VAMOS ACABAR COM AS IMBECILIDADES
Segunda-feira, 2 de Outubro de 2017

Zero

Honestamente, já nem me apetece escrever sobre os nossos jogos. Porque estou cansado de ver a mesma história a repetir-se vezes sem conta: boa entrada, golo madrugador, e depois o encosto à magra vantagem que, invariavelmente, somos incapazes de segurar. Estou cansado de ver jogadores em campo de braços caídos, como se jogassem a medo e sem a menor crença em si mesmos à primeira contrariedade que sofrem. Nem o facto de podermos neste jogo, com uma vitória, recuperar quatro pontos aos amantes furiosos que nos antecedem na tabela classificativa e que hoje naturalmente empataram pareceu servir-nos de motivação.

 

slb2.jpg

 

Depois do desastre na Suíça, não houve qualquer revolução na equipa. Jogámos precisamente com a mesma equipa que colapsou na segunda parte desse jogo. Nem o equipamento mudou e foi novamente aquele cinzento horrível que nem as cores do nosso emblema tem. Foi o Salvio no lugar do Zivkovic de início e de resto o mesmo onze. O início de jogo foi bom. Muito bom mesmo, já que na primeira ocasião criada, ainda antes de se completarem dois minutos de jogo, o Jonas marcou um golão e colocou-nos em vantagem. Em condições normais, isto é o melhor que se poderia desejar. Vindos de um mau resultado, a jogar no campo de uma das equipas em melhor forma neste início de época (que neste momento é mesmo um concorrente directo na classificação), com um relvado que mais se assemelhava a um rancho de toupeiras, entrar a ganhar seria o melhor tónico que uma equipa poderia ter. Mas se há algo que eu tenho aprendido este ano é que marcar um golo é do pior que nos pode acontecer, porque imediatamente assisto a um relaxar por parte da equipa e a uma tentativa de, independentemente de quanto tempo falta para jogar, começarmos logo a 'gerir' o resultado. É incompreensível esta aparente sobranceria, ou medo, ou lá o que é. O que é certo é que depois de nos apanharmos em vantagem começamos a jogar como uma equipa pequena (e se querem um exemplo flagrante disso, basta ver a forma como o Júlio César começa imediatamente a fazer as reposições de bola em jogo - é exactamente da mesma maneira que nos leva a, na Luz, começarmos a perder a paciência com os guarda-redes adversários logo nos instantes iniciais de um jogo). O futebol jogado era, como aliás se exigia, sobretudo directo, porque aquele relvado não dava para ter ambições em jogar qualquer coisa mais evoluída. Mas deixámos progressivamente de pressionar os jogadores do Marítimo, que foi subindo no terreno, e sobretudo ganhando uma superioridade evidente no centro do terreno (onde o Pizzi foi completamente engolido e esteve entretido a coleccionar asneiras atrás de asneiras). De positivo o facto de não termos permitido ao adversário criar uma verdadeira ocasião de golo - até porque ultimamente, como já escrevi, bastam uma ou duas ocasiões aos nossos adversários para marcar-nos um golo.

 

A segunda parte até pareceu um pouco melhor. Pelo menos na primeira fase da mesma recuperámos algum controlo territorial e não permitimos ao Marítimo jogar tanto no nosso meio campo. Mas acho que todos nós sabemos, ou pelo menos tememos, que sem um segundo golo para dar tranquilidade à equipa o desastre está ali mesmo ao virar da esquina. E quando escrevo que 'todos nós sabemos' estou a incluir os jogadores neste grupo, porque eles parecem ser os primeiros a ter essa ideia a povoar-lhes os pensamentos o tempo todo. A primeira ocasião do Marítimo chegou, num remate de fora da área, e escapámos devido a uma grande defesa do Júlio César. À segunda já não tivemos tanta sorte (já seria estarmos a contrariar a regra de uma ou duas oportunidades para sofrer um golo) e o empate chegou mesmo. Nem foi preciso nada de particularmente elaborado, apenas o futebol que é possível praticar num terreno destes, ou seja, jogo directo. Um cruzamento largo desde a esquerda (o jogador que faz o cruzamento é deixado completamente à vontade) para o lado contrário e junto ao poste surgiu um jogador do Marítimo para cabecear. O André Almeida aproveitou para ficar a assistir ao lance de cadeirinha, adoptando a tão famosa estratégia da 'marcação com os olhos', e o Júlio César praticou um pouco de ornitologia e mesmo sem binóculos aproveitou para observar o belo voo daquela espécie de ave chamada 'bola', que planou majestosamente ao longo da sua baliza, fez escala na cabeça do jogador do Marítimo e foi repousar suavemente nas redes. Depois disto, o costume. Ou seja, o desvario e a desconcentração da maior parte dos nossos intervenientes - quando consigo afirmar sem grandes dúvidas que o Salvio terá sido o jogador mais esclarecido, isso diz muito sobre os outros jogadores. 

