Mais uma vitória importantíssima para a conquista do título, num jogo em que entrámos mal mas onde também tivemos uma reacção muito boa e demos a volta a um resultado adverso, deixando mais uma boa demonstração da enorme confiança que existe na nossa equipa e da qualidade do nosso plantel.
Apenas a alteração esperada no onze que vem sendo habitual, o Rúben Amorim no lugar do castigado Fejsa. O Benfica teve uma má entrada no jogo - ou, vistas as coisas de outra maneira, foi o Nacional quem entrou muito bem. Bastante agressivos e a pressionar alto, os jogadores do Nacional mantinham o Benfica no seu meio campo e não davam tempo nem espaço para que saíssemos a jogar de forma organizada. E cedo tiveram a recompensa, chegando à vantagem com seis minutos decorridos, através de um penálti. O golo sofrido não motivou uma reacção imediata do Benfica, que continuou a mostrar algumas dificuldades para impor o seu futebol. Só depois dos vinte minutos de jogo é que o Benfica deu o primeiro ar da sua graça no jogo, num remate do Rodrigo que quase deixou a sensação de golo, levando a bola à malha lateral. E pouco tempo depois (aos vinte e quatro minutos) chegámos ao empate, num golo bonito que começou com um cruzamento rasteiro do Markovic na direita, para depois o Rodrigo no interior da área amortecer e deixar a bola redondinha para o remate de primeira do Lima. A partir daqui soltou-se o vendaval ofensivo do Benfica, e o Gaitán, Markovic, Lima e Rodrigo passaram a executar um carrossel ofensivo que parecia incontrolável. As oportunidades começaram a aparecer, e o Gaitán por duas vezes teve o golo nos pés (ainda me parece incrível como não marcou na segunda dessas ocasiões), mas quase nem deu tempo para ficar irritado com isso, já que na jogada seguinte o Rodrigo apanhou a bola na direita, flectiu para o meio e desferiu um pontapé indefensável ao ângulo. Um golão. Estavam decorridos trinta e três minutos, o que significa que no espaço de nove minutos o Benfica tinha construído quatro oportunidades flagrantes de golo e dado a volta ao resultado. Não parou de atacar o Benfica, enquanto o Nacional procurava responder sempre, e o jogo entrou numa toada muito animada, disputado em grande velocidade e com a bola a viajar rapidamente de um lado ao outro do campo. Mas o Benfica mostrava ser mais forte, e quase sobre o intervalo dilatou a vantagem, num canto marcado pelo Enzo para a zona do segundo poste, onde surgiu o Garay quase sobre a linha final a cabecear a bola, levando-a a bater ainda no poste mais distante e a entrar. Pareceu-me que a intenção seria colocar a bola na frente da baliza para que alguém finalizasse, mas o forte vento que se fez sentir terá dado uma ajuda a que a bola entrasse directamente.
Com uma vantagem relativamente confortável ao intervalo, impunha-se baixar o ritmo de jogo na segunda parte, e foi o que o Benfica foi fazendo sem grande dificuldade. Procurando contra-atacar apenas pela certa e mantendo a bola na sua posse o máximo possível, o Benfica conseguiu que o jogo fosse bem mais lento e quase sem qualquer ocasião de perigo. Nem sequer esperava que houvesse algum sobressalto, dado que noutras ocasiões esta época já vimos o Benfica a gerir tranquilamente resultados mais magros. Mas de forma algo inesperada, já que salvo uma saída um pouco mais apertada para aliviar uma bola com os pés depois de uma falha do Siqueira, o Oblak tinha sido pouco mais do que um espectador na segunda parte, o Nacional reduziu a diferença quando faltavam dez minutos para o final. Aproveitando a subida da equipa do Benfica no terreno, um contra-ataque rápido (no qual me pareceu que terá havido alguma hesitação do Oblak em sair imediatamente da baliza) deixou o Djaniny numa situação de finalização simples. Depois de parecer que tínhamos o jogo completamente controlado, adivinhavam-se agora uns minutos finais de algum sofrimento. A verdade é que a pressão do Nacional foi tudo menos sufocante, mas ainda passámos por um calafrio num livre que fez a bola cruzar toda a nossa área, aparecendo depois um adversário na zona do segundo poste que felizmente não conseguiu cabecear a bola com êxito. As dúvidas sobre o resultado dissiparam-se no entanto completamente a um minuto do final. Numa jogada em que parecia que o interesse principal do Benfica seria manter a bola na zona da bandeirola de canto, o Sílvio arrancou um bom cruzamento e o Garay, na zona da marca de pnálti, cabeceou de forma colocada para junto da base do poste, deixando o guarda-redes sem reacção.
