para a direita. Não me pareceu que a opção tenha resultado, pois a partir desse momento o Sporting ganhou o controlo do meio campo e consequentemente do jogo. O Danilo foi posicionar-se praticamente a par do Fejsa numa posição bastante recuada, passando a haver muito menos pressão sobre os médios do Sporting, que assim tinham mais tempo e espaço para ler o jogo e fazer a bola circular - quando havia pressão era apenas esporádica e porque o Jiménez recuava para fazer esse trabalho. Apesar de, em teoria, o jogador mais perigoso deles ser o Gelson, este foi sendo relativamente controlado pelo André Almeida e era pelo outro lado que aparecia o perigo, até porque entretanto o Campbell se tinha encostado a esse lado (depois da substituição do Bryan Ruiz pelo Alan homónimo) e o Nélson Semedo parecia ter pouco apoio nas tarefas defensivas. O Ruiz que entrou teve uma influência quase nula no jogo e mal se deu por ele, mas o Campbell na esquerda estava constantemente desacompanhado e causava muitos problemas. Durante o quarto de hora que se seguiu o Sporting mandou no jogo e devemos ao Ederson o facto de não terem reduzido mais cedo a diferença. O Benfica ainda voltou a mexer na equipa, trocando o Guedes pelo Cervi, mas com o argentino a ir encostar-se à direita e o Pizzi a passar para as costas do avançado, sem grandes resultados. E o que parecia inevitável acabou por acontecer mesmo: o Campbell surgiu mais uma vez pela esquerda e conseguiu fazer o centro para uma finalização de cabeça bastante fácil do Bas Dost, que estava completamente sozinho na pequena área, junto ao poste do lado oposto (enorme falha de marcação da nossa defesa, em particular do Lindelöf). 

 

 

Havia mais de vinte minutos para jogar, o jogo estava agora relançado e antevia-se uma pressão ainda maior do Sporting na procura do golo do empate, até porque alguns dos nossos jogadores pareciam estar nos limites físicos. Mas de forma algo surpreendente não foi isso que aconteceu. O Benfica entretanto trocou os alas, a equipa ganhou alguma consistência, conseguindo acalmar o ritmo do jogo, e sobretudo voltou a conseguir sair com bola para o ataque, coisa que durante o nosso pior período não tinha acontecido. Foi também importante para estabilizar a equipa o fantástico ambiente que o Estádio da Luz quase lotado conseguiu criar no apoio à nossa equipa. Mesmo nos períodos mais complicados o público nunca deixou de estar com a equipa e isso ajudou-nos, e muito. O sufoco que se poderia antecipar por parte do Sporting acabou por nunca acontecer, e honestamente não me recordo do nosso adversário ter conseguido criar mais nenhuma ocasião de perigo até ao final do jogo, isto apesar de ter continuado a ter mais bola. As situações mais perigosas junto da baliza até foram nossas, ambas pelo Rafa. Numa, depois de servido pelo Cervi, tentou o remate de primeira quando estava completamente à vontade e enviou a bola para a bancada. Na outra, libertou-se do Rúben Semedo, ultrapassou ainda o Rui Patrício junto à linha final, mas acabou por fazer mal o passe atrasado para o Cervi, que estava em posição privilegiada. O JJ ainda deu uma pequena ajuda quando, nos minutos finais, surpreendeu ao retirar o Bas Dost do campo para colocar o André - acho que a única explicação que encontro para essa substituição é alguma 'fezada' dele no brasileiro. Resumindo, acabou por nem ser particularmente complicado para o Benfica segurar a vitória durante o tempo que decorreu entre o golo do Sporting e o final do jogo.

 

 

Começo por destacar na nossa equipa o Ederson. A vitória começou por ele, já que esteve sempre muito seguro e defendeu o que havia para defender. Não havia nada que pudesse fazer no golo sofrido, mas a ele devemos o facto deste não ter aparecido mais cedo. Se isso tivesse acontecido de certeza que a nossa tarefa teria sido muito mais complicada. Outro dos destaques foi o Rafa, que foi sempre um dos nossos jogadores mais perigosos no ataque, com uma grande assistência para o primeiro golo. E se tivesse conseguido ser um pouco mais certeiro no último passe, poderia ter feito ainda melhor. A entrada do Cervi foi muito importante, sobretudo a partir do momento em que se fixou na esquerda. E já que falo na esquerda, uma menção para o André Almeida. Na posição de lateral esquerdo, a participação no processo ofensivo é praticamente inexistente (a diferença, no processo ofensivo, deste Benfica para aquele que pode contar com o Grimaldo é abissal, e até poder contar com o Eliseu já faria uma enorme diferença) mas em termos defensivos fez um jogo bastante bom. Se hoje o Gelson não teve a influência que lhe é mais habitual no jogo do Sporting, isso deve-se em boa parte à forma eficaz como o André Almeida conseguiu controlá-lo na maior parte do jogo. O Jiménez correu até à exaustão e fez por merecer o golo. Pena ter falhado aquela oferta do Bryan Ruiz.

