VAMOS ACABAR COM AS IMBECILIDADES
Domingo, 19 de Março de 2023

Rotina

O Vitória foi durante toda a semana apresentado e promovido como a primeira equipa a travar o Benfica de Roger Schmidt, e um difícil teste que o Benfica teria que ultrapassar. No final, uma goleada tão natural que para quem tenha assistido ao jogo foi como mais um dia no escritório. Quase que se pode considerar que aquilo que se passou não foi mais do que uma simples rotina.

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Já todos conhecemos o núcleo duro do plantel, por isso era óbvio quem seriam os onze escolhidos para iniciar o jogo. Sem o Aursnes disponível, mas com o Rafa novamente disponível, foi esta a troca óbvia. A novidade foi mesmo que ao contrário do habitual, o João Mário manteve-se sobre a direita e o Neres actuou do lado esquerdo, com o Rafa a ter o seu habitual papel de vagabundo nas costas do avançado. Da parte do Vitória, não sei se eles próprios acreditaram muito na promoção que lhes foi feita de serem uma equipa temível, porque se apresentaram com um estratégia muito clara: autocarro. Uma equipa que pode e sabe jogar futebol enfiou toda a gente atrás na expectativa de manter o nulo desde o apito inicial e nem contra-ataques faziam, porque o Chiquinho e o Florentino no meio campo limpavam tudo o que fosse tentativa de invadir a nossa metade do campo com maior perigo. Depois aconteceu aquilo que de pior pode acontecer a equipas que apostam forte nesta estratégia: sofrem um golo cedo e desmorona-se tudo. O Vitória teve o azar do Benfica, ao contrário do que tem acontecido muitas vezes, ter estado extremamente eficaz - fizemos até muito poucas finalizações para aquilo que nos é habitual. Foram treze os minutos que passaram até a bola entrar pela primeira vez na baliza do Vitória, quando depois do Neres a partir da esquerda levantou a bola, de pé direito, para a área, onde o Rafa deu um toque de cabeça para trás e permitiu ao Gonçalo Ramos aparecer solto na zona da marca de penálti para voar para a bola e cabecear para o golo. Sem reacção visível por parte do Vitória - foi o Benfica quem já tinha estado perto do segundo, quando o Gonçalo Ramos não conseguiu acertar na baliza vazia desde muito longe, depois de ter recolhido a bola após uma saída do guarda-redes da área para cortar um lance de ataque - o segundo golo apareceu aos vinte e oito minutos e nasceu de uma jogada muito simples. Pontapé de baliza do Vlachodimos, o Gonçalo Ramos ganhou no ar ao defesa e tocou para a desmarcação do Rafa nas suas costas, que seguiu isolado para a baliza. Foi derrubado por trás por um defesa e o respectivo penálti assinalado (achei que seria um lance claro para cartão vermelho, mas pelos vistos conseguiram considerar que o defesa tentou jogar a bola), que o João Mário converteu. E aos trinta e seis o terceiro (pouco antes o Otamendi tinha atirado uma bola ao poste) numa boa transição que é uma imagem de marca desta equipa. Tudo começa à saída da nossa área e depois, sempre em progressão e velocidade, Neres, João Mário, Rafa e Gonçalo Ramos levaram a bola até à outra baliza, com o último a assistir para uma boa finalização de pé esquerdo do João Mário. São jogos assim que se querem, resolvidos cedo, sem causarem stress nem grandes correrias e a mostrar uma equipa bem entrosada, que sabe muito bem aquilo que quer e deve fazer em campo, e que depois sim, pode até dar-se ao luxo de gerir o esforço e os tempos de jogo.