É complicado decidir entre o Garay e o Rodrigo para o melhor em campo. Talvez a escolha mais justa seja o Rodrigo, pela importância que teve na reacção da equipa ao mau início de jogo e à desvantagem no marcador, sendo decisivo na reviravolta do marcador. Nesse período foi uma seta apontada à baliza do Nacional, deu o primeiro sinal de perigo do Benfica, fez a assistência para o golo do Lima e marcou o golão que foi o nosso segundo. Pelo meio ainda teve uma simulação fantástica, a deixar passar a bola para o Gaitán, num lance que continuo sem perceber como não deu golo. O Garay mereceria sempre destaque pelos dois importantes golos que marcou, mas esteve também em muito bom nível a defender, sendo o mais esclarecido da nossa defesa. Gostei também do jogo do Gaitán. O Maxi revelou bastantes dificuldades na primeira parte, quando apanhou com o Candeias pela frente. E achei o Oblak algo inseguro hoje. Se no lance do segundo golo do Nacional ainda posso compreender alguma hesitação, dado que a bola foi para perto da linha de fundo e o vento provocava trajectórias esquisitas na bola (e tenho dúvidas que conseguisse chegar primeiro à bola), já no lance perto do final em que o Nacional ameaçou empatar achei que deveria ter atacado a bola em vez de ficar na baliza.
Mais uma etapa superada, e restam agora sete para o final. Estamos no topo, com o melhor ataque e defesa do campeonato, e dependemos só de nós próprios: a conquista de catorze dos vinte e um pontos que faltam disputar garantir-nos-á o título. O melhor do jogo de hoje foi mesmo ver a forma como a nossa equipa não se deixou abalar e teve uma reacção firme e confiante às adversidades. Se conseguirmos manter esta atitude, tudo será mais fácil.
De ÁGUIA GENIAL a 18 de Março de 2014
BOM JOGO DO ENORME, JOGOU O SUFICIENTE PARA TER ATÉ MARCADO MAIS, PRINCIPALMENTE NA 1ª PARTE, MAS O QUE INTERESSA SÃO OS 3 PONTOS E ISSO FOI CONSEGUIDO DE FORMA CLARA.
A ARBITRAGEM FOI VERGONHOSA, MAS O BENFICA NÃO DEU HIPÓTESES E VENCEU O JOGO.
É CONTINUAR A GANHAR TODOS OS JOGOS.
FORÇA BENFICA!
De pge a 18 de Março de 2014
Eu acho que se jogássemos em 4-3-3 o homem das carnes não marcava penalti.
Eu acho que deviamos pedir uma aliança estratégica ao sporting contra a corrupção.
Eu acho que esta vitória foi só pra tentar desviar as atenções dos sócios dos gestos que o jesus fez em Londres.
Eu acho os 30M do Rodrigo são uma vergonha ele não vale meio Balboa.
Se perdermos o campeonato a culpa é do Jesus porque ele não curtia dividir o protagonismo com o Matic.
De Anónimo a 18 de Março de 2014
Excelente vitória, reacção "À campeão" que bem demonstra, para quem ainda tinha dúvidas, o porquê de estarmos na frente!
Como diz o "mister" agora até os centrais são goleadores!!
5ªfeira há mais e domingo é logo ali!
Força Benfica!
De Águia IMPERIAL a 18 de Março de 2014
Antes de mais, BENFICA, BENFICA, BENFICA. BENFICAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA.
Muito obrigado aos BENFIQUISTAS Madeirenses, que demonstraram de forma INEQUÍVOCA quem é o Maior e o Melhor Clube de Portugal.
Quanto ao jogo, direi que a vitória é JUSTÍSSIMA, pecando apenas pela escassez do resultado que deveria ser de 1-6 a Nosso favor.
