VAMOS ACABAR COM AS IMBECILIDADES
Domingo, 22 de Abril de 2018

Desnecessário

Foi um sofrimento atroz e absolutamente desnecessário. Uma vitória arrancada a ferros, já em período de descontos, num jogo que podia (e devia) ter acabado numa goleada. Mas níveis de eficácia na finalização absolutamente inacreditáveis e inaceitáveis acabaram por deixar o resultado na incerteza até ao final e poderiam ter resultado na perda de pontos.

 

 

A lesão do Jonas no aquecimento em Setúbal continua a revelar-se uma coisa complicada de debelar, e mais uma vez não pudemos contar com o melhor marcador do campeonato e jogador mais decisivo da nossa equipa. E tendo em conta a abrupta queda de rendimento que se verificou na nossa equipa desde que isto aconteceu, estava preparado para mais do mesmo no Estoril. De forma até algo surpreendente para mim, não foi isso que vi. O Benfica entrou bem no jogo e dominou por completo a primeira parte. Boa capacidade de pressão e recuperação da bola em zonas adiantadas, jogo quase constantemente disputado no meio campo adversário, e o Estoril sempre muito bem controlado e incapaz de causar grandes calafrios à nossa defesa. Em cima disto, um golo logo na fase inicial (dez minutos) a ajudar a criar um cenário ideal, em que não se previam dificuldades de maior para o Benfica vencer este jogo. Foi um passe do Zivkovic a permitir ao Rafa explorar o espaço entre o lateral e o central, para depois entrar na área a finalizar bem com um remate cruzado. O Estoril é uma equipa que apesar da péssima posição na tabela é bastante aguerrida, sobretudo quando joga em casa, e essa postura já nos tinha criado bastantes dificuldades no jogo da primeira volta na Luz. Por isso o facto de os termos tão controlados durante a primeira parte apenas abona a favor da qualidade da nossa exibição. Infelizmente também foi logo na primeira parte que se começou a ver a principal pecha na nossa exibição: a má finalização/decisão junto à baliza adversária. À medida que o tempo passava, víamos o Benfica a desperdiçar ocasiões e jogadas para se colocar numa situação muito mais tranquila no encontro, e já se sabe que quando isto acontece e o resultado se mantém teimosamente equilibrado à medida que o tempo avança a probabilidade de termos chatices vai aumentando exponencialmente. O magro resultado que se verificava ao intervalo era portanto lisonjeiro para o Estoril e penalizador para o Benfica, que no entanto só se podia queixar de si mesmo e da sua incapacidade para transformar o domínio em golos.

 

 

Cedo se viu que a segunda parte seria bastante diferente da primeira. Sem nada a perder, o Estoril lançou-se para cima do Benfica e deixou logo um sério aviso nos minutos iniciais, quando chegou a um golo que só pela intervenção do VAR foi invalidado. Claro que o balanceamento ofensivo do Estoril também deixava mais espaço para o Benfica explorar, mas se houve uma coisa que se manteve constante da primeira para a segunda parte foi a péssima finalização da nossa parte. Continuámos a desperdiçar ocasiões flagrante para dar um golpe decisivo no jogo e a teimar em deixar-nos ao alcance de algum golpe de infortúnio, o que até se ia tornando mais provável tendo em conta que, ao contrário da primeira parte, o Estoril agora conseguia aparecer mais frequentemente em terrenos junto da nossa baliza. E pouco depois da hora de jogo o pior dos cenários concretizou-se, com o Estoril a alcançar o golo do empate na sequência de uma bola parada. Depois da marcação de um livre lateral, o Halliche antecipou-se a um quase estático André Almeida na zona do segundo poste e finalizou sem hipóteses para o Varela. E logo a seguir a coisa só não ficou ainda pior porque a sorte protegeu-nos, e um remate cruzado que desviou no Rúben acabou por bater no poste. Da nossa parte, a finalização desastrosa continuava a dar cartas e vimos o Rafa falhar duas ocasiões escandalosas, uma delas completamente isolado e a outra numa recarga a um primeiro remate de Jiménez que o guarda-redes defendeu por instinto. O Estoril, depois de obtido o empate, mudou de atitude a passou a focar-se quase exclusivamente em explorar o contra-ataque, com os seus jogadores a cederem à tentação do antijogo e a começarem a ficar lesionados com muito mais facilidade. O Benfica trocou o apagado Cervi pelo Salvio e posteriormente o Pizzi pelo Seferovic. Embora seja uma substituição que se compreende pelo resultado, esta última não resultou e achei o período menos inspirado do Benfica no jogo foi precisamente depois de colocar o segundo avançado em campo, já que deixámos de ser tão perigosos no ataque e o nosso futebol perdeu o rumo. Foi apenas no período de compensações e em fase de desespero, quando o Jardel já actuava como avançado, que o Grimaldo fez o cruzamento para o Salvio aparecer na zona central e à ponta-de-lança antecipar-se de cabeça ao central adversário, enviando a bola cruzada para o poste mais distante e garantindo os três pontos.