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E foi mesmo isso que fizemos na segunda parte. Foi notório o menor ritmo com que reentrámos, e como mencionou o nosso treinador no final, por vezes talvez até o tenhamos feito em excesso, embora seja compreensível. O resultado era confortável, o adversário estava completamente manietado - e mesmo a perder por três, não abandonava o autocarro e mantinha uma linha de cinco defesas, com outra linha de quatro colocada imediatamente à frente - e mesmo a jogar num ritmo baixo ainda assim mantinha-se a expectativa de poderem surgir mais golos, porque embora em menor quantidade as oportunidade iam surgindo. A primeira foi até uma séria ameaça de autogolo: livre do Grimaldo na direita, bola cruzada tensa para a área e o desvio de cabeça de um defesa levou a bola a passar a centímetros do poste. Da ameaça passou-se à concretização, e aos sessenta e nove minutos foi mesmo através de um autogolo que o Benfica aumentou a vantagem. Mais uma boa transição ofensiva com o Rafa a soltar a bola na altura certa para o João Mário, e quando já na área este tentou fazer o passe atrasado para o Neres, que aparecia solto na zona frontal, o Dani Silva interceptou a bola na direcção da baliza. Um outro defesa ainda conseguiu fazer o corte no limite em cima da linha, mas fê-lo na direcção do mesmo Dani Silva, com a bola a embater nele e a entrar na baliza junto ao poste mais distante. Pouco depois, a quinze minutos do final, entraram os dois do costume, João Neves e Musa, para os lugares do Florentino e do Gonçalo Ramos, mas com o extra de termos também trocado o Otamendi pelo Morato, que precisa de ganhar minutos para estar mais bem preparado para o jogo da Champions. O Vitória aproveitou para ter um assomo de brio e ir à frente, chegando mesmo ao golo num lance em que o recém-entrado Morato não ficou muito bem na fotografia, já que foi ele quem deixou escapar o Safira para fazer a assistência para o golo do André Silva, com o Grimaldo a não conseguir chegar a tempo para interceptar o passe. Mas a um minuto do final, já com o Gilberto em campo, o Benfica repôs a diferença no marcador. Foi mais um canto marcado à maneira curta na direita, entre o Chiquinho e o Neres, com o cruzamento deste último a seguir para a zona do segundo poste onde o Musa cabeceou para o chão, com a bola a seguir para o poste oposto onde o António Silva cabeceou com toda a calma do mundo para a baliza. Nos minutos de compensação, oportunidade para a estreia pela equipa principal do Cher N'Dour. Espero que seja sinal que a renovação está bem encaminhada.

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Acho que no Benfica poderíamos destacar praticamente qualquer um dos jogadores da frente, o que é indicativo da forma como jogamos como equipa. Toda a gente parece entender-se quase de olhos fechados, jogam com alegria e sempre para a equipa, sem sinais de egoísmo. Por exemplo, o João Mário voltou para a frente da lista dos melhores marcadores a passe do seu concorrente mais directo, o Gonçalo Ramos. Mas também a dupla do meio campo poderia perfeitamente ser destacada. O Florentino voltou a fazer um grande jogo e a sua ausência dos convocados da selecção (não que eu me queixe disso) parece-me uma injustiça. O Chiquinho não é o Enzo mas também joga e faz a equipa jogar, e mostra um enorme compromisso com as tarefas defensivas. Eu até acho que o Florentino se sente ainda mais à vontade para subir um pouco mais com ele a seu lado.

 

Mais um passo dado e agora a vantagem para o segundo classificado passou para dez pontos. Significa isto que se vencermos seis dos nove jogos que faltam nos sagraremos campeões. Não sei o que irão inventar agora para manter a 'pressão', mas pode ser que a informação contida nos envelopes da acusação que nos foram entregues abertos e rasgados seja útil. Da minha parte eu sugeriria por exemplo investigar o motivo pelo qual uma equipa que já mostrou saber jogar futebol se apresentou na Luz completamente enfiada na defesa e sem um traço de futebol positivo. Vem agora mais uma indesejada pausa para as selecções jogarem, cuja única vantagem é dar mais um bocadinho de tempo para a recuperação do Gonçalo Guedes. E se calhar também deixar os nossos adversários a ruminar os dez pontos, porque deve ser frustrante anunciar em Dezembro que vamos ser campeões, passar meses a repetir isso e a fomentar uma campanha imunda de tentativas de desestabilização à espera de uma anunciada quebra, e chegar a este ponto ainda mais longe do primeiro lugar do que estávamos.

