Quem se foi habituando à leitura do que por aqui escrevo, sabe da falta de confiança que tenho em grande parte dos jornalistas desportivos. Mas há excepções.
Há aqueles a quem reconheço verticalidade e independência. Rui Cartaxana, além desses atributos, era também competente e uma referência do jornalismo desportivo.
Nos últimos tempos foi um dos poucos, senão mesmo o único, que vi escrever sem medos, sem amarras e de cabeça levantada sobre a podridão corrupta das últimas décadas do futebol português.
Faleceu hoje. Se o seu exemplo não for seguido, o jornalismo desportivo perderá muito mais do que imagina.
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