 

Os três pontos estão ganhos, a liderança está confirmada e cimentada, a motivação aumentada e este jogo já é passado. Agora é altura de pensar já no Real, com quem iremos disputar o acesso à próxima eliminatória da taça, e a seguir no jogo contra o Estoril. Os três pontos desse jogo valem exactamente o mesmo destes três ganhos esta noite, e é essa a mentalidade que já nos levou à conquista do tricampeonato e que pode manter o sonho do tetra vivo.

 

P.S.- Enquanto saía do estádio dizia que o melhor era aproveitar a caminhada até casa enquanto o Sporting procurava pelos penáltis não assinalados que seriam necessários para ganhar o jogo. Claro que isso se confirmou mal cheguei a casa. Não é que seja necessário ter algum poder mediúnico para adivinhar estas coisas, porque sempre que o Sporting joga contra o Benfica só há dois cenários possíveis: ou é um 'banho de bola', se ganharem nem que seja por meio a zero com um golo marcado com as nádegas depois de uma rajada de vento ter desviado a bola de um pontapé de baliza; ou então, se não tiverem ganho, é uma 'roubalheira'. Têm o presidente da Liga que escolheram, têm o presidente dos árbitros que escolheram, têm até os árbitros de que gostam. Mas a conspiração universal contra o Sporting continua.

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publicado por D`Arcy às 00:49
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10 comentários:
De antonio fonseca a 12 de Dezembro de 2016 às 09:02
Bom dia,

Subscrevo na integra o comentário do moderador.

Dizer que foi uma vitória que me encheu de gozo, dado que calimeros e corruptos estava a esfregar as manapulas para que o Benfica perdesse.

Agora estão aí os lamechas com a desculpa dos penáltis não assinalados. Eles que não se lembram no jogo da época passada para a taça de Portugal em que o mesmo arbitro não assinalou um penálti sobre o Luisão e que deixou o nosso capitão 4 meses fora dos relvados. E bem recente no jogo do Bessa onde lhes foi perdoada uma penalidade máxima e um golo onde a bola entrou conjuntamente com o rui franguiço dentro da baliza.

Decerto também não viram as duas expulsões perdoadas ao wc e ao marvin, pelas faltas sucessivas que fizeram e merecedoras de cartões, isso eles não viram porque as palas não deixaram.

O bolas e os outros metralhas ficaram com uns cornos que só visto!!

Saudações benfiquistas.
De RedRyan a 12 de Dezembro de 2016 às 09:54
Pelo menos antes e depois do jogo o Benfica, alias, o Rui Vitoria teve bom senso. O Benfica ia pagar a fatura, não era o Benfica a parar o Sporting, o Sporting põe a carne toda no assador e por ai fora. O discurso do RV foi categórico. Era um jogo que queria vencer por ser um derby e depois foi um jogo onde atingiu o importante os 3 pontos e isso bastou. Andar com floreados estúpidos nunca levou o futebol a lado nenhum. Isso e coisa de novela e de "relaty" shows. O JJ também não se estendeu tanto e isso e muito bom.
De Sérgio a 12 de Dezembro de 2016 às 11:17

Bela descrição; obrigado D' Arcy.

Mas ainda estou intrigado como é que uma "gripe" deu tanta pujança física ao Adrien e ao Gelson. Há alguém que me consiga explicar isto?
De Henrique Teixeira a 12 de Dezembro de 2016 às 12:41
Muito feliz com esta mais que saborosa vitória.
Ambiente fantástico, que em Portugal só é possível ver no Estádio da Luz.
Primeiro lugar reforçado.
Gostei de toda a equipa, mas gostaria de dizer que temos um dos melhores guarda-redes do mundo e que o receio que tinha do André Almeida não estar à altura não tinha razão de ser.
O Sporting, diga-se de passagem, também jogou muito e isso ainda mais valoriza a nossa vitória.
Repito Estou muito feliz.
De arrifana a 12 de Dezembro de 2016 às 13:09
Bom dia não boa tarde são 13 h 06 não há comentários os abutres não tem coragem para aparecer VIVA O BENFICA parabéns pelo comentário especialmente pelo P S
De Manuel Afonso a 12 de Dezembro de 2016 às 13:44
Uma palavra para o jogo como Nápoles.
Não jogámos pevide e perdemos bem.
O drama disto é absolutamente nenhum. Ás vezes parece que sim, mas na verdade nem o Benfica está obriado a ganhar todos os jogos.

Sobre ontem, ganhamos bem, contra uma equipa que deu tudo o que tinha e o que não tinha por este ser o jogo mais importante das suas vidas. Nada que nos seja estranho, e que faz com que cada vez mais este seja para nós apenas mais um jogo.