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publicado por D'Arcy às 22:38
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7 comentários:
De Anónimo a 20 de Março de 2023
Não tarda muito para que o dj kamala solte o we are the Champions dos Queen 🦅
De Pedro Qwara a 20 de Março de 2023
Importante o golo madrugador do Gonçalo Ramos, numa fase do jogo em que o Vitória ainda tentava perceber qual seria a melhor maneira de estacionar o autocarro. Com a estratégia a cair por terra tão cedo, os vitorianos ficaram meio perdidos no jogo, aproveitou o Benfica para resolver o problema ainda na primeira parte e ir para intervalo com uma confortável vantagem de 3 golos.
Na segunda parte tivemos um Benfica de serviços mínimos, o que se compreende, porque não adianta desperdiçar munições em batalhas já decididas. Mesmo assim houve ainda espaço para dar minutos de jogo aos jovens promissores João Neves e Cher Ndour e para o Benfica dilatar a vantagem e terminar o jogo com um dos resultados mais expressivos da época. Um Benfica á Benfica, imparável, a desbravar passo a passo o caminho para a glória. Tivesse este novo Estádio da Luz a capacidade do antigo e daqui para a frente seriam sempre 120.000 a empurrar o Benfica para a vitória.
E Pluribus Unum!
De Henrique Teixeira a 20 de Março de 2023
Exibição de gala nos primeiros 45 minutos e de tranquilidade nos restantes.
A equipa está a jogar futebol de grande qualidade, ao nível das melhores do mundo!
Muitos jogadores têm mostrado uma classe, uma categoria, que não lhes eram conhecidas. O Chiquinho, por exemplo, andava de empréstimo em empréstimo e quando passou pelo Braga nunca foi titular, sendo logo devolvido em janeiro. O Florentino, igualmente de empréstimo em empréstimo, não brilhou nas equipas por onde passou. Pois estes 2 são agora titulares indiscutíveis e imprescindíveis, tal tem sido a qualidade das suas exibições. O João Mário nunca tinha chegado ao nível de agora, O Gonçalo Ramos, de possível dispensado passou a super jogador, O antes quase desconhecido Aursnes é um jogador fabuloso, O António Silva, que entrou na equipa devido a lesões dos colegas da mesma posição, já é um dos melhores defesas centrais da Europa, e todos os outros estão a jogar melhor do que nunca.
Grande visão teve quem foi buscar Roger Schmidt..
Ainda nada está ganho e com a sobrecarga de jogos que aí vem tudo pode acontecer, mas tudo está a correr bem.
Satisfeito por Grimaldo, Florentino e Chiquinho, não serem chamados às seleções; preocupado com os que vão estar ausentes e aborrecido com esta paragem, por as paragens para jogos da seleção normalmente prejudicarem a equipa.
Saudações Benfiquistas
De Jose Marcelino a 22 de Março de 2023
completamente de acordo
a seleção nao merece os jogadores do Benfica
De Ricardo A a 23 de Março de 2023
A passadeira vermelha ( nos oscares mudou de cor) no meu blog Siga a Bola.
De Pedro Qwara a 23 de Março de 2023
Fez ontem 20 anos que se disputou a ultima partida no velho Estádio da Luz.
Estive lá com os meus dois filhos, ainda pequenos, era impensável deixar que a Catedral fosse demolida sem que os putos tivessem o privilégio de a conhecer.
Guardo desse dia um misto de angustia e satisfação.
Angustia, porque para mim, que tinha assistido 18 anos antes ao fecho do 3º anel, ver agora a Catedral já parcialmente demolida, foi doloroso.
Satisfação, porque tive a oportunidade de ver o grande Fernando Chalana passear a sua classe em campo, no jogo de velhas glórias que antecedeu o Benfica vs Santa Clara.
O velho Estádio da Luz ficará para sempre intrinsecamente ligado a algumas das minhas melhores memórias da infância e juventude.
Foi na Catedral, que ainda criança e pela mão do meu pai, assisti á festa de despedida do grande Mário Coluna em 70 e posteriormente, em 73, á do Rei Eusébio.
Foi na Catedral que vi jogar aquele super Bayern de 76 e o não menos super Liverpool de 78 e 84.
Foi na Catedral que vi o derby dos derbys, aquele de 78, em que o Vítor Baptista depois de marcar o golo da vitória, mandou parar tudo, porque tinha perdido o brinco.
Foi na Catedral que sofri, em 83, naquele malfadado jogo com o Anderlecht e que vibrei, em 88, no jogo com o Steaua de Bucareste e em 90, naquele confronto épico com o Marselha, em que o Vata nos fez acreditar que tudo era possível.
Não tenho tido muitas oportunidades de ir á nova Luz, a ultima vez que lá estive foi em Agosto de 2022, para cumprir o imperativo de me despedir do grande Fernando Chalana, o homem que alegrou muitos dos meus dias.
Mas, das vezes que lá fui, não consegui deixar de sentir aquela sensação de quem regressa á sua terra natal e encontra no local onde estava a velha casa onde nasceu e cresceu uma nova construção, mais moderna, mais adaptada, mais confortável, mas que não é a sua velha casa.
Confesso que passados 20 anos continuo sem perceber porque é que não foi possível reabilitar o velho Estádio da Luz, fazer por exemplo aquilo que o Real de Madrid está a fazer no Santiago Bernabéu.
Mas tudo isto não passa provavelmente de desabafos de um tipo que já não vai para novo, agora o que importa, até porque o que não tem remédio, remediado está, é que a nova Luz seja palco de muitas tardes e noites de glória, como foi a velha Catedral.
E Pluribus Unum!
De Luís Manuel a 28 de Março de 2023
Olá D'Arcy, e obrigado pelo post.