 

A reacção do banco também foi pouco convincente. Tacticamente nunca se mudou grande coisa, porque as substituições foram sempre troca por troca. Primeiro fez entrar o Rafa. OK, nada de pessoal contra o Rafa, mas isto já começa a ser um reflexo condicionado em mim: quando entra o Rafa é basicamente 'lasciate ogne speranza, voi ch'intrate' (ou seja, atravessámos os portões do Inferno, a coisa está mesmo mal e estamos tramados). Nem percebi bem a estratégia de meter o Rafa num terreno naquelas condições. Se num terreno bom e propício para explorar a velocidade dele, ele já demonstra frequentemente dificuldades no controlo da bola, no rancho de toupeiras dos Barreiros seria extremo optimismo esperar algo de melhor. Depois trocámos o Pizzi pelo Krovinovic. Aceita-se numa lógica de refrescar fisicamente aquela posição, até porque o Pizzi estava a produzir zero até então, mas também não aumentámos propriamente a capacidade de criação de jogo. Finalmente, saiu o Jonas para entrar o Seferovic. Numa altura em que estamos a precisar de marcar, sai o nosso melhor marcador. Mas tudo bem, assumi que seria para apostar ainda mais no futebol directo e tirar o melhor partido da capacidade física do suíço num terreno pesadíssimo. Mas surpreendentemente, quase não fizemos isso. Pelo contrário, começámos a recorrer novamente ao futebol de passes curtos e lateralizações, e tentativas de entrar pelas alas - e nas poucas ocasiões em que criámos espaço para fazer cruzamentos, estes saíram invariavelmente mal, ou demasiado largos, ou imediatamente interceptados pelo defesa mais próximo da bola. E depois, claro, os esperados disparates defensivos a polvilhar a nossa actuação, que normalmente acabam por ditar golos sofridos e derrotas quando procuramos o golo da vitória. Desta vez tivemos a felicidade disso não ter acontecido, mas o Jardel ainda deu um contributo para esse desfecho, perdendo a bola para um jogador do Marítimo progredir isolado para a baliza, valendo-nos uma defesa do Júlio César. É verdade que também tivemos uma grande ocasião de golo nos instantes finais, num remate do Jiménez defendido com dificuldade pelo guarda-redes do Marítimo, para depois a possível recarga do Salvio ser cortada no limite por um defesa.

 

Conforme já disse antes, o jogador que mais merece um elogio no jogo de hoje é o Salvio. Foi a larga distância o jogador mais perigoso, mais incisivo e mais empenhado em que o resultado tivesse sido outro. As ocasiões de que dispôs foram quase sempre construídas por si próprio, criou outras em que tentou oferecer a bola aos colegas, e ainda construiu uma situação que me parece que em condições normais seria assinalado penálti - por menos o Benfica teve um penálti assinalado contra si no jogo com o CSKA. Quase que me fez pena quando o vi, numa ocasião em que tivemos um lançamento de linha lateral perto da área do Marítimo e ele se aprestava para o marcar, a ter que insistir e quase suplicar aos centrais para subirem até à área, uma vez que estes pareciam estar confortavelmente instalados lá atrás.