Afinal, e contrariando quem pensa que devemos ser "caladinhos", sempre vale a pena atirar o VOZEIRÃO contra os apitadores. O resultado está a vista. O "rapazito" que faz de presidente do riporting de alvalixo TODOS os dias vai à PIA - leia-se imprensa, rádio, tv, etc,etc, - "vender o seu peixe pôdre - daí que não me admira nada que o APITADOR MEDROSO, tivesse na parte inicial do jogo marcado penalty contra o Nosso Benfica num lance em que a bola sendo rematada com boa força e não muito longe do Luisão, é jogada por este com a parte da frente da coxa e ressalta para o braço, sem a mínima intenção do jogador de tirar vantagem da jogado, sendo tudo perfeitamente CASUAL.
Como é contra o Benfica, logo o APITADOR MEDROSO se apressa em apitar para a marca dos 11 metros. É assim, contra o BENFICA vê-se tudo. Nunca há atenuantes. Ao contrário arranjam-se sempre desculpas para "justificar" os vários penalties que não são marcados a favor do Nosso BENFICA.
Completamente RIDÍCULO este lance, com a agravante de ter sido mostrado o cartão amarelo, uma vez que o Luisão não tem a mínima intenção de jgar a bola com o braço. R I D Í C U L O.
Nestas situações, e devendo saber os Nossos jogadores que os apitadores MARCAM TUDO contra BENFICA, é que todos devem ser menos displicentes e mais atentos para evitar estas situações, pois o Luisão de certa maneira abordou o lance sem os cuidados redobrados que qualquer atleta do Nosso BENFICA deve sempre ter.
Gosto muito do Jan Oblak, tem mãos seguras, é rápido, lê bem o jogo, é jovem, tem ainda muito tempo para evoluir e aprimorar a sua já elevada qualidade, etc,etc,etc, .. mas verifico que os Nossos guada-redes ficam muitas vezes debaixo dos postes quando a melhor solução era sair aos cruzamentos. O Nacional, quando o resultado estava já em 2-3 a Nosso favor - para mim o Oblak não tem a mínima culpa do 2º golo sofrido por Nós, penso que a responsabilidade foi de quem deixou "fugir" o madeirense que fez o golo que aparece SÓZINHO para tomar um cafézinho e rematar à vontade - podia muito bem ter chegado ao empate a 3 golos, não fosse um seu jogador ter falhado um cabeceamento em cima da Nossa baliza, respondendo a um cruzamento de um livre marcado contra Nós BENFICA.
Pergunto: Será que é defeito do guara-redes, ou é "escola" do treinador de guarda-redes do Clube??!! Gosto de um guarda-redes que domine o espaço aéreo em toda a pequena área e não só. Espero que tenha sido apenas uma abordagem menos correcta do Oblak a esse lance, que por intercedência de alguma DIVINDADE por Nós não deu no golo do empate para o Nacional.
Para acabar, espero que a Nossa Catedral da Luz na próxima quinta-feira honre os seus pergaminhos inigualáveis e apoie o Nosso BENFICA para mais um grande vitória europeia a fim de elevarmos alto e sempre cada vez mais alto o nome do Nosso Eterno, glorioso e Inigualável BENFICA, que tem a sina de em Portugal ter de LUTAR CONTRA TUDO E CONTRA TODOS, e só so VERDADEIROS BENFIQUISTAS se DOEREM POR ELE e o defenderem até à morte.
Conhecem a canção Benfiquistas que a certo ponto diz: BENFIQUISTA até debaixo de água. Pois eu sou BENFIQUISTA até mesmo no espaço sideral, até à morte., mais, até mesmo depois da morte.
P.S. BENFICA Campeão de corta-Mato, Vencedor da Taça de Portugal em Basquetebol.
Informação nas rádios e televisões públicas??!! NADA, ZERO, NADA, ZERO. Isto não é de agora. Isto é recorrente. Se fossem o fócorrupot do porco ou o seu primo afastado o riporting de alvalixo, as notícias eram CANTADAS em todos os espaços desportivos.
É aqui que o Nosso BENFICA é fraco, porque deixa isto passar em claro e não faz jus à sua grandeza.
RÁDIO BENFICA JÁ, JÁ, JÁ.