Devia ser proibido comentarmos o teu post nove dias depois :) Peço desculpa.

Magnífica a nossa exibição: ao encontrarmos um Vitória que estranhamente se remeteu totalmente à sua defesa - com jogadores e capacidade para fazer o contrário, ou pelo menos para arriscar mais - , a nossa equipa procurou desde o primeiro minuto atacar com discernimento e muita vontade de resolver o jogo cedo. E conseguiu-o. Não vou mentir, estava um pouco receoso deste jogo antes de o começar a ver, porque sei que o Vitória tem bons jogadores e qualidade para enfrentar qualquer dos "grandes" olhos nos olhos. Optou por não o fazer contra nós, e no final o seu treinador ainda veio pôr em causa o penálti. Que não foi. Sim, porque para ser era preciso lesionar o Rafa e partir-lhe um osso.

Subscrevo inteiramente o teu post e e as apreciações individuais que fazes - mas, tal como tu, acho que é a nossa qualidade colectiva que faz vários jogadores brilharem. Aplaudo toda a equipa.

Esta pausa para as selecções é exasperante, até porque já se percebe que o novo seleccionador não traz lá grande coisa. O Ronaldo continua a bater recordes a marcar ao Luxemburgo e afins. É uma tremenda injustiça a não convocação do Florentino, e imagino que um jovem atleta como ele, com a qualidade que tem, se possa sentir desiludido. Foi campeão no Benfica pela primeira vez com 19 ou 20 anos, se não estou em erro, e só um anormal conseguiu dispensá-lo para um clube de bairro em Madrid. Voltou, Schmdit percebeu o que tinha em mãos e conseguiu fazer dele ainda mais jogador. Neste momento, é crucial no nosso meio-campo e um dos melhores jogadores da Europa nesta posição. É uma opinião pessoal. (Magnífica a foto dele aqui neste post)

O que me leva ao nosso próximo jogo em Vila do Conde. Desde que vi o jogo contra o Vizela que percebi que tudo se aposta contra nós, seja de que maneira for. Estou um pouco apreensivo em relação a esse jogo. Tradicionalmente nunca é fácil. Com mais estes jogos das selecções pelo meio, jogadores como o Otamendi e o Aursnes a fazerem viagens de horas de regresso a Portugal, e os árbitros ansiosos por mostrarem um cartão amarelo ao Florentino, estou com um pé atrás. Teremos de ser muito fortes. E acredito que seremos. Ao vermos a forma como a equipa joga e como o treinador motiva os jogadores, percebemos que estamos todos a remar para o mesmo lado. Mas também já temos todos muitos anos disto, e sabemos que na sombra há sempre alguém a manobrar de forma imunda, como muito bem dizes. Temos de entrar com tudo porque vamos apanhar uma equipa que vai fazer de tudo para nos travar.

Força, Benfica!

P.S.: Vamos a ver se o nosso Gonçalo Guedes consegue queimar mais uma etapa na sua recuperação, depois daquela entrada violenta de um jogador do Vizela que não motivou nenhuma indignação dos jornaleiros, e não foi vista nem pelo árbitro, a cinco metros de distância, nem pelo VAR, ocupado com as linhas do fora-de-jogo. O Gonçalo é jovem, forte fisicamente e mentalmente. Sei que não há milagres neste tipo de lesões, a recuperação demora, mas tenho esperança que possa ser um pouco mais rápida. Temos uma excelente equipa de médicos e de fisioterapeutas. Força, Gonçalo!

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