 

Num jogo em que poderíamos ter aproveitado para recuperar terreno para a liderança e, apoiados nessa injecção de confiança, relançar a época, o que vimos foi praticamente zero, e no final o que eu sinto foi que levámos mais um duro golpe nas nossas ambições. E nem digo isto tanto pelo resultado, porque maus resultados acontecem. Digo isto pela quase total ausência de reacção que mostrámos. O que vimos foi exactamente o mesmo: o mesmo futebol e a mesma atitude que nos levaram à situação actual. Nada mudou. E se uma derrota copiosa contra uma equipa da terceira linha europeia, que há onze jogos não vencia na Champions, e a possibilidade de recuperar quatro pontos para a frente da tabela classificativa não são razões suficientes para motivar uma reacção, então infelizmente só posso concluir que o problema que nos afecta é demasiado grave.

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publicado por D`Arcy às 01:43
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17 comentários:
De E Pluribus Unum a 2 de Outubro de 2017 às 02:56
Caros Benfiquistas, nem sei o que hei-de dizer.
Direi no entanto que concordo em absoluto com o teor desta crónica do jogo.

De facto esta equipa é uma VERGONHA. São uns clones perfeitos do MOLENGÃO e "doentinho" - sempre "fodido" das costas quando não lhe apetece acompanhar a equipa em jogos fora -, que faz de conta que é Presidente do Benfica, e que se julga o seu SENHOR E DONO ABSOLUTO.

O Benfica hoje não existiu.
A equipa que defrontou neste domingo o marítimo no Funchal foi uma espécie de Alverca do Ribatejo e alinhou assim:
Guarda-redes - Júlio César ( evitou a derrota aos 81 minutos)
Defesa direito - Vieira 1
Defesa central - Vieira 2
Defesa central - Vieira 3
Defesa esquerdo - Grimaldo
Médio direito - Sálvio - (ao menos esforçou-se)
Médios centrais - Vieira 4 e Vieira 5
Médio esquerdo - Franco Cervi.
Avançados - meio Raúl Jimenez e meio Jonas

Treinador: UMA ABERRAÇÃO.
Diz a ABERRAÇÃO no final: " Desistir não faz parte do nosso ADN".
Isto não passa de um chavão, uma frase feita própria dos PERDEDORES.
Dir-me-ão alguns mais crentes e misericordiosos que a ABERRAÇÃO já ganhpu dois campeonatos, bla,bla,bla,bla...

Pois, pois, responderei eu, mas isso já é passado, e eu e os BENFIQUISTAS o que queremos é ganhar AGORA no presente campeonato, e nos futuros.
A refeição que me matou a fome no dia de ontem, hoje já não me serve de nada.
Hoje preciso de outra refeição, e de preferência tão boa ou melhor do que a de ontem. Só assim me sentirei tão bem como no dia anterior.

Com esta prosa metafórica procuro mostrar aos caros companheiros de BENFIQUISMO PURO, como eu vejo o nosso Glorioso Clube.

Uma pergunta ao sr. Rui Vitória, e por extensão ao "sr." Presidente:
Expliquem lá aos BENFIQUISTAS como é que dois clubes mais pequenos do que o nosso Benfica, um e outro quase falidos, sendo que o de riscas verticais até está INTERVENCIONADO pela UEFA e que até vendeu o seu mais promissor avançado para o Milan, conseguem ter as suas equipas mais bem estruturadas, mais fortes, mais dinâmicas, com mais garra, com mais querer, com mais vontade, etc,etc,etc,.. enfim, com mais tudo -, menos apoio do que os nossos incansáveis e inigualáveis adeptos -, do que a nossa equipa, que neste momento parecem umas FRAGILÉRRIMAS MULHERZINHAS que só comem bolos e yogourts estragados?!?!

Por exemplo, o Pizzi parece um infantil a fazer um centro ou a marcar um pontapé de canto pois mal pode o coitado com a bola.
E depois quer marcar tudo - e marca, marca porcamente mal, mas é sempre o mesmo a fazê-lo, parecendo que não há mais ninguém na equipa capaz de fazer melhor do que ele.

Enfim, é um SOFRIMENTO ATROZ para quem ama o Benfica, ter de ver esses TURISTAS - COM ALGUMAS RARÍSSIMAS EXCEPÇÕES - a se passearem e a recriarem com o nosso Inigualável MANTO SAGRADO VERMELHO, e nós adeptos e sócios a pagarmos para sofrer.