 

 

Para mim o melhor jogador do Benfica no jogo foi o Zivkovic. Jogou, fez jogar, transportou, distribuiu, assistiu e recuperou. Correu do primeiro ao último minuto e encheu o campo. Poderia ter sido acompanhado pelo Rafa, mas mais uma vez muito daquilo que ele fez de bom fica indelevelmente manchado pela finalização. Começou bem ao marcar o primeiro golo mas depois desperdiçou três ocasiões de golo feito, duas delas completamente isolado em frente ao guarda-redes. Tivesse ele melhor capacidade de finalização e já há muito que não estaria no Benfica, por troca com uns contentores de euros. Também gostei do jogo que fez o Jiménez, embora tal como o Rafa tenha pecado na finalização, já que apesar de talvez não terem sido tão flagrantes teve ocasiões suficientes para ter saído da Amoreira com um ou mais golos marcados. Por último o Fejsa, que como sempre não sabe jogar mal.

 

Conseguimos evitar aquilo que com toda a probabilidade seria o KO na luta pelo título. A probabilidade de o conquistarmos continua a ser diminuta depois do enorme erro cometido na recepção ao Porto, mas temos a obrigação de continuar a lutar até ao último segundo por todos os pontos em disputa. Infelizmente agora a bola já não está do nosso lado, e o máximo que podemos fazer é cumprir a nossa obrigação e esperar por um deslize dos nossos adversários.

 

P.S.- Mais uma arbitragem ordinária de um dos árbitros mais perigosos que há para o Benfica - o lagartão Hugo Miguel. Ele nem sequer disfarça, e de cada vez que é nomeado para um jogo nosso eu espero o pior. Inacreditável a tolerância para a pancadaria a que os nossos jogadores foram sujeitos, sobretudo na primeira parte. O Ailton nem sequer meia parte deveria ter ficado em campo, quanto mais ter feito os noventa minutos, e no entanto foi-lhe permitido quase tudo, o que incluiu uma agressão à cotovelada ao Jiménez dentro da área (seria penálti) que o deixou a sangrar da cara - antes já o tinha varrido por trás num lance para amarelo alaranjado. A única coisa positiva disto é que não será possível ter esta criatura a arbitrar mais uma vez o nosso jogo contra o seu clube do coração, mas suspeito que acabará por ser o seu colega na paixão clubística e parceiro no crime no jogo da primeira volta (Tiago Martins) a arbitrar esse jogo.