BENFICA, ontem, hoje e Sempreeeeeeeeeeeee o Maior e o Melhor de Portugal e um dos dez Maiores e Melhores de todo o Mundo.
O BENFIQUISMO É PARA SER VIVIDO E SENTIDO TODA A VIDA.
De Zefra a 18 de Março de 2014
Ganhamos. Era o que nos competia fazer. Sou Benfiquista exigente. O Benfica deveria ter tentado chegar ao golo numero 4 mais cedo e assim evitar os calafrios do final do jogo. Mais do que ganhar o Benfica tem de massacrar. Nem sempre e possível, eu sei. Ontem ficou-me na retina que poderíamos ter chegado ao quarto golo muito antes deles chegarem ao segundo. Assim evitaríamos um final de jogo mais complicado.
De antonio fonseca a 18 de Março de 2014
Bom dia,
Se me permite, antes de comentar, vou dizer algo sobre a campanha insidiosa e vergonhosa dos viscondes calimeros . A campanha bosta já de si é uma afronta ao nosso clube e quase que deu resultados para essa agremiação da segunda circular. No jogo de sábado contra os andrades corruptos, o proençolas desdentado beneficiou-os ao não assinalar um penalty por falta sobre o colombiano do fcp e ao deixar passar em claro um fora de jogo que resultou no golo que lhes deu a vitória.
Ontem, face á campanha intimidatória contra o homem das carnes de Braga, levou este a marcar um penalty por pretensa mão de Luisão.
Perante este quadro, o nosso SLB deu uma resposta clara a quem todos anseiam pelo nosso funeral.
Essa resposta está bem patente no comentário do moderador. Vitória clara limpinha e com a "ajuda do vento" segundo o treinador do Nacional. Ainda bem que os factores climáticos se juntaram á nossa causa e puseram a nú as campanhas conta nós dos deuses terrenos (bdc e jnpc ).
Grande maturidade contra a adversidade inicial. Grande jogo de duas unidades Garay e Rodrigo), bem secundados pelos restantes. Menos bem estiveram Enzo e Gaitan uns furos abaixo do que é habitual neles.
Como já referi em anteriores comentários temos que estar atentos a todas as jogadas de bastidores e pôr em campo aquilo que sabemos, jogar futebol.
Com esta atitude decerto que o fim nos vai sorrir e sermos campeões.
Saudações benfiquistas.
De Jorge a 18 de Março de 2014
Nem mesmo as ameaças dos covardes e porquitos de alvalade do movimento "basta", fizeram abalar a nossa estrutura. Isto só vem provar que o Glorioso é o maior, quanto ao resto não passa de uma reles imitação. Com aqueles três golões, o Benfica pôs toda a concorrência em sentido! Limpinho, limpinho, limpinho!!!
De Sérgio a 18 de Março de 2014
A descrição está perfeita. Houve influência do vento no primeiro golo de Garay e houve influência do vento no 2.º golo do Nacional.
Reparei também que o D' Arcy não deu importância nenhuma à actuação do árbitro. Acho bem. Aquele penalty e o perdão da expulsão do jogador do Nacional por encontrão ao Rodrigo só nos beneficiou. Para quem andou durante a semana a boicotar os travões da Mota, é muito frustrante; os despites da Mota não produziram danos de maior na Máquina Benfiquista.
A Azia tem efeitos estranhos ao nível do cérebro de alguns comentadores. Veja-se por exemplo a crónica sobre o jogo no jornal Expresso. O título é: "Os amigos são para as ocasiões". Aqui vai o link da preciosidade:
http://expresso.sapo.pt/os-amigos-sao-para-as-ocasioes=f861289
De Sérgio a 18 de Março de 2014
Off Topic:
http://sicnoticias.sapo.pt/desporto/2014-03-18-testemunha-confirma-que-o-carro-em-que-seguia-mario-figueiredo-foi-abalroado
Muito estranho, ou talvez não...
De Manuel Afonso a 18 de Março de 2014
Adiante.
Quem não costuma ir a estádios de futebol, ou quem só vai a estádios modernos como o nosso, pode não se aperceber da influência que o vento tem num jogo de futebol quando sopra longitudinalmente ao relvado.