Diz o que faz de Presidente: "Precisamos do apoio dos sócios / adeptos. Acreditem, porra"!!!!!!
Mas, olha lá oh vieirita, pensas que a maioria dos sócios e adeptos do Benfica são tótos como tu para andarem a apoiar e acreditar em TURISTAS E MOSCAS MORTAS, mais destinados a jogarem num campeonato feminino!?!?!

Cai fora, Vieira. A ÚNICA COISA que acredito e ti é quando dizes - e já o fizeste várias vezes - que não percebes nada de futebol.

De facto não percebes mesmo nadinha, pois se percebesses alguma coisinha há muito que tinhas contratado um TREINADOR A SÉRIO, com conhecimentos, com raça, com força, com fibra, etc,etc,etc, e exigirias que esses TURISTAS A QUEM DÁS PALMADINHAS NAS COSTAS - COM RARAS EXCEPÇÕES - CORRESSEM E SALTASSEM E LUTASSEM DEZ VEZES MAIS PELO BENFICA DO QUE AQUILO QUE ESTÃO A FAZER NESTE MOMENTO.

Um Clube tão grande tão grande e "dirigido" por gentica pequenota que deixa cada um fazer o que quer e lhe apetece, e que não exige nada de nada a ninguém.
Qualquer equipa desta ligueca PORCOguesa corre e luta mais do que os TURISTAS da dupla vieirita/ruizito, com a suprema vantagem de ficarem em piores hotéis e ficarem bem mais BARATAS.

Acima de tudo e de todos só um, o meu Deus que é o MEU BENFICA.
De António Madeira a 2 de Outubro de 2017 às 03:03
Tudo dito, D`Arcy.
Confesso que não compreendo esta atitude depois de nos vermos a ganhar. Não compreendo mesmo. Falta de condição física? Ou esgotamento deste modelo de jogo com o Pizzi sempre anulado pelos meio-campos das equipas que já sabem como jogamos há pelo menos três anos seguidos?
É certo que o relvado lamentável em que jogámos hoje e a agressividade dos jogadores do Marítimo condicionaram e de que maneira o nosso jogo, mas tivemos tudo para trazer os três pontos e não conseguimos, principalmente na segunda parte. Além disso, voltámos a sofrer mais um golo que o ano passado, com o Ederson, não sofreríamos.
Algo tem de mudar, mas não é a fazer o mesmo que temos feito neste último mês negro! Há que mudar algo, abanar a equipa deste marasmo, introduzir sangue novo. Perdemos uma oportunidade clara não só de encurtar distâncias, como de introduzir um novo alento e tirar pressão de cima, mas voltámos a falhar rotundamente.
Rafa é um a menos, e hoje voltou a falhar uma oportunidade clamorosa praticamente na primeira vez que tocou na bola. Nota-se que tem um défice gritante de agressividade e de clarividência à frente da baliza. Só o que ele custou pode justificar continuar a ter oportunidades em detrimento de outros.
Fejsa foi logo condicionado com um amarelo aos 12 minutos (Jonas sofreu uma falta muito mais dura a seguir e o adversário não viu amarelo), Pizzi, como já disse, é engolido no meio-campo adversário, Jonas está sempre longe, e só Salvio consegue desequilibrar (falta-lhe a muleta que era o Semedo, quando ele flecte para dentro e se torna em mais um avançado). O Cervi defende e corre, mas esqueceu-se (ou foi-lhe dito?) que foi contratado para atacar a baliza e partir para cima dos adversários.
É verdade que já estivemos em situações idênticas ou piores, mas vejo um FCP muito forte mental e fisicamente e um Sporting que continuará a ser levado ao colo sempre que tiverem dificuldades e enquanto o castelo de cartas se mantiver de pé.
Vamos ter de fazer muito mais para inverter esta situação e retomar o caminho da confiança, que nos leve novamente ao título. Apesar dos recentes acontecimentos, os jogadores sabem que não lhes falta apoio, e que as soluções terão de ser encontradas rapidamente, sob pena de perdermos o comboio definitivamente e entrarmos numa espiral negativa de onde será difícil sair.