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publicado por D'Arcy às 15:49
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18 comentários:
De Dias Pereira a 24 de Abril de 2018
Boa noite.
Está cada vez mais difícil para mim encontrar adjectivos ajustados à qualidade (ou falta dela...) do nosso futebol.
Para sermos claros, objectivos e honestos, temos de dizer que a nossa qualidade, individual e colectiva, está nos antípodas da posição classificativa em que nos encontramos!
No sábado jogámos com o último classificado, numa partida em que tínhamos de dar uma resposta inequívoca ao desastre que foi a derrota caseira da jornada anterior, em nossa casa, com um adversário directo, mas o que aconteceu na Amoreira foi mau demais para ser verdade. Na realidade, foi quase surreal e autofágico.
Nem o golo madrugador foi motivo bastante para nos embalar para uma vitória categórica, tranquila e motivadora, para a equipa e para os adeptos. Ao invés, voltámos a claudicar brutalmente na eficácia, ligámos desde cedo o complicómetro e, com o passar do tempo, fomos voltando ao registo habitual: um futebol trapalhão, mastigado, muito para os lados e para trás, numa exageradíssima atitude de controle da bola - como se estivéssemos a jogar com um Bayern, ou com um Barcelona... - e, em consequência disso, voltámos à situação característica dos tempos mais recentes, em que jogamos com a diferença mínima e nos expomos invariavelmente a males maiores. E isso, pelo andar da carruagem, mais cedo ou mais tarde aconteceria...
Para manter a constância, o início da 2ª parte foi igual a tantas outras de um passado recente: o adversário empertigou-se, empurrou-nos (como é isso possível?...) para a nossa zona defensiva - onde agora éramos cada vez menos para defender, porque muitos dos que iam ocasionalmente à frente já não voltavam com a rapidez que se impunha para as tarefas defensivas... - e acabou mesmo por marcar, numa jogada em que o André Almeida não cobriu a zona do campo que defendia. E pouco depois esteve para acontecer mesmo a reviravolta no marcador, numa jogada em que voltámos a ser inadmissivelmente permissivos e o atacante adversário levou a bola ao poste, depois de um ressalto no Rúben.
Uma equipa que joga como jogámos, não pode almejar a rigorosamente nada de positivo...
É, no mínimo, muito estranho que uma equipa que está, desde há muito, a fazer apenas um jogo por semana, que luta por um único objectivo, que se viu numa situação privilegiada de liderança, depois de toda uma época a correr atrás do primeiro, tenha claudicado com o estrondo com que claudicou. E é mais estranho, ainda, quando se trata de um grupo de trabalho que transita de um passado de vitórias - se bem que, algumas, tenham sido fruto de algum demérito adversário, como é sabido - e conta com elementos de grande experiência, tanto no plano nacional, como no internacional.
Neste quadro, e embora eu continue a achar que Rui Vitória já provou não ser capaz de trazer ao nosso futebol o aporte de qualidade e de consistência que ele inevitavelmente necessita, tenho que admitir que uma parte muito significativa do actual estado de coisas fica à conta dos jogadores. Não tenho qualquer dúvida disso.
É preciso uma continuada disponibilidade física e mental - e anímica, claro! - que os jogadores, nesta altura, não revelam. A generalidade deles está convencida que as camisolas vão ser capazes de, sozinhas, ganhar os jogos, e acomodam-se, ou escondem-se, durante grande parte do tempo, apenas acordando quando, por inépcia anterior, a equipa se encontra em situação desconforme com os objectivos. E é então que, com uma sofreguidão e atabalhoamento desprestigiantes para o clube, tentam conseguir em escasso tempo aquilo que, normalmente, teria sido conseguido no decurso do jogo. Isto se a atitude tivesse sido outra, claro...
Vou ser muito sincero: para mim, já basta! Esta mediocridade, esta falta de atitude, este sofrimento escusado, esgota-me literalmente o ânimo e mata-me por completo a esperança...
Custa-me aceitar este estado de coisas. A mim, que sou um simples sócio e adepto...
Pelos vistos não custa nada a outros, nem à direcção do meu clube.
E o dramático é que essa passividade que nos tem privado de um futebol mais consentâneo com os pergaminhos do clube e que, em última instância, nos vai tirar um título que, por circunstâncias diversas, tinha voltado a ser muito possível...
Estou destroçado!
Saudações benfiquistas!
Viva o Benfica!
De E Pluribus Unum a 24 de Abril de 2018
Oh Caríssimo e Grande Benfiquista DIAS PEREIRA, mais um comentário em em a VERDADE é soberana. Parabéns.
Assino-o na íntegra.
Sei que está destroçado, tal como eu, que desde a derrota HUMILHANTE com o oporco corruptus, nunca mais fui capaz de ler um jornal, muito menos de desporto.

