Este fim-de-semana foi absolutamente inesquecível em termos de mística. Depois do Magnusson na 6ª, este domingo encontrei o Grande Valdo a almoçar no mesmo restaurante onde costumamos ir. A oportunidade era imperdível e fui ter com ele para lhe pedir o incontornável autógrafo. Foi de uma simpatia extrema e, quando ouviu o “benfiquista” da “tertúlia”, perguntou-me logo:
- Este ano, vamos lá?
- Se o Valdo estivesse lá seria muito mais fácil – retorqui-lhe.
- Mas olhe que o Suazo é muito bom, tenho grandes esperanças nele.
- E o Valdo, quando é que volta para nós?
- Vamos a ver, pode ser que qualquer dia...
- Não o maço mais, muito obrigado pelo autógrafo e pelas boas memórias.
Um sorriso radioso foi o que obtive como resposta. No fim da sua refeição, quando passou pela nossa mesa, ainda nos desejou um resto de bom almoço. Classe e simpatia incomparáveis. Tal e qual como quando espalhava magia com a nossa camisola. Aqui deixo igualmente o primeiro golo que ele marcou pelo Benfica para o campeonato nacional. Foi contra o Académico de Viseu na 5ª jornada da época 1988/89. E que golo, senhores!
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