O que falta mesmo provar é que somos capazes de ganhar a equipas grandes. E que se desenganem os que pensam que é algo a ver nos próximos confrontos com o Borussia.
A partir de hojo deixaram de ser uma super-equipa para passar a ser uma equipa banal cheia de defeitos. Não vá o diabo tecelas...
De ÁGUIA GENIAL a 12 de Dezembro de 2016 às 14:37
GANHAMOS BEM, MAS PODÍAMOS PERFEITAMENTE TER FEITO OUTRA EXIBIÇÃO E MARCADO MAIS, BASTAVA PRA ISSO OUTRA ABORDAGEM AO JOGO DEPOIS DO 2-0.
MAS O QUE INTERESSA É QUE GANHAMOS.
É CONTINUAR A GANHAR TODOS OS JOGOS.

FORÇA BENFICA!
De Luís Manuel a 13 de Dezembro de 2016 às 00:49
Olá D'Arcy, e obrigado pelo teu comentário, que espelha fielmente o jogo de ontem. Estou igualmente de acordo com o teu PS.

Excelente e importante vitória, e embora não tenhamos feito uma exibição enorme tivemos momentos muito bons. Reconheço que o adversário também esteve bem nalguns momentos do jogo, e que de facto, como dizes, deu tudo o que tinha. Para eles, este é sempre o jogo da vida. O ambiente na Luz foi verdadeiramente incrível! Que apoio impressionante, e sobretudo quando as coisas começaram a correr menos bem! Muito obrigado a todos - adeptos e equipa.

Admito que fiquei perplexo com a entrada do Danilo e a colocação do Cervi na direita. Para um jogo desta intensidade o Danilo ainda não tinha os mínimos e recuámos em demasia. A equipa ressentiu-se e só por isso o adversário conseguiu maior pendor ofensivo. Foi uma decisão menos boa, mas depois o nosso treinador emendou a mão ao mudar os alas. Estou de acordo com as apreciações individuais que fazes sobre os nossos jogadores. Muito bem o André, que dá sempre tudo o que tem, numa posição tão ingrata para ele. Magnífico Ederson. Muito bem Rafa e Jiménez, e todos os outros.

Este foi apenas mais um jogo, e é como dizes: quando encaramos qualquer jogo, seja contra o primeiro classificado como contra o último, com a mesma seriedade, empenho e determinação, estamos a dar passos seguros para o nosso objectivo. Agora é concentração absoluta no jogo da Taça.

Força, Benfica!
De Francisco Pereira a 13 de Dezembro de 2016 às 20:43
Olá D'Arcy

Fizemos um jogo como eu gosto, ou melhor, fizemos à custa de virtudes que não dispenso que esteja no seio de toda a equipa do Benfica. Ou seja, espírito de luta, atitude, simplicidade, acertividade e objectividade de processos mas, principalmente, muita humildade e capacidade de sofrimento.

Sofremos para chegar ao fim do jogo vitoriosos mas, ao contrário do que dizem, com todo o mérito. Quem se entrega assim ao jogo deve sempre ganhar.

Não distingo jogadores, apenas lamento mais uma vez a retirada para a enfermaria do SÁLVIO, após mais uma das entradas brutas do William de Carvalho. Já tive um problema igual no meu ombro, após embater num muro e, amigos, andei meses a sentir qualquer coisa bem pouco agradável. O médico disse, após a radiografia, que mais valia ter deslocado o ombro do que ter com luxação. Esperemos, que o Sálvio, a subir de forma jogo após jogo, após tantas infelicidades, recupere bem e depressa, para bem dele e, principalmente, do nosso Benfica.

Além da BTV, nestes dias, desporto na televisão nem pensar. Está tudo, agora também o Porto, a aproveitar os inventados favorecimentos ao Benfica, hà mesmo, ao que se diz, muitas participações anónimas à Federação Portuguesa, sobre esses factos e até outros durante e após jogo.

Pressão constante, a arbitragem não sei se aguentará, vamos ver quais serão os futuros prejuizos do Benfica e invenções benéficas para os outros.

VAMOS JOGAR COM ATITUDE E SOFRIMENTO JOGO A JOGO, COMO A ÉPOCA PASSADA. NÃO PODEMOS PERDER PONTOS.

AVANTE GLORIOSO.
De marco rijo a 13 de Dezembro de 2016 às 22:36
Boas, realmente uma saborosa e sofrida vitória, ante um rival que deu tudo o que tinha.
Jogo táctico da nossa parte ao usar o contra-ataque estratégico.
Valeu os três pontos e liderança mais isolada, agora é estar conçentrado nos próximos jogos para não haver surpresas.
O caminho ainda é longo e duro.

Saudações Benfiquistas

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