Força, Benfica!
De Anónimo a 2 de Outubro de 2017 às 10:19
O Benfica não jogou nada, não defende não constrói, não tem qualquer organização de jogo.
Marcou-se um golo com sorte.
Se perdêssemos só surpreendia quem não viu o jogo.
Rui Vitoria esta a ser teimoso insistindo nos mesmos erros das últimas partidas.
O Benfica continua a ter bons jogadores, o problema começa a ser a equipa técnica.
A continuar assim não vamos a lado nenhum.
Saudações Benfiquistas
De João Marques a 2 de Outubro de 2017 às 11:21
Isto não é um problema de falta de jogadores é mais um problema de falta de treino e mentalidade pelo que toda a responsabilidade para mim é do treinador.
Que se deixe de invenções e que use o sistema que tão bons resultados tem dado nos últimos anos.Futebol apoiado, pressão alta e a equipa a jogar em bloco com marcações em cima e corte de linhas de passe ao adversário depois, com a qualidade dos jogadores que o Benfica tem, o resto simplesmente acontece.
A equipa joga muito desgarrada. Quando alguém tem a bola foge cada um para seu lado e ele fica sozinho. Quando o adversário tem a bola, ninguém pressiona, ninguém marca ninguém, defendem à zona sem cortar linhas de passe enfim, uma completa desorganização defensiva que depois se reflecte nos outros momentos do jogo.
Como é que ainda não viram que quando jogam apoiado fazem jogadas fantásticas, mas isso é um oásis num deserto de asneiras.
Pequenas mudanças fazem grandes alterações mas é preciso saber e querer fazê-las.
De Anónimo a 2 de Outubro de 2017 às 12:36
Esta equipa é um limão espremido. Bem apertada, ainda pode sair uma gota ou outra, mas sumo, sumo, esqueçam. E o problema é que para apertá-la bem e sair a tal gota, é preciso força e coragem, e não vejo nada disso no seu entorno, vejo é apatia e resignação.
Sendo o futebol a mola real do clube, tentar baixar o passivo, não investindo na equipa, é um erro de principiante. Precocemente fora da LC e sem acesso à próxima edição, sem valorizar jogadores e com o estádio ás moscas, quero ver o passivo que vai ser abatido.
De E Pluribus Unum a 2 de Outubro de 2017 às 13:40
Caro João Marques, muito bom e verdadeiro o seu comentário.
Em poucas linhas disse tudo.
Devia ser enviado em CARTA REGISTADA E COM AVISO DE RECEPÇÃO à ABERRAÇÃO que faz de conta que é o nosso treinador, que tal como o "outro" que foi campeão da Europa em selecções SEM SABER LER NEM ESCREVER - e que eu agora espero e desejo, DESEJO MUITO, que perca em Andorra e cá com a Suíça - tal como o outro dizia eu, essa ABERRAÇÃO com discurso à vit. de guimarães, discurso de treinador pequeno, também ganhou sem saber como, muito graças aos milagres de Jonas no Bessa e do nosso João Carvalho que, quando estava emprestado ao vit. setúbal marcou um golão ao porco em pleno campo de LADRÃO, que acabou por retirar dois pontos a esse clubeco corrupto e embalar-nos a nós BENFICA para o TETRA.

Ia também dizer que o seu comentário deveria também ser enviado para o MANSO, perito em PALMADINHAS NAS COSTAS nos seus "TURISTAS" disfarçados de jogadores que faz de nosso Presidente, mas isso seria perder tempo pois o AMORFO bípede diz à boca cheia que, passo a citar " EU NÃO PERCEBO NADA DE FUTEBOL".

Pois não, de facto não percebe um CARACOL de futebol. É esse o maior mal do nossso querido SL-BENFICA nos tempos presentes.
Nada percebe de futebol e por isso não sabe o que de melhor há a fazer para RESGATAR, para SALVAR o Maior Clube do país desta VERGONHA, DESTA APATIA, DESTA VERDADEIRA PORCARIA em que está transformada a equipa mais representativa do nosso SL-BENFICA.