Lamento dizer, mas o nosso futebol actual, sim essa mediocridade apresentada por esse proto-treinador rui DERROTA, é uma OFENSA / HUMILHAÇÃO ao Glorioso SLBENFICA e aos seus milhares de Sócios e milhões de Adeptos.

Até de França e Suíça recebo telefonemas de familiares BENFIQUISTAS como eu, a trocar impressões sobre o nosso Clube e a questionarem como é possível tanta PASSIVIDADE, LAXISMO, RESIGNAÇÃO, FALTA DE FORÇA, FALTA DE QUERER, FALTA DE RAÇA,etc.etc,etc,... enfim falta de TUDOOOOOOOOOOOOOOO.

Esse rui DERROTA já devia ter sido posto a andar do nosso Inigualável Clube.
A sorte dele é que em um "Presidente" PACHURRENTO E MANSO na exacta medida dele próprio.

Nem sequer temos MENTALIDADE para enfrentar os porcos de contumil /antas.
Se tivéssemos um real treinador e equipa de HOMENS, aquele jogo contra o porco era para SUFOCÁ-LOS. Era em NOSSA CASA, a Catedral da Luz e o maior Estádio do país, completamente esgotado DEZ DIAS antes do jogo!!!!

Teríamos ganho de certeza absoluta se essa equipazinha não estivesse apenas preparada para jogar numa competição feminina, e se ao menos se sforçassem METADE do que se esforça a Enorme MASSA de Adeptos e Sócios do nosso BENFICA.

FICARÍAMOS COM 4 (QUATRO) PONTOS DE AVANÇO, podendo até depois deixar os lagartinoídes ganhar o "campeonato" deles - que é quando nos conseguem ganhar um jogo - , e o resto era praticamente "CANJA" para alcançarmos o tão ambicionado / desejado PENTA- Campeonato.

"Mataram-me" o coração, mas a minha ALMA BENFIQUISTA esse é perene, IMORTAL.
De qualquer maneira não posso perdoar a toda essa ESTRUTURAZECA catedrática em INCOMPETÊNCIA E MEDO, que entrega de bandeja o Título ao oporco corrurptos.

Tenho ainda muito medo de uma outra HUMILHAÇÃO. É que ainda temos de ir a alvaLADRA e se eles dão sempre contra nós BENFICA 200%, os nossos jogadrozinhos - exceptuando dois ou três - não passam dos 50%.

Responsável e culpado maior?!?!?! O pasmão de bigode que faz de Presidente do nosso SLBENFICA , e que permite todo este LAXISMO e falta de PROFISSIONALISMO e COMPETÊNCIA de verdadeiro nível Europeu, que é o que se exige a quem representa o nosso Glorioso e Inigualável Clube.

Para mim esta época o futebol ACABOU.
Nems equer me interessa o próximo Campeonato do Mundo na Rússia.

Quero que se lixem todos e tudo. O futebol para mim só tem ALMA quando vejo as VERDADEIRAS PAPOILAS SALTITANTES DE ÁGUIA AO PEITO A JOGAR A SÉRIO E A MARCAR GOLOS pelo nosso Glorioso BENFICA.


E de todos um, e apenas um. O SLBENFICA, Sempreeeeeeeeeeeeeeee.

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