Se repararem por exemplo na Amoreira, em podendo o Estoril escolhe sempre campo, e ataca para Norte a começar o jogo.
Não é por acaso nem é por superstição.
É que aqui é raro o dia em que não sopra uma nortada desgraçada, e jogar contra o vento nas segundas partes dos jogos, quando o cansaço se instala, é uma carga de trabalhos.
Foi isto que nos aconteceu ontem. E por isto é que não fiquei nada descansado com o resultado vindo da primeira parte, que também foi construido com a ajuda do vento.
Uma primeira parte em que realmente não entramos bem, sendo penalizados por isso com um golo marcado pelo árbitro aos seis minutos de jogo, num belo trabalho individual que lhe poderá valer um vidro laminado de 10 mm mais uns valentes quilos de carne.
Não entramos bem, e é normal que não tenhamos entrado, porque isto da atitude é muito bonito, mas mudar o "chip" de White Hart Lane para Choupana, de Londres capital europeia para um buraco numa ilha no meio do Atlântico, de Tottenham para Nacional, não é tão simples como possa parecer, e os homens não são máquinas.
E como acontece sempre que não jogamos com intensidade máxima, devido a questões TÁCTICAS QUE EM SEGUIDA VOU ABORDAR, o adversário tem bola e causa-nos sérios problemas, tal como se viu nos primeiros 20 minutos.
O Jesus alterou o seu modelo de jogo, e alterou-o significativamente. Para melhor.
Em primeiro lugar abandonou a colocação dos médio centro lado a lado, para os colocar em profundidade, um atrás do outro.
Ao aumentar a profundidade do meio campo, retirou em grande medida a possibilidade dos adversários utlizarem os lançamentos longos para entre as nossas linhas de defesa e meio campo, apanhando-se invariavelmente a correr contra os nossos defesas, de frente para a baliza com a bola controlada.
Foi acima de tudo devido a isto que os nossos centrais deixaram de ser uns grandes toscos para passarem a ser os melhores do mundo.
Ao aumentar a profundidade do meio campo perdeu na largura. E aqui entra a segunda alteração táctica introduzida.
Deixamos de utilizar extremos para passar a a ter alas, o Gaitan e o Markovic, que recuam muito mais do que era costume, para formarem a linha defensiva de meio campo ao lado do Enzo Perez, com o Fejsa solto por trás deles.
A terceira alteração prende-se com a utilização de dois avançados moveis, com grande capacidade de pressão, que condicionam com muito sucesso a saida de bola dos adversários desde a defesa. Com Cardozo isto não é à partida possivel.
Apesar de tudo isto ser bem melhor do que o que havia há dois meses atrás, quanto a mim continua a não ser perfeito, e como o Jesus não abdica de forma alguma a jogar com 4 avançados, todo este sistema táctico que se pode chamar de 4-1-3-2 à moda do Jesus, depende do trabalho dos avançados para funcionar, quer ao nivel da pressão sobre o adversário, quer ao nivel das deslocalizações exigidas pelo sistema. Isto implica uma disponibilidade física enorme, e uma disponibilidade mental cada vez maior à medida que o cansaço se vai acumulando.
E foi esta disponibilidade que se viu dos nossos jogadores a partir dos 20 minutos de jogo.
Foram perfeitos. Não só não pedia mais como nem sequer pedia tanto.
E perfeita foi também a abordagem ao jogo para a segunda parte, onde se sabia que teriamos o vento como inimigo.
O Gaitan e o Markovic foram autênticos médios, e fecharam a porta por completo, ao lado de Enzo e Amorim, que faz mais um óptimo jogo numa posição que nem é a sua.
Só tivemos mais dificuldades com a saida do Markovic para a entrada do Sálvio. E isto não tem nada a ver com forma física. O Sálvio é um extremo puro, como tal pedir-lhe para fachar o meio campo pode ser tarefa, e neste momento é, impossivel de cumprir.
Com a agravante de estarmos a falar do lado do Maxi, que quanto a mim é o nosso lateral mais fraco.
Mas tudo acabou em bem, de forma mais do que justa e merecida, a jogar de uma forma que longe de ser a minha preferida, ao menos percebe-se e faz sentido. Continuando assim o título vai ser nosso
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