Tirem a ABERRAÇÃO e ponham lá um TREINADOR de FIBRA, GARRA, FORÇA, PODER, etc,etc.etc, como quele que agora está por exemplo no oporco corrupto, e verão que passados três dias todos os "TURISTAS" QUE MARCAM OS ADVERSÁRIOS COM OS OLHOS, começam a correr, a saltar a sério, a lutar como campeões, a cortar linhas de passe e a fazer verdadeira pressão, etc,etc,etc,..
O GRANDE MAL DO NOSSO BENFICA É A AUSÊNCIA TOTAL DE TRABALHO, TRABALHO A SÉRIO, ESFORÇO E DEDICAÇÃO TOTAIS, etc,etc,etc,..

Temos um presidentezeco PASPALHÃO que vê o jogadors a corrrem a 10 à hora e é capaz de lhes dizer que estão a correr muito e deviam só correr a 3 à hora.
Da ABERRAÇÃO nem se fala. O seu discurso de clubeco que luta para não descer já mete ABSOLUTO NOJO.

Bons, BONS ATÉ DEMAIS, são a maiioria dos Sócios e Adeptos do BENFICA que, coitados, sempre esperançados que tudo acabe em bem, continuam a SOFRER E A PUXAR por estes TURISTASINHOS que não merecem apoio de NINGUÉM.

Um clube MAIOIR E MELHOR do que todos os outros cá do burgo, com tudo do bom e do melhor e os outros é que correm, lutam e têm mais ganas e vontade de ganhar e ganhar e ganharrrrr?!?

Oh Vieirita, Benfiquista HÍBRIDO, amarra-te a um CALHAU DE 1000 kilos, sobe ao novo miradouro da ponte 25 de Abril e lança-te ao rio Tejo.
Ah, só mais uma coisa: NÃO TE ESQUEÇAS DE LEVARES A A BERRAÇÃO CONTIGO, pois desconfia que já nem o ARRENTELA o quer.

Acima de tudo e de todos só um e apenas um: O MEU QUERIDO E AMADO SPORT LISBOA E BENFICA.
De picalagartixas a 2 de Outubro de 2017 às 14:17
As questões que gostaria de fazer ao Vitoria e sua equipa técnica e que os jornalistas não fazem por incompetência (Sporttv) ou lambe-botas (btv), são as seguintes:

• Porque é que em cenários como o do final do jogo de ontem , em que o adversário recua para defender o resultado e, por isso, temos pouco espaço para atacar, se volta a optar pelo Rafa (forte em espaços grandes, por ser rápido) em vez do Zivkovic (forte em espaços curtos, por ser bom tecnicamente)?
• Porque é que depois de um jogo europeu a meio da semana, não coloca no 11 mais jogadores que não foram titulares na 4f e, por isso, deverão estar mais frescos e garantir um melhor rendimento (não deverá ter sido por acaso que o melhor em campo Salvio, não foi titular na 4f)?

Custa-me que o treinador continue a repetir os mesmos erros que já nos custaram pontos o que me parece colocar em causa a sua competência para treinar a nossa equipa. O ano passado o plantel era mais forte, mas mesmo com o plantel deste ano mais fraco, há matéria prima para se fazer muito melhor do que tem sido feito, seja ela bem orientada e optimizada, o que não me parece que esteja a acontecer.
Finalmente que nesta pausa o Vitoria e a sua equipa técnica saibam reflectir sobre o seu trabalho e maus resultados da equipa.

Tetra saudações
De Cyber a 2 de Outubro de 2017 às 14:21
O SLB joga sem entusiasmo e sem entusiasmar ninguém. Quando tudo indicava que, após o (grande) golo de Jonas, a equipa iria partir para uma exibição sóbria e inteligente, não deixando o adversário jogar, subindo as linhas e obrigando o mesmo a cometer erros, para depois fazer o segundo golo e conquistar alguma tranquilidade, eis que se passa exactamente o oposto. Que esta paragem por causa das selecções seja bem aproveitada para recuperar física e mentalmente os jogadores de modo conferir-lhes um maior entrosamento, que é coisa que não se tem visto.
Um aparte: a equipa tem que jogar com a matéria prima que tem, mas é um facto que a saída de Mitroglou deixou o SLB sem um referência na área adversária e que nos foi bastante útil em anos transactos. Um jogador bom no jogo de cabeça e com alguma técnica, de remate espontâneo, com estatura, embora com menos mobilidade que os ficaram.
De Dias Pereira a 2 de Outubro de 2017 às 15:07
Se há coisa que, sinceramente, admiro no D'Arcy é a capacidade de se manter presente - neste caso escrevendo no seu blog... - mesmo quando o mundo desaba à volta da nação benfiquista. É de louvar o seu estoicismo, e é por isso que aqui costumo vir ler o que escreve e, por vezes, deixar um comentário.
Estou totalmente de acordo com o que está escrito. Só acrescentaria o que tenho vindo a defender desde há um larguíssimo par de meses: é altura de, imperiosamente, mudar a página!
Mudar a página significa mudar a liderança da equipa, mudar a "cabeça" dos jogadores, mudar (muitos!) jogadores e, sobretudo, alterar radicalmente o modo de jogar da equipa sendo que, para isso, é preciso implementar mais eficazes e exigentes rotinas de trabalho e, de uma vez por todas, sentar algumas "vacas sagradas" e uns quantos auto-considerados virtuosos. Ou seja, é absolutamente imprescindível renovar e rejuvenescer a nossa equipa.
E é, também, imperioso que a liderança directiva entenda, de uma vez por todas, que o sucesso financeiro, económico, administrativo e patrimonial do Benfica passa, inevitavelmente, pelo sucesso desportivo constante, e que este só será possível com uma política de gestão de activos que não redunde num continuado fragilizar da equipa, consubstanciado na venda dos melhores e na compra, ao quilograma, de Salvadores Agras e afins!
Luís Filipe Vieira não é o dono do Benfica, e os sócios estão a precisar de lhe lembrar isso. Se necessário for, com alguma veemência. E não fará mal nenhum recordar-lhe, também, que, pelo menos por enquanto, ainda se realizam eleições para os órgãos sociais do clube...
Este desastroso início de época - pré-época incluída -ter-nos-á já hipotecado a Champions League, o campeonato e, muito provavelmente, a Taça da Liga. Mas é preciso não esquecer que, para além dos títulos referidos, o maior troféu continua a ser o apoio dos sócios e adeptos, e a sua presença nos estádios por esse país, e mundo, fora. E isso, pelo andar da carruagem, e se nada for feito para inverter a actual situação do nosso futebol, será a maior das derrotas!
Terá sido necessário chegarmos a "isto" para que a tal "estrutura" que leva dez anos de avanço sobre os mais directos rivais, para que "nossos" comentadores, e afin,s da BTV e das outras televisões (Validos, Matias, Calados, Guerras, etc, etc, etc...) e para que todos os manuéts da blogosfera, percebam que só estão a prejudicar o Benfica com o seu continuo branquear da nossa negra realidade?
Como costuma escrever no seu blog um abnegado benfiquista, "Acorda, Benfica!"
Saudações benfiquistas!
De antonio fonseca a 2 de Outubro de 2017 às 15:15
Boa tarde,

Completamente de acordo com o comentário do moderador.

É incompreensível que estando a ganhar, retomemos a velha táctica do para o lado e para trás.

Não compreendo a teimosia do nosso treinador insistir no Pizzi. Nesta época é uma nulidade autentica no nosso plantel. Com ele em campo estamos a jogar com dez. Foi mais uma vez tardia a sua substituição.

Por falar em substituição mais uma que não compreendo. A saída de Cervi e a entrada de Rafa!!! pasme-se, porque este jogador foi uma má compra, não rende absolutamente nada e quando aparece uma oportunidade para marcar, acontece como se viu ontem, cabeçadinha para as mãos do guarda redes do Marítimo. Tal como Pizzi com Rafa na equipa passamos a jogar com dez.

A defesa continua a dar abébias e a sofrermos golos impensáveis.

Em suma foi mais do mesmo, com possibilidades de encurtar a distância para os dragartos, mais uma exibição descolorida .

Saudações benfiquistas

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